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[RP Fechada][Flashback] Are you strong enough to stand?

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are you strong enough to stand?
RP fechada, que começará com o post de Alina Greyjoy. Participam apenas Elyria Arryn e Alina Greyjoy. É uma RP flashback, ocorrendo um dia após Elyria permitir que a Greyjoy pudesse buscar refúgio na Ilha quando precisasse. O clima está ligeiramente mais quente e é uma manhã de céu claro, embora nublado.


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Above the waves, she heals.



Conforme caminhava pelo lar dos Mormont, Alina observava de forma distraída o céu nortenho. Este não parecia disposto a dar o que tanto a nascida de ferro desejava por pura questão de familiaridade - o calor e os raios fortes contra sua pele -, mas poderia dar a entender que estava tentando.

O dia anterior havia sido proveitoso e a Greyjoy estava mais do que feliz em ter não só alcançado seu objetivo, mas  também por ter conhecido uma hospitalidade que julgava improvável da parte de Elyria.

De toda forma, em breve precisaria partir e achava adequado encontrar-se com a jovem ursa e partilhar de suas atividades rotineiras até que chegasse a hora de voltar às Ilhas.

Finalmente, encontrava-se à frente dos aposentos da garota. Suspirou brevemente antes de dar duas batidas e ver a porta abrir-se, revelando duas íris castanhas a fitá-la da forma mais neutra possível. Por alguma razão teve vontade de rir, mas conteve-a, o que não significou uma abordagem formal em suas palavras.

— Olá, Elyria. — Disse, fazendo uma breve mesura com a cabeça. — Posso ter chegado um pouco cedo, porém estou disposta a aguardar caso ainda esteja se preparando. — Prosseguiu. — Devo retornar a Pyke hoje ainda, mas ainda espero poder desfrutar bons momentos em sua companhia.

Não havia malícia alguma em seu tom, mas os olhos da Greyjoy a denunciavam. Restava a tentativa de usar as palavras para convencer do contrário.

— Digo, poderia me mostrar os jardins e ervas medicinais que usam aqui. — Foi a primeira coisa que conseguiu pensar. — Ou uma simples caminhada serviria.

A nascida de ferro sentiu-se tentada a externar algo que demonstrasse suas intenções de provar gratidão pela hospitalidade e afins, mas dentre todas as habilidades que poderia oferecer, chegou à conclusão de que poucas seriam requisitadas ou úteis no castelo.

Afinal de contas, era uma Greyjoy, a inquietação e fúria do mar corria em suas veias.


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medicine

A nobre Mormont acordara cedo para tomar um banho. O frio havia amenizado, o que a fazia ter disposição para fazer as coisas que necessitava. Ali, pela manhã, o que havia feito na noite anterior não existia. Sem as sombras para esconder-lhe, voltava a ser Elyria Mormont, a moça que não tolerava deslizes ou falhas em sua maneira de se portar. Alina Greyjoy era uma lembrança guardada a sete chaves, embora ainda fosse uma lembrança. A serva esfregou suas costas com fervor, deixando a pele vermelha, o que a Ursa adorava, visto que a sensação de limpeza era maior. Ambas conversavam com informalidade a respeito de alguns problemas criminais.

- Mas você não acha que os bandidos devem ser mortos? Isso estimularia a diminuição de crimes, já que haveriam menos pessoas dispostas a realizá-los. - Elyria ponderou um pouco antes que pudesse responder.

- Suponha que todos os habitantes da Ilha tenham feito algo errado, até mesmo eu. Se nós os matássemos, não haveria mais súditos para governar e isso se viraria contra nós, que também teríamos erros. Como você define o erro de alguém? É pela gravidade da situação ou pela posição que ele ocupa? - A serva já parecia ter a resposta na ponta da língua, visto que mal a nobre fechara a boca, ela já começara a falar.

- Obviamente, pela posição dele. Mesmo que isso pareça errado para mim, que sou uma serva, vários lordes se veem com passe livre para estuprar suas súditas, enquanto que um camponês que estupra uma nobre é condenado à morte. - A Ursa balançou a cabeça, séria. Aquela conversa era bem profunda.

- Pois digo a ti que não deve ser dessa forma. O homem, e com isso incluo todos os humanos, deve ser julgado pela gravidade do erro que cometeu. Não importa se tem dinheiro, dragões, aço valiriano. Deve pagar por seus crimes. Parece justo, não? - A mulher riu enquanto esfregava os cabelos da Mormont, fazendo-a ficar confusa.

- Para você, é fácil falar. É irmã de meu senhor, está protegida por ele e pelos soldados. Nós, por outro lado, devemos contar com compaixão. Seu mundo baseado em justiça não existe. - Um soco no estômago da jovem que tinha ideais. Não era daquela forma que pretendia que a conversa acabasse, mas estava sem mais palavras. Em uma última tentativa, arriscou.

- Não se ficarmos calados. Se a voz do povo se erguer, nós somos obrigados a ceder para que não enfrentemos rebeliões. Pequenas concessões, sabe? Não deixe passar impune o que pode ser corrigido. - Ouviu um "Até parece" proveniente de sua serva, então ficou calada de vez.

{ ... }

Ainda estava com o espartilho e a saia de baixo quando ouviu batidas à porta. Foi até ela e a abriu, escondendo-se por trás dela, apenas com o rosto a verificar quem lhe incomodava. Qual não foi sua surpresa ao ver a Greyjoy ali? Elyria manteve o olhar neutro e régio que treinara durante toda a vida, visto que ali, na claridade do dia, não estava disposta a arriscar coisas. Ouviu-a e imitou a mesura quando a nascida de ferro assim o fez, os olhos contendo um desejo que ela podia tentar esconder, mas não conseguiria. Não tão bem quanto Elyria sufocava os próprios sentimentos. Sem sorrir, permitiu que a mulher entrasse, aproveitando para ir atrás do vestido separado para o dia, de forma que não ficasse em vestes tão indecentes à frente de Alina por muito tempo.

- Devo recordar-lhe que está no Norte, não encontrará muitas plantas que resistem ao nosso frio constante. Tenho um estoque de ervas medicinais, se assim o desejar. Poderemos ir até os jardins, de forma que posso mostrá-las a você. Mas não espere que a minha companhia seja a melhor possível. - Tinha um quê de raiva em sua voz que não foi capaz de ser suprimido, irritando ainda mais Elyria. Mas qual era o motivo para nutrir raiva pela Greyjoy?

habilidade treinada:
- Argumentação.



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Avaliação de treino de habilidade

Elyria Arryn

Treino muito bem feito e bastante interessante, a habilidade foi treinada com maestria. Não vou escrever uma avaliação foda aqui simplesmente porque são 4h10 da manhã e minha capacidade de escrever avaliações fodas está funcionando a 0% agora, obrigado pela compreensão. Volte sempre.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 38% de experiência pelo atributo de inteligência com 12 pontos
- 15% de experiência por ter a habilidade no nível 4

Recompensas
+ 123 pontos de experiência em Argumentação





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Above the waves, she heals.



Melhor que ninguém, a Greyjoy sabia que superfícies calmas nem sempre eram sinônimos de tranquilidade nas profundezas. As mesma regras se aplicavam às pessoas, ou ao menos assim gostava de crer, e sentia isso ou ouvir o tom comedido de Elyria e fitava suas íris castanhas que pareciam ferver.

Não sabia exatamente o motivo daquilo, mas suspeitava que tivesse a ver com assuntos não acabados entre as duas. Mais uma vez, cinicamente conteve a vontade de rir e apenas aguardou pacientemente a Mormont vestir-se antes de deixarem o quarto.

A caminhada das duas deu-se em silêncio até chegarem aos jardins.

Diante dos olhos da nascida de ferro, no primeiro instante, aquele parecia um lugar bonito e nada além disso. Com um olhar mais cauteloso, identificou uma ou outra flor que teimava em surgir nos arredores de seu lar em Pyke ou mesmo algumas folhas que costumava usar em chás, mas...

— Fala algo. — Disse Alina, parando e encontrando o olhar confuso da jovem ursa. — Não sei, talvez o frio realmente seja o culpado nesse caso, mas acho que precisam dessa planta aqui.

Então aproximou-se do chão e apanhou um graveto qualquer. Ainda agachada, encontrou uma porção de terra nua e ali desenhou a planta enquanto se colocava a explicar.

— É como... uma coroa. — Disse quando finalmente encontrou uma palavra próxima do que queria. — Seus ramos são muito verdes, longos de forma quase triangular e possuem alguns espinhos, mas é muito difícil que cheguem a machucar mesmo. — Riu. — Nós costumamos cortá-la inteira bem próxima à base, bem aqui — apontou — e depois a esprememos até vermos a gosma transparente e amarga escorrer.

Elyria ainda parecia confusa.

— Não sei como chamam aqui, mas o importante é sua utilidade. — Brincou ao colocar-se de pé. — O gel que conseguimos é utilizado nas feridas dos soldados, especialmente queimaduras, mas ajuda a cicatrizar os cortes mais rapidamente. — Afirmou. — É comum encontrá-las nas Ilhas. Talvez eu traga algumas em outra visita.

A tensão parecia ter sido aliviada, mas não por completo. Enquanto prosseguiam com o passeio, a Greyjoy não pôde deixar de notar um alvoroço se iniciando nas proximidades, o que a deixou inquieta.

Trocou olhares com Elyria ao verem um soltado se aproximar correndo. Parou à frente das duas ainda ofegante e sujo de uma mistura conhecida pela nobre: sangue, suor e terra. Aquilo podia não ser um bom presságio, mas finalmente sentiu-se um pouco mais perto de casa.

— Milady, peço perdão pela intromissão. — Falou ele enquanto se curvava. — Estávamos em uma caçada quando tudo começou a dar errado. Trouxemos feridos, não estão em boas condições e precisam ser atendidos logo.

Sem que percebesse, a nascida de ferro já havia prendido o cabelo em um rabo de cavalo e erguido as mangas acima do cotovelo. As palavras deixaram sua boca na mesma urgência dos passos que haviam chegado a seus ouvidos.

— Vamos.


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medicine

Elyria terminou de arrumar as coisas que precisava, e isso incluía prender seu cabelo no coque já tão característico. Obviamente, permanecia em silêncio, sentindo que sua pele fervilhava toda vez que capturava a presença de Alina com a visão periférica. Procurando não dar margem a erros, era melhor que não voltasse a barganhar com a nascida de ferro, pois fora a sua própria imprudência que permitira seu envolvimento. Os laços políticos, na maioria das vezes, eram apenas isso mesmo, políticos. A Greyjoy, com todo o seu comportamento característico da criação fornecida em Pyke, talvez estivesse disposta a ceder algumas coisas para garantir que seus objetivos seriam alcançados, enquanto a Mormont não suportava esse tipo de atitude. Se alguém quisesse se aproximar, deveria fazer isso por conta dela mesma, e não por vontade de provar uma nortenha ou forçar alianças. Deixou o quarto sem chamar por sua companhia, apenas sabendo que Alina Greyjoy a seguiria.

A nobre nortenha guiou a mulher até os jardins com passos silenciosos, que apenas pesavam ainda mais o clima. A tensão era quase palpável. Elyria concentrou-se em manter a expressão neutra, dando espaço para que a forasteira desse uma boa olhada no que tinham enquanto ela própria respirava o ar puro do Norte. Era incrível apaixonar-se pela terra a cada dia que se passava. O som das ondas quebrando contra a Ilha também lhe agradava, além do cheiro de maresia quase sempre presente.

Quando Alina falou, a Jovem Ursa rapidamente foi forçada a deixar seus devaneios, apenas para olhá-la com confusão, sem ter entendido o que ela havia dito. Então, viu-a começar a explicar sobre uma planta medicinal que, embora interessasse à Mormont, a confundia um pouco por nunca tê-la visto, mesmo usando o desenho da nascida de ferro para tentar se lembrar. Ao ver que sua pequena aula sobre plantas não surtia o efeito necessário, a forasteira de Pyke achou o preceito perfeito, prometendo levar algumas das Ilhas de Ferro para a Ilha dos Ursos, o que causou uma pequena satisfação em Elyria. Saber que ela tinha chances de voltar era muito bom. No entanto, a sensação não durou muito.

Alina a olhou e ela retribuiu quando um soldado Mormont se aproximou das duas. Parou em frente às mulheres e parecia imundo e ofegante, o que preocupou a Ursa. Fez sua reverência enquanto falava, o que mostrava o nível de sua urgência. Aparentemente, algo havia acontecido em uma caçada e alguns homens encontravam-se feridos agora. Antes que Elyria pudesse pensar em responder, a Greyjoy já se preparava para entrar em ação, algo que a nortenha não se sentia experiente o bastante para fazer. As lembranças da égua morrendo junto a seu potro invadiram a cabeça da donzela, fazendo-a titubear nos passos já incertos que tomava. Mas não era hora de ser fraca. Precisava ajudar seus homens.

- Alina Greyjoy se interessa e deve possuir mais experiência no ofício medicinal. Escute a voz dela, não a minha! Por favor, ao chegar lá, preze por nossa segurança e daremos a assistência necessária. - A manhã parecia querer ser agitada.



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O soldado liderou o caminho e, apesar da urgência, Alina não conseguiu evitar de sentir-se incomodada com as palavras e postura incerta de Elyria. Assim que pararam à frente de uma porta do que parecia ser um quarto há muito não usado, a nascida de ferro permitiu que o rapaz entrasse primeiro e segurou o braço da nortenha.

— Escute, eu sei que você é jovem. — Falou em tom sério, encarando a garota nos olhos. — Sei também que está com medo e que talvez não saiba o que fazer, mas se pretende ser uma líder algum dia, tenha em mente que esse é seu lar e a responsabilidade sobre a vida dos que te servem repousa nas suas mãos e não nas de um visitante, mesmo que esse seja mais experiente. O povo não é compreensivo, esperam apenas que você cumpra seu papel de forma impecável, então o faça. — Prosseguiu sem afrouxar a pegada. — Existem homens feridos ali dentro e pelo que nos foi dito, pra alguns deles, talvez nós duas sejamos a última chance que têm e, nessa hora, se você hesitar, eles vão morrer. — Finalmente a soltou. — Então ou você deixa suas inseguranças aqui fora ou é preferível que não entre.

Sua voz era compassiva, calma, mas não conseguia ocultar a fúria e rigidez que surgia em seu interior em momentos como aqueles. Gostaria que seus olhos pudessem falar, mostrar à jovem Mormont que aquilo não era nada, que havia visto coisas piores em tempos de guerra que pareciam desconhecidos para a garota.

Por um instante, quase invejou a sorte do reinado ali ser de paz. A guerra era tudo que Alina conhecia.

Talvez por esse motivo, assim que entrou como um pequeno furacão dentro da sala, sentiu-se totalmente à vontade. Eram três homens sujos e ainda vestidos com partes de armaduras.

Você. — Disse, apontando para o soltado que havia chamado por ajuda. — Me arrume panos limpos, duas bacias com água, qualquer coisa com muito álcool e agulha e linha para sutura. — Olhou ao redor do quarto. — O que é aquilo, uma lareira? Acenda e deixe uma das lâminas que carregam no fogo, é provável que eu precise cauterizar algum ferimento. Quando voltar, coloque aquele com o corte na perna deitado em cima da mesa.

O rapaz pareceu perdido por alguns instantes.

— Está esperando um convite? Porra, vá logo. — Praguejou e logo o viu correndo para fora.

Enquanto aguardava a volta de seu assistente, pôde avaliar a situação dos soldados e tirar as peças metálicas amassadas de seus corpos. Dois podiam aguentar por um tempo, pois tinham cortes não tão profundos, arranhões e uma ou outra torção nas articulações do tornozelo ou punho.

— Lady Greyjoy, aqui estão as coisas que pediu.

Agradeceu com um pequeno aceno de cabeça e disse que seria melhor aguardar alguns instantes antes que colocassem o homem na mesa. O corte na coxa deste era profundo demais estava demasiadamente sujo e ainda sangrava bastante.

Agachou-se até ficar quase de joelhos na frente do indivíduo sentado e já sem armadura ou calça.

— Se fizer qualquer piada com isso mais tarde, eu mesma cortarei sua língua, estamos entendidos? — Indagou e riu antes de anunciar. — Isso vai doer muito, se prepare. Segure os braços dele.

Com um pequeno copo, em um movimento rápido, derramou água limpa sobre o local duas vezes seguidas, vendo assim uma mistura de grama, terra, gravetos e sangue escorrer pela perna até o chão.

Tomou na destra um pano limpo e o embebeu no conteúdo alcoólico, de forma que algumas gotas ainda escorriam por entre seus dedos. O cheiro era forte, o que era um bom sinal, e se permitiu inspirar profundamente antes de começar a limpar em movimentos unidirecionais as bordas da ferida até ver com clareza a abertura e as camadas abaixo da pele do homem.

Estava limpo e o sangramento havia diminuído, o que significava que havia conseguido terminar a primeira parte do processo.

Com um xingamento mental, percebeu que a situação era pior do que parecia. O corte não tinha as bordas exatamente regulares, o que impediria uma sutura externa simples.

O homem suava, gritava e reclamava o tempo todo, o que não ajudava, mas quando as queixas começaram a diminuir não houve comemoração alguma. Estavam ficando sem tempo.

— Vamos, me ajude a colocá-lo deitado. No três. — Contou. — Um, dois... Três!

No entanto, o soldado era pesado demais e, no processo, houve um impacto da borda da mesa com o corte e o carmesim voltou a escorrer. O suor do homem era frio e este começava ameaçar perder a consciência. Alina lembrou-se apenas de ter gritado com o jovem que a ajudava para não permitir que o paciente desmaiasse antes de ver Elyria entrar pela porta.


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Avaliação de treino de habilidade

alina greyjoy

Muito boa a forma como você treinou a habilidade, além de criativa, tornou toda a situação real. Chutaria até que é uma enfermeira na vida real!


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 18% de experiência pelo atributo de inteligência com 7 pontos
- 45% de experiência por ter a habilidade no nível 7

Recompensas
+ 73 pontos de experiência em Medicina e Cura
Avaliação de treino de habilidade

alina greyjoy

Foi um excelente treino, onde a personagem teve realmente um aprendizado da habilidade.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 18% de experiência pelo atributo de inteligência com 7 pontos
- 10% de experiência por ter a habilidade no nível 3

Recompensas
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medicine

Ambas as mulheres seguiam o soldado, que buscava por um local que pudesse usar como quarto improvisado. Elyria encontrava-se perdida em pensamentos, aflita. Lembrava-se das servas lhe banhando, retirando o sangue equino de seu corpo, fruto de sua reação, tão grave que deitar-se por cima do animal morto foi a única coisa que conseguiu fazer até que Rodrik chegasse. Ela havia matado a égua com sua incompetência. Se permanecesse alheia, mataria homens agora.

Sem pensar, ia seguindo o soldado para dentro do aposento quando sentiu o aperto em seu braço puxar-lhe de volta. Alina a segurava, o que lhe trouxera de volta à realidade do que estava acontecendo. No entanto, quando a nascida de ferro começou a falar, suas palavras eram frias e cortantes, embora o tom de voz não se alterasse. O susto da Mormont rapidamente se transformou em raiva ao ver que a Greyjoy pensava saber o que acontecia, mas apenas falava coisas ridículas. Ela tentava dar conselhos sobre força e governo, mas não sabia que Elyria enfrentava algo muito pior, algo que tinha um gatilho emocional em sua cabeça.

Por conta disso, não teve uma reação específica quando a mulher lhe largou. O sangue fervia, mas a Ursa optou por permitir que a sensação de raiva desaparecesse do seu corpo, o que levou alguns minutos de seu tempo, com a cabeça nem se lembrando do que acontecera aos homens. Se restassem dúvidas acerca de seu potencial, criadas em sua própria mente, era melhor que nem entrasse, visto que apenas desequilibraria o que a nascida de ferro estava procurando fazer. Mas, de fato, não podia deixar seus homens à mercê da Greyjoy, embora isso só tivesse ocorrido por conta da reação exagerada da forasteira contra a jovem. Ajeitando o vestido, Elyria entrou no aposento, bem a tempo de ver Alina gritando para impedir que o homem que se encontrava jorrando sangue desmaiasse.

Aquilo estava uma bagunça total, o que a Mormont observou somente por causa do cérebro que teimava em não deixá-la associar o que estava acontecendo ali. No entanto, lutou para aproximar-se de Alina, tentando se concentrar.

- Pois bem, o que eu faço? - Os olhos fixaram-se na morena, que parecia estar em casa àquela altura. O rosto da Greyjoy possuía um divertimento sutil, quase como se desafiasse a mais nova. Em poucas palavras, explicou o que estava acontecendo e como o sangue estava escorrendo novamente. Assentindo, Elyria começou a realizar o que era pedido. Primeiro, rasgou um pedaço do enorme tecido do próprio vestido, dobrando-o de forma que se tornasse mais grosso. Então, engolindo o asco, apoiou-se em um dos soldados e subiu na mesa, posicionando-se de pernas abertas sobre o homem que perdia a consciência. Encabulada, levou o pano até o lado do membro dele, em sua virilha, pressionando o pano com ambas as mãos, uma por cima da outra. Pelo que havia entendido, sua força aplicada ali reduziria o fluxo de sangue que chegaria ao rompimento, dando algum tempo para Alina cuidar da hemorragia. A Mormont havia virado o rosto para cima, para não ter que encarar o corpo embaixo de si, mas não amenizava sua força em momento algum, disposta a dar o seu melhor.

Quando a nascida de ferro terminou de limpar o ferimento, uma lâmina extremamente quente foi trazida até ela, que encostou-a onde o problema se encontrava, de forma a queimar o local, estimulando a regeneração e livrando-se de prováveis infecções. Apenas assim foi que Elyria teve a chance de descer da mesa. No entanto, seu trabalho não havia acabado. Alina a chamou para que verificasse o fechamento do corte, o que lhe causou uma reação de tensão nos músculos. Não queria ter que observar aquilo.

Suas preces foram ouvidas quando a Greyjoy mencionou que a Mormont não assistiria ao processo, mas seu coração disparou quando a responsabilidade das costuras do soldado foram dadas à ela. Tentando evitar que as mãos tremessem, pegou a agulha de tecelagem e a linha, ambas devidamente limpas, aproximando-se do homem que parecia mais calmo, embora praguejasse bastante. Ouvindo as palavras da forasteira, a Ursa passou a linha pela agulha e posicionou o instrumento um pouco abaixo da base do ferimento, visto que teria que unir as duas bordas para facilitar o processo de cicatrização. Respirando pouco, sua concentração fixou-se em suas mãos, disposta a fazê-las trabalhar rápido para que aquilo terminasse logo. Furou a pele do homem, tomando o cuidado de não deixar que o metal se afundasse demais. Uma ânsia de vômito correu pelo seu corpo, mas Elyria não titubeou no que fazia. Com cuidado, levou a linha até a outra borda, perfurando-a por baixo de forma que as duas pontas do material ficassem disponíveis para serem amarradas. Segundo Alina, era importante que os nós não fosse muito apertados, pois isso podia fazer que o sangue não circulasse direito, comprometendo a regeneração da pele. Por outro lado, se fossem frouxos demais, deixariam o ferimento aberto e exposto a tudo. Elyria uniu as duas pontas, amarrando-as, observando para que não grudasse demais as bordas uma na outra, lembrando-se de levar em consideração os próprios movimentos naturais do soldado, que poderiam romper as suturas ou serem comprometidos pela fisgada que haveria por conta da costura mal-feita. Devia dizer que, para um primeiro nó, até que havia ficado bonito.

Continuou fazendo as costuras, sempre ouvindo as palavras da mulher de Pyke. O que faziam ali era improvisado, obviamente, mas a nobre encontrava-se com receio devido à linha que usava, com medo de que a permanência dela no corpo do guerreiro lhe causasse efeitos colaterais.

- Não esqueça que teremos que tirar essa linha. O corpo geralmente tende a expulsar o que não pertence a ele, mas problemas acontecem. - Finalizou, dando o último nó. Seus olhos voltaram-se para a nascida de ferro, a ansiedade cedendo perante o conhecimento de ter feito direito o trabalho. Aproximou-se dela para que sussurrasse baixo o suficiente para não serem ouvidas, mas falava rápido, tendo a noção de precisar ajudar outras pessoas. - Alina Greyjoy, se confiei meus homens em suas mãos, é porque confio em suas habilidades. Recuso-me a tê-la chamando minha atenção em meu próprio lar. Você não deve confundir minha idade com pouca experiência ou vivência, de forma que o respeito é fundamental. Da próxima vez que tocar-me dessa forma sem minha permissão, será a última vez que terá mãos. - O rosto se tranquilizou tão rapidamente que parecia ser outra pessoa. - Dito isso, agradeço a ajuda que está fornecendo.

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Avaliação de treino de habilidade

Elyria Mormont

Um ótimo treino, a sua escrita é intrigante, sem partes repetitivas. Teve o conteúdo suficiente para ter a nota máxima, e mesmo tendo um post grande, teve o cuidado de não dar erros, não tenho queixas a fazer. Parabéns!


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 38% de experiência pelo atributo de inteligência com 12 pontos
- 10% de experiência por ter a habilidade no nível 3

Recompensas
+ 128 pontos de experiência em medicina e cura
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No fim das contas, Elyria não era tão ingênua quanto aparentava, apenas tinha um bloqueio que - mesmo de uma forma não exatamente delicada ou ortodoxa - havia sido removido e com suas instruções, as duas finalmente haviam estabilizado o homem.

Os olhos de Alina brilharam ao vê-lo piscar algumas vezes a balbuciar palavras ininteligíveis. Ele estava voltando. Permitiu-se suspirar em alívio pela primeira vez até ouvir a voz da pequena ursa em quase um sussurro.

Respeito, habilidade, idade, uma ameaça ou outra. Foi tudo que se deu o trabalho de processar. Cínica, sorriu com o canto dos lábios e fez uma mesura sutil e quase respeitosa com a cabeça antes de responder em tom equivalente à nortenha.

— Lembrarei de pedir permissão da próxima vez. — E deu uma piscadela. — Agradeça-me quando os três não estiverem mais aqui.

Tendo dito isso, afastou-se e retirou das mãos o excesso de sangue em um trapo qualquer antes de se ir até os indivíduos que tinham condições menos urgentes. Ambos apresentavam torções semelhantes, uma no tornozelo e outra no punho.

— Ok, preciso que você saiba que isso não vai ser um processo indolor e que vai levar alguns dias até que possa andar de novo. — Falou ao observar o inchaço próximo ao pé que pendia pouco mais de um palmo acima do chão. — Posso?

Recebeu apenas um aceno positivo como resposta, o que era o bastante. Olhou para trás a fim de ter certeza de que a nortenha estava prestando atenção, pois era provável que tivesse que fazer o mesmo no outro soldado.

Agachou-se e colocou  uma das mãos com a palma no peito do pé do homem, o polegar devidamente no dorso. A outra mantinha uma pegada firme pouco acima do tornozelo propriamente dito na intenção de impedir que algum movimento brusco prejudicasse seu movimento.

Contou até três mentalmente antes de puxar para baixo o pé até ouvir um estralo. Assim que escutou, fez uma rotação súbita no sentido medial do corpo e sentindo os ossos finalmente encaixarem no devido local.

O indivíduo havia sido forte, não gritando uma vez sequer.

— Me arrumem dois pedaços de qualquer madeira que possam servir de tala. — Falou, olhando para os lados até ter seu pedido atendido. Posicionou os dois galhos nos lados da perna, quebrando-os na altura do calcanhar. Na ausência de qualquer corda ou pano à vista, rasgou a manga do próprio vestido em uma longa tira e pôs-se a usá-la para firmar a imobilização. — Isso é para impedir que volte ao lugar errado ou que você acabe magoando, inche e demore mais ainda para se recuperar.

Com dois nós firmes, com o indicador, tentou mover o membro lesado para os lados levemente. Não teve sucesso, o que significava que estava tudo nos conformes.

— Seus arranhões são muito superficiais, quando voltar para casa basta tomar um banho para evitar problemas maiores e você irá sarar sozinho.

Por um breve instante, jurou ter ouvido um sussurro de "Obrigado". Talvez fosse apenas sua imaginação, mas estava ali, pairando no ar entre ela e o nortenho.


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Avaliação de treino de habilidade

alina greyjoy

Parabéns Alina, foi um excelente treino. É uma pena que você ainda não conseguirá alcançar seu primeiro nível dez neste treino, mas continue se esforçando e ele logo chegará.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 18% de experiência pelo atributo de inteligência com 7 pontos
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medicine

Elyria não se propôs a sorrir. Quando a Greyjou se afastou, a lady nortenha olhou para o próprio vestido, que agora possuía um grande pedaço faltando na parte da frente e a parte de trás estava manchada do sangue do soldado. Queria tomar um banho e se limpar, embora Alina não parecesse ligar para esse aspecto, tão imersa na desenvoltura de suas habilidades. Mas havia, ainda, dois soldados que requeriam uma assistência mais básica.

Elyria fez uma careta ao notar o inchaço no tornozelo de um deles e o mesmo tipo de contusão no punho do outro. Avaliou quando a mais velha abaixou-se, cuidando da torção inferior, habilmente colocando o tornozelo no lugar e imobilizando-o. Respirou fundo ao aproximar-se do rapaz que não reclamava, mas tinha uma careta engraçada que acabava por denunciar que não estava achando aquilo divertido.

- Quero mencionar que nunca fiz isso. Se eu fizer algo de errado, peço seu sincero perdão. - Colocou-se bem perto dele, apoiando o rosto do homem em seu ombro esquerdo para que ele não precisasse ver o que ela faria. Tocou delicadamente a pele acima do inchaço, para certificar-se de que não seria insuportável para ele que aquele local fosse pressionado. Percebendo que a respiração dele possuía um descompasso, mas nada grave, Elyria envolveu o braço dele com uma das mãos, enquanto fechou a outra em torno da mão masculina. Respirou fundo.- Conte até três e se prepare, porque não será uma sensação agradável. - Ao ouvir o homem começar a contar, a lady retesou os ombros, preparando-se para ser rápida. Quando ele mencionou o número dois, foi o momento que ela puxou a mão dele e empurrou-a para trás, encaixando os ossos do punho. Apesar da dor não ter sido tão grande quanto a que ele já estava se preparando para sentir, o susto o fez reagir, momento em que ele cravou os dentes no ombro nu da nortenha com tanta força que seus olhos encheram-se de lágrimas, quase fazendo-a soltar o braço dele no movimento de compensação da dor que tomou, tendendo a afastar-se dele. No entanto, não o fez.

Mesmo com o latejamento que lhe tomara os sentidos, imobilizou o punho do rapaz, que lhe pedia desculpas sem parar. Fez o mesmo teste para verificar se havia imobilizado errado que Alina havia feito, mas não notou que os ossos se movimentaram ou algo parecido, dando seu trabalho com aquele ali por finalizado. Logo levou os dedos ao próprio ombro, atestando que não tinha a sensibilidade ao toque onde havia acabado de sofrer o trauma. Algumas gotículas de sangue escorriam, manchando seu peito com a tonalidade rubra.    

- Acho que preciso que você veja isso para mim. - Seus olhos procuravam por Alina, fixando-se na nascida de ferro enquanto suplicavam por um alívio para a dor.

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Above the waves, she heals.



Alina acreditava que a nortenha conseguia aprender bem as coisas ao observar e o olhar atento sobre seus movimentos foram o bastante para convencê-la de que não precisaria estar por perto enquanto a mais nova executava o procedimento restante.

Colocando a cabeça para fora da porta, gesticulou para algumas criadas que circulavam pelo local e as chamou, pedindo que enviassem homens para ajudar a levar dali os feridos para algum lugar de recuperação mais apropriado.

Não demorou para que sua ordem fosse atendida e, assim que liberou a entrada para os que iriam ajudar, virou-se para encontrar uma atadura bem feita no punho do soldado e em seguida as íris castanhas de Elyria, só então focando na ferida em seu ombro que ainda sangrava. Ao invés do elogio que pretendia dar, outra coisa escapou de seus lábios.

— Porra. — Praguejou.

Em poucos instantes e depois de alguns agradecimentos formais, estavam sozinhas no recinto. Vasculhando o ambiente como um pequeno furacão, a nascida de ferro ficou feliz ao reparar que ainda havia material o suficiente para tratar da Mormont.

Com sua permissão... — Disse, apontando para o vestido da garota.

Tendo um breve aceno positivo como resposta, abaixou a alça da roupa até que esta lhe caísse pelo ombro. Pouco acima da clavícula da jovem o sangue ainda escorria pelo que parecia ser uma mordida, manchando a pele e as vestes de Elyria.

Alina tomou em mãos um pedaço de pano limpo e o dobrou algumas vezes até que coubesse perfeitamente em sua palma direita.

— Talvez doa, mas preciso fazer com que pare de sangrar. — Explicou. — Vamos lá.

Em um movimento delicado, encostou o tecido contra a pele e finalmente começou a aplicar pressão sobre o local em uma intensidade crescente, contando aproximadamente dez segundos antes de desfazer o gesto e ver que o carmesim já não escapava da mesma forma.

Sorriu apenas com o canto dos lábios, trocando olhares brevemente com a nortenha.

— Ahn... Pode sentar se quiser. — Falou, apontando para uma cadeira próxima de onde estavam. — Vou procurar apenas um pouco de álcool para limpar antes de fechar o curativo.

Vasculhando a sala e alguns vidros e jarras ali deixados, encontrou algo que serviria bem. Embebendo um pedaço de tecido ainda não usado no líquido e aproximou-se de Elyria, agachando-se para que os olhos ficassem na mesma altura da ferida.

Involuntariamente, seu cenho se franziu enquanto tirava as possíveis impurezas, bem como sangue em excesso em movimentos unidirecionais partindo do centro da mordida. Só então cobriu o ferimento já estancado e limpo, finalizando o que esperava ser o seu último procedimento na Ilha dos Ursos.

Alina suspirou em alívio. Em suas mãos ainda havia um trapo úmido e diante disso percebeu que até a altura dos seios da nobre ainda tinha trilhas escarlates até a borda do vestido.

— Talvez prefira limpar isso por si mesma. — Brincou, estendendo-lhe a mão. — Acho que já fiz tudo que podia e que me foi solicitado aqui, Lady Mormont, concorda? Espero ter sido útil.

Aquela lhe parecia uma despedida estranhamente adequada.


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elyria mormont

Excelente treino, parabéns!


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Excelente treino, parabéns!


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