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[RP FECHADA] No place like the home you never knew

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NO PLACE LIKE THE HOME YOU NEVER KNEW
RP fechada, que começará com o post de Elliot. Participantes: Elliot e Dorian. Ano 357, porto da Ilha.

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No place like the home you never knew

Já fazia dois meses que tinha partido de Asshai da Sombra, minha terra natal. Havia percorrido um longo e perigoso caminho desde meu encontro na grande montanha, na noite em que muitas coisas se revelaram perante meus olhos, no dia em que a sabedoria da noite e das estrelas se revelaram à minha jovem alma, entretanto não havia tomado a decisão naquele momento, ainda não.  Uma carta, óh sim, uma carta. Um amigo tinha me impulsionado definitivamente para a terra de meus ancestrais. É verdade, eu nada conhecia de lá, e também sequer conhecia minha família a não ser pelo que meu querido pai me contara nos meus dias como asshai’i.

Asshai da Sombra era maravilhosa, antiga cidade de deuses e deusas humanos por assim dizer, se é que posso cometer tal exagero. Os edifícios feitos de pedra negra. A lua cuja a energia era absorvida pela cidade e que em cânticos ancestrais era convertida em pura magia! Os atores e atrizes, que tanto admirei nos meus tempos de noviço e que compartilhei boas gargalhadas, atuações e até mesmo batalhas! Não batalhas, mas eram batalhas para um rapazote jovem e às vezes bêbado! Hahaha. A cultura única, esotérica e sábia óh sim. A brisa do vento cortou meus devaneios como um faca. O navio se chocou contra uma violenta onda. As velas estufaram. O timoneiro guiava. Os homens guinchavam em fúria, lutando para se manter de pé.

- Está uma noite e tanto, timoneiro! Falei de maneira alegre e sorridente. O homem estranhou-me de imediato devido a personalidade conflitante com minha aparência rústica e minhas roupas, inteiramente de couro negro.

- Er... De fato, creio que logo chegaremos. Anh... De onde és mesmo? Respondeu, ainda confuso.

- Sou da Campina, cresci na Árvore, mas o destino me trouxe para o Norte e decidi por começar pela Ilha dos Ursos! E para o frio do norte, nada como couro fervido e preto! Não concordas? Hahahahaha! Inquiri, encarnando um personagem. Um jovem aventureiro e completamente inexperiente, provavelmente sem noção de perigo e futuro que provinha da Campina, uma das regiões mais férteis de Westeros e preconceituosamente, a região que gerava os homens mais frouxos do continente.

- Isso explica algumas coisas. Sussurrou. - O que procura lá um rapazote como tu? Perguntou para mim. Mantive um sorriso e uma postura física jovial e despreocupada, olhei para o horizonte de forma sonhadora e inocente, apenas jovens bem apessoados e levianos faziam aquilo, pelo menos, nas peças que já havia interpretado.

- Quero ver os ursos ora! Depois tomar o famoso hidromel do norte, quem sabe foder com umas putas! Hahahaha, a vida é bonita e preciosa, além do mais, cheia de oportunidades para quem estiver disposto a agarrá-las! Pronunciei, foi uma das minhas cartadas teatrais mais apelativas, de fato. O timoneiro parecia envolvido com a positividade e a simpatia daquele jovem que eu havia encarnado. De repente, uma onda poderosa irrompeu no casco e fez o navio sacolejar. Tossi de súbito pois havia engasgado por nada, e cumprimentando o timoneiro, me retirei. Chega de atuação e mar por hoje.

Me limitei a descer do convés superior e caminhei até minha cabine, era simples, continha uma rede, uma cadeira e uma mesa mas me servia. Sentei sobre a cadeira e observei um livro de capa negra que estava sobre o móvel e abri-o.

... A modelação de sombras é um processo no qual os umbromantes sentem, canalizam e projetam a sombra a sua volta em formas físicas, passando a modelá-las a seu bel prazer e dar formas que variam das mais simples até as mais sofisticadas. Tão bem como respirar podem invocar ilusões que são tangíveis quanto a própria realidade ou modelar em objetos que servem igualmente como os da mesma. A umbromancia sempre esteve intimamente ligada ao próprio usuário e com aspectos sombrios, de modo que muitos bons feiticeiros se revelaram sê-los pelo fato de conseguirem converter não apenas sombras, mas suas próprias vivências, sentimentos e anseios mais obscuros de seus próprios corações…

Falei em voz baixa. Fiz uma breve pausa reflexiva, concentrando nos anseios obscuros. Não era difícil pensar nisto de fato, em Asshai se vê mais tristeza e obscuridade do que alegria e luz, a luz escondia-se nos lugares mais improváveis e apenas os resilientes a encontravam, isto é verdadeiro. Tal explicação já tinha se elucidado em minha mente, mas sempre lia novamente e refletia sobre. - Se trata dum processo de externalização, expulsão e adaptação posterior. Expurgar a ignorância, a tristeza do próprio corpo, não, da própria alma e resgatá-la de forma purificada. Fiz uma pausa, mirando o horizonte que se estendia no pequeno quadrado de minha cabine que cumpria a função de uma janela. Estas reflexões geralmente me resgatavam uma profunda sensação de melancolia e ao mesmo tempo, sempre senti que meu coração fosse imune a efeitos nocivos da mesma. A melancolia era um contentamento, uma felicidade em se permitir estar triste e refletir e conseguir se resgatar novamente sem cometer a ignorância de invalidar a causa primária, a energia motriz do evento. Suspirei, vendo a lua sobre as águas e as estrelas que audaciosamente disputavam atenção dos meros mortais que cruzavam tais águas. Um guincho me chamou para meu corpo novamente, e notei no canto de minha cabine uma pequena gaiola de madeira, e dentro, um ratinho.

Caminhando até lá, tomei migalhas de pão e queijo na mão e as esfreguei na palma da mão para misturá-las, dando-as para o animal logo em seguida. Pobrezinho, não comia a dias. Num piscar de olhos a débil refeição sumiu do assoalho e seus olhinhos negros me encaravam em súplica por mais. Pensei nos meus anos de treinamento, nos conhecimentos que tive contato em Asshai e que estava tendo agora com aquele livro… com aquele rato… Óh sim, não éramos tão diferentes. Fechei os olhos e me concentrei na noite, na fome, na vontade de matar meu cativo - caso eu estivesse preso - e ser livre. O ar envolta de meu rosto ficou denso, pesado, como se a gravidade tivesse aumentado e duas sombras se projetaram de minhas mangas de couro negro e se retorciam grotescamente, formando um grande pão e um apetitoso pedaço de queijo. O rato guinchava de forma fogosa. Seu focinho farejava. Seus olhos varriam minhas mãos. Estendi a comida ilusória e de forma ávida o animal começou a banquetear-se, sorri como quem sorri quando um inimigo dá uma estocada e erra. Permaneci ainda por minutos com as palavras em minha mente, e então a ratazana começou a contorcer-se e não demorou para morrer. Era um animal fraco, débil e sem utilidade. Morreu porque se rendeu aos instintos primitivos.

Sentei na cadeira novamente, com intuito de ler o livro, entretanto, um homem bradou por terra firme no convés superior. Recolhi meu livro e minha sacola de provisões, jogando-a sobre as costas e subindo os degraus. Ao longe e banhada pela noite uma pequena ilha erguia-se, o recanto de um amigo, o recanto de ursos e futuramente, talvez, um novo lar para um velho alce. Ou não tão velho assim...

Não demorou para o navio atracar no porto e não tardei para saltar da nau e pousar minhas botas de couro negro no solo da ilha. Estava todo de preto e couro, mas o tecido era fino e já sentia o frio do local. Tomei uma capa de algodão negro nas mãos e a vesti sobre meus ombros, e intuitivamente, segui a trilha de archotes bruxuleantes que davam acesso a via principal que era ladeada por casas de madeira, carroças, uma taverna, um comércio aqui e outro ali. Tudo muito simples. A medida que andava, senti os olhos de alguns soldados que cumpriam seus turnos se acumularem em mim assim como de alguns plebeus porém me mantive firme e decidi por não trocar olhares com ninguém, afinal, era eu um desconhecido, vestido peculiarmente com uma aparência que poderia ser considerada um pouco ameaçadora. Passado tais problemas, não demorou para atingir a fortaleza Mormont, cercada por grossos troncos fincados na terra. Soldados guardavam a entrada e todos os outros pontos imagináveis.

- Sou Elliot da casa Hornwood das Colinas Cabeça de Carneiro. Desejo ver Lorde Dorian Mormont, por gentileza, senhores. Pronunciei de maneira cortês e alegre, meus anos com a trupe de atores e atrizes me renderam um vocabulário refinado e as peças, maneiras de um nobre e poder de agir externamente como outra pessoa, não que eu não o fosse nobre, todavia, não me sentia como tal e para isto serviria minha habilidade de atuação... Esperei a resposta.

Legendas

Falas
Narração
Pensamentos
Falas de Terceiros

Habilidade treinada:
Atuação

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Tendo em vista o salto de tempo, pode-se dizer que esta rp é um flashback.
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Avaliação de treino de habilidade

Elliot Hornwood

O treino ficou muito bom, ainda que habilidade treinada não tenha sido tão explorada quanto poderia, e para isso eu sugiro que sempre detalhe o máximo que puder a respeito da habilidade que procura desenvolver, ao fazer um treinamento.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 22% de experiência pelo atributo de inteligência com 8 pontos
- 10% de experiência por ter a habilidade no nível 3

Recompensas
+ 112 pontos de experiência em Atuação





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O Alce Sombrio
a Sombra do Urso

Dorian naquele momento estava no pátio. Apesar do frio nortenho, o homem estava com uma camiseta cinza, calças de couro e coturnos de couro fervido. Em seus braços, Norian, um pacotinho de olhos claros e roupas quentinhas. Está que ainda muito jovem, só podia sair um pouco, e naquele momento estava com seu pai. Então, o lorde da ilha estava literalmente deitado no pátio de seu castelo, brincando com a filha.
 
Contudo, escutou algo vindo dos portões. Os guardas pareceram meio tensos, e o Mormont decidiu agir de uma vez, já que estava desocupado. Beijou a testa da filha, que deu um gostoso riso infantil pelo cavanhaque do pai lhe fazer cócegas, e entregou a cuidadora que levaria até Nanien.
 
Em pé, foi até o portão, onde os guardas se afastaram, entraram em posição de continência e falaram quase de imediato “milorde!”. O Mormont, por sua vez, apenas maneou a cabeça em sinal para os homens relaxarem seus nervos, não era necessária tanta formalidade. E lá estava na frente dele. Um homem soturno, de pele amorenada pelo sol, sem longos cabelos como é normal de um nortenho para se proteger do frio.
 
Hn... Levando por está vestimenta... – A expressão analítica de Dorian, e seu olhar pesado, quase como se estivesse crendo que fosse um inimigo, se quebrou em um instante quando ele sorriu e estendeu a mão na direção de Elliot. — Elliot Hornwood, o Nortenho de Asshai. Demorou menos do que eu esperava, amigo.  
 
Quantas pessoas ficariam em pé perante um encarar de Dorian Mormont sem pensar que poderiam ser esmagados por suas gigantescas mãos, ou até mesmo esquartejados por alguma adaga que ele tenha escondido, mas sempre puxa no último instante? Nos últimos anos, agora que o inverno está chegando, Dorian tem mudado muito sua conduta. De um lorde bondoso, para um lorde... Assustadoramente bom. As pessoas torcem para que o final de seu olhar venha com um sorriso, pois se não vem, a fama da brutalidade do Urso em combate já diz o final que vira.
 
”treino”:
Intimidação

  
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No place like the home you never knew

Fiz minha requisição de forma respeitosa e alegre, mas tal atuação não durou por opção minha e a cada segundo e minuto onde os guardas se entreolhavam e enviavam algum de seu bando para longe fazia com que eu pouco a pouco reduzisse a intensidade do fingimento até ele se desvanecer com a chegada do Urso como vapor numa noite gélida. Era alto, cabelos longos, barba, usava roupas simples e nada calorentas. Por um momento nos encaramos, segundos que pareceram uma eternidade, sua aparência havia mudado assim como alguns trejeitos e me senti estranho em sua presença. Tinha chegado na calada da noite, desarmado, para falar com um lorde que conheci vagamente e que troquei cartas sem nunca nos ver novamente! Talvez eu fosse um tolo como meu mestre Q’onos sempre dizia mesmo, ou talvez não, mas uma pontada de medo e intimidação me atingia e rapidamente sumiu quando este chamou por mim e me estendeu a mão com um riso.

- Dorian Mormont, o Nortenho do Norte! Fiz uma pausa para a piada sem jeito e sorri de forma moderada, como sempre fazia moderadamente em diversas situações que não estava atuando. - Última vez que o vi não era… assim. As coisas mudaram, de fato… Como tens estado? Perguntei. Os guardas relaxaram e retornaram a seus postos enquanto me distanciava deles com Dorian ao meu lado, caminhando de forma tranquila enquanto conversávamos.

- Me casei, tenho duas crianças e uma ótima esposa. Irá conhecê-los assim que possível. A Ilha dos Ursos está segura, prosperando com muito esforço e suor e estamos nos fortalecendo. O inverno está chegando, como dizem os Stark. Falou o homem, caminhando com os braços para trás enquanto tomávamos um rota alternativa que nos conduziria ao lado leste da ilha. Adentramos um pouco mais na floresta e incrivelmente havia-se montado postos de vigília suspensos em árvores fortes o suficiente para aguentar o peso de cinco homens saudáveis. - E você? Rebateu, parando nossa caminhada por alguns segundos e admirando a noite sob a vigia atenta dum sentinela sob nós dois. Ambos cumprimentamos o soldado de forma cordial.

- Passei todos esses anos estudando so… Interrompi por alguns segundos quando estava prestes a falar sombras. - ...bre os mais variados assuntos. Viajei por alguns meses com mercadores tyroshi e iytiish para conhecer o Mar de Jade e enriquecer. Não cheguei a me tornar tão rico como um magíster mas consegui desfrutar de uma vida de certa pompa ao lado de meu pai. Proferi, sorrindo no final e admirando a escuridão da noite e a beleza do céu. Noites como estas sempre aguçavam as sombras ao meu redor e faziam minha percepção em relação a elas aumentarem consideravelmente, todavia, tal efeito era totalmente interno e nenhuma suspeita eu permitia escapar de meu âmago.

- E como anda ele, o filho de Halys Hornwood? Perguntou, e recomeçamos a caminhada noturna. Parecia que os animais estavam se escondendo de nós porque não havíamos tido nenhum encontro do tipo. Minhas pernas já estavam cansadas, meus pés pareciam bigornas, minhas costas estavam doloridas e o resto do meu corpo clamava por algumas horas de sono todavia me mantive firme na trilha e me esforcei fisicamente, estava sendo um passeio vigoroso aquele.

- Meu pai morreu, vítima de uma doença que corrói por dentro durante meses e retira toda a força vital. Nem mesmo os asshai’i conseguiram salvá-lo. Respondi.

- Sinto muito, que ele tenha se reunido com seus deuses novamente. Respondeu de forma amigável como se ele fosse um velho amigo do Urso. Dorian podia ser muitas coisas mas era uma pessoa de bom coração para aqueles que mereciam, e eu merecia? Não saberia responder agora e provavelmente não saberei futuramente. Todas estas cartas, essa conversa e nenhuma vez me questionara a respeito de Asshai da Sombra ou me acusara implicitamente de ser algum tipo de pessoa que se julga mal por simplesmente estar em Asshai! Era nobre de fato, tanto de modos como de coração e tal homem só começava a me despertar uma sensação de confiança e certa admiração.

- Era um alce saudável igual um auroque, mas no fim essa doença o levou, teve uma boa vida isso não se pode negar… Mesmo longe de sua casa. Subimos um pequeno montículo que estava entre duas árvores e lá paramos para observar o mar. Minhas pernas já não aguentavam, começava a me esforçar para não arfar feito um cão e meu vigor já não se regenerava tão rápido como a quinze anos atrás. Dorian me olhou e sorriu, pousou a mão no meu ombro e me conduziu no mesmo caminho. - Aquela carta... O Norte... Dorian... Tentei...

- Vamos, temos muito que conversar ainda, mas iremos nos proteger deste frio primeiro. Convidou e eu me limitei a sorrir e menear a cabeça gentilmente, e isto não era atuação! Se a falta de vigor fosse atuação eu seria grato e voltaria a ser vigoroso, todavia não era… Desaparecemos em direção a fortaleza do Urso.

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A sombra
e seus contos

O salão em seu lado interior era quente e agradável. A neve que acumulou sobre as vestes de ambos teria os abandonado com facilidade sem igual após a lufada de ar quente do lado interno. Guiou seu visitante e agora, novo conselheiro, até um dos assentos das três mesas de visita. Foi para a mesa central.
 
Ao se sentarem lá, uma serva com vestes humildes se aproximou e serviu a eles um pouco de vinho. Deixou que o homem recupera-se seu folego, para só então, começar a falar novamente.
 
O Inverno está chegando, Elliot.   – E com um olhar fixo na lareira, Dorian tomou mais um longo gole de vinho. — Estou pronto. Mas temo que nem todo o Norte esteja. A pouco houve uma grande reunião com Tristan, a qual nos orientou sobre o que deseja de cada casa.  
 
O que porque de Dorian estar comentando aquelas coisas para Elliot? Bem. Se ele iria ser seu conselheiro, queria que o homem soubesse tudo. E queria ouvir o que ele tinha a dizer, antes de consagrar a ele o cargo real de conselheiro.

  
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No place like the home you never knew

Havíamos adentrado no salão do Grande Urso. Era rústico, feito em sua maioria de grossos tronchos, candelabros, mesas retangulares e num local de destaque estava a mesa do lorde e pessoas mais estimadas e perto uma grande lareira. Uma corrente de ar quente soprou e retirou uma grande parte do frio de meu corpo e da neve de minhas roupas. Eu era um ashai’i e estava acostumado com o frio e clima escuro, todavia o Norte era diferente de tudo que tinha experienciado em minhas três décadas de verão. Uma mulher se aproximou e nos serviu com pouco de vinho, lhe agradeci com um aceno da cabeça e então Dorian falou.

- O inverno está chegando, Elliot. Fez um breve pausa para beber enquanto olhava para o fogo a crepitar na lareira. - Estou pronto. Mas temo que nem todo o Norte esteja. A pouco houve uma grande reunião com Tristan, a qual nos orientou sobre o que deseja de cada casa. Falou, e uma coisa me veio a mente, um pensamento que Q’onos adorava recitar sem parar para mim quando eu era mais jovem e era um mero iniciado em meus estudos. Seria sábio dizê-lo? Talvez eu parecesse um pessimista e melancólico, mas se não pudesse ser verdadeiro com Dorian talvez eu não merecesse sentar-se em seu salão.

- O destino raramente nos chama quando estamos prontos. Recitei, examinando o fogo crepitando com um pensamento distante, todavia consegui executar um riso acalentador. Não pretendia concordar com tudo que o Urso dizia ou fazia, senão seria apenas um bajulador. - Conheço pouco das políticas westerosi Dorian, todavia não seria difícil estudá-las. E conheço de coisas como a Longa Noite, os Outros e criaturas que foram confinadas Para-Lá-Da-Muralha. Meus anos em Asshai me possibilitaram um contato bem forte com estas histórias antigas e relatos de tempos passados. Disse, tomando cuidado com cada palavra dita, não queria dar a impressão errada ou vacilar com as palavras.

- Passei muito tempo no leste, mas com sua carta senti que deveria voltar, que deveria ajudar e aqui, no Norte é onde eu seria mais útil, ainda mais com a fraqueza de minha Casa. Ainda assim, sinto que não estou olhando para todo o quadro e sim apenas uma parte. Tomei uma pausa, analisando as feições do Mormont. Seus olhos ferozes e aparência rústica me analisavam. Tomei um gole do vinho, sentindo o calor do álcool invadir minhas veias.

Sim, a Longa Noite e os Outros eram as histórias mais antigas a respeito de magia que se tinha conhecimento. A Longa noite fora um período sombrio da humanidade onde um longo inverno chegou, trazendo os Outros com ele. Espíritos gélidos e tão malignos como todos os demônios juntos, e talvez nem isto. Eles guerrearam com os Filhos da Floresta e os Antigos e foram repelidos para as Terras de Sempre Inverno. Repelidos, mas não mortos. O aparecimento de um novo cometa, a agitação dos sacerdotes vermelhos de R’hllor, dragões negros sendo chocados e devorando outros dragões… Tudo isto estava contribuindo para o retrocesso aos tempos antigos, como a sessenta anos atrás quando Daenerys Targeryan chegara em Westeros com suas criaturas. E tenho sentido a magia de sombras cada vez mais forte a cada dia que a utilizo, e duvido que seja apenas pela prática. O inverno está chegando, e Azor Ahai permanece anônimo… Fiz uma longa pausa para reflexão a cerca desse conjunto de de acontecimentos. Eu acreditava em Dorian, os Outros, a Longa Noite, Aranhas de Gelo, gigantes… Tudo era real e uma sensação incômoda me invadiu o âmago ao sentir que a algumas centenas de léguas do lado norte da Muralha o Rei da Noite poderia estar se preparando, reunindo energia, reunindo carne para seu exército e esta era composta por selvagens.

- Já que és o lorde mais próximo da Muralha creio que seja o melhor no assunto. Como está a Patrulha e os Selvagens? Terminei, bebendo mais vinho. Já sentia o calor em meu interior e o frio agora parecia uma memória distante.

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Avaliação de treino de habilidade

Dorian Mormont

Dorian, eu senti falta de conteúdo em seu treino. Quer dizer, eu entendi o que foi usado de intimidação, mas não foi o suficiente. Queria que tivesse explanado mais, entende? No mais, encontrei alguns erros de acentuação, que também ocasionaram um desconto pequeno. Tente dar mais detalhes ao texto, ok?

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (10/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (10/20)
+ Ortografia e Organização (8/10)

Total (58/100)


+ 18% de experiência pelo atributo de inteligência com 7 pontos
- 0% de experiência por ter a habilidade no nível 1

Recompensas
+ 68 pontos de experiência em Intimidação

Avaliação de treino de habilidade

Elliot Hornwood

Olá, rapaz. Você escreve muito bem, fiquei maravilhada, mas não houve exploração da habilidade em si. Você mencionou que estava cansado e tudo isso, mas o personagem logo parecia esquecer, para depois lembrar novamente. Não houve uma exploração linear dessa condição da personagem, então, haverá desconto, alterando o resultado final. Dê mais detalhes, explore os pensamentos do personagem e acredito que se sairá melhor nas próximas avaliações.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (10/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (5/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (55/100)


+ 22% de experiência pelo atributo de inteligência com 8 pontos
+ 10% de experiência por ter a habilidade no nível 0

Recompensas
+ 62 pontos de experiência em Vigor

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Avaliação de treino de habilidade

ELLIOT HORNWOOD

Sua escrita é boa e leve, deixando o treino interessante. Gostei da font e das letras, que fizeram a leitura ser mais agradável. Quanto ao treino, não tenho do que reclamar. Notei apenas alguns erros de digitação e os últimos parágrafos poderiam ter sido melhores distribuídos.



Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (29/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (99/100)


+ 22% de experiência pelo atributo de inteligência com 8 pontos
- 10% de experiência por ter a habilidade no nível 3
+ 7% de experiência pelo dote inicial


Recompensas
+ 118 pontos de experiência em Arte da Guerra


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e temores


Ouviu calado toda a reflexão de Elliot. Parecia sim ser um rapaz capaz, mas de fato, era tolice de Dorian esperar que ele soubesse dar uma posição sobre algo que ele não conhece por inteiro. Desejava então, uma breve explicação sobre o estado dos Selvagens e da Patrulha.
 
Da última vez que Dorian visitou a muralha, a parte mais fria de toda a muralha, era a mão do Lorde Comandante. Tendo isso em mente, o Lorde chegou a tocar o próprio antebraço destro com sua canhota. Refletiu um pouco se era algo que cabia dizer a Elliot logo de cara, ou se era apenas o temor de um homem receoso.  Então, comentaria o genérico.
 
Os selvagens me parecem bem ativos. Atacaram a ilha alguns meses atrás, mas foram repelidos pela Glover, enquanto eu caçava piratas. — Comentou, pensativo sobre isso. — Ouvi falar sobre uma rainha além da muralha, mas não conheço seus intuitos. Já a Patrulha...
 
Os homens da muralha, guardiões do reino dos homens, pareciam mais desesperados quando ficaram perante o lorde comandante. Como se fossem... Ser mortos por ele ali mesmos, ou punidos, jogados pela muralha. Procurou palavras para descrever, e as únicas que encontrou foram.
 
Estão sob duro regimento.  
 

  
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No place like the home you never knew

Havia lançado minha pergunta e bebido de minha taça, o calor me invadiu assim como a voz de Dorian. As chamas da lareira bruxulearam novamente erguendo sombras selvagens, me senti hipnotizado por alguns segundos, todavia me concentrei no homem que a mim falava após breves segundos de reflexão.

- Os selvagens me parecem bem ativos. Atacaram a ilha alguns meses atrás, mas foram repelidos pela Glover, enquanto eu caçava piratas. Falou Dorian com uma carranca característica de homens que pensam antes da fala. O fato dos selvagens estarem ainda mais ativos só confirmava os temores que haviam se acumulado em meu âmago desde a carta e as recentes palavras do Grande Urso. Talvez Q’onos estivesse me vigiando e rindo de mim, talvez ele aceitara minha vinda para Westeros de forma tão compreensiva porque sabia que magia antiga estava se erguendo neste continente. Talvez ele tivesse visto algo nas sombras que tinha ligação comigo ou com meus parentes distantes e decidira aceitar a viagem após a carta de Dorian, seja como for, algo estava estranho em tudo isto e em minha mente isto não se tratava de deuses ou deusas, era magia antiga e seres tão antigos quanto ela! Quebrei minhas reflexões para ouvir o restante das palavras do Mormont.

— Ouvi falar sobre uma rainha além da muralha, mas não conheço seus intuitos. Já a Patrulha… Tomei outro gole e analisei seu rosto, parecia estar escolhendo as palavras com cuidado, como a um caçador escolhendo sua melhor ferramenta para abater um animal específico, e então completou… — Estão sob duro regimento. Disse. A tensão em meus ombros aumentou por alguns segundos e me forcei a relaxá-los. Ao menos a Patrulha estava forte sob os cuidados do seu líder, pelo menos, segundo o que havia ouvido do Grande Urso entretanto a rainha selvagem era preocupante.

Não tinha noções de quanto selvagens serviam Para-Lá-Da-Muralha mas caso decidissem atacar a Muralha ou fugir pelo Mar Tremente, escapando das criaturas místicas das Terras de Sempre Inverno, talvez a Muralha sozinha não conseguisse dar conta. Bastava um líder forte e um povo carente por segurança e um salvador, e o resultado poderia ser esmagador. Por fim quebrei o silêncio que se instaurou.

- Começo a entender, julgo eu. O Norte precisa se fortalecer e se unir para combater os Selvagens e qualquer coisa que tente atravessar a Muralha. Apostei. - Se me permite, Dorian, nos apresentamos numa situação improvável nas Cidades Livres uma vez e de uma situação improvável surgiu uma amizade improvável com um histórico ainda mais improvável. Parei, fazendo uma pausa para reflexão, estava repetindo a mesma palavra diversas vezes.  - Algo me trouxe até aqui, disso eu sei… Continuei...

- Uma carta, creio eu, meu amigo… Falou, sorrindo em gozo e dando um pequeno tapa em meu braço direito, rimos juntos e então decidi terminar minhas palavras.

- Se provou ser um amigo numa terra estranha para mim e me deu uma nova oportunidade, tal qual está me dando sua hospitalidade agora. O mínimo que posso fazer é oferecer minha lealdade, meus conselhos e também meu aço, se assim desejar e aceitar. Proferi de forma calma e controlada, estendendo a mão para o lorde logo em seguida e olhando-o nos olhos como iguais. Não faria um juramento ajoelhado, como diferentes, mas sim como iguais. Alianças concebidas entre iguais é muito mais duradoura e firme do que pactos entre diferentes, entre senhorio e escravo, homens e animais… Argumentei mentalmente, esperando sua respostas para voltarmos a conversar logo depois sobre o que quer que Dorian quisesse.


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Argumentação, o treino se encontra mais nas descrições e nos pensamentos do que nas falas do Elliot, creio eu.
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ELLIOT HORNWOOD

Um bom treino. A argumentação foi bem conduzida. Não tenho do que reclamar disso, apenas do travessão. De novo :rofl:



Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (27/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (97/100)


+ 22% de experiência pelo atributo de inteligência com 8 pontos
+ 10% de experiência por ter a habilidade no nível 0


Recompensas
+ 129 pontos de experiência em Argumentação



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