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[RP FECHADA | Free or +18 ] Respect or Desire?

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Respect or Desire?
A RP se passa depois da comemoração de noivado de Zakintia e Aspen Tyrell, durante o início da noite. O tempo esta frio, com ventos uivantes a virem do Norte. O primeiro a postar é Andros Hill, RP fechada com a participação de Andros Hill e Nicolas Tyrell. O conteúdo desta rp tem como vista inicial livre, mas pode alterar-se para pornográfico.  
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Respect or Desire?.
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     Os aposentos de Nicolas eram simples. Mais simples do que eu julgaria ser apropriado para um nobre. Mas o que eu sabia sobre os nobres, além das impurezas que eles depositavam em minha cama? Aquele lugar, Jardim de Cima, era mais bonito e pomposo do que eu podia absorver. Até o cheiro de pólen no ar era um tanto desorientador, para alguém acostumado ao ranço de Porto Real. Todo o cheiro de esgoto aberto, ou o exagero de essências e perfumes para disfarçar o aroma impregnado de sexo, no bordel onde eu costumava trabalhar. Por alguma razão, Zakintia de Asshai me retirara do local, e agora insistia para que eu conhecesse intimamente o seu enteado. O garoto era também um sacerdote vermelho, mas parecia menos místico do que sua futura madrasta. Ele era bonito, o tipo de beleza que instigava o meu pior lado. Tinha vontade de vê-lo gemer e ofegar com o meu nome e meu membro em sua garganta. Queria ver suas bochechas tão vermelhas quanto suas nádegas diante do meu açoite. Queria beijá-lo e tocá-lo mais do que havia desejado qualquer outra coisa, em um bom tempo. Não era algo habitual para mim. Na Casa de Lys, eu era o objeto de desejo. É claro que Nicolas ainda não sabia disso. Ele não observara suas chamas, e acreditava que eu fosse apenas um servo de Zakintia. Um bastardo de quem ela se apiedara.

 - Agora entendo porque os nobres são tão cheios de si. – Zombei, abarcando todo o castelo com um gesto.  – Quem nasce cercado por isto realmente deve achar que é superior aos demais. Talvez nem seja culpa deles. Mas você é diferente. Algo me diz que já conheceu o sofrimento. Nenhum pomposo suportaria dormir em aposentos tão simples.

   Fitei o Tyrell com um sorriso solto, indo sentar-me diante de uma pequena mesa diante do único espelho do quarto. Espelhos não eram tão comuns em residências pobres, mas no bordel eram da mais extrema importância. Eu aprendera a ignorá-los nos últimos anos. Não gostava particularmente de encarar meu próprio rosto e lembrar de todas as vezes em que o haviam usado. Para os mais diversos fins. Enquanto olhava para um braseiro aceso que ardia à um canto, lembrei da minha infância em Rochedo Casterly, e do quão receosa minha mãe parecia, todas as vezes em que os filhos de Richard Lannister estavam por perto. Distraído, mexi no anel simples que Zakintia me presenteara, o brasão de uma aranha esculpido numa pedra de obsidiana. Minha cabeça parecia um pouco anuviada diante de todo o vinho que eu consumira anteriormente, mas em geral eu estava bem.

 - E então, Nicolas? O que motiva esta conversa? Por quais razões ignorou todos os pontos negativos a meu respeito, e permitiu minha entrada em seus aposentos? Embora finjam que não notaram a nossa presença, os guardas certamente comentarão a respeito. Mas não imagino que comentários de criados sejam importantes para você, não é? Afinal, na Capital todos nós nos lembramos de Loras Tyrell, e o do quão liberal a Campina é com relação aos prazeres mundanos. – Levantei-me, circundando o rapaz como um leão à espreita. – Eu diria que poucas coisas podem negar que há uma atração entre nós. Mesmo que você não admita ou tenha medo, sabia desde o momento em que nos vimos, que isto iria acontecer... Acredito que mesmo que não estivesse em meus planos seduzi-lo, você tornou tudo isto um jogo muito mais agradável...

  Não queria correr o risco de espantá-lo, mas respirei bem próximo à sua nuca, deixando que meus lábios quase o tocassem na base da orelha. Sorrindo, afastei-me novamente ao concluir a volta, encarando-o nos olhos. Queria que Nicolas fosse meu de bom grado. Jamais o forçaria. Mas sua ingenuidade aparente escondia uma chama que eu sabia que não deveria ser provocada. De alguma maneira aquilo apenas atraiu-me ainda mais. Como se eu desejasse arder ainda que soubesse da fatalidade do ato. Rindo, sabia que ele devia achar meu linguajar e minha vulgaridade ultrajantes, mas atraentes. Era um ponto característico dos artistas do prazer. A capacidade de falar sobre os assuntos mais marginalizados, sem incômodos. Incerto, embora bem mais confortável do que eu julgara ser possível, cruzei os braços diante do Tyrell, esperando até que ele decidisse o que fazer comigo. Era comum para mim, analisar e estudar as expressões dos meus “superiores”. Eu não temia muitas coisas, então. Quando você é ensinado desde cedo que sua vida vale pouco, o medo é o tipo de coisa que se aprende a abandonar.
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music: Broken Glass – Sia.
tag: #NicolasDelícia
with: Nicolas Tyrell.
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RESPECT
growing Strong

Não demorou até que ambos adentrasse nos aposentos do jovem Tyrell. Nicolas colocou-se à frente abrindo a porta e deixando com que seu convidado entrasse. Antes de segui-lo quarto adentro, olhou o corredor em busca de alguma presença, ele não queria que ninguém os visse juntos, não naquela altura da noite. O medo reinou sobre seus pensamentos, Nicolas estava deixando ser levado pela emoção e desejos carnais, desejos esses que conseguira até seus 15 anos abolir a fim de garantir sua honra e de sua família. Apesar do histórico de sua família, Nicolas não se sentia bem por ser “diferente” ele queria ser orgulho de seu pai, e um dia lhe dar um neto. Mesmo não sendo o herdeiro da campina, Nicolas tinha o dever para com seu pai e sua família. E não deixaria que seu desejo passasse por cima disso. Mas Nicolas não estava preparado para alguém como Andros que seduzira homens e mulheres durante sua vida toda, o tyrell só era mais um em sua lista. Porém o jovem desconhecia o passado de Andros e suas artimanhas, a única coisa que sabia era que este homem a sua frente era criado de sua mestra e mãe. E se Zakintia acreditava nele, Nicolas também acreditaria.

Dentro do espaçoso quarto, porém simples, Nicolas se viu pressionado. Ele tentou respirar mas sentiu o ar pesado demais para adentrar suas narinas, ele estava nervoso. Desde que conhecera Andros aquele era o primeiro momento que estava sozinho com este, e pior, em seu quarto. Nicolas observou seu convidado e o modo que este se movia, a roupa que cobria seu corpo musculoso se fixava na pele quando este andava ressaltando-o. Nicolas tentou falar mas o ar ainda lhe faltava e se privou até das palavras de cumprimento. Observou-o coma tenção enquanto este andava pelo seu quarto, Andros parecia fitar tudo ao seu redor com interesse, será que era a primeira vez que jazia dentro do quarto de um nobre. Algo dizia-lhe que não. Nicolas deixou-o observar seus aposentos e foi até uma mesa de canto. Sobre esta jazia um vinho e por sorte duas taças, envergonhado pela coincidência pegou as duas taças em uma das mãos e o vinho em outra. Nicolas não queria deixar transparecer que o vinho era uma forma de esconder a vergonha que habitava seu corpo.

As palavras deixaram os lábios atrevidos de Andros e adentraram os tímpanos de Nicolas que as ouviu com total atenção. Nicolas riu. Ele tinha interesse nos argumentos do outro que generalizava todos os nobres, não que estivesse errado, mas nem todos eram banhados por joias e acomodados em castelos. – Não sei quanto aos outros nobres, mas não carrego esse ego. Aprendi cedo a abrir mão do luxo e do conforto para sobreviver. Isso... – Disse abrindo os braços e demonstrando o quarto. – Para mim não significa nada a não ser um lugar para descansar.  – Concluí já ao seu lado próximo a ele.  – Mas de fato a maioria dos nobres se acham melhores do que outros, ora por serem ricos, ora por virem de uma família mais conhecida. Mas será que isso os faz mesmo melhor que os outros? – Pergunto. – Em termos de posse? Sim. Mas em termos de personalidades? Não. Descobri da pior maneira que fora do luxo nosso corpo e mente são testados de diversas formas que dentro de um castelo jamais seriam testados. Logo digo-lhe, os nobres são inferiores. – Quando terminou os lábios de Nicolas já estava próximos a orelha do outro. – E espero que isso não saia deste quarto, muitos nobres não ficaram felizes por serem chamados de inferiores. – Sussurrou. O desejo de Nicolas era que nada que acontecesse naquele quarto deixasse as portas de madeiras que os separava do mundo. E ele esperava que Andros capitasse essa mensagem.

O viu distanciar e sentar-se à mesa a qual apouco havia retirado o vinho. A frente dessa mesma mesa jazia um vidro de tamanho considerável. Nicolas fitou-o a frente ao espelho e percebera que Andros não se importava muito com sua presença e com sua aparência refletida, o que incitou certo interesse em Nicolas. – Pergunto-me... Como alguém com sua aparência e físico não se admira a frente do espelho... – Comentou num tom de divertimento. Moveu-se em direção a Andros colocando as mãos sobre os ombros deste. – Um rosto tão bonito e um corpo tão bem cuidado não deves deixar de admirar. – As mãos de Nicolas deslizaram pelo ombro do mesmo passando pelo pescoço e alcançando o rosto do convidado. Os dedos se separaram e segurando o queixo do mesmo e virando-o para fazê-lo encarar a própria face. Nicolas fitou o reflexo de ambos e sentiu seu rosto corar. Pelo reflexo se viu na companhia de um homem, e um homem perfeito. Sem jeito desviou o olhar para as mãos, logo para o vinho e as taças. – Sei que já bebemos, mas não vamos deixar a festa terminar. – Ingenuamente Nicolas colocou as taças acima da mesa e as preencheu com o vinho. Com ambas as taças cheias sentou-se na outra cadeira que ficava de frente a outra, sendo separados pela mesa.

Diante dele ouviu as palavras a qual não esperava. Como ele conseguia ser tão direto e não ter pudor em seus discursos. Ele falava de forma aberta aos prazeres que desfrutava para com o Tyrell. Nicolas não precisou olhar para o espelho para saber que seu rosto jazia corado. Novamente o ar fora pouco para ambos, Nicolas sentiu-se vergonhoso e ingênuo perante a presença do outro. Seus olhos se prenderam as chamas provenientes da vela que jazia sobre a mesa. Das chamas a força este requisitava, mas pela primeira vez sentiu-se distante do poder que ganhava ao observar as chamas de seu Deus, ele estava sozinho em suas atitudes seguintes. Contudo um erro fora cometido em toda sua fala, para ele tudo que acontecia entre ele e Nicolas não se passava de um jogo, e esse fora um argumento que não foi bem recebidos por parte do jovem senhor. Ele enrijeceu-se e fitou-o escolhendo sabiamente em pensamentos as palavras que usaria a seguir.

- Andros Hill, você foi o único que conseguiu quebrar a barreira que construí para com os meus desejos carnais, algo em você me deixa... Desconfortado. Não sei exatamente o porquê, mas ei de descobrir. O fato de conhecer minha mestre não só aumentou suas armas para destruir essa barreira como estar aqui comigo nesta noite. Confio plenamente em minha mestra e agora mãe, e sei que ela não traria alguém perigoso para o castelo. E de todos, todos que nos observam, Zakintia é a que mais sabe, ela sabe de suas investidas e sabe que mesmo que receoso respondo a elas. - Nicolas tirara as forças da palavra a qual não fora bem correspondida, assim como Andros declarara, o jogo havia iniciado e Nicolas se sentia como uma peça desta. Mas se de fato o jogo havia começado, seria ele a ganhar este. – Os comentário não são importantes para mim desde que não chegue aos ouvidos de meu pai, não quero que descubram sobre mim por meros boatos. Isso é, se já não souberem. – Nicolas calou-se e segurou sua taça sorvendo o liquido dentro desta de uma só vez. Deixou com que o vinho deslizasse por sua garganta e esquentasse seu corpo e seu sangue, a noite seria longa.

Andros o circundou e respirou próximo a sua nuca. Nicolas sentiu de leve os lábios do convidado sobre suas orelhas o que fizera com que seu corpo respondesse com movimentos involuntários e um gemido reprimido. “Foco.” Dissera a si mesmo. Nicolas o fitou e apontou para mesa esperando que este ocupasse sua cadeira. – Andros, o que quero de você nesse exato momento é a verdade. Por que está aqui na campina e por que despertei interesses em você. Sou jovem e não tenho experiência alguma na arte do amor, então por que eu? Dentre vários homens e mulheres mais bonitos e mais experientes na campina. – Nicolas esperou até que seu convidado absorvesse tudo que lhe fora dito para pôr fim finalizar. – Quero o seu passado.

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Desire.
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    Sorri diante das palavras de Nicolas. Ainda podia sentir em minha pele sob as vestes, nos locais em que suas mãos quentes haviam tocado. Era como se em suas veias, chamas líquidas corressem. De repente, senti-me como alguém frio e morto diante de tamanha honestidade. Ele tinha razão em classificar-se como um ingênuo. No melhor sentido da palavra, as concepções de vida e caráter que permeavam o discurso daquele rapaz denotavam o quão pouco ele conhecia sobre a terra em que vivia. Talvez na Campina as coisas não fossem tão ruins, afinal aquela era a capital da cavalaria e dos juramentos de honra. Onde espadas juramentadas serviam aos seus senhores com uma brandura e desprendimento admiráveis, e as intrigas e malefícios não eram tão evidentes. Mas eu crescera em Rochedo Casterly, e como um filho da criadagem, conhecia os maus tratos e a indiferença com que os menos afortunados eram tratados. De fato, Jardim de Cima era diferente do Rochedo neste aspecto. Para comemorar seu noivado, Lord Aspen oferecera uma celebração para os seus próprios servos. Algo que eu nunca havia sonhado presenciar. Sentando-me no lugar indicado pelo jovem Tyrell, abandonei a expressão sarcástica que inundava o meu rosto, assumindo um tom sério e reservado. Analisei o corpo firme e esguio daquele jovem, quase sentindo-me salivar a imaginar o seu gosto. Para além disto, sentia que minha franqueza podia tê-lo assustado, então trataria de atender ao seu pedido.

- Meu passado. Tem certeza de que minha história seria de seu interesse, Nicolas?– Não fiquei imune ao fato de ter me dirigido a ele pelo primeiro nome. Mas pelos deuses, que espaço havia para formalidade depois de tudo o que eu dissera? Se ele se incomodasse, poderia falar por si mesmo.  – Lady Zakintia mencionou que sua infância e amadurecimento foi uma época difícil, em Essos. Mas de uma forma ou de outra, foste criado em um berço de ouro. Conheceste o melhor que se pode estudar, comer ou beber. E talvez por isto tenha este desprendimento tão bonito de se contemplar. Mas quando se nasce na poeira dos ricos, tudo o que se deseja é algo em que agarrar-se. Um meio de ascender, deixar de ser um objeto a ser desprezado. O que é irônico, pois foi exatamente o que me tornei, depois de todos estes anos...

   Tenso por tocar no assunto desagradável de minha infância entre os Lannister, ergui-me e comecei a desabotoar as longas vestes de couro negro que Zakintia mandara fazer para mim, antes que deixássemos Porto Real. Os botões de estanho produziam um barulho de leve estalo ao começarem a deslizar para a liberdade. Retirei o casaco, depositando-o sobre a cadeira da mesa com o vinho, observando distraidamente o rosto de Nicolas, que devia estar confuso com a mudança abrupta em minha postura. Em seguida, puxei a camisa de mangas compridas em linho branco, retirando-a para revelar meu peito nu. Sorrindo, imaginei o que ele deveria estar pensando. Então lentamente, virei de costas para que ele pudesse ver as diversas cicatrizes de açoite em toda a extensão da minha pele. Algumas já começavam a desaparecer, e outras levariam algum tempo a mais. Mas graças ao que a Mestre dos Sussurros fizera, um dia todas elas sumiriam da minha pele. Contudo, minha alma sempre lembraria. E essa dor não podia ser lavada.

- Eu cresci em Rochedo Casterly. Era um bastardo Hill, insignificante para os senhores do castelo ao qual eu servia. Minha mãe trabalhava nas cozinhas, e eu lembro-me de que era muito bela em minha infância. Tinha os cabelos escuros, como os meus. Mas meus olhos são claros, e os dela não. Quando fiz dez ou doze anos, ela juntou minhas coisas e me deu um saco de moedas. Disse que não era seguro para mim, continuar ali. Algo relacionado ao meu pai, que era um nobre. Embora eu jamais tenha descoberto quem. – Sentei-me na beirada da cama de Nicolas, admirando sua expressão indecifrável. Bem, só tinha um lugar por onde começar uma história. E se ele pedira o passado, então teria de ouvir tudo. – Fui enviado para Porto Real, para aprender com um ferreiro o seu ofício. Eu era muito bom, mas ele gostava de descontar sua fúria em quem estivesse mais próximo. Quando me queimou com um ferro em brasa, mordi um de seus dedos e o arranquei. O homem tentou me apanhar, mas fugi dele e fui viver entre os mendigos da Baixada das Pulgas. Acho que fiquei ali um ano ou mais, até ter altura e corpo suficiente para chamar alguma atenção. – Então sorri sem qualquer traço de humor, a frase seguinte pairando entre nós. – E me tornei um prostituto. Vendi meu corpo até ficar relativamente conhecido, e fui levado para o bordel de uma lysena chamada Sarinna.

  Deixei que Nicolas lidasse com aquelas informações por mais alguns segundos, enquanto observava as chamas no braseiro, que ardiam apesar do vento que ameaçava lufar através do quarto. Ainda seminu, bebi de um só gole uma taça do vinho que Nicolas servira, para aumentar a coragem e terminar com aquilo de uma vez. Se eu não fosse capaz de realizar o desejo de minha senhora, pelo menos eu estaria bêbado quando ela recebesse a notícia de meu fracasso. Aposto que não estava nos planos de Zakintia, que seu enteado descobrisse o que eu era antes de chegar ali.

- Fiz sucesso no bordel de Sarinna, porque eu não importava-me de sentir dor. Lords, Ladys, seus filhos nobres, guardas da cidade, cavaleiros ungidos e até um septão certa vez, haviam ido até o Bordel Lyseno para me punir. Para ser tornarem os meus senhores. Por algumas horas. – Desafiei Nicolas com o meu olhar, como se quisesse chocá-lo com a verdade. E, extremamente irritado por ter contado tudo aquilo, admiti que queria horrorizá-lo mesmo. – Apanhei, bati, os fodi e escutei seus segredos. E esta se tornou minha vida até o Torneio do Rei. Quase fui morto no ataque daquele maldito dragão, e depois sua madrasta assumiu o cargo de Mestre dos Sussurros. Não imagino por quais razões ela convocou os meus serviços, mas me tornei seu espião no bordel. Agora, antes que ela retornasse à Campina, me transformou em seu servo particular. E pediu com gentileza que eu me aproximasse de você, a quem ela deseja agradar. Ela te ama bastante, e teme que se sinta sozinho devido aos seus desejos particulares. Mas não se engane, Nicolas. Na vida tudo é um jogo. E entre os nobres, o jogo dos tronos. É a este jogo que me refiro. Tudo no mundo se baseia em tirar ou dar algo a alguém. Não quis dizer que estava jogando com sua afeição, mas sim que existem fatores que escapam de nosso controle, e devemos lutar para contorná-los.

 Num impulso meio selvagem, ataquei Nicolas depressa, pressionando-o contra a parede e projetando minha sombra bruxuleante sobre seu corpo menor. Envolvi seu rosto com uma de minhas mãos, enquanto a outra apoiava-se contra a parede. Envolvi seus lábios num beijo ardente, sentindo seu fôlego surpreso contra minha boca.  Afastando-me depressa, apanhei a camisa de linho e comecei a vesti-la, puxando em seguida meu casaco de couro.

- Entenderei se não quiser que eu lhe dirija a palavra, senhor Tyrell. – Disparei, com azedume. Não sabia se Nicolas tentaria impedir minha retirada, mas tudo dera terrivelmente errado. Eu não esperava ter sido sincero com ele. Não devia ter sido. Mas havia algo naqueles olhos grandes e cheios de uma surpresa permanente. Algo na forma como ele fizera com que eu me olhasse no espelho... E a forma como tudo parecera tão certo, quando estávamos lado a lado... Eu não sabia. Mas Nicolas Tyrell nunca conseguiria enxergar uma pessoa por trás do meu passado, eu tinha certeza. Zakintia devia ter escolhido melhor o seu servo. Eu não era feito para aquele tipo de coisa. Irritado e contrariado, mal percebi que estava parado diante da porta, sem me mexer. Envolvi a maçaneta com um aperto firme, ainda indeciso. Naqueles breves segundos, todo o peso do tempo pareceu suspenso e indefinido. O que eu faria, afinal? O que poderia fazer?

    Não tinha a mais remota ideia.
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Nicolas recuou um pouco quando Andros adotara uma postura até aquele momento desconhecida. Sua postura elegante e sedutora quem sempre acompanhava seu sorriso irônico e cativante tornou-se extremamente ereta e séria, através de seus olhos ele acompanhou o passado de seu convidado. Nicolas apesar de ter nascido em berços de ouro, não se comportava como um lorde ou um nobre, ele conhecera a miséria e descartar esse conhecimento, seria um erro, um erro que não queria cometer. Mas nunca pensara na forma que Andros comera a expor, Nicolas seria a mesma pessoa se tivesse nascido de fato na rua como pedinte em Essos? Ele ainda seria “gentil” e inocente, capaz de respeitar aqueles da classe mais baixa a última? Ele não soube. E por Andros ele teve “pena”.

Zakintia ganhara mais um voto de confiança por parte de Nicolas, pois como sempre ela salvara Andros das necessidades para dá-lo algo melhor, e naquele momento Nicolas se viu como esse melhor. Mesmo que não fosse a razão inicial para que Andros adentrasse em suas vidas, Nicolas sentiu o amor para com sua mãe. Zakintia sempre se importava com ele, e mesmo distantes ela não parava de pensar nele e como ele estava reagindo ao seu íntimo. Zakintia fora a primeira e uma das únicas a saber pela sua própria boca de seus desejos, e mesmo depois disso sua relação para com ele nada mudara. R’hollor escolhera a dedo as pessoas que o rondaria, e se Andros estava em sua frente, R’hollor também o escolhera, mesmo que nesse exato momento não sentisse a presença de seu Deus.

Nicolas sentiu-se desconfortado ao ouvir e presenciar tudo. Se ele soubesse que o passado repercutiria em uma tão mudança drástica não teria pedido, pelo menos naquele momento. Mas o pedido fora feito e agora ele teria de ouvir toda a história, mesmo se não quisesse. Andros se levantou e suas mãos deslizaram pela roupa até encontrar os botões de estanho que escondia um corpo perfeito. O rosto de Nicolas corou com as ações do outro, o que é que ele estava fazendo? Ele sentiu as paredes que os rodeava encolhesse e os aproximasse, sabendo que ambos jaziam em seus exatos lugares. O casaco deslizou por seus braços até deixar seu corpo e encontrar a cadeira. Nicolas estava em hipnose completa, ele conseguia ouvir e sentir até a respiração do mesmo. Sentiu que suas mãos se tornaram inquietas quando o peito do outro fora mostrado, pela primeira vez em muitos anos ele sentiu que seu corpo quisesse se encontrar com outro, queria senti-lo, queria ter o contato com um corpo quente, pois o seu naquele momento se tornara como gelo, devido ao nervosismo das cenas a seguir. Desejava o choque das duas temperaturas e das ações a seguir, mesmo não sabendo quais seriam essas. Mas o que teve não foi exatamente o que esperava, com as costas viradas Nicolas vislumbrou as marcas de um passados, as marcas de dor. Por toda a costa de Andros as marcas dos açoites se jaziam presentes em suas costas. Sem entender Nicolas continuou a fitar aquela costa que ansiava por tocar e de alguma maneira curar. “Senhor eu tenho esse poder?!” Perguntou-o Ao seu Deus não tendo nenhuma resposta ou reação. Mas no fundo que as marcas não eram os provenientes da dor que Andros podia sentir, haviam coisas que mesmo R’hollor não poderia curar, e essas coisas eram o que fazia Andros sentir a mesma dor ou lembrar a dor que um dia sentira, e essa coisa era suas lembranças.

O passado do nobre se tornou insignificante perante ao do parceiro, pois Andros conseguirá falar de seu passado como o presente, e como no presente as coisas são sentidas no momento, e naquele momento Nicolas sentiu tudo e mais um pouco. De ajudante a ferreiro à prostituto. O jovem Tyrell olhava para o prostituo de forma diferente agora, não de nojo ou qualquer coisa do gênero, mas de admiração. Pois da sua maneira ele tentou sobreviver, e diante de seu status hoje, ele conseguira. Tentando imaginar-se no passo de Nicolas ele buscou um futuro seu com o passado de Andros, e nada lhe viera, o jovem não sabia ao menos se sobreviveria. Tentou imaginar a mãe do outro e seu pai, ambos deveriam ser lindos, pois o homem que jazia a sua frente era um homem perfeito capaz de puxar qualquer homem ou mulher para o pecado. E agora era seu alvo.

- Andros... – Tentou se pronunciar, mas a palavra do maior sobressaiu.

Zakintia por fim entrou em seu passado tornando-se o presente. Como uma peça para os jogos do trono, Andros tornara-se o espião para a nova mestra de sussurros. Zakintia acima de tudo era inteligente, digna ao porto que ocupava. Ela queria ter ouvidos em todos os lugares e aonde melhor que em um bordel, aonde nobres, príncipes e septos perdiam sua dignidade em busca de prazer. O prostituto se tornara uma peça essencial para a mestra dos sussurros, e ao se ver era uma peça que não podia se perder, e por isso a trouxe para a Campina, para Nicolas.

- E como sempre eu sou um peso em sua vida... O que seria de mim sem essa mulher? – Sussurrou olhando para Andros e através dele para o pedido de Zakintia.

As palavras de Andros eram sabias e precisas de se ouvir, Nicolas sabia do perigo que corria apenas por ser nobre e ter chances de assumir a Campina. Por ter nascido rico e de uma casa, sua vida já se tornara alvo de inimigos, e ele precisava estar pronto para o jogo se quisesse sobreviver. Mas desde que voltara de Essos ele não se preocupava com isso, ele não se preocupava com os jogos, ele queria apenas viver e seguir os desejos de seu Deus. Mas nesse momento o que Nicolas queria era... Ele queria Andros.

Pressionado contra a parede ele sentiu lábios quentes e precisos contra os seus. Ainda com o olho aberto vislumbrou o rosto de Andros contra os seus, forçando seus lábios com um beijo. Nicolas não soube como reagir por não esperar aquela reação, mesmo que a desejava amis que tudo. Seu primeiro movimento de integra fora fechar os olhos e mergulhar no beijo. De um mar de sentimentos, ele se viu em um aquário fechado e sozinho quando os seus lábios sentiram o vento queimar sua boca. Sentiu um frio inesperado, era como se Andros tivesse roubado toda sua temperatura e todo o fogo dentro de si, e como uma chama a se extinguir, viu Andros se afastar.

- Não... – Sua voz soara fraca. – Não! – Desta vez gritou.

Nicolas correu encurtando o espaço criado entre ele e o prostituto. Quando o alcançou colocou os braços em volta de seu corpo puxando-o para si. Encostou levemente seu rosto nas costas do maior, entregando-se aos desejos.

- Me desculpe por fazê-lo falar sobre isso. Eu fui tolo em interpretar de forma errônea a palavra jogo, por um momento desconfiei de você, e de minha mãe. E esse é um erro que não estou disposto a correr novamente. – Dizia erguendo o rosto colocando seu queixo sobre os ombros do mesmo próximo a orelha. – E nessa noite eu não quero mais errar, quero apenas acertar. – Nicolas não tinha o controle de seu corpo, só pode acompanhar seu próprios movimentos e ver que suas mãos deslizaram pelo peito do mesmo até encontrar a cintura do outro e força-la a virar. – Andros me mostre o que aprendeu em todos esses anos. – Suplicou entregando-se aos encantos de Andros e seus desejos.

Tocou os lábios de Andros, com o dedo contornou a boca do mesmo, desenhando-a, tornando-a realidade, pois naquele momento tudo parecia tão irreal. Desenhou-a como se a boca estivesse saindo de seus movimentos, como se fosse a primeira vez que a boca se entreabrisse. Fechou os olhos e desfez tudo, e com os mesmos movimentos refez. Fez nascer, de cada vez, a boca que tanto desejava, a boca que Nicolas escolheu com a liberdade eleita sobre ele, para fazer o que quiser e beijar o que querer. Capitou o olhar do outro e através destes encontrou o Andros, um Andros que nunca vira, mas naquele momento queria ver e tocar. Olhando um para o outro, perto de mais um do outro, cada vez mais perto, e então... Se encontraram, duas almas, duas metades. Um, uma porta, o outro uma chave, que quando encontradas se completaram. Elas se moveram e como um estalo de uma porta se abrindo, os lábios deslizaram de um lado para outro, e por fim para cima abrindo-se. Deixando com que a almas – línguas – se encontrassem. Em uma luta debilmente, mordendo os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, buscando a parede daquela alma, onde um ar pesado vai e vem com um perfume antigo e único acompanhados por um grande silêncio. Sentindo as mãos sozinhas, afagaram-nas nos cabelos negros de Andros, acariciando lentamente a profundidade do seu cabelo, enquanto ambos se beijavam com uma desenvoltura sem igual. A língua de Nicolas procurava o sabor escondido de Andros, pois vasculhava sua boca com sua extensão, delicadamente, por vez e outra encontrava sua companheira de dança a qual permitia dançar em conjunto. Desvinculando seus lábios por um instante, deixou com que os dentes apreciassem o sabor da boca de Andros, com um movimento sutil mordeu levemente os lábios do outro, a dor era sentida, mas era uma dor doce. E com um sede indescritível se afogou novamente nos lábios de Andros, existindo só uma saliva, só uma alma.

As mãos de Nicolas deixaram os cabelos e deslizaram pelo pescoço arranhando-os até encontrar as vestes. Suas mãos encontraram os botões foram encontrando a liberdade um a um, até que todo o corpo sedutor do maior fora exposto. Nicolas separou os lábios e olhou profundamente para Andros, buscando em seu íntimo algo para falar, mas naquele momento ele riu, Um riso sincero e gentil seguido por uma vergonha honesta.

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Fechei os olhos quando os braços de Nicolas se fecharam ao meu redor. Ele cheirava como rosas, era como se eu pudesse sentir o gosto daquela essência que pairava no ar como um chamado à perdição. Sorrindo de forma insegura, soltei a maçaneta da porta enquanto ouvia suas palavras carinhosas. Eu não esperava tamanha atitude daquele menino. Achei que ele ficaria enojado com minha história, tanto quanto eu me sentia ao lembrar de tudo o que havia feito para sobreviver em Porto Real. A verdade era que o tempo pode fazer um homem se acostumar a tudo. Nenhuma ambição de deixar o bordel e conquistar uma vida nova resistia ao conforto que o entretenimento do prazer pode proporcionar. Sentir o rosto dele contra o meu corpo era quase tão inebriante quanto beijá-lo. A sensação de sua língua contra a minha ainda turvava meus sentidos, mas sua presença enviou ondes de tensão que rumaram até minha virilha, tornando minha calça de couro ainda mais apertada. Sorri quando o ouvi se desculpar, tocando as mãos dele com as minhas.

- Não é culpa sua. Vesti uma armadura durante muito tempo, fingindo indiferença. Mas preciso admitir que estas memórias me são mais dolorosas do que eu imaginei que seriam. Não sei por que motivos as compartilhei com você, Nicolas. Mas sei que não me arrependerei disto. – Nicolas estava próximo à minha orelha. Suas palavras provocavam cócegas de excitação em minha nuca. Ele virou-me para encará-lo, tocando o meu rosto em seguida. – Algo me diz que você não será um aluno difícil, Nicolas... – Sorri, permitindo que um beijo encerrasse nossas dúvidas e preocupações.

Enquanto nos beijávamos, permiti que minhas mãos envolvessem cada ponto do corpo de Nicolas que eu pudesse alcançar. Senti seus dentes mordendo meus lábios levemente, e suspirei como o prazer sórdido e simples daquele momento. Minhas mãos buscaram firmas as coxas do rapaz, fechando-se com firmeza e puxando-o para cima, em meu colo. Com as pernas de Nicolas ao redor de minha cintura, sustentei seu peso apenas para sentir seu sexo tocando o meu. A fricção foi enlouquecedora, levando-me a apertar suas nádegas enquanto o levava até a cama no aposento. Suas mãos estavam em meu pescoço, em minha camisa de linho, jogando longe meu casaco de couro negro. Ele queria ser meu, tanto quanto eu queria toma-lo. Rindo com a afobação de Nicolas, lambi levemente a curva de sua clavícula, mordendo-o no ombro antes de me sentar sobre a cama, com ele por cima. Num movimento apressado, envolvi a blusa de linho que o Tyrell trazia por baixo de seus trajes vermelhos, puxando-o em dois pedaços, enquanto o tecido fraco desfalecia em minhas mãos. A provável surpresa de Nicolas deixava aquele jogo ainda mais divertido, e meu sorriso alargou-se enquanto eu mirava seus olhos de forma promíscua. Mergulhei meu rosto em seus mamilos, mordiscando-os enquanto minhas mãos invadiam seus calções com uma urgência devastadora. Eu queria sentir Nicolas gemer e amolecer nos meus braços. Queria que seus pensamentos fossem todos meus, e que nada naquela noite fosse capaz de fazer com que ele esquecesse o meu nome, nem por um único instante. Ele ainda não sabia disso, mas a partir daquele momento era meu, e nunca mais pertenceria a ninguém como a mim.

- Sente isso, Nicolas? Sente como nossos corpos sabem o que estão fazendo? É porque eles ansiavam pelo prazer, antes que nós dois soubéssemos disso. Veja só como você está pronto para mim... – Notei, indicando com o olhar a ereção que se anunciava através do tecido de suas calças. Tirando uma das mãos do traseiro de Nicolas, envolvi sua extensão com um aperto firme, movimentando meus dedos de modo a massageá-lo. – Seus desejos não são profanos, Tyrell. Eles são parte de quem você realmente é. As Sete Faces de Deus não podem condenar algo que não é controlável pelo homem. Afinal, o Estranho também não possui um único sexo, e é venerado por todos... Assim como eu venero a você, neste nosso altar... – Puxei Nicolas firmemente, aumentando o contato entre nossos corpos outra vez.

Com mais pressa do que eu desejava demonstrar, retirei minha blusa de linho e desatei os nós dos cordões de minha calça. Eu queria que Nicolas estivesse sentindo a mesma atração incontrolável que eu, então envolvi seus lábios em um afago possessivo, inundando seu hálito com o meu, e devorando as maçãs de seu rosto em carícias e suspiros. Minha mão envolveu seus cabelos castanhos, puxando-os levemente para trás e deixando livre o caminho de seu pescoço, para que meus dentes pudessem provocá-lo.

- Esqueça sua família. Esqueça sua fé. Esta noite só existem dois seres no mundo. Você e eu. E vamos foder como se não houvesse amanhã. – Pedi, sorrindo contra a pele arrepiada do meu jovem senhor.

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Sentindo-se estranho Nicolas se entregou por completo. Por muitas vezes sonhara naquele momento, mas nunca pensara na forma a qual iria reagir. Andros sabia dominar completamente o que o ajudou a se entregar, mas uma certa insegurança ainda jazia dentro daquele corpo em êxtase e em puro prazer. O prostituto era um especialista naquela arte e Nicolas, apenas um iniciante. A insegurança de se ceder a um movimento e estragar o clima era maior que a preocupação de se entregar por completo. Mas o especialista sabia muito bem como quebrar essa barreira, como fizera com tantas outras. Nicolas sentiu seus pés deixarem o solo e suas pernas cruzarem em volta do corpo do mesmo. Naquele momento o jovem sentiu-se protegido, pois ali ele percebeu que o prostituto estaria com ele e jamais o deixaria cair, Nicolas era o objeto de desejo de Andros, e Andros o de Nicolas. E fora nesse momento que a entrega aconteceu.

Os beijos que se seguiram foram de uma forma mais avassaladora e intensa, Nicolas controlava bem sua respiração – o quanto podia – entre os beijos, as vezes sua língua entrava na dança, mas na maioria deixou apenas que seus lábios conduzissem o toque, brigando contra o de seu parceiro para apreciar mais o sabor do outro. Com os olhos ainda fechados ele sentiu uma estrutura maior a abaixo de si e foi abrindo os olhos que vislumbrou o tecido por cima da cama a qual estavam sentados. Nicolas jazia acima do colo de seu companheiro, e a única coisa a qual conseguia prestar a atenção e sentir era o volume por dentro das calças do companheiro. Senti-lo sobre suas nádegas o proporcionou um prazer que jamais sentido, ele ansiava o falecimento dos tecidos que separavam a pele de um do outro. Esse desejo fora transmitido apenas pela ofegação de sua respiração, pois as mãos do amante encontraram o tecido que cobria sua parte superior rasgando-a em duas. Sentindo-se liberto aproximou mais ainda de Andros aproximando seu corpo nu contra os lábios aprofundando mais e mais as mordidas que este intercalava entre seu mamilos. Sua cabeça pendeu para trás e vislumbrou o teto de sua cama, a cada segundo que passava sentia seu membro mais e mais rígido, sentia o tecido que o cobria fraco demais para cobrir tamanha ereção. Os gemidos de Nicolas deixaram seus lábios preenchendo o silêncio e se juntando ao sons de suas respirações. Com o corpo mole deixou o prazer ser o único presente naquela noite.

- Andros... Foram as grandes barreiras que conseguira derrubar, agora peço que derrube a última que nos separe. – Nicolas queria ser tão direto como Andros, mas não conseguia mesmo estando tão íntimo e tão próximo a ele. Mas sabendo de quem estava diante, sabia que este entendera como ninguém suas palavras. - ... – Não conseguiu mais falar, apenas gemer.

Deixando com que sua cabeça fosse puxado para trás sentiu o hálito encontrar seu pescoço nu e arrepiado. Nicolas não conseguia se conter, os gemidos aumentaram assim como suas frequências. O tecido já não aguentava suportar o membro de Nicolas que lutava por sair, e Nicolas não conseguia mais conte-lo, e nem queria. A pulsação do membro de Andros contra sua bunda também aumentava gradativamente, seu prazer aumentava a medida a qual proporcionava para seu parceiro, notara Nicolas. Porém ele sabia que ambos deviam proporcionar, e o jovem Tyrell estava pronto. Uma força e um instinto selvagem despertou de dentro de Nicolas e suas mãos foram contra o corpo do prostituto jogando-o contra a cama. Com uma graça e com uma lentidão considerável, desvinculou de sua cintura levantando-se ficando em pé. Os olhos eram considerados como a entrada para alma, e naquele momento essa entrada estava mais que aberta, mas para o prazer. Os lábios destes entreabriram deixando com que os dentes aparecessem pouco a pouco, os lábios logo foram alvos de suas mordidas e o rosto de Nicolas se contorceu provocando seu homem que jazia como expectador abaixo dele. Qualquer menção de se levantar por parte de Andros fora impedida por Nicolas colocando o pé sobre seu peito. Agora era Nicolas quem estava no comando.

- Você é meu e de mais ninguém, ninguém terá controle sobre você a não ser eu, suas noites a partir de agora serão ao meu lado, e quando a noite chegar você será o meu homem e meu amante. – Suas palavras ditas soavam de forma provocativa e cortante, Nicolas estava a falar sério, Andros se tornara naquele momento para o resto de sua vida seu amante.

Uma dança sensual iniciou-se e as mãos de Nicolas percorreu seu próprio corpo. Suas mãos encontraram sua calça e logo mais o volume que se destacava entre todas as coisas naquele quarto. Suas mãos massageava seu próprio membro por cima do tecido provocando-o. A outra encontrava a beira do tecido e o puxava um pouco para baixo deixando à mostra os pelos ralos que deixava sua pele acima de seu membro. Nicolas ouso, e rebolou virando-se de costas para Andros deixando com que ele vislumbrasse sua bunda. Rebolando foi abaixando a calça lentamente, apesar de sua parte frontal sua traseira era lisa e perfeita. Não suportando mais aquele tecido escondendo-o deixou-o deslizar pelas peras até encontrar a cama e o liberar. – Você a quer? – Perguntou Nicolas por cima do ombro mordendo seu lábio e dando um tapa de leve em sua nádega direita. – Minha bunda é sua. – E pela primeira vez deixou o pudor de lado dando a Andros total liberdade sobre seu corpo e sobre suas palavras. – Me deixe ver, me deixe ver o que é meu! – Suplicou Nicolas abaixando-se e virando-se de frente para Andros.

Nicolas segurou as calças de Andros que impedia a liberdade de seu membro e a rasgou. O membro pulou para fora, para a liberdade. Os pelos cobriam a base do mesmo o que chamou a atenção de Nicolas, aquilo o atraia e despertava um forte tesão sobre ele. – Esse cacete é meu?! – Perguntou fechando suas duas mãos contra o tal “cacete”. Sua timidez fora deixada atrás da porta daquele quarto, pois Nicolas não limitou-se aos movimentos com suas mãos massageando a extensão do membro com leveza. Essa leveza fora subsistida por uma agressividade sem igual, transformando aquela massagem em uma poderosa masturbação esperando as respostas de Andros com seus fortes gemidos. Aos poucos foi aproximando sua face do membro que jazia em seu tamanho total, com os lábios próximo da glande ele soprou despertando em Andros um prazer incontrolável, e antes que esse prazer acabasse, abocanhou essa mesma glande que recebera seus assopros. Com a boca úmida deslizou pela extensão encontrando a base e deixando com que seu nariz encontrasse os cabelos desta e o que seu cheiro adentrasse suas narinas. Sentindo o cheiro de seu homem avançou sua língua contra a glande do outro umedecendo-a e acariciando-a, enquanto que com suas mãos segurava a cintura deste firmemente puxando-a para cima realizando estocadas contra sua garganta. Estocadas essas que ficaram cada vez mais violentas fazendo com que a glande acertasse o fundo de sua garganta.


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   Nicolas era lindo, como um ser feito de sonhos e vapor. Qualquer imbecil seria capaz de distinguir nele, a elegância e a estatura Tyrell. Um convite para a sedução. Seu corpo sobre o meu era o bastante para inflamar meu desejo, que só cresceu ao ponto de doer quando ele começou a despir-se lentamente. Tentei tocá-lo, mas era bom demais apenas apreciar os seus movimentos, desejar senti-lo mais do que tudo. Naquele momento, eu mal poderia lembrar meu nome. Eu e tudo o que dizia respeito a mim, clamava por Nicolas. Por seu beijo, seu toque, e pela noção maior de atração e desejo que eu havia descoberto ao desembrulhar sua verdadeira face. Sem medo e inibições, aquele garoto era devasso. Ainda que não soubesse bem o que fazer com isso. Rindo com uma expressão sacana, confirmei com um aceno positivo ao ser questionado por ele. Meu pau pertencia à Nicolas. Meu corpo pertencia a ele. Naquela noite, era fácil esquecer os chicotes e toda a tortura. Era fácil esquecer cada corpo que roubara a autonomia do meu. Cada boca que roubara a minha.

 - Sirva-se, lordezinho... – Provoquei, enquanto ele engolia-me por inteiro. Rindo, agarrei os cabelos longos de Nicolas, lembrando-o que embora tivesse espinhos, ninguém superava um velho gatuno das ruas. Segurando seus fios castanhos com força, fodi sua boca com uma cadência firme, que cresceu até que se tornou algo selvagem e primitivo. Tirando meu membro de seus lábios rosado que mais se pareciam com a porta do paraíso, esfreguei-o em seu lindo rosto, marcando-o como meu. – Deixa eu sentir meu gosto na sua língua.

   O puxei para cima, envolvendo seus lábios num aperto firme. Seu corpo estava deitado sobre o meu, mas não tardou até que eu girasse sobre a cama do nobre, prendendo-o sob meu peso. Agarrei os pulsos de Nicolas e os ergui. Um em cada lado de seu rosto. Deixando-o completamente entregue, inseguro. Deixando-o à mercê dos meus lábios, que traçaram um caminho de fogo por sua boca, seu rosto e seu pescoço. Chupando-o e mordendo, sorrindo enquanto sua pele clara ganhava tons de roxo e vermelho. Com uma ferocidade calculada e divertida, abocanhei seu mamilo esquerdo, sugando-o com força. Mordi de leve, deslizando rapidamente minha língua ao redor da pele que começava a protestar. Voltando a encara o rosto de Nicolas, beijei sua boca com mais ternura, enquanto esfregava meu pau contra o dele. Podia sentir o cheiro que nos envolvia. Sexo e rosas. Talvez todos os boatos sobre os Tyrell não fossem mentira, afinal.

- Eu vou soltar suas mãos, mas se você se mexer, eu vou bater na sua bunda. Com força. – Rindo, soltei os braços de Nicolas, secretamente satisfeito ao vê-lo marcado. – Bom. Continue assim, e vou recompensá-lo...

    Minha boca tocava seu ventre, lambendo a pele que se arrepiava diante do roçar de meus dentes. Olhei para cima e encarei o rosto extasiado de Nicolas. Abri um sorriso torto diante daquela cena maravilhosa. Saber que era por mim que ele se contorcia, não era algo que pudesse ser explicado. Ele quase não tinha pelos, e era rosado em toda a sua extensão. Como um jovem ainda verde, ainda virgem. Bem, não seria mais. Engoli seu membro com uma voracidade que certamente o surpreenderia, transformando um ato praticado por anos, num ofício de excelência. Lambia, sugava e soprava, deslizando os lábios por sua extensão lentamente, deixando-o sentir a loucura da provocação nos intervalos entre uma investida e outra. Permaneci naquele mesmo ritual sádico, observando-o gemer e se mover. Seu corpo convulsionaria de forma natural, o que acabou acontecendo. Rindo, tirei a boca de seu pênis e voltei a prendê-lo com as coxas.

- Tsc, tsc... Acho que alguém se mexeu. – Forçando-o a virar de bruços, bati forte em sua nádega direita, logo atingindo a outra. A pele pálida tingiu-se de rosa, e a atingi novamente. Vermelho era melhor. Senti meu pau pulsar diante daquela visão. A bunda de Nicolas era perfeita. Puxei de leve os cabelos dele para beijá-lo sobre o ombro, enquanto minha outra mão explorava seu corpo. Inseri o primeiro dele e ele pareceu travar. – Não se preocupe. Só dói no começo. Você está em boas mãos.

   Aquilo não era inteiramente verdade. Até porque, o tipo de sexo para o qual eu era contratado em Porto Real era tudo, menos livre de dor. Eu não era um mestre dos sete suspiros, como um prostituto lyseno. Eu era o carrasco e a vítima. O escravo ou o mestre de nobres westerosis com gostos peculiares. E naquela noite, Nicolas descobriria isso da forma mais deliciosa possível. Enfiando minha coxa entre as dele, o forcei a empinar o traseiro, revelando-se para mim em sua totalidade. Cuspi na mão e a envolvi em meu sexo enquanto me masturbava, preparando-me para atacá-lo. Aproximando o rosto, deslizei a língua em seu contorno, até chegar à base de suas costas. O ouvi gemer e considerei aquilo minha permissão. Afundei-me em seu corpo, segurando-o firme contra mim enquanto esperava por suas reações. Nicolas Tyrell não era mais virgem, agora. Parado, deixei que ele se acostumasse com a minha presença, controlando-me para não perder-me nele novamente, e mais forte. Precisava deixá-lo transitar da dor para o prazer. Mexi a pélvis contra ele, sentindo o deslizar entre nós. Dentro, fora, dentro. Deslizei as mãos por suas costas, arranhando-o de leve enquanto voltava a me mover. Lentamente, com mais jeito agora. Uma vez mais rápido. Um gemido deixou meus lábios. Ele era apertado demais, macio demais. Quente demais.

- Parece que agora não tem mais volta, Nicolas. Você é meu. – Murmurei contra o seu pescoço, mordendo-o levemente enquanto começava a me mexer num ritmo mais acelerado.


        Nem mesmo o Senhor da Luz sairia ileso daquela fogueira.

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music: Freeze You Out – Sia.
tag: #NicolasDelícia
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Qualquer outra lembrança esvaíra da minha mente, pois naquele momento o único desejos era que Andros me tivesse por completo. Ele conseguia fazer com que minha inexperiência se camuflasse aos seus comandos, ele me domava, com isso ficava mais confiante. Sentia sua mão afundada entre os fios do meu cabelo, todos seu movimentos e seus comandos era voltado ao prazer, estava em um território seguro, seguro de prazer. Sentia o sexo do mesmo contra minha boca de forma mais rápida e com mais ferocidade, o ar faltava-me, mas não fora suficiente para fazer-me recuar, eu o queria, por completo. Enquanto chupava-o dirigia meu olhar para ele, e deste olhar transmitia todo o desejo que era possível transmitir, Andros viria pelos meus olhos, que naquela noite, pertencia-o.

- Andros... – Deixei escapar seu nome por entre meus lábios quando sua totalidade fora tirada de dentro da minha boca. – Seu pedido é uma ordem. – E o concedi, mais um beijo.

Não aguentava-me, meus lábios avançaram com rispidez e velocidade contra os deles, aquela boca era minha, Andros era meu. Alcancei com a língua toda o interior da boca de Andros e saboreei, não só o sabor da sua boca, como de seu mastro. E aquele gosto exaltava minha sanidade e desejo. Senti o mundo girar, mas não fora só pelo momento e sim pela troca de posições, quando abri os olhos me vi agora contra a cama com ele por cima de mim. Meu corpo se ascendeu, era difícil não se mexer, e mais difícil não deixar os gemidos escapar, Andros como um experiente prostituto, sabia como alcançar o extremo do prazer com alguns toques, ou como agora, com sua língua. Nossos lábios encontraram-se mais uma vez, mas naquele pensei somente no que acontecia abaixo de nossos corpos, nossos membros se esfregavam, e isto foi uma cena e um acontecimento que tardei de esquecer.

- Certo. – Fiquei surpreso com o pedido de Andros, era de conhecimento público que muitos homens adoravam algo com mais força e brutalidade, mas eu não sabia que eu era um desses, e pela primeira vez naquela noite fiquei com medo. Mas tudo ocorreria bem, isso se eu não mexesse, correto? Errado. Aquilo fazia parte de um jogo de sedução por parte de Andros, e neste tipo de jogo, este seria o vencedor. Sua boca envolvia-me com voracidade, sua experiência para com tal ato, se não preparado faria-me encontrar o extremo do prazer em poucos segundos, e essa preocupação fizera-me cometer o pior erro daquele noite, mexer. Quando isto aconteceu senti seus lábios deixar de envolver meu membro para logo depois comunicar que eu havia perdido o jogo. Suas mãos seguraram minha cintura e me viraram, colocando-me de bruços, deixando minhas nádegas expostas ao castigo que estava por vir. A espera pelo castigo fora uma eternidade, pelas sombras que se projetavam na parede, vi a mão de Andros descer e encontrar contra minha pele.

- Ahh! – Gritei. Um grito apenas de dor, e nada comparado ao prazer. Muitos homens podiam optar por este tipo de prazer, mas eu não era um desses homens, e não deixaria que isso ocorresse novamente. Quando a mão de Andros desceu novamente, o segurei pelo pulso. – Não. – Disse e nada mais. Pois minha feição bastava para mostra-lo que nada mais daquilo seria tolerado. Fiquei feliz que meu ato de desordem não estragara tudo, pois soltei sua mão que logo segurou meus cabelos inclinando-me. – Para você deve ser difícil encontrar limite na hora do prazer, mas comigo haverá, não sou um cliente que você pagou, está aqui nesta cama por que eu quis, então minha vontade será feita, e não levantara outrora sua mão contra mim. – Aproveitei de sua proximidade, para deixar isso bem esclarecido. Porém a dor de antes não fora nada comparada ao ato seguinte, senti-me invadido, a dor era aguda e concentrada. Contudo, essa não era uma dor que eu podia evitar, esta dor era proveniente na penetração e era algo que teria de acostumar-me. Suas palavras trouxeram-me consolo, apesar de falsas.

- Acabe logo com isso. – Diferente da outra dor, nesta encontrava prazer, e sabia que o prazer estava cortado, tinha mais, e eu queria sentir mais. Atendendo ao meu pedido vislumbrei meu corpo atender ao seus pedidos, empinando minha bunda. O som do cuspe cortou o ar e penetrou meus ouvidos. “´Finalmente.” E do riso a um grito de dor, e prazer. Ele estava dentro de mim, eu sentia. Meu corpo fora violado e o sentia fraco, em um primeiro instante desabei desfazendo a pose, abaixei minha bunda querendo me livrar daquilo, mas ao mesmo tempo não queria livrar-me do prazer que no final da dor estava presente. – Dói... – Sussurrei. Percebi que ele iria tirar seu membro de dentro de mim, e com velocidade segurei sua cintura. – Não, não me deixe. – E naquela suplica encontrei a força para prosseguir. Comecei os movimentos com a minha cintura, enlaçava o seu membro entre minhas nádegas introduzindo-o para dentro de mim. Esqueci-me de tudo novamente, da dor, da... O que mesmo? Não me lembrava, lembrava-me apenas do prazer e que Andros era quem o despertava. Seus movimentos lentos permitiram-me acostumar com o ritmo, mas não era estes a quais esperava, esperava um Andros feroz e agressivo, capaz de encontrar o extremo de meu interior com seu membro, e foi com esse desejo que me entreguei por completo a dança. Movimentei meu quadril para cima e para baixo, fazendo com que seu membro forçasse uma entrada mais brusca e que esta entrada acontecesse em riste as paredes internas do meu corpo. Um prazer que fora compartilhado entre mim e ele. Em movimentos rápidos nós entregamos a dança em sua totalidade.

Com um grande esforço tirei-o de dentro de mim e o joguei contra a cama. – Sim. Eu sou seu, e você é meu. – Uma meia verdade. Pois ao passarmos pela porta daquela quarto, para todos os outros seríamos dois casais separados. Sendo ninguém é de ninguém. – Ele está se sentindo sozinho. – Disse sorrindo olhando para o membro de Andros que pulsava à minha espera. – Fui para cima do professor e sentei-me a base na base de sua cintura, senti seu membro roçar contra minhas nádegas e isso não só aclamava meu desejo como deixava o proprietário deste membro louco. Segurei o sexo do mesmo e rocei-o contra a minha entrada sem deixa-lo com que me penetrasse. – Você quer? – O torturei colocando apenas a cabeça de seu pau dentro de mim. – Pois tome. – Finalizei descendo minha bunda e engolindo seu membro até a base. Inclinei meu corpo para trás e apoiei minhas ambas as mãos na cama dando-me apoio em meus movimentos que se transformaram em cavalgadas.


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