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[RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Dorian Mormont em Sab Ago 13, 2016 12:04 am

Relembrando a primeira mensagem :

Here we Stand!
RP aberta, que começará com o post de Nanien Breaver. Após a vitória de Dorian e Sahar sobre uma perigosa trupe de criminosos da ilha, Nanien decide comemorar e organiza uma festa as "escondidas" do Urso, e mandou convites para todas as pessoas influentes da ilha e além. A festa ocorre no grande salão, onde existem três mesas e uma lareira, junto de uma quarta mesa na frente das três, onde se senta a família Mormont. O local está bem iluminado e limpo, e a comida cheira bem. O inicio da festa é durante o fim da tarde, por meio das 17:30.

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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Layna de Braavos em Qua Ago 17, 2016 8:46 pm

"Reencounter"
R'hllor Narrowing Paths


A sacerdotisa carregava um embrulho nas mãos enquanto caminhava em direção ao calabouço do Castelo. Havia recebido autorização do Lorde para executar um condenado, e estuda-lo. Bem, aquilo seria novo para ela, porém tão excitante que Layna não conseguia conter-se.

A iluminação era rarefeita nas masmorras, e atrás de si um guarda andava em silêncio, e podia-se ouvir apenas o tintilar de sua espada contra a armadura. — Estamos chegando? — quis saber enquanto olhava para algumas celas vazias. Vaufreixo não possuía muitos prisioneiros, o que de certa forma era algo bom. — Chegamos. — a voz dele ressoou pelas pedras do lugar e Layna parou frente às celas enferrujadas.

Dentro dela, podia-se ver o vulto de um homem sentado, com as costas encostadas na parede de pedra. Layna respirou fundo antes de ouvi-lo dar uma risada baixa. — Chegou meu carrasco? Ou... não. Uma boceta veio me alegrar. Vem aqui, coisinha linda. Uma última alegria para mim. — e o rosto da sacerdotisa não desfez a expressão séria que tinha.

— Seu último instante de vida servirá para que uma seguidora de R’hllor aprimore seus conhecimentos. Sinta-se honrado, caro senhor. Fazer algo de útil em vida antes de encontrar a morte. — disse e virou-se, abrindo o embrulho para que o guarda visse o que trazia. Uma pequena e reluzente adaga, embebida com veneno de mantícora, puro em sua essência. — Cuidado para não ferir-se no processo. — o alertou, e o guarda segurou a adaga com experiência, sem medo.

O prisioneiro estava há dias sem comer nem beber nada, bem machucado por ter lutado com alguns guardas ao ser preso, então não teriam problemas. Assim que ele abriu as celas, Layna entrou no local juntamente com o guarda, precisava ver de perto desde o primeiro momento que o veneno entrasse em contato com a vítima.

Não houve resistência, nem luta. O prisioneiro continuou sentado, talvez querendo que esse momento tivesse chegado antes. Algumas pessoas buscam a morte com tanta ânsia que não acabam a encontrando, apenas sofrendo e sofrendo após cada tentativa. A morte desse homem seria seu último e maior sofrimento.

— Posso, milady? — o guarda estava posicionado já, com a adaga próxima do peito magro do homem. — Não acerte diretamente no coração, sir. Quero ver como o veneno age antes de chegar ao coração. Acerte bem no centro do peitoral, sem acertar uma costela para não misturar o sofrimento do veneno com o ataque. — orientou ao homem, e assim o fez. Foi um golpe certeiro e o prisioneiro perdeu o ar momentaneamente, puxando o fôlego com dificuldade.

Layna abaixou-se o suficiente para ficar na altura do homem, ouvindo-o grunhir e arfar, deitando no chão e arqueando o corpo, e num grito lancinante que ressoou por todo o calabouço, ele voltou a esticar o corpo. Seus olhos pareciam saltar as órbitas enquanto seus músculos faciais se repuxavam em dor.

O guarda não aguentou ver a agonia do homem morrendo, e escolheu por sair. Layna não se sentia nenhum pouco incomodada com a cena, ao contrário. Se sentia fascinada com os gritos de dor dele, enquanto o poderoso veneno viajava por sua corrente sanguínea. Suas veias deviam estar pegando fogo, e o homem começou a arranhar o chão de pedra.

Sua pele também mudava de cor, pois estava ficando cianótico, perdendo o ar, sufocando em dor. Layna sabia que se misturasse o veneno com outras substâncias, prolongaria os sintomas, pois não demorou tanto e o homem deu seu último e pesado suspiro, quando o veneno chegou ao coração. — Está terminado. — concluiu, levantando-se e dando uma última olhada a ele.

— Senhora, lorde Ashford e sua senhora estão indo à uma festa na Ilha dos Ursos. Sua comitiva toda foi convocada. —Ir ao Norte? Bem, parecia algo interessante.

[...]

Estava parada na porta do grande salão da Casa dos Ursos. Vestia algo leve, um belo vestido rubro com algumas pedras encrustadas sem nenhum tipo de pele ou casacos para proteger-se do frio. Não precisava disso, pois o fogo de R’hllor queimava dentro de si.

Não esperou que ninguém a recebesse, pois não era nobre e muito menos bem vista ali. Rapidamente esgueirou-se por entre os servos que passavam com bandejas equilibradas nas mãos, observando que um deles segurava tal utensilio com mais firmeza que os outros. Estreitou os olhos, e arqueou uma das sobrancelhas ao esgueirar-se mais por entre os servos, passando por trás a mesa onde uma loira estava.

Tal loira fez Layna abrir um sorriso discreto, e puxou uma cadeira ao lado da sua, sentando e ao mesmo tempo puxando a taça de vinho a qual ela bebia um vinho, sorvendo um grande gole. — Ainda usando o vinho como subterfugio para fugir do tédio? — comentou arqueando a sobrancelha e pondo os olhos em seu Lorde que treinava com outro homem, possivelmente Lorde Mormont.

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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Hugh Grandison em Qua Ago 17, 2016 10:27 pm

O velho cavaleiro vivera tempo suficiente para decifrar os maiores misteriosos dessa vida, que seria um motivo para lutar, afinal, porque as pessoas lutavam? O quê pretendia conseguir com toda essa cruzada? Sim, acreditava cegamente em seu próprio caminho, embora tivesse aos seus sessenta e um anos de seu nome. Outrora fora da guarda real, ungido para proteger o antigo real, que lhe dispensou por falta de compaixão para os inimigos. Hugh entendia muito bem a sua fama de "A espada de dois gumes", bem como sabia a forma que apelidavam pelas costas, Sor Hugh, o Velho. Particularmente nunca ligou para provocações, sabiam que era o primeiro passo para descrever a inveja de seus tempos.

Algumas luas ouviu falar de uma comitiva com destino ao Norte, lideradas por um Baratheon... que os Deuses lhe perdoem por julgar as aparências, não deveria ter feito gracejos... era uma garotinha... uma garotinha Baratheon, parente de seu antigo mestre. Talvez tivesse as suas esperanças sobre tratar-se de outra pessoas, mas ouvira falar de atitudes bem peculiares que assemelhavam a moça ao tio, Endric Baratheon. Claro, o Cavaleiro não perderia a possibilidade de estudar a jovem, talvez tivesse algum objetivo dado aos Deuses sobre ouvir falar na garota.

De qualquer das formas, Hugh ingressou a comitiva, tentando não ser descoberto, queria ter uma noção sobre a garota, uma de longa vista, sem ser notado. Esses tempos de viagem demonstraram uma atitude positiva, exceto pelo fator de não ter o mesmo brilho de seu tio. Na chegada a Ilha dos Ursos, manteve-se por perto da jovem, viajando como uma sombra, ainda tinha um serviço a see feito, já tinha descoberto seu objetivo e intenção. Assim, Hugh, caminhou pelo ambiente de festa, mantendo uma postura e sorriso ao rosto, ignorando dos menores aos piores convidados. Escorou-se em um apoio e observou tudo que estava na festa, desde os convidados até os empregados.
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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Dorian Graceford em Qui Ago 18, 2016 2:30 am




Welcome to Far Far Away



- Sor Dorian? - Ecoava uma voz por todo o entorno do estábulo.
- Sim? - Respondia o cavaleiro, enquanto acariciava um dos animais do mestre-dos-cavalos de Vaufreixo.
- Se vai até o Norte com Lorde Ashford, sugiro que escolha um cavalo forte, resistente. Um que aguente a longa viagem até lá.
- Não viajarei até o Norte à cavalo! Pelos Deuses, não me dê trabalho. Só preciso ir com ele até a embarcação que levará Waltyr e seus homens para lá na companhia de Lady Alannys. Ajude-me a escolher, rápido.. - Os dois homens percorreram o estábulo, olhando e analisando cada um dos cavalos que estavam naquelas selas.

O velho informava as características de cada um dos bichos, os conhecia muito bem e aquilo era admirável, o mínimo esperado para um criador de cavalos. Entretanto, um cavalo em especifico havia despertado o interesse do rapaz, o olhava dentro daquela sela, agitando-se sem parar, parecia querer sumir dali. Se aproximou do equino, era grande e de uma tonalidade de pelos forte. Um preto-azulado do casco à cauda, brilhante como um diamante bruto, era tão negro como a noite e possuía uma musculatura admirável para uma montaria.

- Eu quero este. - Proferia o cavaleiro. O velho cuidador de cavalos o olhou com olhos de reprovação, sua testa franziu.
- Este? É um cavalo de guerra, muito bruto e agitado. Duvido que vai até o Norte com você. Duvido que ele o deixará montá-lo, para começo de conversa. Tem certeza? - Dorian deitou os olhos sobre o mestre-dos-cavalos, o encarava com um ar sério e decidido. Não disse nada, apenas com um aceno de cabeça positivo fora o suficiente para convencer o homem de cabelos brancos.

▲▲▲

No pátio do Castelo de Vaufreixo, a comitiva da viagem de Garad o aguardava. Mais da metade estavam a pé, enquanto o pouco restante que sobrava estavam de pé ao lado de seus cavalos, com exceção dos porta-bandeiras que já estavam montados. Assim que o Lorde do Castelo apareceu e deu inicio a viagem, os homens abaixaram a ponte levadiça para que todos pudessem sair do pátio.

Dorian puxava o seu equino preto pela rédea, e o mesmo ia caminhando lentamente em direção à saída. Do lado de fora do Castelo, perto do Molusqueiro, o animal começou a bufar, balançando a cabeça com raiva como se quisesse que o Graceford o soltasse. O cavaleiro passou a mão esquerda em seu focinho, na tentativa de acalmar o animal, nada feito. Colocara o pé direito no estribo, e impulsionava o corpo para subir no cavalo eis que o animal se agitou, elevando as patas dianteiras golpeando o ar numa ferocidade. Dorian fora projetado para o lombo, seu pé se prendia ao estribo e o rapaz caía no chão com as costas batendo no solo gramado, fazendo barulho com o impacto da queda.

Os guardas ao redor gargalhavam, mas Dorian era insistente. Levantou-se do chão e agarrou o animal, apoiando os dois braços na cernelha, com um pé de apoio no chão e outro no estribo o Graceford se impulsionava com força para que subisse rápido em sua montaria. Por sorte foi mais rápido que o animal arisco, conseguindo montá-lo de uma forma pouca desajeitada e orou em pensamento aos Sete para que não fosse necessário usar a chibata.

Jovem, tinha menos de 30 anos, todavia já possuía uma certa experiência com cavalos. Cutucava devagar com os pés o abdomen de seu novo companheiro, não queria enfurece-lo de forma alguma. O receio - ou medo como preferir - do rapaz o custaram alguns metros de distância do seu pessoal. Enquanto Garad e seus homens já estavam bem a frente em sua jornada para o Norte, Dorian apenas conseguia fazer o seu cavalo caminhar.

No entanto para ele pouco importava sua distância com os demais, o senhor dos cavalos havia lhe dito que não conseguiria chegar até o Norte com o equino ou sequer conseguir montá-lo, e para o Graceford cada passa que o animal dava em sua companhia já era de grande importância. Aquele velho não sabe de nada, realmente, pensava.

Com as mãos frouxas nas rédeas, o cavaleiro mantinha o ritmo de sua montaria. Desta vez, menos desconfiado e mais solto, o cavalo já começava a trotar e seguir os comandos de Dorian. Era como se estivesse se acostumando com a voz e o jeito leve do jovem de dominá-lo, apesar de estar totalmente desconfortável naquela cela, o rapaz da Campina conseguia mantê-lo calmo na longa viagem. O trote ritmado e incessante do animal mantinha o homem cada vez mais próximos dos outros.

Assim que chegaram ao litoral, todos adentraram à um navio, provavelmente a melhor forma de se chegar à ilha dos Ursos era pelo mar...

▲▲▲

Dias se passaram, o Graceford já não aguentava mais o vai-vem do mar, o lembrava de tempos ardorosos enquanto ainda morava em Solarsagrado, também quando foram atacados pelos homens da ilha de Ferro e do dia de sua quase morte. Se não fosse por Garad, ele provavelmente não estaria ali... indo festejar no Norte.

Alannys e seu marido, foram os primeiros a entrar, e todos os outros entraram em seguida. Dorian estava desarmado porém bastante inquieto, não sabia nada sobre a ilha dos Ursos, apenas que os Mormont eram carrancudos e guerrilheiros. Só conseguia sentir frio e desconfiança para com aquele lugar, pessoas estranhas e de todos os lugares do globo. Com seu olhar clínico conseguia distinguir de onde cada pessoa dali viera pois normalmente os Nortenhos possuíam uma pele branca e pálida, assim como os mortos.

Adentrou o salão junto dos demais, usava roupas de frio uma grande manta marrom de pele de veado por cima de sua túnica branca, seus cintos eram pretos, feitos a partir de um couro qualquer. Calçava botas quentes e negras, não queria chamar a atenção do local, embora seus olhos verdes tiravam toda e qualquer atenção de suas vestimentas.

O rapaz de cabelos ruivos pousou os olhos sobre uma dama, esta tinha a pele alva e imaculada como uma doce menina, vestia trajes aparentemente muito quentes, cabelos negros e um olhar penetrante que despertava um grande interesse no jovem Graceford, ela parecia forte e além de tudo era linda. Garad conversava com a moça, nomeada Elyria e provavelmente era uma Mormont, não gostava de ouvir conversas alheias mas não pôde evitar de escutar que o nome do Lorde do local também era Dorian, e aquilo o deixou extremamente intrigado.

Mais além, sentada em uma das mesas estava uma moça, tão jovem quanto ele. Caucasiana de pele queimada do sol, brilhante como rubi, cabelos negros e longos que logo reconheceu. Era a Lady Crane, tinha a visto chegar em uma comitiva bem próxima a deles, e estava imponente como sempre fora. Tão logo Dorian Graceford pegava em uma das inúmeras taças de vinho da mesa dos cavaleiros do Ashford, queria curtir a festa estava ali para isto, beberia todo vinho que lhe fosse possível. Deu o primeiro grande gole, matando a bebida de seu copo de uma vez só, fazendo escorrer um fio de vinho pelo lábios que logo fora limpado pelas costas de sua mão.

Se encaminhou à onde estava Lady Elayna, apoiando o braço esquerdo na mesa colocando a sua taça próxima a jarra de vinho e se pôs a dizer:

- Milady, meu vinho acabou. Seria muito incomodo se eu tomasse um pouco do seu? Acredito que uma gentil dama como a senhora não irá tomar esta quantidade sozinha.








valeu @ carol!



Spoiler:
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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Nanien Mormont em Sab Ago 20, 2016 2:16 pm

our love story
A
s sobrancelhas se dobraram em dúvida assim como a expressão de Dorian. Aquele modo carinhoso de dizer tchau para a pessoa amada realmente parecia ser cheio de afeto, mas não era como estavam acostumados a ser. O tapa que recebera de Dorian viera acompanhado de um olhar e sorriso brincalhões, e os lábios se retorceram para dizer “mais tarde”, seguida de uma piscadela tão cheia de intuitos que, conhecendo um ao outro tão bem quanto eles, o urso saberia dizer toda e qualquer uma delas.

O caminho feito pelas duas mulheres fora rápido e Nanien, ainda com traços de sua adolescência, não deixava de olhar vez o outra para Alannys, notando sua incrivel beleza e juventude. Com certeza, atrás daquele rostinho delicado e cabelo loiro, existia uma mulher que, caso quisesse, seguraria uma espada tão bem quanto um filho - e Nani pensava assim de poucas mulheres que conhecera. Por isso, uma admiração crescera em si. — Obrigada. – A resposta viera cercada de animação. — Que seja uma garotinha tão esperta e encantadora como nós.

Chegando na mesa, convidou-a para sentar-se ao seu lado. Vários outros lugares estavam vagos, mas nenhum era marcado. Seria da vontade dos ursos terem por perto as pessoas que queriam. E não só por respeito ao amigo de Dorian e sim porque, em todo o pequeno tempo, ninguém se atrevera a ser educada com ela não por respeito, mas por vontade.

Eles fazem um belo casal. – Brincou, soltando um sorriso largo. Obviamente, aquela dança de espadas lhe era deslumbrante, e sua alma pulava de torcida para o esposo. — Espero que possam fazer uma amizade tão bela quanto. – E olhando a loirinha, ainda com o sorriso, ela tentou repassar a ideia de uma possível aliança. Vez ou outra, a morena beliscava algo doce, seguido de algo salgado. Era uma sensação estranha, e ainda sim não deixava de ser divertido. — Sabe. Dorian me salvou quando menor. Sabiam os deuses o que aconteceria comigo se ele não tivesse aparecido. A partir daí, eu conheci alguém com uma alma pura. – Enquanto falava, parecia que os movimentos dele passavam em câmera lenta, junto de flashes de lembranças. — Nunca o vi gritar com alguém, tratar mal, qualquer uma dessas coisas. A não ser que a vida de alguém esteja em perigo. – E o soco que dera no pirata que a raptara, junto das outras diversas moças, apareceu na cabeça, como se estivesse acontecendo naquele momento. — Eu quero o melhor para ele. Assim como creio que quer o melhor para o seu marido por igual. – A parede de escudos projetada por ele a obrigava a levantar um pouco o tronco do corpo para enxergar. E, aos poucos, um reboliço acontecia lá embaixo. Nada que precisassem de si. — Imagine as coisas maravilhosas que eles poderiam fazer juntos. Além de um espetáculo no meio do salão. – Sorriu. Imaginou que, se o maior estivesse do seu lado, o modesto orgulho o faria ficar indignado e brincalhão, como sempre. Com a destra, Nanien serviu o vinho à Martell como um gesto de amizade. — É algo a se pensar. – Concluiu, servindo-se também, apesar de não ser tão adequado devido a gravidez. — E, veja. Não se acanhe em voltar para Garad caso se sinta desconfortável ou demorem de voltar. Pode parecer assustador para alguns a ideia de não ter alguém conhecido por perto. — Calou-se, ainda sorridente. A ideia de que tinha sido uma faladora chata durante todo o tempo agravou na cabeça, fazendo-a balançá-la negativamente.

Treino:
Argumentação


Última edição por Nanien Breaver em Ter Ago 30, 2016 9:41 pm, editado 2 vez(es)
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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Mérope Hightower em Sab Ago 20, 2016 6:21 pm





Or maybe I...



I hate the beach But I stand In California, with my toes in the sand Use the sleeves of my sweater Let's have an adventure Head in the clouds But my gravity's centered Touch my neck, and I'll touch yours You in those little high waisted shorts


Suas mãos deslizavam pelas longas penas da asa direita do corvo negro, pela primeira vez em muito tempo tinha soltado seus corvos e deixado que se sentissem livres por um tempo. Era uma ocupação peculiar ainda mais para uma lady, mas os comentários não a impediram de continuar cuidando das aves. Uma batida suave na porta tirou sua atenção e com isso conseguiu ver que um de seus servos pedia autorização para entrar no quarto. — Marlow, cuide disso. - A dama de companhia logo levantou-se e resolveu o que havia de tão importante.  

A morena aproximou-se da nobre com uma carta em suas mãos, estava mais para um convite. Tinha certeza que Kormon já sabia do que se tratava já que tudo passava pelas mãos dele primeiro e estava curiosa para saber porque o convite também estava sendo mostrado a ela. — É do Norte, uma comemoração?... Nanien Breaver... - Mérope leu o convite em pensamento parece que a família Mormont daria uma festa. — Irá participar dessa festa, Milady? - A loira não tinha tanta certeza, ir para o Norte e ainda teria que acompanhar seu irmão na comitiva. No inicio Mérope respondeu com silêncio, sua cabeça estava trabalhando para conseguir contornar a situação.

Avaliou a forma física dos corvos, tomou os dois em suas mãos e pediu para que a dama pegasse a caixa que repousava ao lado da gaiola e acompanhasse. Sem demora  chegaram ao jardim, já que o trabalho com os corvos havia parado Mérope teria que instigá-los, os mensageiros teriam que pegar o gosto pelo voo novamente para que o plano da nobre funcionasse. — São machos? - Mérope abriu um breve sorriso para a dama e assim que impulsionou os corvos para o bater das asas voltou-se para Marlow. — São sim, além de serem mais obedientes, não parariam no meio do caminho para postura de ovos.

Não queria que fossem apenas corvos mensageiros, os pássaros tinham que ser fortes, não poderiam perder o foco e desviar sua atenção da missão, teriam que brigar com os perigos que enfrentariam ao longo do percurso e ser capaz de cumprir o seu dever. Apesar de serem aves que formam laços familiares o treinamento tinha esse outro ramo, todo e qualquer laço seria quebrado. — Marlow, abra a caixa. - O cheiro da carne podre invadiu o jardim e com isso os corvos se agitaram. — Vamos ver quem será o meu campeão. - Um sorriso sádico brotou nos lábios da jovem, sentia uma agitação em seu interior, como se quisesse presenciar um banho de sangue, uma selvageria que só esses animais poderiam lhe proporcionar.  

Havia apenas um pedaço, o suficiente para alimentar apenas um deles. Se dividissem a comida a nobre teria que seguir com a comitiva de seu irmão, pois o laço entre os corvos ainda não havia sido quebrado. Para a surpresa de Mérope, o corvo mais velho travava uma batalha em pleno voo com o seu irmão, Huginn mostrava quem estava no controle bicando o topo da cabeça do corvo mais novo. As garras das aves juntaram-se e com as asas retraídas os dois deram inicio a um rodopio mortal. O corvo mais novo livrou-se do enrosco e voou para cima de modo que seu corpo ficasse em cima do irmão mais velho, dando um fim naquela luta e tomando seu prêmio.

Habilidade Treinada :
Corvoaria
-x-


A ave campeã levava uma mensagem para os Lannister, mais precisamente para Amora e Aretha. A loira estava avisando que seguiria para o Norte com a comitiva onde elas estariam. Dois guardas acompanhariam sua trajetória a cavalo até o Rochedo. Poderia seguir esse caminho de olhos fechados, alguns pontos lhe traziam lembranças boas, mas alguns nem tanto. Afastou os pensamentos que levavam sua mente para uma parte obscura e tentou focar em sua viagem. O tempo da viagem a té o rochedo fora breve e logo sua chegada havia sido avisada.

Fora bem recebida, como sempre. O Rochedo era sua segunda casa desde que seu treinamento como Dama de Companhia resultou em uma amizade longa e duradora com os Lannisters, principalmente com Amora e Aretha. Não conteve o sorriso de felicidade quando encontrou as duas nos aposentos de Amora. — Meninas! Estava morrendo de saudades. -  Abraçou as duas por um longo tempo antes de ouvir como seria os preparativos para a viagem até a Ilha dos Ursos.

Nunca havia entrado em um navio antes, mas o frio talvez fosse o pior de tudo. Passou a vida inteira no calor do Sul, usando vestidos que mostravam mais a sua pele do que a cobriam e agora só sentia o peso dos vários panos que aqueciam o seu corpo. O vestido dourado possuía um forro grosso que deixava a parte debaixo com um certo volume, além do vestido, uma capa preta envolvia seus ombros e lhe proporcionava uma sensação mais quente. O vento gelado batia sem piedade em seu rosto, estava desconfortável com aquela situação.

Tentou manter a postura ao lado de Amora e Aretha, mas tinha muita coisa para fazer ao mesmo tempo, ignorar o frio e imaginar que a paisagem passava . Assim que chegaram na Ilha dos Ursos foram muito bem recebidas e sem demora foram guiadas para o salão onde a festividade estava acontecendo. Parece que toda Westeros estava convidada, os dedos da nobre envolveram uma taça de vinho, tinha um certo receio ao beber o desconhecido, mas visto que os demais estavam se acabando no vinho, parece que não havia nenhum mal.

No primeiro momento procurou por Kormon, mas tratou de se ocupar com uma conversa. — E como está o Rochedo? Por favor... Me digam que não estão com casamento arranjado. - Mérope franziu o cenho e esperou pela resposta das duas. O salão estava cheio e os anfitriões certamente estariam ocupados era o motivo pelo qual a nobre da casa Lefford ainda não tinha feito sua apresentação.


THANK YOU SECRET!



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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por The Black Goat of Qohor em Sab Ago 20, 2016 9:56 pm

Avaliação de treino de habilidade

Layna de Braavos

Achei o método utilizado para treinar inovador, além de muito interessante. Não notei qualquer erro capaz de prejudicar a narrativa, que foi leve e fluiu muito bem. Sendo assim, eu não possuo nenhum motivo para descontar em seu treino.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 30% de experiência pelo atributo de inteligência com 10 pontos
- 55% de experiência por ter a habilidade no nível 8

Recompensas
+ 75 pontos de experiência em Venenos
Avaliação de treino de habilidade

Dorian Graceford

Gostei muito das descrições, você narrou a dificuldade do personagem e também soube detalhar bem, de modo que pude imaginar com facilidade as cenas descritas. Notei algumas falhas de pontuação, especialmente a falta de vírgulas em alguns momentos, mas nada realmente prejudicial.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (29/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (99/100)


+ 15% de experiência pelo atributo de inteligência com 6 pontos
- 10% de experiência por ter a habilidade no nível 3

Recompensas
+ 104 pontos de experiência em Equitação
Avaliação de treino de habilidade

Mérope Lefford

O treino ficou bem escrito, não notei muitos erros, embora tenha notado algumas falhas em pontuação e acentuação, nada tão grave. Senti que no fim o texto começou a ficar corrido, como se tivesse sido feito às pressas, mas não foi nada sério também, nada que apagasse o brilho de um texto bem feito.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (38/40)
+ Estrutura e Coesão (29/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (97/100)


+ 34% de experiência pelo atributo de inteligência com 12 pontos
- 45% de experiência por ter a habilidade no nível 7

Recompensas
+ 86 pontos de experiência em Corvoaria





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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Meera Bolton em Dom Ago 21, 2016 1:12 pm

— here we stand


      Alguns dias atrás, uma carta chegara ao Forte do Pavor. Um convite, de Lord Dorian Mormont. Ao que parecia, uma pequena comemoração teria lugar na Ilha dos Ursos, um agradecimento em honra de alguma conquista insignificante nas terras da tradicional casa nortenha. Nada que despertasse a atenção da Lady do Forte, porém seria uma oportunidade para formar alianças e continuar a trabalhar em prol daquela que decidira desde o primeiro dia como senhora das terras do seu falecido pai que seria a imagem da Casa Bolton - não uma imagem de carnificina e asquerosidade, mas sim uma imagem de respeito, integridade e seriedade. Pretendia conquistar o estatuto que era facilmente concedido a qualquer outra casa, mas que a sua perdera por conta da história sangrenta que se arrastava à séculos. E, para isso, precisava de conviver e misturar-se com as outras casas.


Acompanhada por uma pequena comitiva constituída pelos melhores cavaleiros que possuía sobre o seu comando, Lady Bolton seguiu o curso das Águas Chorosas, avançando em direção a oeste de forma a passar um pouco acima de Winterfell, atravessando a Matadelobos e, ao encontra-se a meio do grande espaço arborizado, começou a sua subida em direção à costa mais a norte. Ao fim de sete sóis, alcançou o porto a partir do qual a comitiva embarcou num navio de pequenas dimensões, atravessando o mar. Na sétima lua desde que abandonara os seus domínios, Meera tinha chegado, por fim, à Ilha dos Ursos.


A morena nunca tinha estado naquela região do Norte - constatou momentos após pisar em terra firme, findada a travessia pelo canal que separava o continente daquela ilha solitária. Nas zonas costeiras erguiam-se vários aldeamentos compostos por casebres maioritariamente de madeira - carvalho, julgou ela - onde os habitantes viviam e exerciam a principal actividade económica ali praticada: a pesca. Afastando-se das praias e arribas que constituíam a faixa costeira da ilha e avançando mais em direção ao interior, a Bolton pôde contemplar a beleza incólume daquele lugar. Pinheiros altos e carvalhos que pela estimativa da sua idade feita por si seriam antigos o suficiente para já terem sido árvores de troncos fortes e imponentes na época em que o seu tetravô era senhor das terras que agora lhe pertenciam, erguiam-se muito acima das suas cabeças, forçando aqueles que buscavam admirar as copas largas a quase olhar para os céus. Mais abaixo, rente ao solo, espinheiros apresentavam as suas delicadas flores e pequenos rochedos de tom acinzentado, cobertos por musgo, amontoavam-se nas beiras dos pequenos riachos que corriam pelas vertentes íngremes, concedendo à paisagem selvagem um efeito tão arrebatador que quase chegou a impressionar a própria Meera Bolton.


Avançando, mais uma vez montada no seu cavalo, pelos domínios de Lord Mormont, a jovem e os homens que a acompanhavam não tardaram a alcançar os terrenos do castelo do senhor daquelas terras, o porta-estandartes carregando o homem esfolado e indicando, assim, qual eram as origens daquele grupo relativamente pequeno. Meera seguia logo atrás, escoltada à esquerda por um dos seus guardas mais leais e à direita pelo capitão da sua guarda, que lhe passava curtas informações sobre aquela casa e as suas terras - muitas dessas informações já sendo do conhecimento da morena, porém apenas se limitava a ouvir e acenar, a expressão fleumática e dura no rosto de traços tipicamente nortenhos.

Para a ocasião, optara por um visual mais jovial, algo que seria esperado que uma donzela da sua idade trajasse. O vestido caía desde os seus ombros aos seus tornozelos - estes últimos cobertos pelo calçado habitual, resistente ao frio e às condições adversas da paisagem da região -, sendo todo em veludo quente, e de um tom acinzentado de branco que, ao mesmo tempo que enaltecia a palidez quase imortal da sua pele, contrastava de uma forma bela e quase graciosa com os lábios pintados de um tom escuro de vermelho escarlate, bem como os longos fios negros como o breu e que tinham sido presos de forma a serem puxados para o lado direito, caíndo em cascata sobre os seus ombros e busto. Um quente manto de peles cobria-a, o capuz caído para trás das suas omoplatas cobertas. Não havia dúvida de que, além de bela, a jovem Lady demonstrava também a ferocidade e imponência do seu caráter, não deixando de estar apresentável para um evento como aquele.

Minutos depois, alcançou o portão do castelo Mormont. Com uma certa admiração analisou a estátua que permanecia prostrada na sua entrada: uma mulher vestindo peles de urso, com um machado de batalha numa mão e um bebé de colo suportado pelo outro braço, a mamar. De facto, aquela era uma boa representação da Casa Mormont, uma casa de guerreiros e guerreiras, cuja força não se limitava apenas ao ato de trazer um ser vivo ao mundo, mas também ao facto de lutarem as suas próprias lutas sem se esconderem por detrás dos homens que as dominavam, como acontecia em quase todas as outras terras dos Sete Reinos e além. O porta-estandartes anunciou a chegada da comitiva Bolton aos guardas que permaneciam junto aos portões, sendo que a passagem lhes foi permitida pouco depois - acompanhada, é claro, pelo habitual olhar de desdém que recebia de cada vez que o seu sobrenome era pronunciado em voz alta; Meera quase podia ver os pelos eriçados das nucas dos homens perante a menção daquela fatídica palavra de seis letras e duas vogais.

Avançou sem temor, o queixo erguido e a expressão orgulhosa no rosto de mulher, os seus homens seguindo-a de perto. Sabendo que não poderia ser acompanhada por todos eles, Meera tomou a decisão de deixar a comitiva no exterior do castelo, juntamente com as restantes comitivas das Casas que tinham chegado previamente, entrando no castelo apenas acompanhada pelo seu capitão da guarda. Assim que passou pelas grandes portas de madeira uma pequena comitiva de guardas abordou-os, anunciando que não era permitida a entrada de armas no lar de Lord Dorian. Assim, o homem que a acompanhava foi obrigado a deixar a sua espada com os cavaleiros Mormont, que após isso deixaram-nos passar, alheios ao facto de que a Lady portava duas adagas sob as saias do vestido, presas em ligas de renda, uma a cada coxa.

Conduzida pela movimentação e grande ruído que se faziam sentir, a morena caminhou confiantemente pelos corredores da fortaleza, alcançando o salão principal com uma descontração notável. O salão em si era completamente diferente daquele do seu castelo, o estilo sombrio e mórbido sendo trocado pelo estilo tão rústico e acolhedor, de certa forma. Longas mesas estavam dispostas pelo recinto, demonstrando claramente a hierarquia dos presentes: escudeiros e cavaleiros de baixo estatuto sentavam-se naquele extremo do salão, nobres sulistas e nortenhos ocupavam o centro do espaço, sendo que era no lado oposto àquele onde a jovem Lady se encontrava que estava a mesa reservada ao Lord e à sua família.

Meera atentou à atribulação que se instalara no espaço - ao que parecia, Lord Dorian desafiara um Lord sulista para um duelo amigável. Pouco interessada naquele evento em específico, Lady Bolton dispensou a companhia do capitão da guarda antes de avançar pelo salão, em direção a um espaço mais vazio e retraído, de certa forma. Inserida em meio à multidão, a morena preferiu permanecer parcialmente à parte, observando cuidadosamente tanto o ambiente quanto as pessoas que a rodeavam, um leve sorriso de canto prostrado nos lábios vermelhos como o sangue.

Habilidade treinada:
Política
— Our blades are sharp

[hideedit]


Última edição por Meera Bolton em Seg Ago 22, 2016 1:36 pm, editado 3 vez(es)
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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Elayna Crane em Dom Ago 21, 2016 4:08 pm



A festa continuava com um ritmo animado, música tocando e comida e bebidas sendo servidas aos montes. Bebia seu vinho calmamente enquanto observava dois homens treinando no local, prestando atenção em seus movimentos a todo o momento. Eram dois lordes e isso ficava óbvio. O mais alto e musculoso tinha duas espadas em sua mão enquanto o outro tinha um jeito de luta mais refinado com apenas uma espada em mãos. Nem um nem outro poderia ser considerado melhor. Os dois se igualavam da maneira deles e era interessante de se assistir. Talvez se um dos dois irritasse um ao outro seria ainda mais interessante. Riu com o pensamento, atraindo atenção de sua dama que estava ao seu lado. Apenas balançou a cabeça e continuou a bebericar seu vinho, quando foi interrompida por um homem chegando em sua mesa.

O homem, como todos os homens, tratou-a como algum tipo de lady obediente. Tirando ela como uma mulher submissa como a maioria A frase "Acredito que uma gentil dama como a senhora não irá tomar esta quantidade sozinha." quase a fez rir. Ora, se o homem soubesse o quanto vinho podia tomar. Certamente não acharia direito de uma lady, mas o que se importava com o que ele pensava. Estava pronto para dispensá-lo rapidamente e virou-se para o homem, dando de cara com sua roupa e nela  um brasão conhecido. Sua roupa ostentava um brasão com um sol branco sob uma faixa branca vincada. Conhecia aquele brasão como conhecia todos os brasões das casas da Campina. Casa Ashford, lema "Nosso Sol Brilha Forte".  A única casa da Campina que estava presente além da sua era a casa Ashford e mesmo assim animava-se com a possibilidade de uma rápida conversa com o seu lorde. Precisava criar conexões e a festa era um ótimo local. Agora com o humor totalmente mudado, sorriu para o homem educadamente, como toda lady faria. — Claro que não, meu pai e minha mãe ensinaram-me a dividir. Deixe-me servi-lo. — disse enquanto se levantava e pegava a jarra de vinho em cima da mesa. Encheu a taça do homem que estava vazia e sorriu novamente em sua direção, levantando a sobrancelha. — Por favor, vá para outra cadeira, abra lugar para... Qual é o seu nome? — disse falando com sua dama que rapidamente se levantou, sentando-se novamente em seu assento e esperando que o homem também se sentasse.

Como trazer o lorde dele como um assunto? Sabia que não podia pedir informações ou algo do tipo, pois o homem provavelmente nem as tinha. E se as tinha, não as revelaria assim. Decidiu ser apenas educada e levar o homem na conversa. — É tão bom ver alguém de casa por aqui também. O norte é muito longe do sol da Campina. — disse, soltando uma risada. Ainda bebia seu vinho enquanto olhava o homem diretamente. — Serve a casa Ashford? — perguntou, já sabendo a resposta. O brasão era claro e ela não esquecia coisas desse tipo. Olhou em volta por um momento, ainda observando o treino de longe. Por um momento observou a roupa do lorde menor, que não parecia ser do norte de jeito nenhum. Se seus olhos não a estivessem enganando em sua roupa estava o mesmo brasão do homem em sua frente, outro morador da casa Ashford. Porém o homem não parecia ser um cavaleiro ou vassalo. O homem tinha porte e cara de nobre. — Ainda não tive a oportunidade de conhecer seu novo lorde. Tenho estado atolada desde que meu marido morreu. — disse enquanto colocava mais vinho em seu copo, sem demonstrar muitas emoções. Não seria falsa sobre sua morte com ninguém. — Por um acaso, aquele é seu lorde? — disse indicando os homens lutando com a cabeça, bebericando o vinho ao mesmo tempo.

ACT LIKE A LADY THINK LIKE A MAN.
thanks wrd for this code.


Elayna Crane
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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Astrid Lannister em Dom Ago 21, 2016 5:18 pm

turning diamonds into snow
N
o momento em que viu o lugar um pequeno arrependimento lhe acertou como uma flecha no peito. Os homens no porto eram peludos, enormes e possuíam uma expressão de quem não tinha interesse em amizades. ”Quando diziam Ilha dos Ursos jamais pensei que se referiam aos habitantes da ilha”, pensou a jovem sulista ao observar as pessoas enquanto o navio de aproximava da terra. Sua companheira de viagem era Lyuba Marbrand, uma companhia extremamente agradável... Bom, pelo menos na maior parte do tempo. Como quando não estava calada provavelmente se lamentando da morte do pai, ou quando não estava pensativa tentando não mostrar os efeitos da pressão que ela sofria para arranjar um marido. Pelo menos uma vez Astrid sentira pena da lady, que apesar de grandes responsabilidades, ainda era apenas uma jovem. Elas estavam no convés, ambas envolvidas em peles quentes e os cabelos caíam por suas costas, os homens e servos corriam de um lado para o outro. Astrid aproximou-se da colega, entrelaçando seu braço ao dela.

— Sorte a nossa, se sentirmos frio podemos arrancar os pelos de um desses senhores e fazer casacos para nós duas — Sussurrou para Lyuba, e para mais ninguém. O barco ancorou no porto, e ambas as garotas foram para suas cabines para fugir do vento gelado, se despediram com um beijo no rosto e cada uma foi para a cabine descansar da viagem, que fora muito cansativa, especialmente naquele dia.

Quando chegou em sua cabine, as servas que havia trago de Lannisporto arrumavam uma sequência de vestidos em cima da cama de penas. Astrid caminhou até uma das cadeiras, sentando-se agarrou uma taça na mesa e a ergueu. Uma criada trouxe-lhe correndo um jarro de vinho. Ela derramou o vinho, enchendo o recipiente, em seguida Astrid levou o objeto com líquido aos lábios, apreciando o gosto. O vinho estava frio, e a garota apreciou isso. Bebeu seu vinho com calma, degustando o sabor e aproveitando a sensação de leveza que ele lhe trazia. Quando terminou, colocou a taça na mesa, as suas servas ainda não haviam preparado o seu banho, então ela se levantou, um tanto impaciente. Agarrou uma das mulheres pelo braço, pelo o que ela conhecia, a mais medrosa e frágil. A puxou para um canto da cabine enquanto tentava segurar as peles ao redor do corpo com a outra mão.

— Por que não preparam meu banho ainda? — Perguntou, a voz firme e uma das sobrancelhas arqueadas, um sorriso brotou em seus lábios, mesmo que forçado, Astrid sabia fazer isso direito. Soltou a criada, acariciando o local onde havia agarrado a mulher — Você sabe que pode confiar em mim, querida, está comigo já faz quanto tempo? Você pode me falar quem pegou toda a água quente que trouxeram agora a pouco — A mulher parecia um pouco atormentada, mas o espanto que havia antes em seu olhar foi substituído pela desconfiança. Mas quando Astrid acariciou lhe a bochecha o seu coração acalmou.

— F-foi o capitão, minha senhora. Ele disse que precisava mais do que você e a senhora Lyuba — Astrid não tomava banho já havia algum tempo, ela queria era ir até a cabine do capitão e envolver suas mãos ao redor de seu pescoço, mas ela não podia fazer isso na frente das pessoas. Dispensou suas servas, querendo um momento sozinha. Então ela caminhou até a mesa novamente, pegou a jarra e encheu sua taça de vinho. Deixou que as peles caíssem no chão, ao beber o primeiro trago de vinho sentiu a pele se arrepiar com o frio do norte, mas não era nada que ela não pudesse resistir. Bebeu lentamente seu vinho, quando acabou suas criadas trouxeram água para o quarto, encheram a banheira e a Lannister entrou.

Lavaram o seu corpo e os cabelos. Quando terminou o corpo e o cabelo de Astrid foram secos, e então ela foi se arrumar para a comemoração. Suas servas a ajudaram a vestir um vestido longo, preto como a noite mais sombria, era justo mostrando perfeitamente as curvas da jovem e realçando os seus seios havia um decote em formato oval, ao redor do decote, na área dos ombros e pescoço, havia uma renda dourada de myr, como se houvessem derramado ouro derretido no vestido da garota Lannister. Os longos cabelos dourados caíam pelas costas, haviam duas tranças em seu cabelo, uma delas caía pelo ombro enquanto a outra estava perdida entre os outros fios dourados, no topo da cabeça usava uma tiara fina e prateada. Por fim, envolveu o corpo com peles escuras e foi ao encontro de Lyuba. Pegou uma taça de vinho e foi caminhando até a cabine da colega enquanto bebia. Bateu e entrou.

— Vamos, Marbrand. Eu estou louca para ver se o resto dos nortenhos são tão peludos como ursos — Disse bebendo um gole do vinho para conseguir disfarçar o nervosismo quando necessário. Ofereceu a taça para a Lady Marbrand, ela tomou um gole, Astrid em seguida bebeu todo o líquido, em seguida saíram do navio juntas rumo ao castelo do Senhor Mormont. ”Alguma coisa pode estar errada”, pensou Astrid sentindo um frio na barriga, mas mesmo assim fingiu estar cheia de confiança quando saíram da embarcação acompanhadas de cinco guardas Lannister e cinco Marbrand. — Quando chegarmos lá, por favor, Lyuba não me deixe sozinha, se for sair fique aonde eu possa te ver! — Disse respirando ar frio da noite do Norte. Apresentou o convite para os homens do Mormont e adentrou a sede da Casa.

Sentia-se um pouco mais feliz do que quando havia chegado a Ilha, Astrid agradecia isso ao vinho que ela havia tomado, mas no momento ela não sabia se queria beber mais ou se desejava comer da comida que cheirava tão bem. Ela se posicionou ao lado de sua companhia, olhava para os nortenhos e eles eram exatamente como ela imaginava o povo livre. ”Mas até que eles têm certo charme”, pensou consigo mesma. Pegou Lyuba pela mão e começou a puxá-la até um barril de cerveja.

— Venha, minha amiga. Vamos fazer o que se tem de mais interessante para se fazer — Pegou uma caneca e a encheu de cerveja, ela entregou para Lyuba, então agarrou outra rapidamente e a encheu também, os homens gritavam ao seu redor. Após os três primeiros goles, Astrid começa a sentir calor, então retira as peles e entrega a um de seus guardas, ou foi para um dos de Lyuba, ela não se importava muito com isso. A cerveja era forte, mas sem dúvidas era melhor que a de Porto Real, mas não tão boa quanto a de Lannisporto. — Depois podemos ver se eles colocam neve no vinho — Disse para Lyuba enquanto dava mais um gole em sua cerveja.


habilidade treinada:
*LÁBIA COM UMA DAS CRIADAS QUE ESTAVAM NA CABINE*


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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Alannys Ashford em Seg Ago 22, 2016 10:04 am



FROZEN
Lady! I'm your knight in shining armor and I love you!
You have made me what I am and I am yours
my love! There's so many ways I want to say, "I love you."
Let me hold you in my arms forever more

Lady! For so many years, I thought I'd never find you






Alannys sentia-se grata por não ter ficado sozinha enquanto o senhor seu marido treinava com o Lorde da Casa Mormont. Senhora sua esposa – ou noiva? Alannys não obtinha essa informação ainda – fora muito gentil por acompanhá-la durante o jantar. A atenção da jovem dornesa ainda estava dividida entre os dois duelando e a jovem moça ao seu lado. Alannys sorriu amavelmente quando a mesma comentou sobre seu bebê ser uma garotinha, fazendo a Lady lembrar de coisas importantes.

As mulheres dessa Casa são tão respeitadas e admiradas não de hoje ou ontem, talvez desde a fundação da Casa em si, pois a jovem percebeu que no portão da Casa está gravada uma figura de uma mulher vestida com pele de urso, como uma criança num de seus braços sugando seu leite e com um machado de batalha na outra mão, mostrando o quão uma mulher pode ser forte e ainda assim conseguir cuidar dos filhos e do marido, sendo tratada como igual em todos os aspectos.

As mulheres sempre tiveram forte presença na soberania da casa, um exemplo foi Lady Maege Mormont foi governante depois que seu irmão Jeor Mormont juntou-se à Patrulha da Noite e seu filho, SorJorah, fugiu com sua esposa, Lynesse, da Casa Hightower, para as Cidades Livres quando foi descoberto traficando escravos com um traficante de Tyrosh. Dacey Mormont, uma guerreira alta e magra também foi herdeira de Lady Mormont. Tais mulheres também aprenderam a se tornar fortes, para se protegerem contra os ataques da Ilha de Ferro e dos selvagens, que costumavam estuprar as habitantes das Ilhas dos Ursos.

Alannys olhou com curiosidade para os grandes e belos olhos azuis da mulher. A admiração e carinho que ela sentia por seu companheiro era imensa e tão bonita, que ela  se perguntava se algum dia sentiria o mesmo por seu marido. A dornesa respeitava muito o Lorde Ashford, o respeitava, se preocupava, mas seu casamento ainda era muito recente e os sentimentos ainda começavam a se construir.

— Também espero. Seria glorioso para a Campina ter uma amizade assim com a Ilha. — voltou a olhar para os dois. A expressão séria e ao mesmo tempo divertida dos lutadores fazia com que Alannys ficasse um pouco menos preocupada. Tocava a taça de vinho apenas por tocar, seu estômago revirava-se de nervosismo e ansiedade, não conseguiria colocar nada pra dentro.

A Lady virou levemente o corpo, curiosa e espantada com o que a mulher contava. Não conseguia imaginar-se em perigo assim, e com certeza iria dever a vida ao homem que a salvasse. Que perigos essa mulher tão forte e corajosa havia passado? Para a delicada moça dornesa, qualquer coisa fora de sua rotina diária era algo horrível de se acontecer.

Alannys assentiu levemente, desviando os olhos por alguns momentos enquanto seu peito esquentava-se com o pensamento de “querer o melhor” ao senhor seu marido. Tanto que imaginar uma possível aliança com o Lorde Urso à fez também imaginar coisas tão boas, como além de aliança bélica, uma aliança de fraternidade. O quanto seus filhos e filhas não poderiam aprender com os Mormont? Ela própria poderia tornar-se uma mulher mais forte e segura.

— Eu particularmente ficaria agraciada com uma aliança assim, aliança de fraternidade e política. Creio que os dois lados se beneficiariam. E quando quiserem um lugar mais quente pra aproveitar, Campina é o lugar certo. — comentou dando uma risadinha, ficando com o corpo mais relaxado.

Observou o líquido rubro cair sobre sua taça e agradeceu com a cabeça, assentindo levemente e levando a taça aos lábios, sorvendo apenas um pequeno gole. — Obrigada. E sim, obviamente Garad compartilha de nossos pensamentos e propostas. —  os olhos pairaram sobre o salão, vendo que sua Espada havia chegado também, ficando levemente mais segura e respirou fundo, pousando a taça sobre a mesa e observando seu trajeto. —Não se preocupe. No começo confesso que fiquei um pouco assustada, mas a companhia da preciosa Lady está me deixando bem confortável. Muito obrigada. — afagou a mão da mulher sobre a mesa.

Dorian conversava com uma mulher, que olhava tão interessada para o duelo dos dois que fez Alannys estreitar os olhos e erguer levemente as sobrancelhas. No que exatamente estava interessada? — Conhece aquela senhora? — sussurrou, inclinando-se para sua companheira enquanto ainda olhava para Dorian e ela.

Habilidade treinada:
História



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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Astrid Lannister em Seg Ago 22, 2016 10:37 am

turning diamonds into snow
N
o momento em que viu o lugar um pequeno arrependimento lhe acertou como uma flecha no peito. Os homens no porto eram peludos, enormes e possuíam uma expressão de quem não tinha interesse em amizades. ”Quando diziam Ilha dos Ursos jamais pensei que se referiam aos habitantes da ilha”, pensou a jovem sulista ao observar as pessoas enquanto o navio de aproximava da terra. Sua companheira de viagem era Lyuba Marbrand, uma companhia extremamente agradável... Bom, pelo menos na maior parte do tempo. Como quando não estava calada provavelmente se lamentando da morte do pai, ou quando não estava pensativa tentando não mostrar os efeitos da pressão que ela sofria para arranjar um marido. Pelo menos uma vez Astrid sentira pena da lady, que apesar de grandes responsabilidades, ainda era apenas uma jovem. Elas estavam no convés, ambas envolvidas em peles quentes e os cabelos caíam por suas costas, os homens e servos corriam de um lado para o outro. Astrid aproximou-se da colega, entrelaçando seu braço ao dela.

— Sorte a nossa, se sentirmos frio podemos arrancar os pelos de um desses senhores e fazer casacos para nós duas — Sussurrou para Lyuba, e para mais ninguém. O barco ancorou no porto, e ambas as garotas foram para suas cabines para fugir do vento gelado, se despediram com um beijo no rosto e cada uma foi para a cabine descansar da viagem, que fora muito cansativa, especialmente naquele dia.

Quando chegou em sua cabine, as servas que havia trago de Lannisporto arrumavam uma sequência de vestidos em cima da cama de penas. Astrid caminhou até uma das cadeiras, sentando-se agarrou uma taça na mesa e a ergueu. Uma criada trouxe-lhe correndo um jarro de vinho. Ela derramou o vinho, enchendo o recipiente, em seguida Astrid levou o objeto com líquido aos lábios, apreciando o gosto. O vinho estava frio, e a garota apreciou isso. Bebeu seu vinho com calma, degustando o sabor e aproveitando a sensação de leveza que ele lhe trazia. Quando terminou, colocou a taça na mesa, as suas servas ainda não haviam preparado o seu banho, então ela se levantou, um tanto impaciente. Agarrou uma das mulheres pelo braço, pelo o que ela conhecia, a mais medrosa e frágil. A puxou para um canto da cabine enquanto tentava segurar as peles ao redor do corpo com a outra mão.

— Por que não prepararam meu banho ainda? — Perguntou, a voz firme e uma das sobrancelhas arqueadas, um sorriso brotou em seus lábios, mesmo que forçado, Astrid sabia fazer isso direito. Soltou a criada, acariciando o local onde havia agarrado a mulher — Você sabe que pode confiar em mim, querida, está comigo já faz quanto tempo? Você pode me falar quem pegou toda a água quente que trouxeram agora a pouco — A mulher parecia um pouco atormentada, mas o espanto que havia antes em seu olhar foi substituído pela desconfiança. Mas quando Astrid acariciou lhe a bochecha o seu coração acalmou.

— F-foi o capitão, minha senhora. Ele disse que precisava mais do que você e a senhora Lyuba — Astrid não tomava banho já havia algum tempo, ela queria era ir até a cabine do capitão e envolver suas mãos ao redor de seu pescoço, mas ela não podia fazer isso na frente das pessoas. Dispensou suas servas, querendo um momento sozinha. Então ela caminhou até a mesa novamente, pegou a jarra e encheu sua taça de vinho. Deixou que as peles caíssem no chão, ao beber o primeiro trago de vinho sentiu a pele se arrepiar com o frio do norte, mas não era nada que ela não pudesse resistir. Bebeu lentamente seu vinho, quando acabou suas criadas trouxeram água para o quarto, encheram a banheira e a Lannister entrou.

Lavaram o seu corpo e os cabelos. Quando terminou o corpo e o cabelo de Astrid foram secos, e então ela foi se arrumar para a comemoração. Suas servas a ajudaram a vestir um vestido longo, preto como a noite mais sombria, era justo mostrando perfeitamente as curvas da jovem e realçando os seus seios havia um decote em formato oval, ao redor do decote, na área dos ombros e pescoço, havia uma renda dourada de myr, como se houvessem derramado ouro derretido no vestido da garota Lannister. Os longos cabelos dourados caíam pelas costas, haviam duas tranças em seu cabelo, uma delas caía pelo ombro enquanto a outra estava perdida entre os outros fios dourados, no topo da cabeça usava uma tiara fina e prateada. Por fim, envolveu o corpo com peles escuras e foi ao encontro de Lyuba. Pegou uma taça de vinho e foi caminhando até a cabine da colega enquanto bebia. Bateu e entrou.

— Vamos, Marbrand. Eu estou louca para ver se o resto dos nortenhos são tão peludos como ursos — Disse bebendo um gole do vinho para conseguir disfarçar o nervosismo quando necessário. Ofereceu a taça para a Lady Marbrand, ela tomou um gole, Astrid em seguida bebeu todo o líquido, em seguida saíram do navio juntas rumo ao castelo do Senhor Mormont. ”Alguma coisa pode estar errada”, pensou Astrid sentindo um frio na barriga, mas mesmo assim fingiu estar cheia de confiança quando saíram da embarcação acompanhadas de cinco guardas Lannister e cinco Marbrand. — Quando chegarmos lá, por favor, Lyuba não me deixe sozinha, se for sair fique aonde eu possa te ver! — Disse respirando ar frio da noite do Norte. Apresentou o convite para os homens do Mormont e adentrou a sede da Casa.

Sentia-se um pouco mais feliz do que quando havia chegado a Ilha, Astrid agradecia isso ao vinho que ela havia tomado, mas no momento ela não sabia se queria beber mais ou se desejava comer da comida que cheirava tão bem. Ela se posicionou ao lado de sua companhia, olhava para os nortenhos e eles eram exatamente como ela imaginava o povo livre. ”Mas até que eles têm certo charme”, pensou consigo mesma. Pegou Lyuba pela mão e começou a puxá-la até um barril de cerveja.

— Venha, minha amiga. Vamos fazer o que se tem de mais interessante para se fazer — Pegou uma caneca e a encheu de cerveja, ela entregou para Lyuba, então agarrou outra rapidamente e a encheu também, os homens gritavam ao seu redor. Após os três primeiros goles, Astrid começa a sentir calor, então retira as peles e entrega a um de seus guardas, ou foi para um dos de Lyuba, ela não se importava muito com isso. A cerveja era forte, mas sem dúvidas era melhor que a de Porto Real, mas não tão boa quanto a de Lannisporto. — Depois podemos ver se eles colocam neve no vinho — Disse para Lyuba enquanto dava mais um gole em sua cerveja.


habilidade treinada:
*LÁBIA COM UMA DAS CRIADAS QUE ESTAVAM NA CABINE*


Última edição por Astrid Lannister em Ter Ago 23, 2016 8:20 am, editado 1 vez(es)


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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Dorian Graceford em Seg Ago 22, 2016 9:42 pm




Be Stronger



- Chamo-me Dorian, da casa Graceford, Milady - Respondia o jovem logo após sentar-se ao lado da moça, que expulsou uma de suas damas de companhia. A fitava intensamente, e percebia a figura delicada e empoderada bem a sua frente. Uma graça sem tamanho, de uma postura feminina infalível, confiante embora não ameaçadora. O rubor saudável das bochechas coradas pelo frio; os longos fios de cabelos negros e ondulados; o sorriso branco que tanto expressava sua jovialidade e tão breve a sua maturidade; somavam entre si como um quebra-cabeças a montar a figura mais bela daquela festa.

Para a sorte - ou azar - de Dorian, a Crane estava interessada em saber mais sobre ele, embora sentisse um grande tom de interesse à terceiros no ar. Todavia aquilo pouco importa. Dorian sorria gentilmente. Era tão menino quanto era homem, seu sorriso tímido e discreto sem abrir os lábios quase que o entregavam por inteiro a sua personalidade, e desviava o olhar pela primeira vez, respondendo-a enquanto observava as pessoas na festa: - Os sirvo sim, e creio estar fazendo muito bem - Sorriu - Milorde está para lá, brincando com as espadas. Coisas típicas de cavaleiros, não é?

Dava um pequeno gole em sua bebida, sentindo o sabor acre do vinho descer-lhe a garganta. Os músicos tocavam suas harpias e alaúdes enquanto todos se embriagavam, Dorian não era do típico festeiro porém já que estava ali tinha que fazer valer a pena. - Se me permita a ousadia, Lady Crane. A senhora concede-me esta dança? - A fitava os olhos, tão negros e escuros como a noite, em total contraste com os seus, tão verdes e brilhantes como uma esmeralda. Mais um gole em sua taça era dada, e então esticou a palma de sua mão direita na direção da jovem, na esperança de que a moça aceitasse o seu convite.

Spoiler:
Habilidade Treinada: Sedução


valeu @ carol!
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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Lyuba Marbrand em Seg Ago 22, 2016 10:09 pm


Após a visita de Lord Kormon, senhor do Dente Dourado, que fora ate as terras Marbrand uma semana a morte do senhor dali, a vida de Lyuba não fora mais a mesma. Seu pai deixara o lord incumbido da missão de cuidar de suas terras e de tudo que ha nelas, inclusive a sua pessoa. Ela não entristeceu seu coração por isso, sabia queele tinha suas razões para se preocupar, já que a jovem não tinha nenhum preparo para governar Marbrand, tampouco tinha um marido para o fazer, o mais lógico era eleger alguém preparado para cuidar dali, ate que ela tivesse sabedoria o suficiente para governar, ou arranjar um marido para ocupar tal cargo.

A lady fora para o Dente Dourado junto de Kormon, quando o lord partiu para suas terras, ficando hospedada no castelo do mesmo, por tempo indeterminado, e desde o seu primeiro dia naquelas terras, pude perceber certa instabilidade na fortaleza em que viveria. As refeições entre os irmãos Lefford   eram tensas, Lady Mérope e Lord Kormon sempre protagonizavam indiretas que ninguém, além dos dois envolvidos, entendia. Algumas dessas indiretas atraiam a atenção da lady, e, por que não dizer, a divertiam um bocado. Seria maldade sua afirmar que adorava aqueles momentos de alfinetamento? Ademais as tolas brigas, sua estadia no Dente Dourado estava lhe sendo proveitosa. Conhecera Mérope, que, quando não estava provocando o irmão, era uma boa companhia.

Conhecera também o mais novo dos Lefford, um jovem ruivo encantador. Contudo, aquele que teve toda sua atenção fora alguém que já conhecia, não tão bem ate o momento. Lord Kormon se mostrara prestativo e condescendente com a jovem, mais do que ela esperava, após ouvir sobre a fama não muito boa do sulista. Não sabia se era por bondade ou por interesse de conquistar sua confiança, mas a lady gostou do lado bondoso que o loiro lhe apresentou.

Fazia uma semana e meia que Lyuba estava sob o teto dos Lefford, e, naquele dia em especial, estava acompanhada de Astrid Lannister, uma nobre das Terras Ocidentais, uma das poucas que a ruiva ousava chamar de amiga. A lady, após pedir permissão para lord Kormon, chamou a garota loira para lhe fazer companhia durante aquela tarde, sentia-se um pouco sozinha longe do lugar onde fora criada toda sua vida, ter rostos conhecidos lhe faria bem. Ambas estavam sentadas em um pano estendido na grama do jardim dos fundos, aproveitando o sol não tão forte do cair da tarde, enquanto se deliciavam com os quitutes feitos pelas cozinheiras da fortaleza, quando uma das servas apareceu, trazendo consigo um convite.

- Milady, esta carta fora enviado para  Marbrand, endereçado ao seu falecido pai. Mas um mensageiro a trouxe para cá, sabendo que a senhora reside aqui agora. - A serva explicou, estendendo o envelope para a jovem, que apenas agradeceu, dispensando a presença da mulher. Não era a primeira vez que enviavam cartas para seu falecido pai, alguns ainda não sabiam da morte do senhor de Marbrand, por isso cometiam tais erros. Normalmente as cartas acabavam ficando com lord Kormon, por se tratarem de assuntos de negócios.

- Hm, um convite. - A ruiva pronunciou em voz alta, após perceber a curiosidade da amiga. - Do Norte. Parece que estão convidando minha casa para uma festa de Lord Dorian Mormont.

- Iremos juntas. - Decidiu a loira, após alguns instantes. - Fui convidada também.

                  […]

Agora, ali estava a Lady num navio com Astrid, chegando ao norte, na ilha dos ursos. Lyuba observava em silêncio os trabalhadores do porto, nenhum deles parecia se importar com o frio, diferentemente dela, que tremia a cada batida do vento gelado em seu corpo. Ela estava envolta em um casaco enorme de pele, mas ele não a protegia totalmente do frio. A jovem desviou o olhar do porto apenas quando Astrid entrelaçou um dos braços no seu, atraindo sua atenção. As palavras da loira arrancaram uma risada da lady.

- Aposto que não sentiriam a falta se arrancássemos alguns pelos. Afinal, eles possuem tantos! - A ruiva devolveu no mesmo tom que a loira, falando baixo, apenas para que ela escutasse.

Quando o barco ancorou de vez no porto, as amigas se separaram, indo cada um para sua cabine, a fim de se aprontarem para o festival. Lyuba encontrou sua dama de companhia lá dentro, junto de outras servas, colocando água quente dentro da banheira, o que a garota agradeceu imensamente, apenas um banho escandante para livrá-la do frio do norte.

Momentos mais tarde, a lady se encontrava já vestida, seu vestido era de um tecido grosso e preto da cintura para baixo, para afastar de si o frio inconveniente. Da cintura para cima, ele era justo, com penas douradas bordadas em alguns lugares, seguindo um padrão. Ela não se dera ao trabalho de prender o cabelo, preferindo deixar a cascata ruiva solta, indo ate sua cintura. Um casaco de peles, que cobria todo, fora a última peça que a garota vestiu, a fim de se proteger do vento que ela sabia que castigaria sua pele. Após conferir, novamente, se estava apresentável, a sulista fora, acompanhada por Astrid, para a fortaleza do Lord Dorian, após prometer não se afastar dela. A lady tinha tanto desejo de ficar sozinha quanto a loira.

Juntas, lady e nobre, foram para o festival. O frio assolara a ruiva durante todo o percurso do barco ate a fortaleza dos Ursos, a ideia de desistir do evento pareceu tentadora, contudo, ela não deu continuidade aos seus desejos. Ao invés disso, adentrou com Astrid, após serem guiadas pelos servos do local, no salão onde aconteceria a festa.  A jovem sulista acompanhou Astrid ate o barril de cerveja, sendo praticamente arrastada pelo trajeto, contudo, o jeito espalhafatoso da loira não assustava mais Lyuba, pelo contrário, achava tal comportamento gracioso. A lady aceitou o copo cheio de cerveja com um tímido “obrigada”, antes de dar um gole, quase se arrependendo segundos depois.

- Pelos Deuses, não estou acostumada com isso. - Murmurou para a amiga, levantando o copo em que sua cerveja se encontrava. - Contudo, temo que venha ser necessário tomar alguns desse para deixar o tédio longe de nos. - A garota balançou a cabeça, fazendo uma expressão entediada. - Essas festas me deixam a beira da sonolência. - Isso era verdade, pouco apreciava as festas oferecidas pelos nobres, lhe entediavam. Os festivais nobres se resumiam a homens barulhentos e mulheres fofocando entre si. Poucos fugiam desse padrão.

Lyuba imitou o gesto da amiga, deixando seu casaco com um dos servos que lhes acompanharam ate ali, ele já não se fazia necessário dentro das dependências, a lareira que havia dentro do salão fazia bem seu trabalho, aquecendo o ambiente. Aproveitou para correr os olhos pelo salão, encontrando poucos rostos conhecidos, mas nenhum prendeu sua atenção por mais de alguns segundos.

- Vamos circular. - A lady voltou a entrelaçar o braço no da nobre, levando na outra mão seu copo com sua bebida. - Não desejo ter me vestido bem para ficar ao lado de um barril de cerveja. - Proferiu com certo divertimento, passando a arrastar a loira pelo salão, como, outrora, ela havia feito consigo. - Talvez possamos ensinar esses nobres como se deve dançar, mais tarde. - Lyuba sorriu. Poucas vezes a garota aparentava ter a idade que tinha, ela sempre tentava reprimir a adolescente que tinha dentro de si. Entretanto, algumas vezes ela aflorava sem sua permissão.


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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Elayna Crane em Seg Ago 22, 2016 10:35 pm



Dorian da casa Graceford. Forçou sua mente para lembrar-se de qualquer informação que havia aprendido sobre a casa, trazendo a tona em sua mente que sua sede ficava em Solarsagrado, não tão longe de sua casa, e que seu lema era "Fazer sua vontade". Soltou um sorriso com as palavras de sua casa, achando graça no jeito que as palavras pareciam sugestivas à sua mente. Talvez tivesse uma mente muito errada ou o homem também percebia a ironia. Mas rapidamente voltou a prestar atenção em Dorian. Ele que a olhava intensamente, talvez observando seus traços. Aproveitou para fazer o mesmo, percebendo os trejeitos do homem em sua frente. Ele que portava-se bastante educadamente, sentava-se como um cavaleiro e não a faltava com respeito em nenhum momento. Talvez percebesse que não era o tipo de lady que conhecia normalmente. Gostava daquela qualidade nele. Homens geralmente ficavam tão ofendidos com o fato de que a mulher tinha uma boca e não tinha vergonha de usá-la para outras coisas além de sorrir. Falava o que estava em sua mente e não tinha problemas com isso. Mas sabia comportar-se e ser educada com quem era com ela e Dorian merecia esse lado de sua personalidade.

— Fico feliz por você! É sempre bom exercer nossos papéis corretamente. — disse no momento em que o homem falou orgulhosamente que servia a casa Ashford. Por algum motivo gostava do sorriso tímido e ao mesmo tempo que o homem tinha em seu rosto, mostrando-se animado por apenas conversar e falar sobre si mesmo. Voltou a olhar a luta no momento em que o Dorian explicitava que aquele era mesmo seu lorde e que o homem "brincava" de espadas. Homens eram tão típicos. Porém riu com ele, mostrando que entendia. — Sim, brincar de espadas é certamente encantador. — disse com uma sobrancelha erguida. — Eu mesma costumo fazê-lo de tempo em tempo. Vai ver não é só uma coisa de cavaleiros, não é? — falou com a voz um pouco mais doce que o normal, carregada com o sarcasmo das palavras. Elayna treinava espadas sempre que podia, sendo mais que talentosa em tal habilidade. Porém homens costumavam achar que eram os únicos com as habilidades. Isso a irritava o tanto quando a divertia. Bebia seu vinho junto com o homem, relaxada pelo som da música. Não tinha medo de acabar bêbada ou algo parecido pois tinha criado uma grande tolerância para a bebida. Matar o marido era algo que fazia qualquer um beber muito. Antes soubesse disso.

Sorriu no momento em que o homem a convidou para dançar, erguendo as duas sobrencelhas, surpresa pelo convite repentino. O homem não parecia  estar reprimido pela sua personalidade totalmente dominadora ou os seus sarcasmos. Gostava de pessoas assim. A ousadia era algo que a animava, pois geralmente tudo era tão no lugar certo e no momento certo. Gostava da espontaneidade quando a via e não podia recusar o homem após aquilo. — Permito-lhe ser ousado, Dorian. — falou enquanto dava uma risada e segurava sua mão delicadamente. — Vamos dançar então. Espero que não pise no meu pé. — disse com o tom irônico enquanto o acompanhava até o local onde outras pessoas e casais dançavam. Colou a mão direita na dele enquanto a esquerda repousava delicadamente em seu ombro. Deixou que o homem posicionasse suas mãos em seu corpo e então começaram a dança no ritmo da música. Tinha um sorriso estampado em seu rosto enquanto o homem a guiava pensando que talvez aquela fosse a maior diversão que tivera desde que seu marido havia morrido. Festas eram realmente bem vindas. Enquanto era rodopiada pelo cavaleiro, observou ao redor mas dessa vez seus olhos pararam em uma das mesas onde duas damas se encontravam sentadas. Uma delas era loira e branca como a neve enquanto a outra tinha claras caracteristicas nortenhas. Não eram pessoas qualquer pois se vestiam muito bem e estavam sendo bem servidas e paparicadas. O que chamou sua atenção fora os olhos da loira em Dorian, extremamente interessada. — Conhece aquela dama, Dorian? Os olhos dela parecem interessados em você. — falou sem emoção nenhuma em sua voz, apenas curiosa para descobrir quem era.

ACT LIKE A LADY THINK LIKE A MAN.
thanks wrd for this code.


Elayna Crane
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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Terry Ashford em Ter Ago 23, 2016 2:58 am




O casamento evento do ano?




Devo admitir, a festa no qual estava presente era uma das melhores no qual eu já havia frequentado, não era algo difícil de ser pelo fato de eu não ter participado de muitas. Era um local animado, pessoas bebiam e comiam, algumas arriscavam-se a dançar, embora a grande maioria preferia observar os dois combatentes. O lorde de Ashford e o lorde Urso protagonizavam um belo espetáculo, eram bem habilidosos naquilo. No futuro quem sabe poderia lutar assim, embora fosse bem provável que ultrapassasse os dois. Tudo corria muito bem na festa, e assim esperava que continuasse, não desejava que a mesma tornasse-se algo no qual li a uns meses.

O casamento vermelho fora um massacre ocorrido nas Gêmeas, tal localizada nas Terras Fluviais e pertencente a casa Frey. O evento foi algo que violou as Leis dos Homens e dos Deuses, na ocasião, conspirando com os Lanniester e os Bolton, Walder Frey assassinou sob seu teto o Rei do Norte Robb Stark, sua mãe, Catelyn Stark, além de milhares de homens que seguiam o Stark. Tudo aconteceu num casamento, por isto o nome, algo que deveria ser uma simples festa de reconciliação tornou-se um fato histórico que assombra Westeros a décadas.

Tudo começou na Guerra dos Cinco Reis, para continuar marchando ao sul, Rokk Stark e suas tropas precisavam passar pelas Gêmeas, por conta disso Catelyn Stark resolveu negociar com Walder Frey. Em troca da passagem, Robb deveria casar com uma das filhas do Frey, isso fora aceito. Tudo parecia correr bem, se Robb não apaixonasse-se por uma outra mulher e consequentemente casasse com a mesma. Após receber notícias de que o lorde das Gêmeas aceitaria seu pedido de desculpas em troca de um casamento entre Edmure Tully, irmão de Catelyn e Senhor de Correrrio, Robb marchou com parte de suas tropas para as Gêmeas, juntamente com os Bolton.

Que festa linda! Que ato de amor! Como Lorde Frey mostrou-se um homem de bom coração e liberou o perdão ... Todos se abraçaram, comeram juntos e foram felizes para sempre. Se fosse assim, era uma cilada. Após o casamento, quando Edmure saiu com sua esposa para consumar o casamento, os Frey e os Bolton atacaram os convidados, ignorando assim a lei que protegia hóspedes, seria algo impossível para eles realizarem por conta disso, se não fosse a aprovação de Tywin Lannister. Robb Stark, um rei que venceu todas as batalhas que disputou, no entanto perdeu a guerra por amor, um legítimo tolo. Eu juro, se começasse a tocar a música dos Lannister no salão sairia daquela ilha nadando.

Eu deveria estar muito errado, os Ursos não pareciam ser esse tipo de pessoa, eram amigáveis e aparentemente possuíam honra. Lady Elyria falava comigo, era a primeira desde que tinha entrado no salão. Aparentava ser uma pessoa boa e divertida, além de ser bem bonita. — Eu não faria isso se fosse você. Lorde Garad é bom, não tanto quanto eu, é claro. — Disse rindo em resposta a sua oferta de subir a aposta. — Prazer, sou Terry Ashford. Conhecido por ser o melhor escudeiro de Westeros. — Falei rindo, enquanto apertava sua mão. — Não há necessidade de chamar-me de lorde. Em breve tornarei-me um cavaleiro, se quiser pode me chamar de Sor Terry, tu que sabe. — Falei agora um pouco mais sério, embora ainda tivesse um leve sorriso no rosto.

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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Garad Ashford em Ter Ago 23, 2016 10:32 am


Braavosi Blood
Aos poucos, o senhor de Vaufreixo começou a desligar-se de tudo à sua volta que não lhe fosse ser útil naquele combate. Sentiu sua mente esvaziar-se por completo, de modo que ele começou a esquecer-se de que se encontrava em uma festa. Era como se cada um dos convidados simplesmente se apagasse de sua mente, enquanto ele se concentrava por inteiro em sua espada e no urso. O frio nortenho que antes fazia com que a palma da mão do Ashford doesse ao empunhar a espada, mesmo protegido pelas luvas, não o incomodava mais. A dor ainda estava ali. O frio ainda estava ali. Mas nada poderia incomodar o homem, que naquele instante sentia-se completamente aquecido com a vontade de lutar.

O lorde estava sendo superado pelo seu oponente, que provou ser tão ou talvez até mais ágil que ele em seus movimentos. Não foi difícil para Mormont esquivar-se ou bloquear completamente cada um de seus ataques, apesar de Garad achar que faltou pouco para acertá-lo em seu último balanço de espada. Talvez o senhor da ilha de ursos fosse digno de algo que o esgrimista não utilizava em uma batalha de verdade há muitos anos, praticamente desde o dia em que seu mestre foi morto. Mas ele sabia que continuava tão afiado quanto em seus melhores dias, graças ao treinamento que sempre realizava. Talvez fosse a hora de finalmente retornar às suas raízes, após tanto tempo.

O olhar intenso do lorde de Vaufreixo fixou-se nas orbes de Dorian, assim como fora ensinado a fazer muito antes. Garad praticamente podia ouvir as palavras do homem que ensinara-o a lutar ecoando em sua cabeça. “Nunca confie nas ações do seu inimigo, garoto. Palavras e gestos podem ser enganosos, mas os olhos... Os olhos nunca irão mentir para você. Precisa aprender a ver, e quando tiver dominado isso será um verdadeiro mestre de espadas.” Na época o guerreiro era apenas um jovem inexperiente, e não entendia o significado das palavras. No entanto, conforme sua experiência em lutas foi aumentando, ele entendeu o que elas queriam dizer.

As ações do lorde urso ocultavam a sua verdadeira intenção, e o jovem teria sido enganado completamente por elas se não fosse algo a mais. A investida era firme e quase cruel, o jovem saberia que com sua força não seria capaz de defender completamente, teria que esquivar-se. Mas para onde esquivar-se, isso foi o próprio nortenho que contou.

Foi apenas por uma fração de segundos, para alguém inexperiente aquilo não significaria nada, mas o Ashford conseguiu ver o olhar do Mormont desviando-se para o seu ombro, e então ele soube o que precisava fazer. Esperou, até que estivesse ao alcance da espada de seu oponente. O rapaz havia analisado o tamanho da arma, então sabia que mesmo que o braço de Dorian contivesse a lâmina, ela poderia alcançá-lo de muito mais longe. Se aguardasse até o último momento, ele não poderia mudar o percurso. O lorde então lançou habilmente o corpo para o lado, vendo a espada do rapaz rasgar o vento indo em direção a onde seu ombro estava milésimos antes.

Garad então ergueu sua lâmina novamente, para mais uma investida ágil contra o inimigo. O golpe foi na diagonal, da esquerda para direita e em sentido ascendente, tentando mais uma vez um corte que passaria da barriga até o peitoral de Dorian, que conseguiu bloqueá-lo mais uma vez, forçando o sulista a recuar em um salto. Firmou o braço na guarda da arma e avançou em um giro de pulso que serviria como uma finta, simulando um ataque vertical, quando o verdadeiro movimento era um giro horizontal de espadas, seguido de uma estocada firme, mas novamente viu seus ataques falhando. Meio frustrado e meio animado em finalmente encontrar um inimigo digno, o senhor de Vaufreixo sorriu. O urso estava prestes a conhecer a verdadeira força do Ashford.

— Sinto despontá-lo, meu lorde — começou Garad, ajeitando a sua postura. O seu corpo ficou de lado, reduzindo assim o tamanho do alvo que o inimigo teria para acertar. A sua perna de trás fixou-se com firmeza no chão, enquanto a da frente permanecia suave, quase erguida. A mão esquerda do sulista foi deixada atrás de suas costas, enquanto a direita erguia a espada em uma diagonal, protegendo a maior parte do seu tronco e cabeça. — Prometi a você que mostraria como um verdadeiro homem do sul luta, mas nesse momento eu não lutarei como um homem do sul — para completar sua nova base, o Ashford cruzou a perna de trás e deixou a da frente completamente esticada, iniciando uma espécie de dança que movia seu corpo para frente e para trás, junto de sua espada. — Permita-me apresentar a dança da água, que aprendi em Braavos. Creio que não ficará desapontado.

Apesar de dizer isso, Garad sabia que a espada de treinos não era capaz de permitir uma dança completa. Se estivesse empunhando a sua verdadeira espada, poderia mostrar ao homem sua capacidade máxima. Ainda assim, o que ele tinha deveria bastar. Seu corpo permaneceu no lugar que estava, calmo e silencioso, apenas esperando pelo movimento do homem. Um sorriso brincava em seus lábios.

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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Dorian Mormont em Ter Ago 23, 2016 11:11 am





Bravos?

Tudo que Garad começou a dizer ficou confuso, no momento em que envolveu outro lugar se não o sul. Dorian não era lá tão bom com geografia, mas sabia que o local que ele citou vinha grandes espadachins, conhecidos por sua maneira rasteira de lutar, perigosa, que vai e vem, em defesa e ataque.

Algo havia feito o lorde de vaufreixo ser hábil para adivinhar onde viria o próximo golpe. Uma maneira de pré-dizer o que iria atingir seu corpo, e isso agradou muito o Urso. Ele se posicionou de uma maneira que diminuiu de tamanho, e isso surpreendeu o nortenho uma vez mais. — Então me mostre, meu amigo! Haha! — Então, Dorian se posicionou antes de atacar. Próximo ao aliado, a perna esquerda na frente, a destra atrás, firme. As espadas, foram postas de uma maneira, como se o Mormont estivesse abraçando o próprio corpo.

Silêncio, enquanto Dorian encarava o corpo do rapaz de cima abaixo, então, fixou o olhar em seu peito e foi. O primeiro golpe, o da mão direita, um corte horizontal, Dorian depositou toda sua força e velocidade, o que tornaria ela um flash quase impossível de ser ignorado, e o impacto das chapas de metal, geraria uma vibração tal entre as armas, que os braços dos dois homens iriam se atrasar em responder. Isso era algo que o Mormont aprendeu em batalha real. Pancadas fortes demais, não importa sua habilidade, atrasam seu braço mesmo que por micros segundos.

Neste momento, que veio o segundo golpe. Outro horizontal, da direita para esquerda, direção oposta do primeiro. Este golpe era mais ágil do que forte, pois não queria machucar o rapaz caso tivesse sucesso. Tendo em mente que teria obrigado Garad a bloquear o golpe, caso não desejasse dormir com um hematoma no peito, aquele golpe a qual morava na mente do Urso, mas não em seus olhos, ocorreu de maneira de certa forma imprecisa, guiada apenas pelo longo alcance de um golpe horizontal na altura da cintura.

Indiferente disso, o Urso não parou por ali, seu corpo deslizaria habilmente para a esquerda, o que faria a espada destra, caso ainda travada na de Garad, deslizassem e até mesmo faísca abandonasse as duas lâminas por conta do atrito. esse deslizar se guiaria para raspar no ombro do lorde de Vaufreixo. Quando ele passou para o lado, estaria praticamente nas costas do homem, o que o obrigaria a dar passos para se reposicionar. E aí sim, Dorian agiu como um digno nortenho brigão.

Sentou a pernada nas duas pernas do lorde de vaufreixo. Um golpe forte e ágil, porém rasteiro, puxando os dois pés do homem como se puxasse um tapete para derruba-lo. Dentro do Urso, não existia mais 'temor' pelo rapaz do sul. Existia interesse, e explorar ao máximo sua capacidade era o que Dorian faria dali em diante. Era sua casa, seu território e seu amigo. Ele só poderia fazer uma coisa: Aprender e absorver o máximo.





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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Elyria Arryn em Ter Ago 23, 2016 1:21 pm



she stands too!
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O pequeno Ashford tinha ousadia e aquilo divertia Elyria. A Jovem Ursa passou a língua pelos lábios rosados, abrindo um sorriso. Para ela, todas as pessoas tinham o direito de se sentirem nobres. Entendia que havia a divisão para que a sociedade pudesse fluir melhor, mas não havia a necessidade de apertar tanto os laços de forma a sempre inferiorizar aqueles que não tinham a sorte de nascer em berço de ouro. Por outro lado, se afrouxassem demais, poderia haver insubordinação, onde o sangue de uma das duas classes rolaria solto e não seria o dos nobres, por motivos de terem cavaleiros dispostos a defendê-los com a própria vida. Os próprios habitantes da Ilha lutavam como animais em nome dos Mormont e isso era o maior motivo de orgulho da nortenha, que não possuía maestria em nenhum tipo de arma, o que ocasionava sua falta de participação em combates. Dorian era um lorde amado, Elyria podia ver que ele possuía muito mais qualidades do que defeitos.

- Lorde Ashford pode até ser bom, mas Vaufreixo não é palco de batalhas há muito tempo. Obviamente, um lorde precisa possuir certa maestria, mas eu diria que ele comanda através da formação de alianças, o que requer inteligência, não músculos. A casa Mormont é essencialmente guerreira, milorde. As pessoas aqui vivem para isso. Se quiser pagar para ver... - A Jovem Ursa era uma mulher essencialmente teimosa, mas tinha certa força em seus argumentos. Qualquer um que visse a demonstração, logo perceberia que Dorian era o vencedor claro. Mesmo que não fosse, Garad parecia educado demais para vencer o dono da comemoração na frente de tantas pessoas. O irmão não gostaria que o sulista aliviasse por causa disso, ficaria desgostoso. - Além do mais, se quiser me chamar de Majestade, fique à vontade. Também estou prestes a ser rainha. - Riu, brincando com o garoto. - Sua modéstia é um achado fascinante, Ashford. Fique à vontade para me ensinar a tê-la também. - Elyria acenou para um dos servos, que logo se aproximou, fazendo uma reverência rápida, que foi respondida com um meneio de cabeça por parte da nobre. - Por favor, traga comida para nossos convidados especiais. Quero que provem de meus dotes culinários, obrigada. - Riu de forma encantadora, os olhos voltando a encarar o companheiro de conversa. - Mas então... Você é escudeiro, não é mesmo? Serve ao próprio lorde ou a outro cavaleiro? Como é sua rotina? - Parecia genuinamente interessada, e realmente estava. Nunca se perguntara como era ser um escudeiro, mas sabia que eles acompanhavam seus cavaleiros em combate e viagens, o que devia garantir uma vida movimentada para eles, mas também perigosa. Os olhos da Mormont brilhavam de entusiasmo.


lalala. nada a declarar. post 01. ♥ dino

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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Astrid Lannister em Ter Ago 23, 2016 3:41 pm

turning diamonds into snow
B
ebia a cerveja amarga e gelada tentando não fazer caretas, quando terminou se sentiu grata, e um pouco tonta. ”Um pouco tonta”, pensou Astrid consigo mesma, ”mas não o suficiente”. Sentia o cheiro de carne de veado assada e bacon, a fome tomava parte do seu estômago. Mas, Astrid não iria comer, não naquele momento, ela se sentia esquisita comendo ali, no norte. Ela queria saber se Lyuba não sentia o mesmo, mas a verdade é que ela não queria perguntar para a colega, pois tinha medo que Lyuba a julgasse como fraca. Ainda mais Lyuba, que havia passado por tantas coisas difíceis nos últimos tempos. Astrid colocou o copo vazio no canto de uma mesa onde havia alguns homens do sul, pegou uma taça e em seguida uma jarra do que ela pensava ser vinho. Encheu o copo e bebeu, os homens a olhavam, ela realmente não sabia o que aqueles olharem significavam. Ela não sabia se a olhavam com desejo ou desprezo, mas ela não se importou. Revirou os olhos e bebeu o vinho, que também era um pouco amargo, mas mesmo assim ela bebeu mais. Se Lyuba quisesse dançar na frente de todas aquelas pessoas era bom que a Lannister estivesse um pouco mais feliz.

O norte parecia um pouco chato, Astrid esperava mais de pessoas próximas a seres chamados de “selvagens”. Não havia nada de selvagem ali, se houvesse com certeza teria sido mais interessante. Mas ela fingiu interesse em cada simples coisa que acontecia. ”Quem sabe, se eu fingir que me interesso quem sabe eu realmente começo a me interessar de verdade”, ela pensou enquanto dava mais um gole na sua segunda taça de vinho. O silêncio a matava, e fingir interesse na conversa alheia era pior ainda. Respirou fundo, olhando para Lyuba que parecia nutrir do mesmo sentimento dela. Bebeu mais um gole de vinho e puxou a amiga para uma caminhada entre as pessoas no salão.

— Então... Agora que é Lady Marbrand, já decidiram com quem você vai se casar? — Perguntou baixo, para que só a ruiva a escutasse. — Você não está com pressa não é? Sabe que pode confiar em mim, e que eu te ajudo no que precisar — Disse exibindo um sorriso nos lábios, em seguida levou a taça ao local e derramou vinho garganta a baixo. Astrid não se sentia animada, mas sua companheira ali estava passando por coisas difíceis no momento. ”Não estrague tudo”, disse para si mesma. Queria sugerir para Lyuba Marbrand que ela se afogasse em vinho, mas estava com um pé atrás com isso. Não queria que Lyuba pensasse que ela era uma louca bêbada. Mas então deu um último gole, e seu vinho acabou. E de repente caiu de cabeça na realidade. Ali estava elas duas, longe de casa, longe de seus familiares, elas deviam aproveitar enquanto podiam pelo ao menos ficar bêbadas e falar o que bem entenderem. — Sabe qual é a melhor parte de ir cada vez mais para o norte? Não ter que ouvir As chuvas de Castamere á cada respiração— Encheu a sua taça pela metade de vinho, e mais outra por completo, entregou a taça quase transbordando para Lyuba que bebeu imediatamente — Isso mesmo, Lady Marbrand, viva o vinho ruim do norte e vinho para dentro — Disse dando mais um gole em sua bebida — Você realmente precisa beber mais um pouco, e então vamos dançar! — Disse Astrid enchendo a taça de Lyuba quando a mesma já estava terminando o seu vinho.

Logo Astrid estaria de volta a Lannisporto, e Lyuba em Cinzamarca, elas precisavam aproveitar aquele momento, porque logo voltariam para as responsabilidades e dores de cabeça... Menos Astrid, que estaria de volta na verdade para causar dor de cabeça nos tios e nos primos. Às vezes ela não suportava a própria família. Ela estava ali, no salão da família Mormont, ela fechou os olhos e imaginou o Rochedo caindo sob Lannisporto enquanto ela estava ali. ”Que honra me daria ser a última Lannister”, ela pensou bebendo um trago do líquido em sua taça.



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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por The Black Goat of Qohor em Ter Ago 23, 2016 4:25 pm

Avaliação de treino de habilidade

Meera Bolton

O treino ficou bem escrito, com ortografia impecável e excelentes descrições. Gostei da maneira que decidiu treinar a habilidade, e de como inseriu as intenções e sentimentos da personagem em meio à narrativa. Não tenho do que reclamar.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 15% de experiência pelo atributo de inteligência com 6 pontos
+ 10% de experiência por ter a habilidade no nível 0

Recompensas
+ 125 pontos de experiência em Política
Avaliação de treino de habilidade

Alannys Martell

Mais uma vez um texto bem escrito e com um nível de detalhamento bom para contar como um treino de história. Não notei erros ortográficos ou de outro tipo que pudessem ser prejudiciais na narrativa, portanto, meus parabéns.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 22% de experiência pelo atributo de inteligência com 5 pontos
- 0% de experiência por ter a habilidade no nível 1

Recompensas
+ 122 pontos de experiência em História
Avaliação de treino de habilidade

Astrid Lannister

Bem, vamos lá. Você escreve muito bem, eu não notei erro ortográfico algum que pudesse lhe prejudicar em sua narrativa, que também ficou bem descrita e leve, além de ter inserido bem a personalidade de Astrid em meio ao texto. Ainda assim, eu terei que zerar o seu treino, pois a habilidade treinada não foi realmente desenvolvida no post. Não basta apenas algumas palavras para caracterizar um treino, apesar da lábia ter sim sido usada nestas. Procure desenvolver mais seus pensamentos, e fala em relação ao que está treinando. Apenas um PS: não se esqueça de postar nos pedidos de avaliação após enviar um treino.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (0/40)
+ Estrutura e Coesão (0/30)
+ Enredo e Criatividade (0/20)
+ Ortografia e Organização (0/10)

Total (0/100)


+ 11% de experiência pelo atributo de inteligência com 5 pontos
- 10% de experiência por ter a habilidade no nível 3

Recompensas
+ 0 pontos de experiência em Lábia
Avaliação de treino de habilidade

Dorian Mormont

Treino bem feito, com movimentos bem descritos. Gostei da diversidade de ataques que utilizou em pouco tempo, demonstrando sua perícia com espadas e afins, além de não ter notado erros que pudessem gerar descontos. Sendo assim, não tenho do que reclamar.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 11% de experiência pelo atributo de inteligência com 5 pontos
- 55% de experiência por ter a habilidade no nível 3

Recompensas
+ 56 pontos de experiência em Ambidestria
Avaliação de treino de habilidade

DORIAN GRACEFORD
Avaliado por Layna de Braavos

Foi um texto simples e descritivo, em relação à adjetivos do personagem e interação. Porém não vi traços precisos do treino de habilidade em questão, poderia ter explorado melhor isso. Por essa razão, não considerei um treino. PS: não se esqueça de postar nos pedidos de avaliação após enviar um treino.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (0/40)
+ Estrutura e Coesão (0/30)
+ Enredo e Criatividade (0/20)
+ Ortografia e Organização (0/10)

Total (00/100)


Recompensas
+ 0 pontos de experiência em Sedução
Avaliação de treino de habilidade

GARAD ASHFORD
Avaliado por Layna de Braavos

Novamente seu treino e habilidades foi incrível, sabendo lidar com a arma e o ambiente ao redor, bem como saber analisar até o olhar de seu inimigo,  e recordar coisas que aprendeu no passado para usar na luta presente. Escrita impecável.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 30% de experiência pelo atributo de inteligência com 10 pontos
- 55% de experiência por ter a habilidade no nível 9

Recompensas
+ 75 pontos de experiência em Espada





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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Aegor Targaryen em Ter Ago 23, 2016 5:37 pm

here we stand
Ah, essa festa foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos meses. Duncan estava tão faminto que não percebeu quando eu sumi entre os nobres do salão, eu não poderia culpá-lo, minhas habilidades furtivas eram obviamente as melhores de Westeros. Eu poderia roubar todos ali e sair da Ilha dos Ursos mais rico que Richard Lannister, isso era evidente. Enquanto me esgueirava pelas pernas do formigueiro de bêbados e equilibristas, consegui contemplar uma luta de espadas. Lá estava ele, o irmão de Dunk. Realmente, eu era escudeiro de um cara extremamente sem noção. Quem volta pra casa em um dia de festa depois de anos e não cumprimenta o irmão? Eu vou te dizer quem, Duncan. Subi na mesa sem que ninguém notasse, afinal, estavam todos admirando aqueles dois esgrimistas novatos. Olhei para trás do outro lado do salão e consegui ver Duncan, lá estava ele se embebedando. Por um momento minha barriga fez um barulho brutalmente colossal, para ajudar foi no mesmo momento em que eu estava descendo da mesa e o tintilar das espadas tinha cessado. Ignorei alguns olhares invejosos, certamente tinham inveja de minha careca brilhante.

Já no chão, meu trabalho para voltar para onde Duncan estava foi extremamente complicado. Quer dizer, seria extremamente complicado para um novato como aquele loiro que eu vi paparicando a senhora Mormont. Certamente ele teria dificuldades de se mover entre os nobres. Já para mim foi uma tarefa simples, se não fosse pelo garçom que mais parecia um selvagem e não olhava por onde andava. Minha testa ainda estava doendo quando me aproximei da mesa em que Duncan estava. Maldito garçom estabanado.

Ah, lá estava ela, que sorte a minha. Cersei mirava a mesa em que Duncan estava, ela iria se sentar perto dele. Eu sabia, ela gostava de Duncan, ninguém fica tão calado assim na presença de alguém caso não nutrisse um sentimento de ódio ou amor profundo. Logo atrás da Baratheon eu fui acompanhando seus passos furtivamente, pude perceber que ela tentava forçar sua cintura para andar de modo sedutor, mas sinceramente, ela parecia o Trovão trotando quando tinha caganeira. Esperei ela se sentar e depois me joguei no banco logo ao lado dela. -Parece que alguém achou a língua de volta. - Além de feia ela era alcoólatra. Pelos olhos caídos da loira, com toda certeza ela tinha bebido mais que Duncan. Eca, o cheiro de álcool era forte do lado dela e a adicta fez o favor de pedir mais vinho.

Eu estava no melhor lugar da festa, era o mais tranquilo e o mais perto da porta. Eu poderia escutar caso alguém judiasse do meu cachorro, Balerion, preso do lado de fora do salão. Eu ficaria de olho em Cersei para que isso não acontecesse, se bem que eu deveria ficar de olho no garotinho loiro também, ele tem uma cara de quem não gosta de cachorros. Enfim, logo aquela luta iria acabar e os Mormonts iriam se concentrar ali naquela mesa por conta de Dunk, como eu disse, eu escolhi o melhor lugar da festa, eu realmente era um gênio. Se Cersei me atormentasse, eu poderia também a envergonhar na frente de todos. Só torcia para que Duncan não se sentasse com sua família na mesa principal e me deixasse sozinho com essa louca. Mas acho que isso é pouco provável, afinal nós somos a dupla de mundrungos mais fedorentos da festa. Sério, que Guarda Real usa um cinto de cânhamo para prender a espada? Falando nisso, acho que esqueci onde deixei a espada de Duncan, bom, no final da festa eu procuro. Ele não sentiria falta tão cedo, afinal ele estava com uma espada longa presa nas costas. O anfitrião não permitia armas dentro do salão, apenas os Mormonts podiam as portar, e Duncan era membro da família, quer dizer, isso que Jorah dizia né, vai saber. Bom, com sua túnica esfarrapada, a arma em suas costas era a única coisa que propagava seu sangue Mormont. Se bem que o escamagris em seu rosto é bem comentado... sim, a história é verdadeira, sua escamagris começa no rosto e termina em suas costas na forma de um corvo... eu vi a marca uma vez. Nojento. Sinistro.

Ali estava eu, sentado ao lado de Cersei mais uma vez. Eu não tentaria ser amigo dela, não, ela que se quiser que fale comigo, eu já dei o primeiro passo. Da nossa mesa era meio difícil ver a luta de espadas, ou contemplar todas as faces da desorganizada nobreza. Meus olhos fitavam o único ali que parecia ter minha idade, o loiro ao lado da irmã de Dunk. Aquele com cara de matador de cachorros. -Sua irmã é bem bonita, Sir. Diferente de você, é claro. - Meus olhos seguiram da morena para loira, uma Lannister, provavelmente um pouco mais velha que eu, porém bebia vinho na mesma frequência que Cersei. -Seu irmão é um bom esgrimista, Sir. Será que ele vai te reconhecer? - Mesmo conversando com os integrantes da mesa, meus olhos violetas estavam por todo o salão, menos ali. Minha barriga roncava novamente e eu lembrei que tinha que comer, sinceramente, que delícia de carneiro.


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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Garad Ashford em Ter Ago 23, 2016 5:48 pm


Dance of Water
O corpo do dançarino das águas fluía devagar, para frente e para trás, em movimentos de pura calmaria e leveza, enquanto o rapaz observava pacientemente o seu inimigo, aguardando que ele realizasse o primeiro movimento. A respiração era controlada e profunda, e cada fibra do corpo do senhor de Vaufreixo parecia relaxar-se de toda a tensão na qual estivera segundos antes, permitindo à sua mente uma limpeza completa de qualquer pensamento secundário. Focava-se apenas em seu combate, concentrando-se não apenas em Dorian, mas também no ambiente ao redor. Nas pessoas, objetos, ele parecia ver tudo o que estava ao seu alcance como potenciais armas contra seu inimigo.

O sorriso continuava a brincar, provocando e intimando o urso a atacar, e esperando o momento perfeito para movimentar-se contra ele. Sabia que não estava em vantagem, fisicamente falando, mas era tão hábil quanto o inimigo, e tinha sua mente aguçada a seu favor em qualquer combate. Aquela sempre havia sido sua maior arma, sendo o seu corpo apenas uma ferramenta que permitia seu perfeito desempenho. Quando o lorde percebeu a base do Mormont mudando, apenas começou a mover sua lâmina para a esquerda e para a direita em movimentos hipnotizantes, sem realizar qualquer ofensiva. Estava relaxado e calmo, sentindo-se confiante como em muitos anos não sentia. Estava preparado para o que quer que ele fizesse.

O silêncio reinou por milésimos de segundo antes que o homem mais alto finalmente atacasse, com o olhar fixo no peito do dançarino, que continuou em sua pequena dança, aguardando até que ele se aproximasse o bastante para realizar o seu ataque, um corte horizontal com toda a força e agilidade do homem, que provavelmente seria forte o bastante para causar ferimentos, mesmo que a arma não possuísse fio. Garad sabia que não seria prudente bloquear aquele ataque, e no lugar disso desceu a lâmina de sua espada e então bateu com leveza na parte chata da espada do urso, pressionando-a para cima junto com o seu braço e aproveitando o movimento dele. Assim, ele ergueu a arma do adversário alta o bastante para que o seu corte fosse logo acima da cabeça, e assim o senhor de Vaufreixo não foi atingido, e tampouco precisou bloquear.

Os pés do lorde moveram seu corpo com destreza, e naquele momento ele realmente não estava mais lutando. Não utilizava a espada como uma arma, mas sim como uma extensão do próprio braço. Ele estava dançando com o seu inimigo, uma dança de morte como a que lhe fora ensinada antes. O rapaz moveu-se com agilidade para o flanco esquerdo do lorde, fazendo com que sua espada passasse apenas pelo ar mais uma vez, em vez de tocar suas costas. O lorde movia-se pouco, apenas o bastante, para se manter fora do alcance dos ataques do lorde urso, esperando o momento certo para realizar o seu próprio sem gastar muita de sua própria resistência. Mantinha-se calmo e fluído como a correnteza de um rio.

O lorde sorriu ao perceber que os olhos do nortenho não indicaram mais o local para onde o seu ataque iria, vendo então que ele havia notado seus métodos, mas não seria fácil assim acertá-lo naquele modo. O dançarino limitou-se a dar um passo para trás, movendo a sua espada para baixo em um giro de pulso, de modo a barrar sua lâmina e fazer com que a ponta de sua própria espada ficasse voltada ao chão. Desse modo, ele realizou seu primeiro ataque, apenas deslizando sua arma entre a do inimigo para dentro de sua guarda em um movimento vertical que começaria a atingi-lo em sua barriga e terminaria no ombro caso fosse bem sucedido.

O sulista então percebeu a tentativa do inimigo de girar o seu próprio corpo, tentando se reposicionar em uma posição mais favorável. No entanto, seu movimento ágil o lançou para trás em uma passada longa, impedindo assim que o movimento do rival fosse bem sucedido, e então veio o seu último ataque, uma espécie de chute em sua própria perna, que o derrubaria caso fosse bem sucedido. No entanto, o dançarino moveu a sua espada para baixo da mesma maneira que havia feito antes, bloqueando o golpe com a sua própria lâmina e então realizando um giro que colocaria sua espada entre as duas do nortenho e faria com que a lâmina terminasse em seu pescoço, caso fosse bem sucedido.

Em momento algum a sua base era alterada, e em momento algum ele movia-se mais que dois passos de cada vez, fosse para recuar ou avançar. Dessa maneira, era Dorian quem se cansava realizando todos os movimentos ágeis e fortes, enquanto ele se limitava a defender e esquivar de suas investidas. O seu corpo ainda estava posicionado lateralmente, impedindo o homem de utilizar uma estocada caso não quisesse abrir totalmente a sua guarda, além de reduzindo muito a área que podia ser usada como alvo de seus ataques. O sorriso intimador ainda brincava em seus lábios, e ele não dizia mais uma palavra, apenas bailava.

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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Dorian Mormont em Ter Ago 23, 2016 7:56 pm





The fall? Or... Draw?



Surpreso. Isso resumia Dorian, surpreso. Seu poderoso ataque, ricocheteado para o alto em um simples movimento? De fato aquela arte do outro lado do mundo, era assustadoramente boa para quem a dominava. A questão era que a resistência do lorde urso, nem de longe permitiria que ele fosse com o braço muito a cima, então os fios do lorde de vaufreixo sentiriam o frio da lâmina cega passando por cima.

Novamente, outra surpresa. Seu golpe foi bloqueado. O olhar finalmente havia descido apenas para notar aquela lâmina deslizando para subir em sua direção, podendo deslizar por seu torso em um perigoso corte, caso tivesse fio. Mas em resposta, o braço canhoto do Mormont começou a subir, acompanhando a espada do dançarino, que insistia na pressão de seu golpe. De fato, se não houvesse acompanhado, aquele ataque teria rasgado Dorian de lado a lado, se fosse uma luta real.

O giro. Antes tão confiante, agora, nem tanto em seu chute, Dorian em meio momento reduziu uma pequena parcela da força. Bingo! Algo fino e rigido e que não eram as pernas do sulista, foram alvo do golpe de Dorian. Porém, lá estava o momento. O peito do dançarino aberto. Chega de saltos para trás, chega de esquivas, chega de ladinagem. O sorriso provocativo do senhor de vaufreixo finalmente alcançou o coração do Urso. E aqui ele está.

Enfurecido.

Um passo forte a frente, a espada canhota se erguendo na direção do pescoço de Garad em uma linha horizontal. Um brilho metalico foi captado pelo reflexo do Mormont, e seu instinto natural pelas batalhas que já vivenciou, o fez flexionar os joelhos, ciente de uma potencial ameaça próxima do rosto ou do pescoço. Mas não cessou a investida. O braço direito, vindo como um abraço, pousando a lâmina sem fio na nuca do Ashford, e em um milésimo de segundo a luta chegou a um impasse.

Dorian, com uma espada na frente da garganta de Garad, e outra na nuca, em um semi-abraço. E a espada de Garad, praticamente tocando o espaço entre o ombro e pescoço de Dorian. Os dois travados, e em uma batalha real, potencialmente mortos. A agilidade do urso se fez mais presente do que nunca naquela movimentação, ainda mais pelo fato de ter que se adaptar a cima da hora a uma arma que por um mínimo detalhe, lhe rasgaria a garganta antes dele realizar sua empreitada contra o oponente.

E fica a duvida no ar. Em uma batalha real, teria sido Garad ágil suficiente para puxar a lâmina de volta, antes de Dorian concluir 'o abraço do Urso' e decepar o lorde de vaufreixo? O silêncio era a resposta daqueles que antes animados, comentavam o embate. Dorian? Olhava diretamente nos olhos de Garad, que poderia notar por um segundo, que não era mais o 'anfitrião' de segundos atrás. Era... Alguém estranho. Um homem estranho. Que poderia sim ter puxado as lâminas ali naquele salão, que poderia sim não ter parado, e quem o parou, foi exatamente o 'anfitrião'. Seria Dorian louco? Enquanto para os guardas, a questão era quem teria vencido, para Garad, a questão seria: Quem é Dorian Mormont? Um lorde sorridente, ou um bárbaro mascarado?

" EMPATE! " Gritou um homem. Depois outro, outro... E o som da festa se rompeu em uma larga comemoração e palmas para os dois esgrimistas que duelaram até aquele momento. O Mormont não demonstrava cansaço, sinal de uma boa resistência. Mas seu corpo o entregava ao demonstrar um breve fio de suor descendo pela testa. O sorriso surgiu, e o bom Dorian voltou. Removeu as espadas, encarou Garad como se encarasse um irmão e : " Um urso sabe nadar, mas isso nem sempre salvaria a vida dele. Melhor ser um aliado da água, do que seu inimigo. " Foi o primeiro sinal que ele desejava uma aliança, e então, se foi.

Direcionado a um dos guardas, que citou todos que haviam chegado. Nomes que automaticamente Dorian ia descartando, enquanto seu olhar encarava as faces. Muitos nomes importantes ali. Baratheon, Bolton, entre outras... Mas uma pessoa sentada lhe roubou a atenção. E um nome veio. " Duncan Mormont. "

" Meu Irmão... " Latejou a mente de Dorian, enquanto seu peito estalou com várias sensações. Saudade. Temor, Respeito. Admiração...? Notou ali uma cabeça careca. E aparentemente, como citado pelo guarda, seu irmão acompanhava a Baratheon. O que fez o urso mais jovem, saber que não era uma inimiga da coroa. Então, passo a passo se aproximou do irmão, até finalmente sua destra desocupada uma vez que deixou as armas com o guarda, pousar no ombro do Mormont mais velho. Nenhuma palavra, só o aguardo.








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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por Amora Lannister em Ter Ago 23, 2016 8:21 pm

Here We Stand!


Amora andava alegremente pelos corredores do Rochedo. Era comum vê-la alegre, mas não tão alegre daquela maneira, não quando ninguém deu um grito, quando algum Lannister reclamava de ratos em seu quarto, quando ninguém havia caído do Rochedo.

A alegria da Lannister era por algo não tão banal para seu dia-a-dia, mas sim algo muito, mas muito melhor. Em suas mãos tinha uma carta com o selo do urso Mormont, e acabava de sair da sala do Lorde.

Em poucas palavras: Amora tinha convencido seu pai a deixá-la ir para uma festa Nortenha. Mesmo que fosse um pouco estranho a liberdade que o Lorde Lannister lhe acabara de dar, Amora estava radiante demais para se importar.
Andava em passos rápidos para o quarto de sua prima, Aretha, para a qual iria dar as boas notícias. ”Quantas pessoas interessantes estarão lá?” Amora pensou, dando um sorriso. Logo chegou no quarto da prima, e simplesmente abriu a porta, pouco se importando com que ela estava fazendo.

Por sorte, Aretha fazia qualquer coisa banal – da qual Amora não se lembraria –, então ela pode avançar no quarto e colocar a carta em cima da cama da outra.

Oi. Entrei aqui sem permissão, sim. Bom dia. Cala a boca e lê. — Amora despachou qualquer tipo de conversa que as duas poderiam ter, estendendo a carta para a prima.

A Lannister batia o pé com impaciência enquanto esperava a prima acabar de ler a carta, quando a mesma acabou, ela simplesmente arrancou o pedaço de papel de suas mãos e sorriu.

Adivinha quem vai a uma festa? — Amora sorriu, orgulhosa de seu feito. Não deu tempo para Aretha se surpreender, já estava fora do quarto. Porém ela voltou para trás, colocando apenas sua cabeça dentro do cômodo. — Leve muitos vestidos. Nunca mais te empresto um meu! Você alargou ele na cintura!


-x-



A hoste Lefford se aproximava, pronta para se juntar à Lannister e embarcar para a Ilha dos Ursos. Claro que passariam alguns dias no Rochedo, para abastecer e se preparar para mais uma viagem. Amora comandou a uma de suas servas para pegarem Mérope e trazê-la para seus aposentos, afinal, era perigoso deixá-la perto de seus irmãos. Enquanto Aretha fazia qualquer coisa à qual Amora não dava atenção e a mesma escolhia quais de seus vestidos levar, Mérope apareceu no grande cômodo.

Amora deu um grande sorriso ao ver a velha amiga e correu para seus braços. Depois de um abraço apertado, a loira segurou a amiga pelos ombros, sorrindo.

R’hllor foi bondoso com você, Mero. — Falou, largando-a de vez. — Está tão bonita. Tenha ainda mais cuidado com Jensen.


-x-



Norte. Lindo. Podemos ir embora? — Amora choramingou.

O frio congelava-lhe os ossos e as peles eram pesadas demais para uma mulher que cresceu no sul. Suas jóias não eram visíveis, apenas seu vestido vermelho-carmesim, por debaixo de uma longa capa negra.

Ao longe, era possível ver as ilhas Mormont. Amora estava animada para a festa, mas nunca pensou que tivesse que enfrentar um gelo tão grande. Apenas fechou seus olhos e pediu à R’hllor que a aquecesse com sua chama eterna.

Como esperado – e deveria de ser – os Lannister foram recebidos com alguns olhares desconfiados. Amora apenas se sentiu melhor com aquela negação, era normal que um nortenho não gostasse de sua casa. Casamento Vermelho, talvez?

Levantem o queixo senhoritas. — A loira falou baixo para as acompanhantes, enquanto as portas de madeira do grande salão eram abertas para ela. — Rains Of Castamere.

Avançaram pelo salão, ignorando olhares de reprovação. Porém as três decidiram se isolar por um pouco, conversar enquanto podiam. Amora logo se adiantou a olhar para a luta amigável do lorde Mormont e de Garad Ashford, enquanto Mérope e Aretha conversavam algo em seu ouvido. Quando seu nome foi chamado, ela olhou finalmente para a prima e para a amiga.

Eu? Casamento? Oh, querida… Papai não seria louco. — Ela riu, bebendo um simples gole de seu vinho — Eu mataria o homem. Porém, Aretha pode não ter tanta sorte.

A conversa continuou. Mais do que uma vez, Amora passou os olhos azuis pelo salão, procurando algo interessante. À quarta, pelo que ela pensava, viu uma mulher de cabelos negros sentada isolada do povo. Amora a reconheceu como: “Uma pessoa interessante o suficiente”.

Tudo bem. — Falou interrompendo Mérope e Aretha. — Queridas, coloquem um bom sorriso nessas vossas carinhas e façam amizades. Quero que fiquem a conhecer os mais importantes dos mais importantes, viemos aqui para amizades. Condição de papai, vamos nessa.

Amora deu um sorriso e virou seus calcanhares. Aquilo era uma meia mentira, Richard pediu para que ela fosse amigável, então aquilo poderia estar dentro do plano, certo?

Andou pelo salão, com cuidado para não ter um dos lordes que lutavam jogado em cima dela. Avançou por entre as mesas, mas a meio do caminho sua garganta secou. A Lannister olhou para todos os lados e viu um homem com uma jarra de cerveja em suas mãos. Ela simplesmente pegou na jarra, se serviu e devolveu ao homem.

Obrigada, querido. — Falou manhosamente, antes de dar um beijo leve em sua bochecha e seguir caminho.

Fez o resto do percurso entre as mesas, chegando perto da mulher interessante. Deu o seu melhor sorriso e se colocou do lado dela.

O que leva uma nortenha a não se divertir e gritar com os outros? — Perguntou, antes de beber o líquido que tinha em seu copo. — Amora Lannister, como devo chamá-la, querida?






Notes: King's Landing  Tagged: Cyrenna Arryn Wearing: This
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Última edição por Amora Lannister em Ter Ago 23, 2016 9:06 pm, editado 2 vez(es)


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Re: [RP Aberta] Here we Stand!

Mensagem por The Black Goat of Qohor em Ter Ago 23, 2016 8:38 pm

Avaliação de treino de habilidade

TERRY ASHFORD
Avaliado por Layna de Braavos

Foi um treino bom, explicativo e bem coerente. Senti falta apenas de ver os sentimentos ou pensamentos do personagem conforme fosse pensando nos acontecimentos do Casamento Vermelho.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (38/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (98/100)

+ 15% de experiência pelo atributo de inteligência com 6 pontos
- 10% de experiência por ter a habilidade no nível 3



Recompensas
+ 103 pontos de experiência em História
Avaliação de treino de habilidade

GARAD ASHFORD
Avaliado por Layna de Braavos

Novamente um texto impecável e incrível, sua habilidade nessa nova "fase" em que dança com a espada e com seu oponente foi algo bonito até, de se ler.Prendendo a atenção do leitor e não tendo nada em que pudesse descontar.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)

+ 30% de experiência pelo atributo de inteligência com 10 pontos
- 65% de experiência por ter a habilidade no nível 9



Recompensas
+ 65 pontos de experiência em Espadas
Avaliação de treino de habilidade

Dorian Mormont

Foi um treino muito bem feito, você soube descrever bem as ações e mais uma vez explorou o lado oculto do Dorian que é bem interessante de ver. Não notei erros ortográficos que pudessem prejudicá-lo.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 11% de experiência pelo atributo de inteligência com 5 pontos
- 65% de experiência por ter a habilidade no nível 9

Recompensas
+ 46 pontos de experiência em Ambidestria





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