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[RP FECHADA] enjoy the silence

Mensagem por Aegor Targaryen em Seg Dez 05, 2016 11:11 pm

ENJOY THE SILENCE
A RP é fechada, que se inicia com o post de AEGOR TARGARYEN; E conta com a participação da não menos importante AMERETAT. Passa-se em um fim de tarde ensolarado no acampamento montado pela Companhia Dourada nas proximidades de Pentos. Trata-se da primeira interação entre ambos, com o nobre tomando ciência do mais novo membro de sua organização. O conteúdo é livre — e suscetível a mudanças —  e a postagem encontra-se em andamento.

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Re: [RP FECHADA] enjoy the silence

Mensagem por Aegor Targaryen em Qua Dez 07, 2016 2:35 am


As pedras ametistas fixaram-se na lâmina curta e acompanharam a extensão da mesma com deveras atenção enquanto esta é polida. Seu fascínio por armas brancas é quase obsessivo, especialmente quando se trata de espadas curtas, suas amadas e companheiras adagas. Há uma curta parte de seu dia que se dedica a elas, quando seu temperamento hostil encontra-se no ápice de sua impaciência pelas obrigações de seu cargo, a ponto de cogitar cortar quem lhe ouse mirar. Ele inspira e expira diversas vezes, até que encontra seu ponto de concentração entremeio ao estresse para polir as lâminas até que o vestígio de seu último combate seja extinto. Se há com quem deve compartilhar algum sentimento que fosse com elas, são mais obedientes e silenciosas do que as mulheres com quem divide seu leito; apesar de preferir quando estas gritam, principalmente por socorro. Delicia-se com o movimento convulsivo de suas vítimas, tão desesperadas a livrar-se de suas garras de dragão que acabam machucando a si mesmas no ato. Gosta de suas peles alvas marcadas pelas traulitadas que desfere, e ainda mais quando as orbes vislumbra-se com o sangue escorrendo dos cortes que causou. E a sensação indescritível de seu membro rompendo a fina camada de pele a qual tanto se orgulham de manter antes que uma proposta de casamento apareça para cumprir a sina de suas miseráveis vidas. A recordação de tais sensações é quase prazerosa, instigando o membro submergido em suas vestes a ganhar considerável volume enquanto se impressiona com a sua capacidade de memória.  

Os dedos finos e pálidos repousam a adaga sobre a superfície de madeira, uma mesa de tamanho considerável onde é capaz de fazer breves refeições quando solitário. Conhece tais lâminas como ninguém, arriscando-se a considerar ser capaz de manuseá-las quando as pálpebras impedem sua visão perfeita. Empunha a outra com cuidado, como se tivesse tomando uma pedra preciosa para si e não uma arma mortal. Recobrou-se de admirar tais armamentos quando ainda não passava de um escudeiro a quem servia a Duncan, que o salvou de um destino que o privaria de se tornar o cavalheiro que almejou ser. Sua felicidade, como qualquer outra, durou pouco; não tardou para que fosse traído pelo homem que tanto admirou, pois fora este que empunhou a espada que viera a assassinar seu progenitor. Ele seria o segundo alvo de sua lista, ou até mesmo o primeiro quando este viesse a defender a vida reles de sua rainha. Ambos foram agraciados por se tornarem o motivo de vossa existência, pois assim que o sangue destes tomassem suas mãos não haveria mais o porquê de continuar respirando. Não havia o além disso, este também seria o seu próprio fim.

O canto direito de seus lábios cheios e naturalmente rosados inclinou-se em um sorriso mínimo, quase secreto. Haveria de conhecê-lo quem percebesse, ou atrever-se a estar muito próximo do jovem dragão. O trabalho suave e calmo de polir despertava pensamentos felizes em sua mente sádica, reascendendo uma violência outrora provada. Conseguia enxergar o seu reflexo na irmã de sua primogênita, admirando a figura extraordinária que és. Arqueou uma de suas sobrancelhas claras enquanto o fazia, tomado por uma expressão presunçosa em seus traços angulosos e atraentes. — Francamente... — Permitiu que parte de um elogio narcisista escapasse de seus lábios matreiros, empinando o nariz fino ao mudar para uma posição que realça seu próprio perfil. Preparava-se para unir a lâmina que erguia a outra quando, por puro instinto, sentiu que alguém se aproximava. Com uma velocidade adquirida pela experiência que possui com a arma branca, a palma da destra tomou o cabo de material leve para que em meio segundo depois a arremessasse contra o alvo escolhido por seu portador. A lâmina não provocou qualquer ruído durante seu percurso, mas como um rasgo fincou na superfície de madeira que servia de haste do outro lado da tenda, logo ao lado da entrada para a mesma.

O seu visitante inesperado, por outro lado, não passava de uma rapariga magricela. As íris púrpuras examinou-a dos pés a cabeça; as vestimentas puídas não lhe faziam jus, apenas dificultavam a visão de seu corpo curvilíneo que se destacava mesmo com a presença de tais. As madeixas escuras e onduladas jaziam em um terrível emaranhado, os traços delicados e rijos revelariam uma beleza exótica na ausência de seus poros abertos que exalam o suor de uma tarde calorosa e trabalhosa pelas condições que se encontra. Mas são os olhos que atraem a atenção do príncipe ante a qualquer outra característica física. São elétricos, são selvagens e foram ornamentados por uma pura aura de mistério; é aquela impressão que quanto mais a conhece, mais há a se saber. É semelhante a sensação ao homem que nunca cruzou o mar, temeroso pelas lendas que ouviu durante a infância sobre as criaturas que ali habitam ou o quão mortal são as tempestades capazes de destruir o mais poderoso exército quando despertada. Tais sensações são ínferas demais para interferir na carranca incólume do jovem dragão, emoldurado por uma faceta que entrega o quão ultrajado se encontra. Quem essa miserável pensa que é para referir-se ao seu capitão quando este deixou ordens claras para que não fosse perturbado?  

Aegor mira-a de cima, com a prepotência de um dragão e o veneno de uma cobra que escapa por seus lábios entreabertos pelo nervosismo. Não estava seguindo a política de um comandante deveria ter com seu exército, mas a de um homem que vê algo que deseja — e que viria tomar facilmente por força bruta. A respiração é silenciosa, mas rápida a calmar os nervos alterados por ter sido pego de surpresa. Tampouco se preocupou com a imagem que passara a menor, certo de que causara exatamente aquilo que desejara: o medo. — Ora, vejo que meus homens resolveram me presentear em momento de necessidade. — Pronunciou-se por fim, tratando de proferir cada palavra com lentidão desnecessária. Umedeceu os lábios com a língua macia, o movimento é malicioso enquanto ainda encara sua desconhecida companhia. A destra envolve a extremidade do braço da cadeira, com o indicador batucando contra o ornamento que exibe uma cabeça de dragão esculpido cuidadosamente em cada braço desta. As pernas se abrem, enquanto o pé direito prontifica-se de batucar contra a superfície arenosa quando o indicador se cansa. Vossa impaciência é até mesmo presente em momento de tensão que o próprio causa. — Revele o que me escondes. — Desta vez o tom autoritário tornou-se dominante, salientando a prepotência extrema existente ainda que perante a um nada.

Words like violence break the silence;

@ vulpvelox

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Re: [RP FECHADA] enjoy the silence

Mensagem por Ameretat em Qui Dez 08, 2016 1:13 am

Hello
brother
We belong way down below


Uma donzela rezaria aos seus malditos deuses em busca de salvação, clamaria à um homem honrado para interceder e salva-la da desgraça que estava por vir, imploraria de joelhos com os olhos banhados de lágrimas cristalinas para que os dedos imundos se mantivessem longe de seu corpo. Uma dama inteligente saberia que a Companhia Dourada não era um lugar para mulheres, fosse qual fosse a sua linhagem, todas haveriam de sofrer o mesmo destino. Ela tinha consciência dos olhares malditos que recebia a cada passo, do lamber de lábios imundos e das imagens depravadas que rondavam a cabeça dos homens - se ela fosse esperta o suficiente sairia correndo dali o mais rápido possível. Infelizmente, para a garota que desfilava entre as tendas erguidas, vez ou outra puxando o tecido que cobria seus cabelos, aquele lugar haveria de ser o seu novo lar.

Se ela queria o respeito haveria de conquista-lo e impô-lo para os homens. Esfrega-lo em suas faces imundas em um lembrete constante, se isso ainda não bastasse, bom bastaria banhar a sua adaga e enfia-la em suas entranhas. Simples. Todavia ainda não ganhara o respeito nem do gato que rondava sua tenda. A moçoila com nome de deusa era inexperiente, ao menos por enquanto, tivera um tanto de sorte para adentrar na Companhia e não gostava nem um pouco disso.

Força, inteligência e habilidade, era disso que precisava e não de uma jogada divina.

Ameretat franziu as sobrancelhas e desviou suavemente para o lado, a respiração a um passo de ficar descompassada, as íris azuis tempestuosas encaravam o mercenário e refletiam o mais puro desprezo. O homem não gostava disso. Ninguém gostava de uma mulher olhando-o desse modo, ainda mais ela, que insistia em negar suas investidas e quase lhe arrancara o dedo na noite anterior. Um meio sorrio surgiu nos lábios rosados, concedendo-lhe um ar de zombaria, o suficiente para o outro investir com um soco mal executado – a morena, entretanto desviara com a mesma facilidade anterior. Só não esperava pela terceira pessoa, outro companheiro, que num movimento rápido chutou o seu pé de apoio no momento em que esta se movia, o resultado, obviamente, fora o corpo feminino de encontro ao chão seguido de gargalhadas.

A poeira subiu no segundo seguinte, seu nariz coçou, podia sentir o sangue escorrendo de um ferimento superficial no lábio inferior e regando o chão de Pentos. Aquela cidade já bebera anos a fios, sugando desesperadamente o sangue dos inimigos e invasores, mas nunca parecia o suficiente, seus compatriotas sangrariam também. Todos devem morrer, dizem os Homens Sem-rosto. Tate era uma deusa maldita e não sangria mais nessa terra. Quando levantou-se ouvindo os xingamentos e sobre como a foderiam até não poder mais andar, sentiu, pela nona vez naquele dia o sabor amargo do ódio que corria em suas veias. Ah, ela mataria quem fosse para conseguir o poder, para não ter mais que sacar uma adaga enferrujada como fazia agora para ter que se defender dos homens de olhos vazios.

— Ei, putinha, se não quer nós tudo bem. — começou o da esquerda— Somos espertos o suficiente para isso. Ahh, ela quer algo melhor. — Arrastou a palavra assim como o passo. — Então lhe daremos uma chance. Faça algo de útil e entre isso ao Comandante.

Ela não hesitou em pegar o que lhe era oferecido, muito menos de virar as costas e rumar em direção à maior e mais pomposa tenda dali. Não confiava nos homens, não confiava nem em sua própria sombra, se os mercenários haviam lhe dado um presente seria idiota ao não desconfiar. Por isso, assim que se aproximou da tenda e informou o motivo de sua vinda para um guarda, tratou bem de esconder a única arma que tinha no meio de suas vestes e suprimiu da melhor maneira possível os sentimentos explosivos.

Não sabia quem o era o Comandante, apenas que era um homem jovem, mas se prepara para o pior. Não se anunciou, certamente o guarda já fizera isso, apenas adentrou na tenda e foi recebida da maneira que imaginava – com uma arma próxima demais do seu corpo. Olhou de relance para a adaga reluzente que se fixara na pilastra, era uma arma muito bonita, do jeito que a garota sonhava em ter. Perdeu alguns segundos ali e quando finalmente se virou para o homem foi surpreendida.

O Comandante era jovem, certamente tinha apenas alguns anos amais que ela própria, todavia não fora a juventude que lhe causara o espanto mas sim a sua aparência. Não havia cicatrizes a vista, sua pele era tão branca como o leite, cabelos platinados que certamente pertenciam à antiga Valiria e os olhos, aqueles malditos olhos eram púrpuras. Roxo. E pesaram mais que uma tonelada quando recaíram sobre o seu corpo. Tate usava vestes masculinas, largas e usadas, e toda manhã tratava de enfaixar os seios com um pedaço de pano que ajudava a esconder suas curvas. Se de manhã já não era o exemplo mulher, agora, depois de rolar no chão e passar o dia debaixo do sol quente certamente devia estar um lixo. Não que isso a preocupasse, na verdade agora preocupava, visto que o loiro estava completamente limpo e suas vestes numa desordem alinhada.

— Eu sou um de seus homens. — Iniciou ela sem precaução alguma, instantaneamente percebeu que aquele não era como os outros, o Comandante era inteligente. Isso era ruim. — Posso lhe arranjar algumas moças, senhor Comandante.

Ameretat segurou com mais força a entrega, tal fato não passou despercebido pelo outro que num tom completamente diferente ordenou que ela parasse de enrolação. Aproximou-se de onde ele estava sentado, sua pose perfeita de rei-da-porra-toda era latente, e o pior é que algo dizia que aquela pose fazia todo o sentido. O Comandante faria os mercenários que a irritavam antes saírem de cabeça abaixada apenas com um olhar, com as mulheres as coisas não deviam ser diferentes. Esticou a mão esquerda quando estava numa distância razoável, em três dos seus dedos haviam pergaminhos selados, praguejou internamente ao perceber que estavam com uma leve camada de poeira em seus exteriores. Sentiu o gosto de sangue e aproveitou da distração do jovem para passar as costas da mão direita no lábio, o sangue manchou sua mão novamente e ela limpo-o nas vestes, deixou a língua deslizar sob o lábio inferior apenas para ter certeza que o sangramento havia cessado.

Há mais um...- e puxou de dentro das vestes um pergaminho menor, mas obviamente de uma qualidade maior, mas o mais importante era o selo.— Casa grande. — e deixou o objeto deslizar suavemente para as mãos alheias.

Aguardou pacientemente pelas ordens seguintes, podia muito bem sair, mas estava certa que o outro gostava de estar no controle e provavelmente desobediências não seriam bem vistas. Havia poucos meses que se juntara a Companhia e essa era a primeira vez que vira o homem que comandava os demais mercenários, não faria nada no impulso, nada de sua natureza instável. Apenas seria a boa e obediente menina que não era.

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Re: [RP FECHADA] enjoy the silence

Mensagem por Aegor Targaryen em Sab Dez 10, 2016 12:36 am


OCapitão-General da Companhia Dourada empenhou-se a ouvir as palavras da rapariga suja, mas portadora de uma beleza invejável até mesmo para as putas do bordel mais caro de Westeros. Por outro lado, as ametistas púrpuras mantinham-se fixas no corpo da jovem, instigadas a descobrir o que seus trapos puídos resguardam. Imaginou uma pele de marfim, a qual facilmente demarca quando tocada por uma força desnecessária. Os cabelos, assim que lavados, possuiriam um aroma agradável e macios se emaranhariam nos dedos finos daqueles que desejam fazê-lo. As íris azuladas se tornariam leitosas quando tomadas por lágrimas assim que a estocasse pela primeira vez, e as bochechas naturalmente rosadas ficariam úmidas quando estas escapassem. A voz doce revelar-se-ia esganiçada quando o dragão mostrasse suas garras, eriçando os pelos existentes no corpo da mesma por motivo de prazer e medo. Desta vez não se limitou a manter a carranca incólume, a malícia jazia em seus trejeitos e concentrava-se no brilho de suas íris arroxeadas que fincaram contra o corpo diminuto de sua companhia. No entanto, esta viera a desmoronar quando a morena pronunciou-se pela primeira vez. A resposta petulante provocou a fachada prepotente do nobre, que arqueou uma de suas sobrancelhas platinadas por puro deboche. Se fosse por ele, não haveria de ter mulheres em seu exército de mercenários — se estas fossem abrigadas serviriam para um único propósito: foder.

Burra como uma porta a menina é dura, mal sabia como se expressar pelas palavras ralas e os trejeitos desprovido de qualquer simetria. A única razão para ainda estar viva é a possibilidade de abrir as pernas para os homens que facilitaram sua entrada a Companhia. Aegor teria uma reunião com os demais comandantes, salientando o fato de deveria ter talentos aqueles que se interessassem a seguir vossa organização ou seriam assassinados os que não apresentassem qualquer desenvoltura. O jovem Targaryen se diverte com o sangue alheio independente das condições, estes sendo inocente ou culpado. Ele é seu próprio livro arbítrio, e acima dele encontram-se as figuras ilustres dos Blackfyre que garantiram reservar o pescoço a quem jurou vingança. Agora, custava-lhe sentenciar aquela que desprovia de maneiras a lhe dirigir a palavra. Só havia um motivo de não lançar a segunda adaga no pescoço da mesma, e este era reconhecer que no estado que se encontra esta poderia se tornar um homem de valor. Aquele que não tem nada a perder. Mulheres, apesar de sensíveis, não são atraídas com a mesma facilidade que os homens quando se trata de prazeres. Sentimentais como são, há de ter lábia para que promessas sejam feitas e por consequências consigam executar o ato carnal. Ela também é dura por ter conseguido sobreviver há um primeiro dia no acampamento, seus homens não poupariam investidas ludibriantes e violentas. Ela se esforça para aparentar ter alguma dignidade, apesar da falta de experiência. É uma sobrevivente, acima de tudo. Aegor pode ser um sádico, mas reconhece uma qualidade como essa. No entanto, tamanho fato não o impede de brincar com sua própria comida.

Não trato de um mísero Comandante. Sou seu Capitão-General, e há de ter consequências caso esqueça-se de se pronunciar a mim como tal. — O timbre entoava como um alerta, distinguindo-se entre a autoridade e a repreenda. A voz anteriormente aveludada tornou-se estridente, penetrando nos ouvidos alheios como a lâmina de uma adaga fende a pilastra de madeira. As íris densas dispersaram em um desfoque causado pela sede sanguinária que reside no corpo juvenil, transcendente do fator ligado ao seu orgulho. A presença do silêncio acarretou no retorno de sua consciência, visto que conseguira causar um incomodo visível a moçoila que jaz defronte. Não, estava enganado, não fora por isso que conseguiu manter sua compostura. Os lábios carnudos e rosados da morena apresentavam um corte em sua derme ínfera, revelando um feixe avermelhado que abrandou seu cerne revolto por uma aura que instiga seu lado sádico. Recobrou a existência da entrega quando a canhota alheia esticou-se em vossa direção, revelando a existência de três pergaminhos empoleirados, mas valiosos. O dragão ergueu o queixo ao acompanhar o movimento da segunda, que retirou o pergaminho maior e mais pomposo dentre suas vestes. Aegor reconheceu-o antes que mirasse o selo, ciente de qual assunto se tratava antes mesmo de abri-lo. O seu instinto servia de reflexo para sua personalidade malévola, vista no ato que fizera a seguir. Ao invés de tomar os pergaminhos para si, permitiu que estes caíssem sobre a superfície aveludada logo a frente dos pés daquela que lhe servia. — Coloque-os naquela mesa. — Ordenou com o mesmo tom anterior, desta vez desprovido de qualquer repreenda. Gesticulou com os dedos pálidos para a mesa próxima ao seu leito, esta ainda maior a qual suas lâminas repousavam.

As ametistas não ousaram a distanciar-se da morena, agarrando-se aos míseros movimentos executados pela menor com certo apreço. Sentia-se incomodado com sua presença, e principalmente desapontado. O Targaryen estava acostumado a olhar para as coisas e tê-las, mas ela escapava dentre as frestas políticas que dificultam suas vontades. Sacríficos são feitos quando um cargo como seu é ganho, obrigando-o a respeitar os parâmetros de seu poder ao alcance do que é disposto. As mortes eram contadas, quando sacrificava um homem abria mão de clientes. E quando uma puta como essa é desperdiçada, é seu pau que se desaponta. O retorno é feito, e novamente ela se encontra diante de si a aguardar próximas ordens. — Estás ciente que não haverá privilégios por ter uma buceta no lugar do pau, sim? Á menos, é claro, que se dispunha a servir o homem certo. — A proposta indecente e em sua visão, irrecusável fora feita sem pudor algum. Quais seriam as chances de uma rapariga magricela a exercer da mesma função como os demais se esta mal apresenta um mínimo de senso? Claramente contara com a sorte na maior parte de sua vida miserável, que a levara em questão de tempo a tenda do nobre que apresenta uma misericórdia jamais merecida. Mas apostava que seu orgulho, apesar de maior, não era o único na sala.

Habilidade Treinada:
+ Intimidação.

Words like violence break the silence;

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Re: [RP FECHADA] enjoy the silence

Mensagem por R'hllor em Sex Dez 23, 2016 4:01 pm

   
Avaliação de treino de habilidade

Aegor Targaryen

   
Treino muito bem descrito, mostrando profundamente a personalidade de Aegor, e de fato sendo intimidador para com Ameretat. Parabéns!

   
Critérios de avaliação
   

   + Conteúdo e Coerência (40/40)
   + Estrutura e Coesão (30/30)
   + Enredo e Criatividade (20/20)
   + Ortografia e Organização (10/10)

   
Total (100/100)
   


   + 30% de experiência pelo atributo de inteligência com 10 pontos
   - 25% de experiência por ter a habilidade no nível 5

   
Recompensas
   
+ 105 pontos de experiência em Intimidação





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Re: [RP FECHADA] enjoy the silence

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