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[ RP fechada] The Begining of a New Life

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The Begining of a New Life
A RP irá começar com o post de Arandora Baratheon. Esta é uma RP FECHADA, conta apenas com a participação de Arandora Baratheon, Devan Baratheon, Serena Baratheon, Cersei Baratheon e a Septã Rosli. Estamos em Ponta Tempestade, próximo ao amanhecer, quando a Lady começa a sentir as primeiras contrações anunciando a chegada do esperando bebê do casal..



Δ Lady
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Δ Devan ♥
Δ Baratheon

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Baratheon
A noite estava fresca como o de costume para aquela época do ano, como ainda era madrugada, o céu era tomado pelo tom negro, mas já era possível ver a estrela matutina despontar no céu. Os primeiros animais despertavam para mais um dia e aos poucos toda a existência despertava. A brisa fresca soprava através das janelas, dando um clima mais ameno ao interior do aposento. Haviam apenas duas velas acesas próximas as cabeceiras da grande cama do casal, deixando o lugar ainda na penumbra. Assim que o sol nascesse iluminaria todo o aposento sem cerimônia, revelando o luxo do lugar. Era amplo e espaçoso, os móveis todos de madeira, tinham o mesmo tom escuro, formando um conjunto harmonioso. Próximo a um dos enormes janelões, havia uma poltrona onde a Lady tinha por hábito sentar-se o observar o jardim de sua janela.  Aos poucos o frio da madrugada se dissipava, anunciando que a aurora estava próxima, trazendo consigo o calor e a luz do sol, a vida que tanto enchia os olhos da Lady.

A loira encontrava-se em seu leito, desfrutando das últimas horas de seu merecido descanso, normalmente tinha afazeres em demasia e com o final da gravidez seu cansaço era quase que dobrado. Por sorte suas duas meninas já tinham idade para ajudá-la com suas tarefas e também servia como um excelente aprendizado para ambas as jovens, que um dia assim como ela, se tornariam Ladys. A respiração calma quase não podia ser percebida e o sono era pesado devido à exaustão, tinha esperanças que fosse um outro menino que carregava em seu ventre e todos os dias fazia uma oração a Mãe, para que lhe concedesse essa graça. Trajava uma veste leve para dormir e as mantas se amontoavam sobre ela e o marido, que cuidadoso, repousava ao seu lado. Nada parecia ser capaz de perturbar o sono do casal, o sono profundo recuperava as energias gastas depois de um longo dia anterior que ambos haviam enfrentado.

Muitas coisas aconteciam em Ponta Tempestade, logo seu primogênito se casaria com uma bela dama, a jovem enchia os olhos de Arandora e ela sabia que seria uma esposa adequada para seu menino, que por mais que já fosse um homem, aos seus olhos sempre seria seu menino, bem como todas as suas filhas. Não podia sentir-se mais agraciada pelos Deuses, tinha uma família maravilhosa e Devan fazia questão de tornar seus dias cada vez mais felizes. A chegada do bebê, vinha para coroar o momento da família e a loira já não via a hora de ter seu pequeno em seus braços. Na verdade, todos estavam ansiosos, mas notava que seu marido tinha uma pontada de preocupação em seus olhos. A Lady já não era mais uma garota como quando se casou e desde a gravidez dos gêmeos, ainda que se sentisse feliz, a preocupação de outro parto difícil o assombrava. Carinhosa, sempre tentava dissipar tais pensamentos da mente de seu amado, tinha confiança nos Deuses que tudo correria bem.

De forma repentina os verdes olhos da mulher se abriram e o cenho franziu criando uma enorme ruga entre os olhos. Uma leve dor fizera a mesma despertar, mordiscou o lábio para que nenhum som despertasse Devan de seu sono, na noite anterior ele havia demorado a dormir preocupado com seu estado. Respirou fundo e logo a dor se foi, como já estava no final de sua gravidez era comum sentir aqueles incômodos, não tardaria para que seu filho nascesse. Cuidadosa virou-se na cama mais uma vez, ficando de frente para Devan, velando seu sono, poderia passar a eternidade daquela forma que jamais se cansaria. Um suspiro satisfeito escapou de seus lábios, seus dedos suavemente percorreram as linhas do rosto dele sem acorda-lo, mas antes que pudesse se deleitar com aquele ato, novamente a dor ao pé da barriga lhe fizera retrair todo o corpo, a mão livre repousou em seu ventre e Dora fechou os olhos tentando se conter.

Vagarosa, sentou-se na cama, encostando as costas na cabeceira da cama, suas mãos deslizavam pela barriga carinhosamente, como se já acalentasse o próprio filho: — Calma meu amor. Vejo que não quer que a mamãe durma mais. — Sussurrou para a criança em seu ventre. Antes mesmo de conhecer seu rosto, já o amava como amava todos os seus filhos, uma pontada de ansiedade tomava conta de si. Sabia que a qualquer momento ele poderia nascer e já não via a hora, tudo estava pronto aguardando sua chegada. Aquela sensação gostosa de quando ele se movimentava dentro de si tomou conta de seu corpo, arrancando um sorriso radiante da loira, mas uma nova onda de dor invadiu seu baixo ventre, dessa vez mais forte do que as outras, mas conseguia notar que o tempo entre uma e outra era praticamente o mesmo. A loira respirou fundo e concentrou-se em suportar a dor que vinha cada vez mais intensa.

Inclinou um pouco a cabeça observando seu marido adormecido, suspirou e sentiu pena em acorda-lo, ao olhar pela janela o dia nem havia raiado. Sua mão esquerda tocou o ombro dele delicadamente: — Devan. Devan. Acorde meu Lorde. — Preguiçosamente observou os olhos dele se abrirem, seu semblante em um misto de dor e felicidade encarou o dele: — Chame a Septã meu Lorde. Nosso filho... — A frase fora interrompida por uma nova onda de dor mais forte que a anterior. Uma de suas mãos apertou o lençol com força, enquanto o homem se levantou um pouco assustado. Ela não precisou repetir a frase uma segunda vez, depois de lhe dar um beijo terno em sua testa e vestir-se às pressas, o Lorde deixou o quarto, deixando-a sozinha por breves instantes. Com cuidado tentou se levantar, mas assim que o fez, sentiu as pernas molhadas e uma forte contração logo em seguida. Logo estaria com seu bebê nos braços e por mais doloroso que fosse aquele momento, a felicidade lhe invadia por completo. Por sorte não havia se afastado da cama e voltou a se deitar, daquele em momento em diante precisava poupar todas as forças que tinha para colocar seu filho no mundo e não tardaria para que ele estivesse em seus braços.



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The begining of a new lifeOurs is the Fury, Baratheon

Não sabia a origem da água que acabara de cair no chão de madeira, até olhar para cima, vendo a sua esposa envolver protetoramente as mãos na barriga. Na plenitude da sua gravidez, Arandora ficava mais radiante que nunca. Devan estava certo disso. Gritou por uma criada, tendo o cuidado de se afastar da esposa antes de o fazer — não queria a deixar mais perturbada com sons altos — e voltou para seu lado. Não sabia como ajudar, não tinha capacidades como curandeiro, mas estava certo de que queria estar lá com ela e ver o filho que ela lhe daria. Ainda não sabiam se ia ser um filho ou uma filha, naturalmente, mas após três filhas seguidas, tinham esperanças que ela lhe voltasse a dar outro filho. Tanto que ambos sempre se referiam ao bebê como se fosse um homem.


Mas ninguém veio. Ouviu a voz de Arandora a chamá-lo. — Devan. Devan. — Quando reabriu os olhos azuis, virando-se na sua direção, ainda estava deitado na cama. As suas íris contraíram-se com a luz ascendente do sol que começava a tomar o lugar da lua. A sua primeira visão naquele dia. Duas velas iluminavam o quarto. Rapidamente os seus olhos se adaptaram: a luz não era assim tanta. Pôde imediatamente concluir que o dia mal começara. Mas não teve mais tempo para apreciar a paisagem. Arandora não o acordara sem motivos. Apenas lhe disse para chamar a Septã e, como acabara de despertar, os seus pensamentos desorganizados não o permitiram perceber o que se passava, até piscar agilmente os olhos. Olhou para a sua esposa. — Nosso filho... — dizia. Olhou bem para ela, reparando que esta agarrava agora o lençol com força, gemendo com as contrações típicas do bebê que queria sair. Com a súbita realização, Devan saltou da cama, dando-lhe um pequeno beijo de ternura na testa,  e dirigiu-se até à porta sem pensar. Só com as mãos na maçaneta é que se apercebeu que ainda não se vestira. Pegou na primeira camisa de linho que viu, enfiando rapidamente umas calças, e abriu violentamente a porta.


O primeiro criado que viu foi surpreendido com o grito do seu Lord. — Onde está a Septã? Encontre-a. — Apesar da sua voz não ter sido tão alta quanto isso, o tom de voz com que dera a ordem fora inquestionavelmente assustador. O criado, ainda assustado, explicou que ela devia estar nos seus aposentos. Septã Roslin fora acolhida no castelo após o falecimento da Septã Jynessa, tutora das suas filhas. Era temporário, pois a Septã Roslin dirigia-se para Porto Real, mas ia substituir a Septã que fora chamada de Vilavelha. Cersei e Serena já quase não precisavam de uma Septã, mas Annis ainda era nova e necessitava de instruções na Fé e na sua etiqueta enquanto senhora. Porém, a Septã Roslin não sabia apenas regras de etiqueta. A devota tinha um bom conhecimento em medicina e cura, razão pela qual estaria a ajudar com o parto do seu filho.


Batendo à porta dos seus humildes aposentos inúmeras vezes, a Septã demorou tanto que ele julgou que ela não estava lá dentro, até que enfim a mulher abriu a porta, explicando que não gostava de interromper as suas orações. — Está preocupada com as suas orações agora? A minha esposa está no quarto, com dores por causa do bebê. Vai sair agora! — os seus olhos azuis olhavam com aflição para a mulher. — Nesse caso, não temos tempo a perder. Não sei onde é o seu quarto, por isso, por favor guie-me até lá, milord. — num suspiro, Devan virou-se, voltando com pressa até ao seu quarto, não ousando sequer olhar para trás para ver se a Septã o acompanhava. Não tinha, de fato, tempo a perder. A sua esposa precisava dele.

▲▲▲


Gray Day

Devan Baratheon



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They can keep me out 'til I tear the walls. 'til I save your heart and to take your soul

Cersei estava no seu quarto quando fora notificada sobre o nascimento de seu irmão. Irmão pois todos assumiam que se tratava de um homem. Cersei não entendia qual a necessidade de aumentar ainda mais a família, já bastava Peter para assegurar a continuação da linhagem Baratheon. Cersei sentia uma certa inveja dele, ela fora a primeira a nascer e ainda assim não tinha direito a nada. Durante toda a vida esteve ciente dessa mesma realidade e a aceitou de um certo modo. Ninguém sabia como era ter a força de vontade de um homem e sofrer a escravatura de ser uma mulher. Cersei deveria usar a armadura e Peter o vestido mas R'hllor não quisera que as coisas assim fossem.
Colocou o prato sobre a mesa junto da janela e aguardou pelo choro incessante que teimava em não vir. Sentia repulsa pela adoração de todos que se encontravam entusiasmados com a chegada da criança. Sim, seria seu irmão, ou irmã - Cersei não descartava essa possibilidade - mas a sua chegada apenas iria distrair os Baratheon e seus súditos de assuntos mais importantes, a guerra.
Soltou uma risadinha, se debruçando sobre a janela enquanto observava o mar calmo. Cersei era tão gentil como o Rei Maegor , tão altruísta como Aegon, o Indigno, tão sábia como o Louco Aerys. Ela nunca se esqueceria de um ligeiro desrespeito, real ou imaginado. No lugar de cautela ela via covardia, na oposição via uma provocação. Mas apesar de todos esses defeitos, ela era uma mulher que amava sua família incondicionalmente e, mesmo sentindo alguma repulsa pela pequena criança que chegaria a qualquer momento, sabia que, mais cedo ou mais tarde, aprenderia a amá-la do mesmo jeito que amava todos seus irmãos.
Ainda assim, foi contrariada que abandonou seu quarto. Não desejava presenciar o nascimento da pequena corça mas sua presença era esperada e quem era ela para fugir das regras...
Bateu na porta de madeira pesada e entrou mesmo antes de ter permissão para o fazer. Torceu de imediato o nariz perante a situação que se apresentava na sua frente. Cersei não escondia maior parte de seus pensamentos ou opiniões de ninguém, muito menos dos pais.
- Boa noite. - os cumprimentou, se aproximando da cama onde a mãe descansava. - Julguei que o pequeno passarinho já cantasse, mas parece que cheguei cedo. Onde estão meus outros irmãos?
Se a presença de Cersei era esperada ali, também a dos outros deveria ser. Fez sinal para que uma das criadas lhe trouxesse uma taça com vinho, que ela bebeu escondendo a feição de amargura ao sentir o paladar da bebida na sua língua.
- Que o senhor da luz abençoe esse rebento. - disse, erguendo o cálice no ar e bebericando do mesmo novamente. Pelo canto do olho olhou a Septã, servidora dos deuses falsos e sorriu na sua direção.
Aguardava impaciente pelo desfecho daquele circo, ou que pelo menos ele pegasse fogo. De um jeito ou outro, Cersei apenas queria sair dali e ocupar seu tempo com assuntos mais importantes.








you win or you die
Every man shall reap what he has sown, from the highest lord to the lowest gutter rat. And some will lose more than the tips off their fingers, I promise you. They have made my kingdom bleed, and I do not forget that.

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Não havia passado bem a noite, estava inquieta e o sono me faltava. Não era novidade que eu tivesse insônia, geralmente ia dormir bem tarde, mas nunca havia passado a noite em claro. A única pessoa que ligava quando eu ia acordava tarde era a minha irmã mais velha, ela era tão parecida com nosso bisavô Stannis, que chegava a me dar arrepios. Meu quarto estava iluminado apenas pela luz que emanava das velas, estava em pé olhando meu reflexo no espelho, observando a figura pálida e de bochechas rosadas que me olhava de volta, mantinha esse hábito desde pequena, me olhava apenas procurando traços dos quais pertenciam aos meus demais parentes, mas me olhava no espelho e só via os traços de Peter, meu irmão gêmeo. Ouvi passos apressados no corredor, seguidos de vozes e mais vozes e então, ouvi uma batida em minha porta.

Senhora? – ouvi a voz de uma das criadas e abri a porta vendo a mesma com um sorriso largo no rosto. – A senhora sua mãe está dando a luz. – a notícia tão esperada finalmente havia se concretizado. Estava ansiosa por esse dia, queria ver a carinha do meu novo irmão ou irmã – Já que os deuses até o presente momento haviam dado apenas um filho homem aos Baratheon, não era descartável a possibilidade de mais uma menina. – Uma felicidade crescia em meu peito, não pegava em um bebê desde o nascimento de Annis e eu ainda era uma criança quando a mesma nasceu, estava feliz por minha mãe e por meu pai, sabia o quanto eles tentavam ter mais um filho homem.

Agradeci a criada e corri pelo quarto pegando um robe, atravessei os corredores em direção ao quarto dos meus pais encontrando a septã, meu pai, minha irmã e minha mãe, onde a mesma mantinha feições alegres, porem, contraídas pela dor das contrações. Cheguei a tempo de ouvir o “discurso” da Cersei, ela as vezes era bem inconveniente, se não queria estar ali, por que tinha que estragar o momento com palavras venenosas? Andei até a cama onde minha mãe estava deitada e me abaixei sentando ao lado dela na cama, peguei sua mão e acariciei seus cabelos dourados e sorri.

Que os sete abençoem esse bebê, este que mal nasceu e já é bastante amado. – murmurei alto o suficiente para que todos no recinto ouvissem. – Seja forte mamãe. – murmurei apenas para ela ouvir e beijei sua testa, me levantando andei pelo quarto até ficar ao lado de Cersei, retirei o cálice com vinho de suas mãos e o repousei em cima de uma mesa, recebendo um olhar nada gentil da parte da mesma, mas não iria deixar que ela fizesse outra “cena” apenas para ser inconveniente, mesmo sabendo que depois o ciúme passaria e ela amaria esse bebê assim como amou, e ainda ama, a mim e ao Peter e a Annis. – Pelo menos hoje, minha irmã, em nome do seu deus, seja gentil e acolha essa vida com felicidade. – sussurrei para ela e fiquei olhando para meu pai, que mantinha um semblante feliz e um olhar ainda mais.




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healing hills
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Pai, Mãe, Guerreiro, Donzela, Ferreiro, Velha, Estranho. — O dia estava prestes a começar e os raios de sol começavam agora a invadir o quarto da Septã. Pontualmente, começou as suas orações matinais. Tinha sempre algo sobre o que falar com os seus deuses. Nem que fosse para agradecer por estar ali mais um dia, mesmo que ali estivesse para um objetivo, apenas para morrer quando o cumprisse. Ultimamente, fazia grandes orações pela Lady Baratheon, para que esta tivesse mais um filho saudável e para que este encontrasse a Fé dos Sete, honrando os deuses. Para que recebesse a bênção de pelo menos uma das sete divindades. Foi, porém, interrompida por aflitas batidas na porta. Tentou se concentrar, para poder acabar a sua oração, mas o barulho não a permitia e quem quer que estivesse por detrás da porta não parava.

A Septã levantou-se, com uma expressão irritada, lançando um olhar para o ambiente lá fora. "Ainda é cedo, quem será e por quê a urgência?", pensou. A realização apareceu-lhe subitamente, como um raio, quando viu o Lord Baratheon à sua frente — o bebê —. Como era de esperar, ele estava ansioso. Exigiu imediatamente explicações pela demora, bagunçando o cabelo com as mãos que não paravam de se mover. Ela não perdeu muito tempo, relembrando-o que Lady Arandora precisava deles e pediu-lhe que a levasse até aos seus aposentos.

Era de esperar que o lugar fosse luxuoso e encantador. E era. Aos olhos da Septã, porém, era demasiada extravagância. Nunca vira um quarto tão grande, só para duas pessoas. Passara a vida na humilde sombra dos grandiosos castelos de que Lords e Ladies tanto se orgulhavam. Mas sabia no seu âmago que não precisava de mais, não os cobiçava, pois encontrara a sua fé na sua pequena e humilde sombra. Mesmo que agora estivesse naquele castelo, era apenas temporário. Não era aquele o lugar em que os Sete a queriam. Daria aquilo que tinha aos pobres. Era essa a vontade dos Sete, os Deuses a quem ela se entregara totalmente. Olhando para a família de alto nascimento, até conseguia sentir algum dó deles. No meio de toda a sua luxúria, perdiam-se. Não sabiam viver sem aquelas condições. Não sabiam viver sem que os servos fizessem tudo por eles. Não sabiam o que era miséria. Não os condenava irracionalmente a todos, porém. A Mãe ajudava-a a ter misericórdia. A partir do dia em que nasceram, rodeados pelas quatro paredes dos seus castelos, a vida deles fora assim. Era assim que o mundo funcionava, infelizmente. Apenas condenava quando aqueles que tinham alto nascimento se consideravam superiores aos Deuses, ignorando a fé.

Mas não pode se deter muito mais tempo a pensar. Lançando um olhar a Lord Devan antes de se dirigir à Lady Arandora, começou a perguntar-lhe como estavam as dores. Nunca fizera um parto, apesar de ter experiência nas artes curativas. Mas tivera breves lições com Septã Jyzene. Só esperava se lembrar de todas elas no meio do parto e não deixar que a ansiedade tomasse conta dela. Nem era costume ter olhares tão severos sob ela. Ignoravam a sua inexperiência no assunto, apenas queriam que ela ajudasse a trazer a criança ao mundo.

Duvidou de si mesma. Seria ela mesmo capaz? Que fariam os Baratheon a ela se não conseguisse? Era sabido que os nobres conseguiam manipular a justiça, escapando ao etéreo olho do Pai e escondendo-se nas sombras no domínio do Estranho. Mas que fosse. Ia cumprir o seu dever pelos Sete. Se estivesse na altura de abandonar aquele mundo, tinha feito o seu melhor e sabia que ia encontrar a companhia dos seus deuses. Isso era ter fé.

As contrações já tinham começado há algum tempo. Suor escorria pela testa da sua senhora, uma visão rara. — Lord Devan. — chamou, vendo-o sobressaltado. — Precisarei de água morna e de umas toalhas, por favor.  Vou precisar de lavar bem as mãos, então deviam trazer mais alguma água para isso e sabão. Além disso, precisarei de algo para cortar o cordão umbilical quando o bebê sair. E creio que seria melhor se o parto fosse feito em água e, portanto, precisaríamos de encher a banheira de água morna — ele assentiu e apenas chamou uma criada, como já era de esperar. — M'lady, não é a primeira vez que passa por isto. E se depender de mim, também não será a última. — a resposta foi rouca, um sussurro inaudível para a Septã. — Já sabe que vai ter de puxar em breve. Temos de trazer este menino ao mundo. — acenou para que a serva que retornara deixasse as bacias, preenchidas de água tépida, ao lado da cama. Agradeceu de seguida, algo que ela não devia estar habituada a ouvir.

Minha senhora, — chamou — Preciso de ver a que ponto está a dilatação do seu corpo. — explicou. Mulheres que já tinham tido um filho antes, como a Lady Arandora, dilatavam mais rapidamente. Isso provou-se verdade. O bebê estava quase a nascer. Ouviu uma batida na porta e, logo de seguida, uma das filhas do Lord entrou. A Septã franziu as sobrancelhas. Não havia necessidade de ela assistir à cena. Principalmente ela, que era devota ao Deus Vermelho, fé que agora se alastrava pela Campina. A Septã apenas podia rezar para que o próximo filho tivesse bom senso.

Cersei Baratheon parecia ser a típica senhora nobre, arrogante, e seguidora da fé errada (embora nisto o costume fosse não seguir nenhuma fé, de todo). Foi a outra filha que entrou seguida, a gêmea do herdeiro, enquanto a mais velha falava. Viu o olhar que Cersei lhe lançou, ao falar no seu falso Deus enquanto pedia saúde para o bebê, e sorriu para ela. Felizmente, Visenya pediu a bênção dos Sete. A criança podia não ficar em mãos tão más quanto isso, afinal. — Ouvi dizer que quando esse Deus abençoa grávidas, elas dão à luz uma sombra. — respondeu sem sorrir, num tom tão amargo quanto o vinho que ela tanto bebia, à medida que se dirigia até às bacias de água. Pegou numa e deixou-a em cima de uma mesa, começando a lavar as mãos — Mas ainda bem que eu rezei todos os dias pela saúde desse bebê aos Sete. — finalizou. Esfregou as mãos no sabão antes de voltar a afundar as mãos na água morna — algo a que ela não estava habituada, exceto nos dias quentes —. A vida de todos os que estavam na sala, exceto ela, era uma vida de luxo, o que apenas a deixava frustrada sempre que era relembrada disso. E tudo naquele quarto a relembrava das grandes diferenças, até a forma como aquelas pessoas falavam.

Voltou para perto da Lady Baratheon, passando a avaliar o tempo decorrido entre cada uma das suas contrações. Não passava muito mais de um minuto entre cada uma. Estava na hora de ir para a banheira. — Respire, m'lady. Não é a primeira vez que passa por isto. Já sabe que vai doer, mas vai acabar assim que este bebê vier ao mundo. E vai valer a pena. — disse, sempre tentando a acalmar. Pediu ao Lord Baratheon que continuasse a falar com a senhora, enquanto a Septã se dirigiu para as bacias, começando a encher de água a banheira que havia no lado mais distante do quarto. — Lord Devan, por favor ajude a senhora a entrar na banheira. — chamou, voltando para a ajudar, e deixou que esta se apoiasse no ombro da Septã.

Já dentro da banheira, perguntou-lhe se ela estava pronta. — Pode começar a empurrar. Faça força, m'lady. — incentivou — Lembre-se de manter a sua respiração calma, não quero que comece a hiperventilar — disse calmamente, molhando uma toalha numa bacia ainda com água e limpando a testa da mulher. — Força, m'lady. — repetiu, com uma mão tranquilizante no braço dela. Só podia imaginar a dor pela qual a loira estava a passar. — Força. —  contornou a banheira, vendo que a cabeça do bebê já estava a começar a sair. As suas mãos aproximaram-se da sua pequena cabeça — Já estou a ver a cabeça do seu bebê, m'lady. Só mais um pouco. — pediu e olhou para o Lord Baratheon, que estava um pouco afastado, apenas observando a situação. Fez um gesto com a cabeça em direção a Lady Arandora, para que ele lhe desse apoio. Ele estava nervoso, mesmo que aquele não fosse o primeiro parto dela.

Rodeou a cabeça do bebê com as mãos e, ao contrário da loira, sem fazer força.  Conseguia agora ver as suas feições adoráveis e rosadas. O seu pequeno nariz era um pouco maior que a unha do seu polegar. Nunca vira um bebê recém-nascido. Era sem dúvida uma das pequenas maravilhas que tinha o privilégio de ver. Um suspiro lamentoso escapou dos seus lábios ao ver que o cordão umbilical estava enrolado em volta da sua cabeça. Ia ser perigoso tentar removê-lo. Com os dedos a tremer, aproximou a mão do cordão rosáceo. Ergueu-o gentilmente, como se naquele momento tivesse em mãos a maior fragilidade do mundo, e pousou-o. A sua mão passou pela testa e um novo suspiro passou pelos seus lábios.

A cabeça do pequeno girou: e isso era sinal de que o bebê ia agora sair por inteiro, segundo os conhecimentos que uma Septã mais velha lhe passara. Septã Jyzene instruíra-a em muitas das lições que ela tinha, e agora ela precisava disso na prática. Preparou-se para receber o bebê. Conseguia sentir todos a se inclinarem, ansiosos para saber a resposta à grande pergunta: ia aquele ser um menino ou uma menina?

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Re: [ RP fechada] The Begining of a New Life

Mensagem por The Crone em Seg Jun 06, 2016 6:30 pm

Avaliação de treino de habilidade
[Septã Roslin]
Sua escrita é formidável, não encontrei erros na escrita e a forma em que detalhou o treino em questão foi muito criativa.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 30% de experiência pelo atributo de inteligência com 10 pontos
- 25% de experiência por ter a habilidade no nível 5
+ 7% de experiência pelo dote inicial

Recompensas
+ 103 pontos de experiência em medicina e cura


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Baratheon
No momento que Devan atravessou a porta, não podia negar... Temeu como se fosse uma garota indefesa a mercê de qualquer perigo. A loira fechou os olhos e começava a respirar de forma pausada e ritmada, precisava controlar sua respiração. Não era a primeira vez que colocava uma criança no mundo, outras três vezes já havia passado por aquela mesma situação, mas em todas elas era como se fosse a primeira. Afundou a cabeça nos travesseiros e tentou distrair sua mente, enquanto as duas mãos deslizavam pela barriga. Lembrara de quando fora ter sua linda Cersei, uma noite de tempestade forte, era uma garota ainda e podia-se dizer recém-casada. As dores a espantaram, lhe causaram medo e até mesmo duvidar que colocaria sua menina no mundo, mas ela não recuou e quando a tomou nos braços não teve palavras para descrever. Ainda se lembrava do semblante de Devan que admirava a pequena em seus braços, com o sorriso bobo, mas os olhos de um pai zeloso. Depois vieram os gêmeos, naquele dia realmente pensou que pudesse morrer, o parto havia sido complicado, mas no final tudo correu bem e para surpresa de todos, não havia só o herdeiro, mas uma linda menina. A chegada de sua pequena Annis fora mais tranquila, já sabia por tudo que passaria e naquela manhã ensolarada a garotinha nasceu trazendo luz e felicidade ao casal.

Graças aos Sete, era uma mulher fértil, em três partos já havia dado quatro filhos ao Lorde e pretendia dar quantos mais fosse a ela concedido. Agora era a hora de manter-se calma e colocar mais esse pequeno no mundo, a ansiedade tomava conta da mente de Dora. Queria conhecer seu rosto, aconchega-lo em seus braços e ama-lo tanto quanto amava seus outros filhos, pedia a mãe que fosse o menino que seu marido tanto desejava e que lhe desse um bom parto. Uma nova contração cortou os pensamentos da loira, suas mãos agarraram-se aos lençóis e respirava fundo procurando não gritar, não queria preocupar ninguém. Mas sentia todo seu corpo se preparar para dar passagem ao seu filho, seu quadril se tornava mais largo e ousava dizer que sentia seus ossos saírem do lugar a cada nova contração. Dobrou as duas pernas sobre a cama, e suas duas mãos continuaram a deslizar pela barriga que agora estava um tanto mais baixa do que antes: — Calma meu amor... Logo você vai sair. — Comentou ofegante, já sentia as gotas de suor tomar sua pele. Precisava se acalmar e guardar forças para o momento certo, poderia não dar conta de colocar seu bebê no mundo e acabar sacrificando a ela e a criança: — Mãe... Me ajude mais essa vez. — Pedia ajuda aos Sete naquele momento.

Ainda que tenha parecido uma eternidade, sabia que ele não havia demorado em trazer a septã, sentiu um enorme alívio por isso e até mesmo, um pouco mais tranquila. Com dificuldade levantou um pouco mais seu corpo e lançou seu olhar em direção a mulher, tinha fé que ela poderia ajuda-la naquele momento. Ambas sabiam que o bebê não ia demorar para nascer, ela se aproximou da Lady enquanto já dizia do que necessitava, as palavras se tornavam um pouco confusas para ela, ao mesmo tempo que seu semblante se contraia em dor. As contrações vinham cada vez mais rápidas. O Lorde já chamava uma das criadas para que providenciassem o necessário, a boa mulher se aproximou de Arandora, suas palavras transmitiam uma imensa paz a loira que precisava se esforçar para que pudesse compreende-la: — Está bem... — Murmurou em meio a um novo gemido rouco de dor e semblante fortemente contraído. Não havia dor no mundo que se comparava a colocar uma criança no mundo, mas era recompensador ver aquele rostinho de depois de tanto esforço e a Lady sabia muito, muito bem essa lição, por isso procurava suportar ao máximo as dores sem reclamar, somente apertava o lençol entre os dedos.

A cada nova onda de dor o bebê fica mais perto de nascer, gentil a Roslin pedia para verificar a dilatação, ainda que fosse a primeira vez que ela a auxiliava no parto, sentia-se tranquila com a presença da mulher. O incomodo foi nítido enquanto ela realizava seu trabalho, mas era preciso, o corpo todo da loira estava sensível ao menor toque. Dora não percebeu as batidas na porta, mas assim que ouviu a voz de Cersei virou a cabeça na direção de sua filha. Ela era uma menina de temperamento difícil, mas no fundo sabia como sua filha podia ser amorosa, tinha sua opinião e fazê-la voltar atrás era impossível. Visenya também não demorara para aparecer, ela era mais amável e delicada, uma boa filha também, a loira olhou nos olhos de sua menina ao sentir o beijo terno: — Obrigada minha menina. — Respondeu ofegante a filha. As contrações se tornavam mais forte e a mulher já não conseguia mais conter os gemidos de dor, algumas vezes até se contorcendo de dor. A septã havia falado alguma coisa sobre a fé vermelha que naquele momento ela não conseguia compreender, mas com certeza Cersei deveria ter dito algo sobre a tal fé vermelha que ela resolvera seguir.

Atenciosamente Roslin acalmava a loira, suas palavras ajudavam a Lady manter-se calma e respirando da maneira correta. Colocar uma criança no mundo era bem mais do que simplesmente fazer força para que o bebê saísse, havia o momento certo para que finalmente pudesse esforçar, a forma de respirar para que o fôlego não faltasse, as fortes dores poderiam forçar a mulher e agir de maneira impulsiva. Pensando em tudo isso Arandora tentava se manter calma para não colocar em risco ela e o bebê. Seu olhar procurou Devan, estava ao seu lado, mas com o mesmo semblante preocupado. Carinhosa estendeu a mão a ele e olhou em seus olhos: — Lhe darei... Mais um filho. — Falou com dificuldade, sentia seu quadril se abrir em um rompante de dor intenso que arrancou um grito da boca da mulher. Agora era uma questão de tempo para que o novo Baratheon estivesse no mundo, a banheira era preparada com água morna. A pedido da septã, seu marido a auxiliou para que entrasse na banheira. Andar, mesmo aquela curta distância fora um flagelo, suas pernas estava, fracas, seu corpo sensível, com dificuldade se acomodou. Suas mãos seguraram as bordas lhe dando apoio.

Aquele era o momento crucial, a septã perguntou se estava pronta e apenas assentiu com a cabeça de forma positiva. Cada vez que a ela pedia força, Arandora fazia sua dor a força para trazer seu filho ao mundo, o semblante se contraía de dor e os gritos de dor ecoaram pelo quarto todo. Aquele era o momento de maior dor, mas era necessário, seu corpo dava passagem ao seu filho e precisava se esforçar. As mãos firmes apertavam as bordas da banheira, com tamanha força as mãos alvas da Lady ficavam vermelhas: — AH! Pelos Sete! Pela Mãe! — Murmurou em meio a dor, tentando acalmar sua respiração para novamente começar a empurrar. A mão da mulher repousou em seu braço no intuito de acalma-la, Devan também se aproximou tomando sua mão e olhando em seus olhos, sabia que ela precisava dele naquele momento. Seu olhar se dirigiu à septã assim que ela disse que o bebê já estava nascendo, não podia falhar. Apertou a mão de seu Lorde e puxou todo o ar que pôde para os pulmões, buscando forças onde poderia Dora empurrou, esforçou-se, na ânsia de colocar seu filho no mundo finalmente. As veias de seu pescoço saltaram, seu corpo foi levemente para frente e um grito agudo ecoou por todo o quarto e o silêncio durou alguns segundos, enquanto o corpo da loira finalmente pode descansar. Ela olhou para frente, ofegante e com o olhar perdido encarando a septã, esperando que ela logo entregasse sua criança, pois não a via a hora de colocá-lo junto ao seu peito.  




Δ Lady
Δ Family
Δ Devan ♥
Δ Baratheon

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Re: [ RP fechada] The Begining of a New Life

Mensagem por Narrador em Qua Jun 08, 2016 3:06 am

O membro 'Arandora Baratheon' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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Ter uma filha seria uma desilusão para os Baratheon. Seria a quarta filha seguida para eles, com apenas um possível herdeiro. Mas fora a vontade dos Deuses, tal como fora a sua vontade que fosse a Septã Roslin a ajudar no parto. Um suspiro escapou dos seus lábios quando a ansiedade se apoderou dela, por breves segundos. Qual seria a reação daqueles senhores?

Era a primeira a saber, a única a saber. Mas o seu olhar para a pequena menina que jazia nos seus braços era um de ternura. Aquele não era o fim do parto. Onde devia estar a pequena marca que delinearia o umbigo, ainda saía um fio tão branco como a bebê que acabara de emergir.

Ainda sem revelar o sexo da criança aos pais ansiosos, segurou na menina, deitando-a numa posição horizontal, e inclinando-a ligeiramente de seguida. Sabia que a bebê ainda teria de expelir os típicos fluídos que a ajudavam a sobreviver no interior do corpo da mãe. É importante que o recém-nascido repouse sobre o peito da mãe, recordou as palavras da sua mestra. A Septã, conhecedora das artes curativas, explicara-lhe que isso ajudava o corpo da mãe a expulsar tudo o que se formara durante a gravidez, para a sobrevivência do bebê. Do nariz e também da boca da menina escorriam ainda fluídos que lhe eram desconhecidos, mas certamente não seria normal que estivessem no seu organismo. — M'lord... — chamou-o pela primeira vez, sem ter a certeza de que ele sabia ou não que acabara de ter uma menina. Tinha receio de o dizer. Tinha receio da reação de Lord Baratheon. Receio de que ele a culpasse. Mas ela não sabia como influenciar o sexo do bebê, afinal, ninguém o sabia. Os seus conhecimentos eram limitados nesse aspeto. Pensou em lhe pedir desculpas, mas  certamente os Deuses sabiam que não era culpa sua, razão pela qual nãohaveeia necessidade para tal. Os seus olhos azulados pareciam perdidos.

É... Uma menina. — acabou por dizer, engolindo em seco. — Mas não acabou ainda. Lady Baratheon e a bebê vão precisar de mais cobertores, bem quentes. — explicando isto, voltou a dirigir-se à sua senhora, que estava deitada na banheira de olhos fechados, mas fazia carícias à sua bebê. Os seus longos cabelos dourados, ondulados, estavam agora molhados, desprovidos de brilho. A sua pele, porém, ainda reluzia graças aos suores, após todos os seus esforços. — Minha senhora. — chamou, vendo os seus olhos lentamente reabrirem. A luz parecia lhes ser excessiva, já que se tentavam ajustar. — Parabéns pela menina. —  começou por dizer — Pode ficar com ela nos seus braços agora. Não se preocupe com mais nada. Acabou — concluiu, lançando um olhar em direção à pequena. Vendo-a nos braços da sua mãe, um pensamento cruzou a sua mente. Ela nunca seria uma mãe. Abdicara de tais luxos na sua vida quando jurara aos Deuses que lhes serviria a eles e só a eles pelo resto da sua vida. Mas não tinha arrependimentos. As recompensas daquele sacrifício, se é que se podiam chamar recompensas, eram infinitamente melhores. Podia parecer uma vida solitária, mas os Deuses eram a sua companhia, para todo o sempre.

As suas mãos fizeram movimentos circulares sobre as costas delicadas da criança, massageando-as com todo o cuidado. Isto devia ajudar a pequena Baratheon a respirar. Suspirou, agradecendo mentalmente a Septã Jyzene por todas as suas lições, que agora lhe eram infinitamente úteis. A bebê chorou. Um bom sinal. Todos os recém-nascidos deviam chorar. Era um estranho sinal de saúde. Os Deuses trabalhavam de formas misteriosas. A recém-nascida respirava.

O parto estava quase a acabar. Mais um pouco e estaria a arrumar os seus pertences, preparada para retomar a sua viagem. Agora que começara a chorar, a bebê começava a adquirir uma cor rosada. O corpo de Arandora expelaria naturalmente tudo o que devia em breve. Só restava à Septã cortar agora o cordão umbilical. Mas a mãe devia passar algum tempo com a sua filha agora. Não deviam ser já separadas. Não gostou de esperar. Não gostou de sentir todos aqueles olhares penetrantes nela, mas manteve-se firme no seu lugar, em nenhum momento demonstrando fraqueza. Os Deuses davam-lhe força. Tinha nela apenas um pouco da força do Guerreiro, tal como todos tinham. Uma dádiva.

Uma adaga, m'lord — pediu, as suas mãos dirigindo-se ao bebê, para cortar o fio branco. Era de espessura de um dos seus finos dedos. A adaga rasgou o cordão tão facilmente como se fosse seda e um suspiro escapou imediatamente dos seus lábios. Tinha acabado. Deslocou-se em direção a uma bacia, lavando as suas mãos. — O meu trabalho está concluído, m'lord. Tanto a Lady Baratheon como a sua filha devem ser mantidas quentes e confortáveis. Todos os possíveis problemas que podem ocorrer após a gravidez devem ser facilmente atendidos por alguém com o mínimo conhecimento em feridas e infeções. — fez uma pequena vénia, grata por ver que tinha acabado. Nascera uma bebê saudável e ela certificara-se disso.

RP encerrada para Septã Roslin.



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Avaliação de treino de habilidade

Septã Roslin

Avaliação feita por Dennis Braund
Narração muito bem feita, com um detalhamento muito bom, além de intervenções com as emoções da septã emocionantes. Parabéns!

Critérios de avaliação

+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

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Re: [ RP fechada] The Begining of a New Life

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