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[Quest Narrada] The Great Conspiracy

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[Quest Narrada] The Great Conspiracy

Mensagem por Great Other em Sex Set 09, 2016 2:01 pm

The Great Conspiracy


Asshai habitava o pesadelo de todos estrangeiros que um dia passaram pela cidade portuária, abominada por todos mercantes que passavam por lá e amaldiçoada por todo o resto do Mundo Conhecido. Até os mais céticos não gostavam do lugar, alegando desasseio, porém a realidade é que eles tinham medo. Não podemos culpá-los, afinal, até mesmo as construções execravam a luz do dia. Já para seus conterrâneos, não existia lugar mais belo.

Aquela noite os murmúrios eram singulares, não era todo dia que uma comitiva de meistres passava pelas Cinzas. Daaren e Amaya se encontravam lado a lado incluídos na inquietante multidão mascarada. Eles observavam os navios passando pela água cuja cor era de um pálido florescente. Os dois seguiam os navios enquanto beiravam as Cinzas, esperando eles ancorarem. As conversas dos habitantes eram amaldiçoadas em línguas escuras e antigas, eles detestavam a presença da Cidadela em Asshai, motivos antigos e verdadeiros. A dupla podia escutar um homem com máscara de lobo em uma conversa com seus acompanhantes... prostitutas e feiticeiros andantes. -Quem você acha que matou todos os dragões da última vez? Galantes matadores de dragões armados de espadas? – Ele parecia um sacerdote pregando para seus servos. –O mundo que a Cidadela está construindo não tem lugar para feitiçaria, profecias ou velas de vidro, e muito menos para dragões. - Palavras sábias que davam ênfase as ordens jogadas sobre a dupla. Eles deveriam investigar.

๑ ๑ ๑

+ O post de vocês deve começar pouco antes da comitiva meistre chegar na cidade. Expliquem como foram as ordens de seus comandantes sobre a comitiva, o motivo de terem de investigar os meistres. Usem a criatividade. Expliquem como se conheceram na aglomeração de habitantes observando a chegada da comitiva. Quero um ambiente vivo, mostrando como são os habitantes de Asshai. Quero um bom motivo para vocês resolverem investigar juntos. Boa sorte.
+ Você são livres para tomar qualquer tipo de decisão, porém sua insensatez será punida e sensatez será recompensada.
+ Ao final do post role o D20
+ Esta é uma quest narrada de dificuldade difícil, apenas para Amaya de Astapor e Daaren de Asshai
+ Mínimo de 1 post por semana se não houver explicação para atraso
+ Não use templates muito pequenos nem cores cegantes
+ Assim que postar na quest avise por MP
+ Segue a ordem de postagem: Daaren > Amaya > Narrador 


Última edição por Great Other em Sab Set 17, 2016 6:58 pm, editado 1 vez(es)
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The Great Conspiracy
Daaren se considerava um dos melhores anfitriões de Essos. Primeiro porque sempre esperava uma visita; ninguém aparecia às portas de seu templo sem que Daaren tivesse ciência. Segundo que, segundo ele, aquele era um lugar onde todos eram iguais perante R'hllor, e portanto, todos recebiam o privilégio de uma cama, comida e boas-vindas. Com Amaya não foi diferente. A acolheu como acolheria um velho amigo, e cuidou-a como cuidaria de uma irmã ou filha. Embora pouco soubesse sobre ela, depositou-a enorme confiança apenas porque vestia o manto vermelho e, como ele, pregava os ensinamentos da Fé Vermelha na esperança de obter mais seguidores e salvar mais almas da escuridão.

Estranhou um pouco a aparição de uma Sacerdotisa Vermelha, visto que jamais teve contato com nenhuma outra além de sua falecida mestra, mas logo saberia a causa. Por ordem da sacerdotisa suprema, que incrivelmente Daaren nunca teve contato, Amaya viajou de Astapor até Asshai. O assunto que mobilizou a fé vermelha seria, supostamente, um navio com pessoas que fariam de praticamente tudo para acabar com a magia e tudo com que ela se relaciona.

— E ela chegou a mencionar-me, irmã? — Inquiriu à Amaya. — Pois não acredito na coincidência de você, uma sacerdotisa, achar um templo onde comeria e dormiria em pouco menos do que alguns minutos nesta cidade imensa.

Depois de ouvir sua resposta, sorriu. — De qualquer forma, este é um assunto que em muito me interessa. Meistres por aqui? Nunca na história tivemos tanto motivo para suspeitar de que há alguma trama. Asshai é minha cidade e serei seu protetor. Qualquer assunto que a envolve me é conveniente. — Disse, mantendo-se numa postura ereta e formal. — Se me permite, irmã, gostaria de acompanhá-la nesta investigação. Afinal, se foi a sacerdotisa suprema quem mandou, também devo me reportar à ela.

♦♦♦♦♦


Era raro ver as ruas da cidade tão movimentadas. Os habitantes de Asshai normalmente ficavam em seus aposentos, fazendo-se sei-lá-o-quê. Se não já não estivesse acostumado com as pessoas que frequentemente via em mercados, se assustaria com a caracterização daqueles cidadãos; a maioria cobria o rosto, com panos, mantos ou máscaras de formatos exorbitantes e assustadoras. Daaren se sentia mais do que normal com sua vestimenta simples; um manto longo e negro que se dividia abaixo da cintura, permitindo uma boa mobilidade. Também usava botas e um colar com um rubi encravado, mas o escondia debaixo do manto.

Embora a fé em R'hllor fosse mais difundida ali, havia tanta diversidade religiosa que dois sacerdotes vermelhos juntos não passavam de uma parte da paisagem. Comentários maldosos eram ouvidos eventualmente, porque a única religião que não era bem aceita em Asshai era a Fé nos Sete, que de tão intolerante gerava ódio em um lugar com tanta diversidade. Sendo uma cidade mágica (para eles, uma cidade herege), aquele era um péssimo lugar para meistres darem um simples passeio. Se não fosse por esses fatores, a cidade estaria tão pouco populada quanto nos dias anteriores.

Enquanto a multidão observava o enorme navio estrangeiro deslizar pelas águas cinzas, um comentário em especial chamou a atenção de Daaren. Um homem com máscara de lobo, que tinha boas palavras para cuspir em protesto, parecia especialmente indignado com a visita. Isso intrigou o sacerdote. Daaren abriu espaço para chegar um pouco mais perto do homem, dizendo para Amaya acompanhar-lhe, e lançou-lhe uma simples pergunta: — Sabes em quais circunstâncias estamos recebendo uma comitiva de meistres? — Inquiriu. — Digo. Se a cidadela odeia tanto os magos, Asshai seria o último destino possível para aportar. Não concordas? É no mínimo estranho.

Wake me slowly Or watch me fall;


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Re: [Quest Narrada] The Great Conspiracy

Mensagem por Narrador em Sab Set 10, 2016 5:04 pm

O membro 'Daaren de Asshai' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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“Asshai?” O pensamento confundia minha mente, como se em meio a claridade que R'hllor me proporcionava para dissolver certos assuntos fosse tomada por uma ventania que deixava as águas calmas do raciocínio cheia de redemoinhos e embaralhadas.

- Olhe, Amaya, eu sei que Asshai é um lugar bastante... Diferente, do que você está acostumada. Mas você não estará sozinha, a Fé Vermelha está presente lá também, minha cara. - Disse a sacerdotisa suprema, com os cotovelos pousados sobre a mesa mostrando que a calma que a mesma demonstrava em meio a aquela convocação era algo gerado de sua mente, algo a perturbava interiormente e a senhora de cabelos já brancos de experiência, provavelmente, achou melhor não deixar isso claro. - O caos reina sobre aquela cidade, a luz de R'hllor já não consegue mais adentrar o local com facilidade, minha querida. Precisamos de alguém em quem podemos confiar essa atividade tão minuciosa que estamos lhe propondo, os meistres da cidade, já há algum tempo, estão com algumas atitudes que estão deixando a mim e outros preocupados com suas motivações. Descubra o que os motiva, e não se preocupe, você não estará totalmente desamparada, há um lugar em que poderá ficar se acomodar, mas quanto a isso você receberá mais informações em meio a viagem para não nos adiarmos mais.

“Asshai!”. Nada parecia esclarecido ainda, mas o chamado havia sido feito e deveria ser cumprido.

- Darei o melhor de mim para atingir os resultados necessários, agradeço a oportunidade. - Disse com um sorriso de lado, contido, e uma expressão mais séria do que a que ansiava fazer.

Era uma tarefa deveras importante, e, pelo que havia entendido, não estaria sozinha nela.

-----------------------------------#--------------------------------------------

A ajuda que havia sido mencionada era a de um sacerdote vermelho que vivia em um templo na obscura cidade. O mesmo me recebeu muito bem, como se recebe uma irmã de fé, principalmente em terreno tão hostil a fé alheia.

Inicialmente, o suporte oferecido por Daaren seria apenas o de proporcionar um abrigo confortável e alimento durante minha estadia.

— E ela chegou a mencionar-me, irmã? Pois não acredito na coincidência de você, uma sacerdotisa, achar um templo onde comeria e dormiria em pouco menos do que alguns minutos nesta cidade imensa.

Sorri olhando-o com a cabeça de lado, segurando o tecido de seda rubro sobre meus cabelos.

- Sim, ela mencionou que poderia encontrá-lo, e que não me deixaria desamparada em meio a esta cidade... - Olho rapidamente para os lados, para dar continuidade a frase, mas consigo conter as palavras que poderiam até mesmo ferir o ego do homem que havia me recebido tão bem.

Mas ele sorriu, deixando no ar a dúvida se havia ou não percebido que as palavras teriam um rumo diferente, caso eu continuasse. O mesmo proferiu palavras que me fizeram sentir alívio por realmente não ter continuado a frase, “Asshai era sua cidade”, pensava enquanto ele dava continuidade ao discurso.

- Serás muito bem-vindo, irmão. Garanto-lhe que a sacerdotisa ficará muito mais que satisfeita ao vê-lo fazendo sua parte. - Um sorriso simpático se formou em meus lábios assim que acabara de falar.

----------------------------------#------------------------------------------

A comitiva em que estávamos parecia incomodar a pouca população local que, corajosamente, expunha as caras carrancudas. As máscaras estranhas, panos e mantos que cobriam o rosto a davam a aquela grande reunião um aspecto muito mais que macabro, deixando o clima daquela cidade sombria e cética ainda pior do que era contado nas histórias. Em meio a aquela comitiva do sinistro, aos olhos leigos, dois sacerdotes não seriam vistos como o algo mais alarmante, minhas vestes rubras eram, talvez, o mais se tinha de vida comparada ao restante das vestimentas, juntamente aos cabelos, também vermelhos, que estavam soltos e descobertos, como um ponto de luz na realidade negra as quais os moradores estavam expostos naquele momento.

As falácias proferidas pelos ali presentes eram fáceis de ignorar, tanto que deixei meus pensamentos libertos das palavras rudes e comentários desnecessários para focar minha atenção somente ao navio que flutuava pelas águas, como se ele estivesse apenas andando em cima da cinzenta água de Asshai. Porém, por um instante, algumas palavras vagas, cuspidas da boca de uma das máscaras de lobo se infiltraram em meus ouvidos e roubaram o foco de minha mente. Não desvio os olhos para o homem que as proferiu, e logo noto que Daaren também foi pego pelos dizeres do mascarado. Levanto o queixo e respiro fundo, dando uma risada baixa, com tom visivelmente sarcástico, mostrando a Daaren que havia entendido alguma intenção no comentário feito pelo mesmo.

- Não sei, talvez tenham ouvido falar dos dragões que estão de volta a ativa e querem um tempo para estudar uma magia que os devolva a alguma caverna escura. - O olho e sorrio novamente, piscando – Que lugar melhor para se treinar magia sem chamar atenção, do que um lugar em que a magia e o ceticismo andam lado a lado em suas lendas?

Disse acompanhando o homem, não gostaria de ficar sozinha em meio a aquelas pessoas que nem mesmo via o rosto e falavam coisas com a propriedade de um velho sábio bêbado.
   


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Re: [Quest Narrada] The Great Conspiracy

Mensagem por Narrador em Seg Set 12, 2016 8:55 pm

O membro 'Amaya de Astapor' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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Re: [Quest Narrada] The Great Conspiracy

Mensagem por Great Other em Qua Set 21, 2016 9:00 am

The Great Conspiracy


-Sabes em quais circunstâncias estamos recebendo uma comitiva de meistres? - O feiticeiro soltou uma risada asquerosa por trás da máscara. Era como se ele já esperasse que o sacerdote questionasse sua pregação. -Digo. Se a cidadela odeia tanto os magos, Asshai seria o último destino possível para aportar. Não concordas? É no mínimo estranho. - O mascarado acenou com o mindinho após as perguntas do sacerdote e as afirmações da sacerdotisa. Suas prostitutas e feiticeiros andantes foram rápidos em trazer um pequeno caixote para suas mãos como se tivessem ensaiado aquilo há muito tempo. –A sacerdotisa é esperta. Porém eles não desejam estudar a magia, senhorita. Eles querem exterminá-la. - Ele carregava um cajado de ferro tão alto quando ele, ostentando no ápice uma cabeça de dragão que ameaçava em cuspir uma crepitante chama verde semelhante ao fogo vivo. –Eu tive uma visão essa manhã. R'hllor deseja que eu ajude vocês, servos da luz. - O homem puxou a máscara, colocando-a na nuca. Sua pele era escura como as construções da cidade. Um emaranhado de cabelo branco cresce em seu rosto como uma juba de leão. Em sua testa e bochecha ele tinha tatuagens de chamas amarelas, alaranjadas e vermelhas. Os dentes sujos e mãos robustas o faziam parecer um ferreiro moribundo. -A profecia não se cumpriu em Daenerys Targaryen. Nem nela, nem em seu marido. Nascido de sal e fumaça, embaixo de uma estrela que sangra. Eu conheço a profecia. - Ele girou a cabeça e cuspiu. -Não. Outros ainda ainda vão reinar até que a profecia se cumpra verdadeiramente. Vocês tem um papel a desempenhar, eu vi. Feras antigas acordarão. Dragões jovens despertarão. Verdadeiros morrerão e os falsos reinarão. E vocês, sacerdotes criando luz para as grandes sombras, rugindo no meio de todos eles. - O mago colocara o polegar sobre a boca e mordiscava-o, fazendo seu sangue escorrer para dentro do conteúdo do caixote aberto. Duas chamas se levantaram após o ato. -Eles encontraram páginas perdidas de sinais e presságios, visões escritas pela filha de Aenar Targaryen antes da Perdição cair em Valíria. Isso é perigoso, novos amigos. Os homens de correntes estão muitos passos à frente. Vocês precisam da minha ajuda. Descubram o que eles estão buscando em Asshai! - O olhar do homem expelia uma verdade quase ilusória. Com os olhos arregalados, em sua pupila a única luz de Asshai resplandecia no preto de seus olhos; a única que não era sugada pelas construções negras da cidade. A luz procedia de duas velas altas e negras situadas dentro do caixote. Tinha um brilho desagradável. Havia algo de estranho nela. A chama não piscava e também, aquela luz fazia um efeito estranho nas cores. No branco era tão brilhante como a neve recém caída, no amarelo brilhava como ouro; no vermelho pareciam chamas, mas nas sombras eram tão negras que pareciam orifícios abertos no mundo. Elas tinham as cores de um negro deslumbrante, parecendo revelar imagens nas chamas quando o homem as levantou. -Chama-se vidro de dragão. Arde, mas não se consome. - Ele contemplou a vela um instante. -O que alimenta a chama é o mesmo que alimenta o fogo de um dragão. Veja, toda bruxaria de Valíria tinha suas raízes no sangue e no fogo. Com uma dessas velas, os feiticeiros do Feudo Franco de Valíria podiam ver através de montanhas, mares e desertos. Eram capazes de entrar no sonho das pessoas e provocar-lhes visões; podiam manter conversas mesmo que estivessem a meio mundo de distância, sentados diante de suas velas. Isso vai ser útil para vocês. Caso se separem nessa jornada, podem se comunicar ao despejar seu sangue sobre a vela. Também posso mandar ajuda caso eu veja que estão em perigo. - Após entregar os objetos, ele voltou a máscara sobre o rosto. -Vocês precisam dar um jeito de entrar na comitiva meistre. Eles vão para às montanhas das Terras das Sombras e precisam de um guia. Diga que eles são sábios e bondosos. Diga que queriam ter nascido em Westeros. Diga que queriam ter a chance de ter estudado na Cidadela. Diga que sempre sonharam com o dia em que permitiriam colocar a corrente e servir, e que o serviço é a honra mais alta, e a obediência a virtude mais elevada. Mas nunca diga nada sobre profecias ou dragões, a menos que vocês anseiem por uma morte dolorosa. - O mascarado se despediu em uma vênia, partindo para as vielas escuras de Asshai. Talvez a dupla estivesse delirando, mas eles iriam mesmo seguir os conselhos do estranho.

[...]

Os sacerdotes seguiam seu rumo pela grande cidade negra, esperando a comitiva atravessar os portões para então se apresentarem ao Arquimeistre. A terra das sombras não era amigável, nunca. Durante o dia, os poucos que passavam entre as ruas negras sempre pareciam correr, protegendo seus segredos o mais fundo possível, com medo de serem usurpados. De noite, não havia praticamente ninguém, pelo menos não à vista das pessoas comuns (se é que há alguém comum em Asshai). As ruas, quando o sol se punha, pareciam se pôr também, morrendo apenas para retornar taciturnamente à vida com a luz da aurora. A lua nunca era vista e as estrelas eram apagadas e distantes, como se tivessem medo de incomodar a cidade com sua luz.

Naquela noite, as velas de vidro que foram presente do mascarado, acenderam-se em um brilho pálido, as sombras dançaram ao redor dos sacerdotes, aprofundando-se, e dentro da chama de Daaren residia a Sala do Trono. Daemon Targaryen se sentava de forma majestosa no trono cravejado de espadas. Na vela de Amaya a mesma sala, porém a figura do irmão do rei é que estava estampada nas chamas, Eragon. As chamas aumentavam até desaparecerem, deixando a imagem de um leão abocanhando o pescoço do dragão. O que aquilo significava?

[...]

O Arquimeistre e sua comitiva finalmente chegara nos portões que dividia a cidade das montanhas escuras. Ele levava uma corrente de diversos metais em volta do grosso pescoço. Além disso, parecia mais um vadio portuário do que um meistre. Era baixo e atarracado, portando uma grande túnica negra. Das orelhas e do nariz saiam mechas de pelo branco que se juntavam ao cabelo e barba, semelhante a juba de um leão. Tinha os dentes cheios de manchas vermelhas de tanto mastigar Folhamarga, e suas mãos eram enormes. A dupla tinha que arrumar um jeito de convencer aquele homem que eles eram os melhores guias de Asshai.

๑ ๑ ๑

+ Vela de Vidro -x2- [A vela de vidro é um objeto feito de vidro de dragão, também conhecido como obsidiana, feita no antigo Império Valíriano. A chama das Velas de Vidro são alimentadas por mágica e sangue. Podem ser usadas para observar eventos longínquos e se comunicar com outras Velas de Vidro sobre vastas distâncias. São altas, medindo 20cm e ostentam bordas afiadas. Sua cor é negra.] {Recebimento temporário: pela participação na quest "The Great Conspiracy", criada por Great Other.}
+ Esse turno vai ser diferente, cada um vai postar duas vezes. Quero saber de tudo, todo o plano que vocês usaram para chegar até o Arquimeistre e convencê-lo. Foquem na interação entre vocês, se conheçam. Quero detalhes. Detalhes da cidade; detalhes de dialogo; detalhes das pessoas e etc... Mas o foco desse turno é vocês criarem um laço maior entre a dupla de sacerdotes. Boa sorte!
+ Ao final do post role o D20
+ Assim que postar na quest avise por MP
+ Segue a ordem de postagem: Daaren > Amaya > Daaren > Amaya > Narrador 
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A dedução de Amaya provou-se estar certa, afinal. Daaren semicerrou as sobrancelhas ao processar as suspeitas do civil - achando absurda a simples ideia de que havia alguém no mundo que abominasse tanto aquelas terras e o que elas proporcionaram desde antes dos tempos conhecidos. Ao ver o homem retirar um estranho cajado das vestes e ouvi-lo se "apresentar", Daaren observou. Era um sujeito estranho, apesar de viver em Asshai - não o reconhecia talvez porque ele vivesse em um canto longínquo da enorme cidade das sombras, ou um lugar ainda mais longe. Apesar de haver dúvidas, ao ouvir a menção de seu Deus na conversa, tranquilizou-se. De certa forma, confiava no homem, tendo isso ligação ou não com suas orientações espirituais.

Ouvia-o falar em profecias, e embora fosse versátil em história, algumas palavras pareciam enigmas. Ainda sentiria que entendeu, poucos segundos após vislumbrar o conteúdo de um caixote que os seguidores daquele homem traziam. Muita informação acabou chegando à seus ouvidos, mas ficou mais interessado nos pergaminhos citados - queria evitar a todo custo que qualquer tipo de informação valiosa, como conhecimentos perdidos de Valíria, fossem tocados mais uma vez por homens profanos. Distinguiu a magia assim que o estranho trocou uma gota de sangue por algumas visões.

Reconheceu o vidro de dragão quase instantaneamente - uma vez que era bem comum naquelas terras -, mas surpreendeu-se pelo modo como era usado pelo estranho. Nunca tendo ouvido falar de utilizar a obsidiana como forma de canalizar magia, se surpreendeu ao ter visões na estranha chama de coloração diferente. Apanhou o vidro que já tinha apagado assim que deixou as mãos do homem, e com um aceno agradeceu. Ainda houve muita coisa para se ouvir, a qual Daaren prestou bastante atenção.

O homem parecia lhe estar confiando muitas coisas. Muitas informações. Talvez fosse de interesse de um mago impedir os meistres, mas duvidava muito que precisassem de ajuda. Perguntou-se, ao ver o estranho dar a tarefa e logo depois se retirar, quem era aquele.

[...]

Durante o dia, houve uma pausa para se preparar. O navio ainda não tinha aportado, e talvez ainda levasse algum tempo até os meistres se alojarem. Estava despreocupado em começar o plano agora, por isso andou com Amaya por um pequeno período de tempo, que usou para manter as coisas em ordem. Antes disso, ainda avisou ao templo que poderia ficar longe por um período consideravelmente longo de horas, e deixou uma serva confiável na direção.

Nas ruas de Asshai, indagou Amaya. — Curioso, aquele homem. — Foi bem breve. — Não tenho motivo algum para desconfiar de suas intenções ou achar que estava mentindo. Ainda assim, estou irrequieto. Me pergunto como conseguiu isto — Apontou para a vela de vidro de dragão, em sua mão. — E como arrecadou tanta informação.

Daaren andava tranquilamente, com o queixo erguido. Por um momento, parou e virou-se para Amaya. — O que me lembra... Mal a conheço, Amaya. Quase tanto quanto conheço aquele homem. Fizeste uma jornada muito longa para chegar à Asshai? És peregrina como a maioria de nosso irmãos? Ou tem um templo que lhe aguarda em alguma cidade próxima? Pois me seria muito útil e agradável saber o histórico de quem abrigo em minha casa.


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The Great Conspiracy


A primeira frase dita pelo homem após nossos comentários conseguiu prender minha atenção para o restante. Muitas coisas foram ditas e feitas, mostrando que o homem, apesar de parecer com um morador qualquer daquela cidade que apenas encontrou a roupa em um canto e resolveu usá-la, tinha muito mais em sua mente e alma que o corpo mostrava a primeira vista. Mas, o que mais surpreendeu foi o fato de vê-lo com um vidro de dragão, e o homem usou suas propriedades com tamanha maestria que analisei cada movimento seu, para extrair o máximo possível da técnica para poder, em breve, fazer uso do conhecimento obtido.

-O que alimenta a chama é o mesmo que alimenta o fogo de um dragão. Veja, toda bruxaria de Valíria tinha suas raízes no sangue e no fogo. Com uma dessas velas, os feiticeiros do Feudo Franco de Valíria podiam ver através de montanhas, mares e desertos. Eram capazes de entrar no sonho das pessoas e provocar-lhes visões; podiam manter conversas mesmo que estivessem a meio mundo de distância, sentados diante de suas velas. Isso vai ser útil para vocês. Caso se separem nessa jornada, podem se comunicar ao despejar seu sangue sobre a vela. Também posso mandar ajuda caso eu veja que estão em perigo. - Pego o objeto que ele entrega tanto a mim quanto a Daaren e observo-o sem desviar o olhar -Vocês precisam dar um jeito de entrar na comitiva meistre. Eles vão para às montanhas das Terras das Sombras e precisam de um guia. Diga que eles são sábios e bondosos. Diga que queriam ter nascido em Westeros. Diga que queriam ter a chance de ter estudado na Cidadela. Diga que sempre sonharam com o dia em que permitiriam colocar a corrente e servir, e que o serviço é a honra mais alta, e a obediência a virtude mais elevada. Mas nunca diga nada sobre profecias ou dragões, a menos que vocês anseiem por uma morte dolorosa.

O homem não se demora a partir, e fico vendo-o partir com aquela vela de vidro na mão, observando cada detalhe do objeto. Saberia utilizá-la quando necessário, e o homem servo de R'hllor muito provavelmente não estava mentindo sobre sua intenção de ajudar, afinal uma visão nas chamas não é algo que ignoremos... Mas também, é o modo mais eficaz de fazer servos da luz dar credibilidade as suas falácias.

Enquanto observo o objeto em minha mão volto a pensar sobre a profecia que o mesmo mencionara e o fato de mencionar-nos como parte de um plano. Aparentemente, a vontade do Senhor da Luz estava já se realizando no momento em que o destino me fez cruzar com Daaren em uma cidade onde as chamas não brilhavam.

[–---x-----]

O navio levaria um tempo até finalmente atracar na cidade, o que nos daria uma excelente oportunidade para pensarmos no que fazer enquanto isso. Como era apenas convidada, deixo que Daaren cuide dos preparativos que achava necessários e apenas o acompanho, tomando nota dos caminhos de Asshai para não me perder caso nos separássemos em algum momento. “Definitivamente não é um sonho me perder neste lugar” pensei comigo mesma enquanto me esforçava para lembrar de todas as direções as quais fui apresentada.

Ouço os comentários do sacerdote ao meu lado enquanto andávamos pelas ruas da cidadela e sorrio, abaixando a cabeça e respirando fundo a medida que suas palavras são soltas ao vento. O homem tinha aquele ar de pessoa com boas intenções, seus olhos mostravam que havia realmente recebido do chamado para a Luz, e sua tarefa árdua fora dada quando o mesmo havia se instalado em cidade tão escura. Aquela cidade que remetia a nada mais, nada menos, do que a noite.

- Entendo suas indagações, irmão, afinal, é realmente um tanto estranho alguém nos fornecer tantas coisas sem nem ao menos no conhecer direito. Mas ele foi chamado por uma visão, não creio que as visões fossem dadas a alguém sem conhecimento algum para nos ajudar, certo? - Volto a olhá-lo com um sorriso singelo e uma sobrancelha arqueada. - Mas, respondendo a sua pergunta, não vivo em um templo fixo, levo a palavra e a Luz de R'hllor onde as chamas se mostram escassas e, muitas vezes, prestes a se apagar. Meu dever aqui é somente ajudar as almas que viver na escuridão, meu irmão, e aquecê-las com o que há do nosso Senhor em mim. - e dando um ar mais descontraído a conversa, ando olhando para a frente, observando a paisagem das ruas daquela cidade que me causava uma sensação tão estranha – E você, o que o trouxe á local tão... Tempestuoso?

De fato não havia gostado muito de Asshai, o clima pesado e as pessoas com expressões fechadas e sempre irritadas lembravam em muito os rostos da minha infância. O jeito que os comerciantes olhavam para os escravos, mesmo quando comprávamos algo, era sempre o de um governante para uma pilha de lixo no meio da rua. Podia-se ver o nojo estampado no modo como contorciam os lábios e cuspiam na rua. Ouço a resposta do homem atentamente, olhando-o com certa curiosidade por realmente não entender o que ele poderia ver em meios aos ratos e velhos do lugar.

- Bem, se me permite mudar de assunto assim, gostaria apenas de fazer alguns comentários sobre o que aquele velho Lobo disse... Temos que entrar na comitiva dos Meistres, e talvez seguir os passos que o homem nos mostrou seja a melhor maneira de conseguirmos. O que acha de ficarmos juntos ao menos por enquanto? Digo, seria bom nós dois termos contato com o Arquimeistre, nem que seja em situações diferentes, pelo menos para que saibamos exatamente quem é e ficarmos alertas sobre suas atividades. - Disse olhando para o céu sempre nublado de Asshai pensando – Até porque, se o homem possuir algo que valha a pena sua guarda ele não vai se afastar muito do que quer que seja. Talvez algum documento que ele carregue consigo, algum item embargado em magia... Qualquer coisa que possa ser útil em seu plano e que faria grande falta caso algum de nós conseguisse pôr as mãos nele.

A última parte saíra mais como um sussurro de alguém que pensa em um plano e ainda tenta encaixar os detalhes do que um plano milaboroso já montado. Seria uma boa ideia tentar roubar o arquimeistre caso ele possuísse algo fundamental para seu objetivo? Obviamente isso seria uma péssima ideia, e talvez Daaren conseguisse pensar em algo melhor, mas com as informações obtidas até então isso foi o que consegui desenvolver.



   


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A resposta de Amaya satisfez em muito a curiosidade do sacerdote. Reconheceu-a instantaneamente, e manteve seu característico sorriso. Ao ser indagado sobre sua história, hesitou. Embora um pouco desconfortável, apenas voltou a andar - contar seu passado nunca era uma experiência agradável -, esperando que ela o acompanhasse. — Foi por acidente que aportei em Asshai. No entanto, bem recebido, foi onde resolvi ficar. Era um escravo em fuga antes de encontrar o templo do Senhor da Luz, e pouco me importava onde iria acabar desde que fugisse de Volantis e Qarth. Acabei parando aqui depois de me esconder em um navio mercador e roubar os peixes crus que transportavam. — Revelou. Apesar de desconfortável, havia apenas orgulho em seu passado; sobreviveu todo esse tempo, afinal. — Acredito que R'hllor poupou-me em tais viagens para que eventualmente acabasse aqui, pregando sua fé.

Ele sorriu. Olhou para o céu nublado que lhe era tão familiar, e ainda complementou em relação à uma palavra que Amaya usara para descrever a cidade cinzenta: — Talvez fosse intenção d'Ele que houvesse uma pequena vela para iluminar essa província tão escura. Fico feliz que eu seja seu escolhido. — Disse, deixando bem claro o quão forte era sua fé em relação à R'hllor.

Com a repentina mudança de assunto, enfim, Daaren suspirou e interrompeu a caminhada. — Não seria uma boa ideia deixá-la sozinha nesta cidade enorme, de qualquer forma. Nem quem a habita explorou todos seus becos ou vielas - é incrivelmente fácil perder-se na noite quando a neblina e a chuva assombram a cidade. — Concordou, complementando a ideia de Amaya. — Iremos juntos. Trabalharemos com a diplomacia. Iremos guiá-los. Mentiremos - eu, ao menos, não direi que faço parte da fé vermelha. Apesar de negá-la, sei que R'hllor estará de acordo desde que impeçamos esses meistres de tornar tal cidade ainda mais escura.

Enfim, tendo ouvido uma parte da ideia da sacerdotisa que ainda não lhe cruzara a mente, apoiou ainda mais a ideia de ficarem juntos em primeira instância. — Você não poderia estar mais certa. Eu não confiaria meus pertences em uma cidade de tão má-fama em um navio ou até mesmo num alojamento. — Sentindo confiança ao menos nesta parte do plano, cruzou os pulsos nas costas. — Trabalharemos juntos, irmã.

[...]


Conforme o dia caía, por mais que Asshai já não fosse exatamente iluminada, mais desconfortável era ficar em plena visto nas vazias ruas da cidade cinzenta. Daaren acabou pegando uma tocha para iluminar seu caminho enquanto explorava a cidade e tentava decorá-la para que, caso passassem por ali em algum momento de sua atuação com o meistre, conseguisse guiar-se. Não sabia se Amaya tentava memorizar as ruas da cidade como ele, mas a recomendou para que o fizesse assim que começaram a andar. Eventualmente, via uma alma inexpressiva andando pela cidade, como era de habitual - não trocava nem bom dia com os magos, prostitutas e feiticeiros que habitavam tal lugar, mas para Daaren eram como família.

Com pouca expectativa, ainda esperava encontrar o homem com máscara de lobo para pedir-lhe mais instruções. Ou talvez devesse confiar em R'hllor e olhar em suas chamas. O simples pensamento no fogo levou Daaren à levar a mão livre à cintura e retirar o vidro de dragão - o objeto tão característico que, segundo o que sabia, possuía propriedades mágicas. No entanto, notou um brilho estranho. A vela acendeu sozinha, com uma chama de coloração pálida. E Daaren viu imagens sendo projetadas do objeto.

Via o que parecia ser uma fortaleza, e o famigerado trono de ferro. Um rei. Nunca havia visto o rei de Westeros, mas diria que era ele apenas pelo fato de corresponder às imagens que tinha de tal figura. Em um piscar de olhos, as imagens alternaram-se. E, notando o simbolismo quase instantaneamente, viu um leão abocanhando o pescoço de um dragão. Coisas das quais Daaren não sabia se deveria se preocupar, uma vez que Westeros estava tão distante. Ainda assim, a imagem ficou em sua cabeça por um bom tempo. Trocou olhares com Amaya em silêncio, mas resolveu ignorar por hora.

Iria lidar com isso depois de terminar sua missão.

[...]


Esperando pacientemente o arquimeistre e sua comitiva com Amaya, Daaren havia se caracterizado para se parecer o mais convidativo o possível. Não se vestia como os habitantes, que talvez não o reconhecessem, ou o julgassem traidor. Em vez de túnicas negras ou vermelhas, vestia um tecido azul claro, mais ou menos como imaginava os westerosi, ainda adicionando algumas correntes como acessórios para ser um pouco mais natural. O rosto estava limpo de qualquer maquiagem, pouco comum para Daaren. Além disso, estava calçado em sandálias de dedo.

Ao ver a comitiva se aproximando, Daaren respirou fundo. Avaliou o homem que andava no meio dos meistres e viu que, pelo respeito que os outros tinham por ele (e o nojo que os habitantes pareciam sentir ao vê-lo), aquele deveria ser o arquimeistre. Foi na frente para cumprimentar o homem. Possuía uma formalidade incrível - sendo uma característica de Daaren, que talvez ajudasse a convencer a comitiva de que ele não era nada mais do que um guia, sendo essa exatamente sua intenção.

— Boa noite, septões. Arquimeistre. — Os cumprimentou ao se aproximar suavemente dos homens. Reverenciou-os, cruzando os braços nas costas e abaixando a cabeça. — Sejam bem-vindos à cidadela de Asshai. Meu nome é Daaren. Sou um morador que, como os senhores, tiveram uma longa e cansativa viagem para chegar nestas terras longínquas. — Daaren repetiu aquele cumprimento muitas vezes em sua cabeça. Queria soar convincente, mas não sabia se parecia natural. Parecendo ou não, não contava uma mentira - trabalhava apenas com meias-verdades.

— Estou aqui para recebe-los, senhores. Sabendo que um navio com uma comitiva de representantes leais da Fé dos Sete e o arquimeistre, o próprio, iriam aportar em um local tão longe, me senti na obrigação de conhecê-los. Duvido muito de que qualquer outro morador deste lugar estejam a vontade... — Disse, diminuindo o tom de voz para que os outros não ouvissem. — Está é uma cidade de feiticeiros, prostitutas e pagãos, senhores. Talvez vocês queiram um teto para não correrem o perigo de serem alvos de tais heresias?


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Re: [Quest Narrada] The Great Conspiracy

Mensagem por Narrador em Dom Out 09, 2016 6:30 pm

O membro 'Daaren de Asshai' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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The God of Fire


Daaren me respondeu a pergunta sobre o porquê de ele escolher logo Asshai, que na verdade, segundo ele, havia sido mais um acidente, ao menos em nossa visão até então limitada. Olhares mortais não poderiam compreender com exatidão os planos do Deus do Fogo. Mas o que me deixou um pouco mais aliviada com tudo foi o fato de o mesmo se mostrar a favor do pensamento de ficarmos perto do Arqueimeistre, afinal, ele sabia melhor do que ninguém sobre as pessoas que viviam naquelas localidades e a qualidade de seu caráter.

Ouvindo o relato dele me lembrava de como era a vida em Astapor, apesar de eu ter ficado lá por muito pouco tempo, somente sediou o local onde eu havia experimentado a escravatura, nada mais. Assim que havia sido comprada uma nova vida começou, e como dizia Olivier, com planos grandioso para comigo e meu futuro. Seus cuidados foram essenciais para que eu crescesse não somente como sacerdotisa, mas também como mulher. Daaren também havia tido algum sábio que o ajudara em sua jornada, todos temos, e o fato de pensar que eles haviam sido corajoso o suficiente para pregar a fé Vermelha em terras onde a escuridão é a principal descrição, mostrava que os servos estavam mesmos dispostos a fazer o que fosse necessário para que a palavra de R'hllor fosse ouvida em todas os cantos de todas as províncias.

Aquela cidade me mostrava o quanto algumas pessoas podem querer se isolar na própria escuridão que se forma dentro delas pela culpa que pareciam carregar consigo mesmas. Um fardo tão pesado que trancava suas almas e pensamentos tão obscuros, acontecimentos tão culposos que os faziam querer afastar-se de si mesmos para que a mente continuasse sã. Colocavam-se a si mesmos em caixas dentro do próprio subconsciente e ficavam em guarda para o caso de qualquer um parecer querer se aproximar mais do que apropriado, com seus olhos secos e vazios, seus segredos tão lacrados que seriam capazes de ir com eles até o túmulo, e, quem sabe, levá-los direto para lá.

Sinto-me um tanto quanto seguro sabendo que Daaren não me deixaria sozinha naquele lugar. A curiosidade mesclada com a sede e fome de ter sua escuridão saciada com o sangue vermelho, como se eles matassem a todo momento aquilo que encaravam para sentirem algum sinal de vida em si mesmos. A cidade macabra não me deixava confortável, em momento algum.

A noite caia sobre as ruas de Asshai, e o movimento visível para visitantes era ainda mais calmo, uma ou outra alma ainda poderia ser vista andando entre as sombras, buscando ser sempre furtivos.

A vela dada pelo velho lobo que se dizia enviado por uma visão de R'hllor com intuito de nos ajudar se acendeu enquanto eu a encarava com curiosidade, sua chama pálida formava uma sombra que dançava em volta de nós. Sua chama parecia ser fornecida diretamente pelo Senhor da Luz, pois senti minha alma se renovando de esperança e sua luz brilhando cada vez mais em meio a escuridão do local atual. Até que então fui agraciada com um mergulho místico em meio a uma visão, a sala do trono de ferro se destacava em meio a tudo, juntamente a imagem do irmão do rei, Eragon. A chama aumentou para, em seguida, desaparecer, deixando apenas uma imagem de um leão detendo entre os dentes o pescoço de um dragão. Olho para Daaren, apenas como simbolismo, era difícil pensar que ele não viria algo assim.

[xxx]

Seguindo o exemplo de Daaren, talvez usar vermelho ou preto não fosse um bom disfarce para quem não quer chamar atenção desnecessária dos meistres, visto um dos meus raros vestidos verdes, que, de uma forma ou de outra, combinava com os cabelos ruivos que caiam sobre minhas costas, livres de qualquer coisa que pudesse impedi-los de voar com o vento. O rosto estava com uma maquiagem leve, apenas para ressaltar os traços do rosto, gostava de usar batons vermelhos, e acreditava que isso era tão comum que não teria maiores problemas.

A comitiva se aproximava e podia sentir um leve frio na barriga ao lembrar das palavras do velho, não poderíamos nem mesmo pensar em nos mostrar avessos as suas ideologias religiosas, ainda mais pretendendo estar tão perto dos homens, principalmente do Arquimeistre, homem o qual era tratado quase que como um dos Sete entre os homens tamanho era o respeito dos demais para com ele.

Vejo Daaren se aproximando da comitiva de meistres se apresentando prontamente e oferecendo-se para guiá-los. Apenas fico ao seu lado, sorrindo simpaticamente enquanto ele falava o que era necessário, e, tão bom fora seu discurso que, a única coisa que tive a acrescentar foi uma breve introdução pessoal, afinal, falar demais poderia acabar com aquilo que Daaren havia construído com suas palavras astutas.

- Boa noite cavaleiros, septões, Arquimeistre. - Disse fazendo uma reverência um tanto quanto mais formal para este último. - Chamo-me Amaya e, assim como Daaren, estou aqui para oferecer-lhes o suporte necessário para fins de guiá-los por entre essas terras.

O sorriso não deixou meu rosto em momento algum, mostrando uma felicidade que, interiormente, eu não sentia ao vê-los, mas eles precisavam pensar que encontraram o alguém ideal para mandar e desmandar, deixaria que acreditassem que eu não era uma pessoa provida de muito intelecto ou orgulho pessoal para, assim, ver o quanto se soltavam enquanto estavam na minha presença.

Os cidadãos, no entanto, não pareciam muito preocupados em mostrar qualquer tipo de agrado ao ver tantos meistres juntos, então não era necessário aguçar tanto o sentido perceptivo para ouvir algum resmungo ou piada infame sobre a religião e as próprias pessoas as quais estava me apresentando. Meus olhos fitavam a tudo e a todos naquela comitiva, como se, somente com o olhar, quisesse transmitir uma sensação de que não eram todos que os abominavam dali, queria mostrar que alguém os achava especiais, importantes.

   


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Re: [Quest Narrada] The Great Conspiracy

Mensagem por Narrador em Qui Out 13, 2016 9:50 pm

O membro 'Amaya de Astapor' realizou a seguinte ação: Lançar dados


#1 '[D20]' : 20

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#2 '[D20]' : 15
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Re: [Quest Narrada] The Great Conspiracy

Mensagem por Great Other em Sex Out 28, 2016 1:10 am

The Great Conspiracy


A apresentação da dupla surtiu um bom efeito sobre a comitiva, tornando Amaya e Daaren os novos guias dos estudiosos. Após uma breve conversa apoiados sobre um grande mapa das redondezas, a dupla descobriu o destino da comitiva: não tinha destino. Eles tinham suprimentos para passarem seis meses longe da cidade de Asshai, e mais suprimentos dentro do navio que estava no porto -suprimentos para passarem um ano caso se interessassem por ficarem mais de meses por ali-. A comitiva queria explorar a região fora da cidade, região em que eles já pisavam. Amaya e Daaren seriam necessários para não se perderem nessa estranhíssima aventura.

Iniciaram por dentro de uma vegetação de erva-fantasma, não tinha outra maneira, era necessário passar pela vasta floresta de gramínia -ela era mais alta que um homem a cavalo e com o caule tão pálido quanto opalina-. É uma planta invasora que mata qualquer outra vegetação, portanto eles veriam isso, apenas isso, durante um bom tempo, até chegarem na área montanhosa das Terras das Sombras, isso se não forem pegos por Homens das Sombras: um povo que se estabeleceu ao longo da região montanhosa das Terras das Sombras, no mais leste do mundo conhecido. Homens das Sombras são conhecidos por cobrirem seus corpos com tatuagens e vestirem máscaras de madeira que atormentam os sonhos dos viajantes mais curiosos.

๑ ๑ ๑

+ Quase como no outro turno, cada um vai postar três vezes. Em vez do foco ser na dupla, Amaya e Daaren, nesses turnos quero uma criação detalhada de cada membro da comitiva, trabalhem esses personagens e, o mais importante, quero uma criação de post semelhante a uma DIY, ou seja, utilizando a imaginação de vocês, me contem como foi essa etapa da jornada com os meistres e septões dentro da floresta de erva-fantasma, me surpreendendo com os mais inusitados problemas, psicológicos e físicos. Essa será uma etapa importantíssima, para ai sim, eu dar início a quest, levem o até aqui como uma introdução. Boa sorte.
+ É necessário que terminem o post localizando um grupo de Homens das Sombras em um sacrifício, quase semelhante a imagem desse post, envolvendo os elefantes.
+ Ao final do terceiro post role três vezes o D20.
+ Assim que postar na quest avise por MP
+ Segue a ordem de postagem: Daaren > Amaya > Daaren > Amaya > Daaren > Amaya > Narrador 
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Re: [Quest Narrada] The Great Conspiracy

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