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[RP Fechada] um susto durante a noite

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[RP Fechada] um susto durante a noite

Mensagem por Maelys Blackfyre em Qui Jun 09, 2016 3:29 pm

Um susto durante a noite
A RP irá começar com um post de Maelys Blackfyre e seguira a ordem de post: Maelys, Maegor e Visenya. Esta é uma RP fechada e conta com a participação Maegor Blackfyre e Visenya Blackfyre. A narração se passa em Pentos, no continente de Essos durante a madrugada.


Última edição por Maelys Blackfyre em Qui Jun 09, 2016 4:00 pm, editado 1 vez(es)


Maelys Blackfyre

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the big dragon is here
Desde que seus filhos tinham idade o suficiente pra entender o fim que seu marido tomara, Maelys passou a ser muito mais firme do que de costume. Para uma mulher nobre deu à luz aos gêmeos relativamente tarde. Uma mulher com 30 anos já estaria casada e com uma família farta de netos e herdeiros, enquanto Maelys estava ainda dando a luz aos gêmeos Maegor e Visenya. Apesar disso, a mulher nunca levou isso como algo ruim. Quando fora prometida ao dragão negro sabia muito bem de suas escolhas e junto dele tinha força e convicção de seu papel para o futuro dos Blackfyre. Maelys, após a morte de Aegon, não só tinha o dever de dar herdeiros ao seu senhor, como também deveria ensinar e mostrá-los qual era o destino deles para com a ascensão da sua casa.

Já era tarde quando Pyat, conselheiro fiel de Maelys, se retirou dos aposentos da princesa. Ela vestia um traje sedoso e confortável, estava preparada para ir para cama quando um vento abrupto cortou o ar pela janela do seu quarto. O calor que ao mesmo tempo invadira o seu quarto era claro, a rajada de vento só podia significar um coisa; Caraxes estava na cidade. Por incrível que pareça, nenhum dos membros da família nunca chegou a conseguir domar o dragão da família. Por mais que ela brandasse aos filhos que era dever deles montar o dragão e dizia constantemente que Caraxes era deles, em seu âmago, Maelys sempre soube que Caraxes nunca foi deles, mas isso nunca significou que essa situação fosse imutável. Visenya era muito inteligente e Maegor sempre teve uma relação boa com o dragão, não era como se fosse um sonho distante. Domar Caraxes era uma possibilidade.

Maelys era muito sábia e logo notou a presença do dragão, subitamente colocou-se diante da varanda do seu quarto e fitou com pesar a silhueta do monstro em frente a lua. Por sorte, mesmo que Caraxes tivesse uma personalidade muito independente, ele sempre voltava para Pentos. A princesa nunca soube o que o fazia voltar, mas aproveitava ao máximo o tempo que tinha em conviver com ele. Caraxes sobrevoou toda a Baía de Pentos e então virou-se na direção do castelo. Maelys sabia que acordar Visenya e Maegor não daria certo a essa hora, então esforçou-se para colocar um traje mais robusto para então se dirigir até a frente da residência. Com muito cuidado, ela desceu as escadarias do que chamava de lar e então abriu as portas do Castelo. Não ficou surpresa com o que viu, mas a chama que sentia arder em seu peito em todas as vezes que via Caraxes reascendeu.

Os olhos de Maelys brilhavam enquanto ela saía vagarosamente do interior da residência para próximo de Caraxes. Ele jazia sobre a piscina oval que ficava em frente ao pequeno castelo e podia-se ver o reflexo dos olhos roxos do dragão na água. A mulher aproximou-se como quem se aproxima de uma cobra prestes a dar o bote, Caraxes nunca tentara atacá-la, mas diferente de seus filhos a relação entra a Lady e o dragão nunca fora muito amistosa. A brisa, antes gélida, agora se aquecia com a presença do dragão. Maelys sentou na extremidade do lado oposto da piscina e admirou Caraxes o quanto pôde, quando inesperadamente o dragão abaixou a cabeça muito próxima de seu rosto. Maelys pôde ver o reluzir dos olhos de ametista do dragão e ficou em choque. Não sabia a intenção do dragão e muito menos sabia como reagir aquilo.

Maelys ficou perplexa, não se deu o direito de mexer um músculo. A respiração pesada do dragão tão próximo dela, fez como que o ar ficasse extremamente quente e seu corpo já desgastado sentia dificuldades em respirar a este instante. Passados alguns minutos, a Lady conseguiu superar o susto e decidiu tentou acariciar Caraxes. As mãos, com veias pulsantes e com a pele tão fina quanto papel manteiga, ergueram-se vagarosamente e então Maelys tentou pousa-las sobre o  "foucinho" do dragão. Inexplicavelmente, Caraxes se assustara com o movimento de Maelys e levantou sua cabeça com extrema velocidade, girando em torno de si mesmo e dando um pulou para o alto o suficiente para que ficasse mais alto que as torres do castelo, batendo as asas com tanta força que Maelys foi arremessada 1 metro de distância da piscina, sentiu que suas roupas estavam prestes a serem arrancadas. O dragão, não satisfeito grunhiu tão alto que depois disso Maelys sabia que os filhos já teriam acordado. Por fim o dragão cuspiu fogo aos céus e partiu na direção oposta à Pentos. Não sabia-se para onde, nem o porquê dele ter se assustado, mas, mesmo com todos os imprevistos, Maelys acreditava que no fundo Caraxes podia ser seu, podia ser de Visenya ou de Maegor. Para ela, a independência do dragão não era plena e mesmo que ele insistisse em não aceitar a submissão, Maelys acreditava que o dia em que Caraxes seria dominnado estava cada vez mais próximo.

Agora, no chão, a senhora sentia uma forte dor, fora arremessada com muita força e para o seu azar começara a ouvir ruídos vindos de dentro da casa. Esperava que não fossem nenhum de seus filhos, ver a mãe jogada no chão poderia mudar a visão de respeito que Maelys tanto gostara de impor com o passar dos anos. Fechou os olhos e então se esforçou ao máximo para conseguir levanta-se, fraqueza e submissão é algo que Maelys nunca admitiria em sua vida.
the valyrian blood slowly raises back thru blackfyre's veins;


Maelys Blackfyre

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☾ CARAXES ☽
Wisely, studying hard, thinking too much, trying to understand everything and everyone, a man can, after about forty years of life, learn to keep quiet.



O castelo do príncipe jazia em silêncio total, não havia o som das conversas pelos corredores, os trabalhos domésticos realizados pelos serventes, mas dentro deste silêncio um ruído, uma conversa. Esse som deixava o quarto do príncipe. Dentro deste quarto dois homens dialogavam, eram eles o Príncipe Maegor e Jaehaerys. Aquela cena não era tão incomum apesar da hora, Maegor sempre convocava o mestre de armas para ajudá-lo em treinos, eram eles voltados a lutas ou sua experiência para com a batalha. E nesta noite eles lutavam. Os ruídos das conversas foram abafados pelo choque das lâminas, eram eles de espada contra espada, ora lança contra lança. O mestre de armas era um experiente lutador, seus movimentos para com qualquer tipo de arma não deixava brecha alguma, e naquela noite ambos lutavam com uma espada e uma lança, uma em cada mão.

-Vamos príncipe... Você sabe mais do que isso! – E de fato ele sabia. Dentre todos os arsenais que seu mestre o havia ensinado, a arte para com a lança e espada, destacavam-se. Com a espada Maegor conseguia ser veloz e preciso, com a lança seu alcance era aumentado e sua dança em conjunto da arma o tornava um oponente impossível de acertar. Pelo menos, não para Jaehaerys. Maegor girava a lança por entre seus dedos criando uma barreira giratória para defender-se das estocadas que seu treinador realizava. Este movimento arrancara um sorriso do rosto do mestre de armas, pois fora ele quem o ensinara e ver que seu príncipe se defendia com precisão de seus ataques o alegrava. – Meu príncipe, sua maestria com a lança supera para com a espada. – O comentário foi abafado por um grito exaltado por parte do aprendiz. O mesmo girou a lança mais uma vez, fazendo com que a mesma ficasse por cima da de seu adversário, seguido do grito um movimento brusco, pois com a força projetada sobre todo o corpo da lança, fizera com que a lança que o mestre segurava escapasse por entre os dedos.

- Está distraído, meu mestre. - Comentou o príncipe com sua voz afiada, porém suave. Os olhos do mestre de armas se focaram em seu discípulo, e um sorriso brotou em seus lábios. Maegor recuou. Seu mestre sempre sorria quando um movimento bem elaborado estava preste a ser executado, e sempre que este golpe encontrava sua defesa, era quebrada. Sentindo-se exposto, segurou mais firme espada em sua mão direita e colocou a base de sua lança no chão com a mão esquerda, transformando-a em um suporte. O mestre soltou uma granido e partiu para o ataque. A lança foi a primeira a se aproximar de Maegor, que por sua vez recuou usando o suporte – lança – girando em sua volta saindo do alcance do ataque. Quando completou a volta pela lança foi surpreendido com o ataque violento da espada que cortou o ar de cima para baixo em sua direção. O príncipe aproveitou do giro da lança e se jogou por debaixo das pernas do mestre, sua espada na horizontal acima de sua cabeça aparando o golpe. A força contra sua espada impulsionou-o para mais além, jogando-o para trás de Jaehaerys. Maegor se levantou e girou trazendo sua espada cortando de cima para baixo na altura das costas do outro. Quando se virou por completo vislumbrou um homem empunhando duas lanças em conjunto em uma defesa perfeita. – Impossível.– Desabafou quando o aço de sua espada encontrou o corpo de ambas as lanças.

Jaehaerys sempre estava com Maegor, desde que fora nomeado como mestre das armas, a relação dos dois de imediato se tornara forte, ambos compartilhavam de ideia, e de duas histórias distintas. Conhece-lo melhor fizera com que Maegor se aproximasse mais de seu mestre, conheceu de seu passado e de seu trabalho. Jaehaerys por outro lado achava Maegor um verdadeiro príncipe, não só pela gentileza que ele demonstrava, mas pela preocupação que ele possuía para com as outras pessoas. Ele se sentiu bem ao lado do príncipe, pois mesmo depois de contar sobre seu passado, ele não se distanciara, pelo contrário se aproximara. Despertado de seus pensamentos Jaehaerys jogou as lanças para cima fazendo com que o príncipe levanta-se os braços deixando o peito exposto. A brecha logo fora preenchida pelo corpo do mestre que se jogou contra o mesmo num encontrão. Ambos caíram de costas na cama do recinto.

- Seus seguidores ficarão felizes quando você aparecer a frente de seus exércitos, diferente de outros príncipes que ordenam que outros o façam. – Comentou o mestre de armas se distanciando do príncipe e se sentando ao lado do mesmo. – Você tem muito a passar para o mundo, meu príncipe. Não serás orgulhoso e nem impiedoso, diferente de seus outros familiares não carrega um sonho tão pesado, a única coisa que quer está aqui, em Pentos. - Jaehaerys conhecia seu príncipe, muito mais do que ele imaginara. – Você está certo Jaehaerys, mas não posso deixar com que minha família trilhe sozinha o caminho do nosso nome. Outros comandam um reino que era pra ser nosso, tudo que quero é entregar esse trono à minha mãe e um dragão a minha irmã. Depois disso... seguirei minha vida. Irei controlar Pentos e torná-lo-ei prospero, essa cidade irá se transformar em outra perante o meu comando. – O mestre de armas assentia com a cabeça, ele era experiente e sabia que as palavras do seu príncipe se tornavam inocente diante do mundo que viviam, mas porém gentis. E ele acreditava de verdade que Maegor fosse capaz de fazer aquilo que dizia. – E ainda terei minhas aulas... – Terminou colocando sua mão sobre o ombro do mestre. Jaehaerys sorrindo fitou seu discípulo.

De repente toda a iluminação do quarto fora envolvida por sombras de tamanho imensurável. Ambos os homens que se portavam dentro deste levantaram-se de súbito e fitaram as janelas que deixaram as sombras intrusas atrapalhar o cenário. Quando os olhos de ambos encontraram a janela do outro lado do quarto viram o dragão Caraxes sobrevoar o castelo. Maegor cruzou rapidamente o quarto que o separava da varanda e se afundou nesta. Vislumbrou desta toda a extensão do dragão de sua família retornar e pousar a frente de seu castelo. Voltando-se para dentro do quarto Maegor cruzou o seu olhar com o de Jaehaerys. – Pode ir... – Sussurrou o mestre sabendo do desejo incorporado no outro a sua frente. Maegor sorriu e deixou tudo para trás. Caraxes voltara, e o desejo de vê-lo se tornara mais intenso que estar com seu mestre de armas, mesmo que essa fosse uma das coisas a qual mais presava. “Me espere Caraxes”.

Quando chegou no hall de entrada do castelo ouviu o grunhir de seu dragão atravessar as janelas e as frestas das portas à sua frente. Seguido do grito um forte vento que faziam com que suas roupas voassem para trás. – O que está acontecendo?! – Perguntou-se aflito.

Quando encontrou o lago que rodeava sua casa viu uma forma tentar levantar-se com dificuldade. Focando-se nesta forma vira que sua mãe jazia a sua frente, e que fora alvo dos ventos e do rugido de nosso dragão. Vê-la daquele forma despertara um sentimento no príncipe que jamais sonharia em nutrir para com ela, estava com pena, mas mais do que isso. Queria queria ajuda-la, ampara-la. Correu em sua direção e colocou-se abaixo dela encaixando sua mão por de volta da cintura de sua mãe e colocou o braço de sua mãe por volta da sua. – Oi mãe. – O som de sua voz era doce, diferente daquele que ouviria deixar os lábios de sua mãe. – Colocou-se em risco vindo a esta hora para fora do castelo, sei que ao ver Caraxes não suportou esperar mais, afinal seu “filho“ amado retornara para casa. – Caraxes sempre tivera o apreço incondicional de sua mãe, mais do que para ele, e mesmo que ele tivesse esse consentimento, ele entendia e mais do que isso, compreendia. – Ele voltou mais feroz não é mesmo minha mãe? Toda vez que ele nos deixa e retorna, se torna mais agressivo, aos poucos sinto que ele está se libertando... – O príncipe por mais que quisesse acalma-la, não podia, Caraxes estava longe de ser domado. – Nossa relação amistosa está tornando-se mais perigosa e espreita, tenho que me controlar no que falo, e antes eu conseguia compreendê-lo, mesmo que pouco... Mas agora? Eu não o entendo, suas ações, suas saídas. Eu não vejo nexo algum. – Permitiu-se olhar ao redor e vislumbrou que o chão a qual pisava estava repleto por poças de água. – Porém não terá outro dragão mais forte que esse, se este continuar a evoluir tanto assim. – Comentou olhando para os céus vendo o desfalecer das faíscas das chamas do dragão e da sua força. A imagem de sua irmã lhe penetrou os pensamento, esperava que com ela fosse diferente, que as mudanças de Caraxes os unisse, e não os afastasse.

Spoiler:
Habilidade treinada: Lança






Wherever you are I dissolve into nothing; So far no signs of life Wherever we are We'll find home Though we know we've lost the way Through the void we've gone astray But you are not alone We'll find home




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Desde quando decidira montar em Caraxes, Visenya não se lembrava de uma noite dormisse cedo, normalmente se dava ao luxo de descansar quando a lua estava em seu ápice no céu. Seus olhos cor de safira, observavam o horizonte negro, sua mente já não estava agitada como acontecia normalmente durante o dia, mas ainda precisava fazer algumas coisas antes de dormir. O aposento da princesa Blackfyre era em uma das torres mais altas, um capricho que ela exigiu quando ainda criança, gostava da brisa fresca que entrava pelas janelas nas noites quentes. Não havia simplicidade no lugar, desde a mobília feita pelos melhores artesões de Essos, até as mais requintadas vestimentas, digna de uma princesa. Mas se havia uma coisa que a princesa nunca abriu mão, era da larga e espaçosa mesa para seus estudos. Esta nunca estava arrumada, papéis e mais papéis se acumulavam sobre ela, era sabido que jamais deveria se tocar nos papéis da Blackfyre, apenas ela organizava a própria papelada.

Os dedos esguios tocaram o encosto almofadado da confortável cadeira e mesmo no meio da noite, a morena debruçou-se sobre sua mesa, pronta a estudar um pouco mais, como dizia Pyat Pree, conhecimento nunca era demais e esforço também não. Seu olhar pairou sobre a mesa alguns instantes, buscava suas anotações, tomos e pergaminhos que continham uma parte da história de sua casa e seus antepassados. A morena era uma apaixonada pela história de sua família, de Valíria e tentava absorver todo o conhecimento possível, motivo pelo qual ela dedicava grande parte de sua vida aos estudos. De uma pilha ela puxou um papel em branco, depois de uma outra puxou um tomo muito antigo e muito amarelo, com cuidado o desenrolou e seus olhos percorreram as linhas escritas com atenção e cuidado. O tremular da chama fazia a sombra da Blackfyre tremular na parede de um lado para o outro, muitas vezes a deixando desforme. Um de seus dedos percorreu algumas linhas enquanto ela lia o que estava ali escrito, concentrada buscava memorizar cada palavra. Depois de alguns breves momentos fechou o tomo e tomou a pena nas mãos, inclinando levemente seu corpo sobre o papel, logo a caligrafia rebuscada da jovem aparecia no papel.

Eu gostaria de ter conhecido meu antepassado, Daemon Blackfyre. Vejo que foi um homem forte de seu tempo e detentor de uma coragem invejável. Quando se recebe a estigma de bastardo, muitas portas se fecham, os homens viram as costas e são tratados como qualquer um. É o que se acontece na maioria das vezes. Daemon Blackfyre, filho bastardo de Daena Targaryen e Aegon IV Targaryen, cresceu até os doze anos sem saber quem de fato era seu pai, sendo criado apenas por sua mãe. Uma mulher de coragem, que se negou revelar a identidade do pai de seu filho até o momento que julgou pertinente. Daemon era um guerreiro exemplar, sabia lidar com qualquer tipo de arma e sobretudo se destacava com as espadas. Aos doze anos, após se destacar em um torneio descobriu a verdadeira identidade de seu pai e mais do que isso, recebeu de presente a famigerada espada que veio dar nome a nossa casa, Blackfyre, a espada dos Reis Targaryen. Aquela era a máxima prova que ele havia sido legitimado como filho de Aegon IV Targaryen e tinha os mesmos direitos que os outros.

Quando o Rei Aegon IV estava em seu leito de morte, legalizou todos os seus bastardos, Daemon mesmo assim, não reclamou o que era seu por direito de imediato, aguardou. Mas seus conselheiros e homens de confiança, o incentivavam e de alguma maneira ele sabia que deveria fazer isso. Em 184DD ele fundou sua casa e deu o nome de sua espada a ela, adotou como símbolo os dragões, mas invertendo as cores dos brasões Targaryen. Os fatos nessa parte se tornam controversos até mesmo para mim, eu poderia acreditar que foram os conselhos que fizeram ele começar a rebelião, mas há quem diga que o estopim para a peleja, fora o pedido de casamento negado, mas o que era fato é que a paternidade de Daeron II era questionável. Em 195DD ele se opôs diretamente ao rei, dando início a segunda guerra civil de Westeros, ele reivindicou o trono de ferro para si e mesmo com o banho de sangue e muitas vidas civis sacrificadas continuou sua empreitada. Os dois exércitos colidiram em um campo sem nome. Daemon estava imbatível naquele dia, destruindo a vanguarda do Lorde Arryn, matando Wyl Waynwood e o Cavaleiro das Nove Estrelas antes de encontrar Sor Gwayne Corbray da Guarda Real, ocorreu um grande combate entre duas espadas de aço valiriano - Blackfyre e Senhora Desespero - Daemon levou a melhor, ferindo gravemente e cegando seu oponente. Daemon fez uma pausa, para garantir que Sor Gwayne não sofresse mais ferimentos, e ordenou Presa Vermelha carregá-lo até os meistres na retaguarda.

Neste momento, Corvo de Sangue e sua companhia, os Dentes do Corvo, colocados sobre o Weeping Ridge, assegurando uma posição mais alta, cobriram a posição de Daemon com flechas. Corvo de Sangue avistou a bandeira de Daemon e matou o mais velho de seus filhos gêmeos, Aegon, sabendo que ele nunca deixaria seu filho morto no campo, e então perfurou Daemon com sete flechas, matando-o. O gêmeo mais novo, Aemon, tomou a espada Blackfyre quando seu pai caiu, e Corvo de Sangue também o matou...

Teria escrito muito mais palavras, se algo não tivesse chamado sua atenção, uma sombra negra que pairava sobre o castelo Blackfyre, Visenya largou a pena sobre os papeis e correu para a janela de seu quarto ainda a tempo de ver o enorme dragão sobrevoando a residência. Seu cenho se estreitou, não era comum vê-lo ali a àquela hora. Seus olhos seguiram o dragão até onde pode, ficou nas pontas dos pés, mas logo o perdeu de vista. Afoita voltou para dentro de seu quarto pensando no que deveria fazer, caminhou até o enorme armário onde haviam vestidos e mais vestidos e pegou o primeiro que encontrou, sem se importar muito com a aparência. Qualquer oportunidade com Caraxes tinha que ser aproveitada e aquela não era diferente. Em uma piscar de olhos ela já tinha vestido a primeira roupa que havia encontrado e corria pelos corredores do castelo. Seu irmão também já deveria ter percebido a presença do dragão e também já deveria estar indo de encontro a fera que estava pousada nas dependências do castelo.

Quando estava quase chegando a entrada viu seu irmão a frente e o forte rugido do dragão, a ventania era intensa e causada pelo bater de suas asas, o conhecia e sabia que Caraxes estava enfurecido. Ela não conseguia monta-lo, mas o entendia, de alguma forma ela se sentia conectada ao dragão: — O que está havendo? — Perguntou em um tom preocupado, mas não sabia se seu irmão poderia escuta-la. Apressada tanto quanto ele saiu das dependências do castelo, indo direto para a piscina oval que ficava do lado de fora da construção, ao olhar para céu viu o colossal dragão no céu batendo as asas de forma violenta, somente depois olhou ao seu redor a tempo de ver a mãe nos braços do irmão: — Mãe?! A senhora está bem? — Perguntou mostrando preocupação para com ela. Sabia que a senhora sua mãe, odiava demonstrações de afeto exacerbadas, apenas com Caxares ela se permitia isso. Mas o dragão voltava cada vez mais arisco e selvagem, o que poderia ser um perigo para a matriarca e seu gêmeo, sentia cada vez mais a necessidade de monta-lo, algo precisava acalmar aquela fera.

Habilidade Treinada:
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Casa Blackfyre
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the big dragon is here
Maelys nunca se sentira tão humilhada em sua vida. Era sabido que a mulher não tolerava afetos exacerbados, mas como não tinha forças, não tinha opção e nem sustento para reagir ao ato do filho - Caraxes estava calmo, realmente achei que iria ceder ao toque, mas claramente as coisas não ocorreram bem - a mulher respirou fundo enquanto o filho a levantava nos braços, mas se manteve firme. Maelys podia não ter mais a força de uma jovem, mas em seu âmago, sua personalidade se mantinha intacta - Sinceramente, devemos ver isso como algo bom. Caraxes está ficando mais forte e isso só nos trará melhores frutos quando você ou sua irmã, enfim, conseguirem domá-lo - a princesa começou a ver nos olhos do filho a esperança de que um dia poderia montar o dragão se esvair e nunca toleraria isso - Você deve estar fazendo tudo errado. Não o subestime como eu o subestimei a pouco. Caraxes é e será um dragão extremamente forte. O mais forte... - neste momento os olhos de Maelys se encontraram com o Visenya que acabara de passar pelo portão principal do castelo e sentiu vergonha novamente pelo seu estado esquecendo-se de terminar sua fala.

Como de praxe, Maelys não iria se permitir continuar daquela forma. As dores no seu corpo continuavam, mas logo apareceriam serviçais e se recusava a mostrar fraqueza a qualquer um - Visenya! - o corpo da senhora forçou para ficar em pé e o filho ajudou-a a colocar os pés no chão, porém continuou apoiando os braços no filho - Estou bem sim, foi apenas um susto, tenho certeza que ele nunca me machucaria - a senhora, mesmo que não acreditasse em suas palavras tinha convicção de que as "crianças" um dia conseguiriam, mas mostrar o dragão como um monstro indomável só dificultaria a evolução dos gêmeos na caminhada junto à Caraxes. A mulher se esforçou em caminhar, mas não se desprendeu do filho, aproximou-se vagarosamente de Visenya que parecia perplexa e abraçou-a como o máximo de força que pôde.

- Crianças, tenho que ser sincera com vocês. Caraxes é um dragão difícil, mas nunca passou pela minha cabeça a hipótese de que vocês não teriam capacidade para domá-lo - disse Maelys enquanto soltava a filha, segurando então a mão dos gêmeos mostrando que o estava a falar era algo sério - Lembrem-se que mesmo que eu carregue o nome da casa Blackfyre, e com muito orgulho por sinal, quem realmente tem o sangue valiriano nas veias aqui, são vocês - Maelys se esforçou e conduziu os filhos até a beira da piscina oval e então sentou-se - Os primeiros dragões vieram do leste, das Terras das Sombras para lá de Asshai e das ilhas do Mar de Jade. E olhem onde estamos, nenhum Westerosis nunca esteve tão perto do local de origem dos dragões como nós estamos.-

A mulher virou-se para Visenya e então continuou a falar - Como eu estava dizendo para Maegor, Caraxes é e será um dragão extremamente forte. Das histórias de dragões anteriores, nunca senti algo tão próximo do que diziam de Vhagar, o dragão de Visenya, irmã e esposa de Aegon, o conquistador; assim como de Balerion, o dragão de Aegon e de Meraxes, o dragão de Rhaenys, a outra esposa de Aegon - a mulher engoliu o seco em sua garganta, respirou fundo e continuou - Dizem que o sopro de Vhagar era tão quente, que era capaz de derreter a armadura de um cavaleiro e cozinhar o homem lá dentro, e eu nunca senti tanto calor como eu senti na presença de Caraxes, talvez eu tivera sorte dele não baforar em mim; também diziam que Meraxes engolia cavalos inteiros e sinceramente, ele está tão grande que não duvido se me aparecesse alguém dizendo que ele matara a outro dragão; e quanto a Balerion - a princesa riu antes de continua sua fala - Seu fogo era negro como suas escamas, as asas tão vastas que vilas inteiras eram engolidas pela sua sombra quando passava por cima delas. Vocês devem ter sentido a escuridão que Caraxes proporcionou, foi como se a lua tivesse sumido e a única luz que sobrara fora as das chamas que clareiam o interior do castelo -

Maelys não costumava ter conversas tão longas com os filhos, mas achou necessário naquele momento - Enfim, estou extremamente cansada, poderiam me dizer o que fazem acordados a essa hora? - a princesa sabia que mesmo que tivessem acordado com o barulho de Caraxes, ninguém acordaria tão rápido e se trocaria numa velocidade o suficiente para chegar ali em tão pouco tempo. A princesa esperou calmamente a resposta dos filhos, aliás, os conhecia muito bem e provavelmente ficar ouvindo todo aquele sermão teria sido de extremo esforço da parte deles.

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Re: [RP Fechada] um susto durante a noite

Mensagem por The Crone em Dom Jun 12, 2016 9:01 am

Avaliação de treino de habilidade
[Maegor Blackfyre]
Fiquei impressionado com sua habilidade de narrar tão bem o post, sua escrita não erros no maximo um ou dous erros na digitação mesmo. E sugiro para seus treinos futuros que não deixe parágrafos tão demasiados grandes.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (28/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
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Total (98/100)


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Re: [RP Fechada] um susto durante a noite

Mensagem por The Crone em Seg Jun 13, 2016 11:44 pm

Avaliação de treino de habilidade
[Visenya Blackfyre]
Teve alguns erros na digitação como por exemplo usou "a" ao invés de "há" e " de uma " onde apenas "uma" ficaria bom. Fora isso o treino no geral foi criativo e muito bem detalhado.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (28/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (09/10)

Total (97/100)


+ 22% de experiência pelo atributo de inteligência com 8 pontos
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☾ CARAXES ☽
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Maegor vacilou o olhar e fitou continuamente o céu acima de sua cabeça esperando que o dragão de sua família voltasse e demonstrasse para sua mãe que o que acabara de dizer era um equívoco, queria mostra-lhe que os dois ainda se comunicavam como antes e que Maegor conseguia conte-lo, mesmo que fosse por pouco tempo, mas dentro do príncipe algo reduzia aquelas esperanças a cinza, ele estava longe de doma-lo, sua relação para com o dragão não passava de amistosa. Sabia ele que quem domaria Caraxes seria sua irmã, por carregar dentro de sua personalidade os traços marcantes de sua mãe, outra que teria a força suficiente, caso houvesse sangue valiriano correndo por entre suas veias. Porém ele nunca quisera mostrar-se fraco e desistente, isso foi um ato impensado e ele odiava agir assim. Olhando para o estado de sua mãe conectou-o a sua ação, ele pensou que esta estaria vulnerável as palavras, e esse foi o segundo erro de sua noite. Pois sua mãe nunca vacilava.

- A senhora tem razão. Devo tentar abordá-lo de maneira diferente... Iremos conseguir minha mãe. – Afirmou tentando mostra-se mais positivo do que realmente estava. Desconfortável por carregar sua mãe daquela forma, ouviu uma voz alcança-los, uma voz que ele reconhecia em qualquer lugar e dentro de qualquer multidão. Visenya. Sua mãe fora a primeira a responder recompondo-se na sua postura, ela jamais deixaria outras pessoas a verem daquela forma, e foi esse ego que fizera com que sua força despertasse apoiando os pés no chão, ainda com os braços em seu filho como suporte. – Irmã. – Disse Maegor lançando um olhar a esta de alerta. Não havia gêmeos como esses dois, pois eles não precisaram comunicar-se verbalmente, para o príncipe alertar sua irmã ser cautelosa nas palavras para com sua mãe, ele errou, mas para com sua irmã ele não a deixaria falhar.

E pela primeira vez desde suas lembranças a conversa mais longa para com sua mãe iniciou-se. As palavras que deixaram sua boca se tornaram leias para o filho, apesar de não concordar muito com os meios de sua mãe, ele a admirava e faria de tudo para concedê-la o seu maior desejo, o comando de Westeros. Caraxes fora comparado com os dragões mais fortes que já habitaram a terra, comparado ao dragão que com seu único sopro era capaz de derreter armaduras e incinerar o homem dentro desta. O dragão dos Blackfyre também fora comparado por seu tamanho, para com um dragão fora capaz de engolir cavalos por inteiro. O comentário de sua mão não passou despercebido pelos ouvidos do filho. Ela estava confiante em Caraxes, e acreditava na força deste, junto ao destino deste dragão, que era matar todos os outros. Mas isso só colocava peso nos ombros de seus filhos, pois seria um deles a montar esse dragão, o dragão com o soprar das chamas comparados aos de Vhagar e o tamanho para com o Meraxes. Mas todos estes dragões foram domados, diferente de Caraxes que ainda era livre. Sua força era superior e ele se recusava a entrega-la para outro, recusava-se a ser controlado. Mas Maegor e Visenya carregavam o sangue vallirio nas veias, mas Maegor não desconsiderava uma única hipótese. A dominação só aconteceria quando ambos estivessem juntos, afinal, eram gêmeos e o que faltava em Visenya apresentava-se em Maegor. E mesmo que o príncipe recusava-se a montar o dragão primeiro que sua irmã, ele ficaria contente caso montasse junto a ela, afinal ambos faziam tudo juntos e isso não seria diferente.

- Estava com nosso mestre de armas minha mãe. Passei a tarde junto aos magísteres em relação a pentos e nossa economia. Não estamos tão ruim em relação a isso... – Calou-se de imediato. Sua mãe não gostaria saber de Pentos nesse momento, afinal ele transpassavam e Maegor notava que odiava ver seu filho mais focado para com a governança da cidade do que a dominação de Caraxes. – Jaehaerys veio ao meu encontro á pedido meu, queria esquecer o que foi falado de tarde... Queria apenas afundar minhas mãos em lâminas, e esquecer tudo. – Esclareceu. – Vamos entrando, e continuar essa conversa lá dentro.

Maegor não só estava preocupado com a segurança de sua mãe, mas como sua reputação. Ele sabia que ela não gostaria que fosse encontrada apoiada a ele, mesmo ele sendo seu filho.






Wherever you are I dissolve into nothing; So far no signs of life Wherever we are We'll find home Though we know we've lost the way Through the void we've gone astray But you are not alone We'll find home




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Avaliação de treino de habilidade
Maelys Blackfyre
Embora seu treino tenha sido bem escrito e evidencie o domínio que você tem sobre o universo das Crônicas e sobre a personalidade de Maelys, senti franca dificuldade em caracterizar o post devidamente como um treino, pois pareceu-me muito mais uma ótima interação, na qual o treino foi forçosamente inserido. Ainda que não de forma totalmente inválida. Mas ainda assim, acho que poderia ter focado mais no que se propunha a treinar, então houve necessidade de alguns descontos.


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+ Estrutura e Coesão (20/30)
+ Enredo e Criatividade (10/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

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+ 22% de experiência pelo atributo de inteligência com 8 pontos
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Visenya Blackfyre
Com: Family; Words: 1016; Local: Castelo da Família

Desde quando era uma criança, Visenya sempre soube da adoração de sua mãe para com Caraxes, a mulher sempre se mostrou mais preocupada com ele, do que com os próprios filhos. Até o fim de sua infância isso a incomodou, sentia falta do trato materno, mas à medida que crescia era algo que já não sentia mais falta, era até mesmo dispensável. Não era uma mulher ligada a sentimentalidades, mas tinha o devido respeito por sua genitora, que carinhosamente chamava de mãe. Mas jamais pensou, que um dia ela pudesse tentar algo tão ousado. Aproximar-se do dragão era algo deveras perigoso e jamais pensou que sua mãe se colocaria em uma situação tão ariscada assim. Seu olhar encontrou o do gêmeo e nenhuma palavra precisou ser dita, a capacidade que tinham de entender um ao outro ia além da capacidade verbal: — Irmão. — Respondeu carinhosamente ao irmão, ela podia ver no olhar dele o que ele tentava dizer a ela. Cautelosa a morena se aproximava de ambos, mas para sua surpresa, sua mão deu alguns passos em sua direção, não tinha a firmeza de sempre, mas ela facilmente poderia compreender a razão.

Não esperava pelo abraço de sua mãe, os braços frágeis dela a envolveram de uma maneira acolhedora, seu gesto abismou a morena que levou algum tempo para corresponder o gesto. Não se recordava da última vez que algo parecido entre elas havia acontecido, ainda era uma menina talvez. Foi um contato breve, porém o suficiente para deixar Visenya atenta ao que vinha a seguir, Maelys Blackfyre não era o tipo de mulher sentimental. Estaria sua mãe amolecendo com o passar dos anos? Aquela pergunta ecoou em sua mente por algum tempo, até que a voz de sua mãe chamou sua atenção. Ela encarou o olhar de sua mãe que trazia à tona velhas histórias para exemplificar o quão poderoso Caraxes era e o quão poderoso aquele dragão estava se tornando. Maegor ainda que tivesse mais afinidade com o dragão não entendia como Visenya, ela conseguia sentir o que o dragão ansiava e parte dele sabia por que ele não permitia ser montando. Ainda, era claro. De certo modo ela sempre se achou parecida demais com ele e talvez fosse isso que a impedia de monta-lo. Mas ela sabia que esses dias chegariam ao fim e não ia tardar, ela podia sentir que o dragão mais cedo ou mais tarde entenderia que seu intento nunca foi tê-lo submisso, mas junto dela. Para ela, Caraxes nunca foi uma arma, era como se seu coração pulsasse ao mesmo ritmo do coração do dragão.

Porém, estaria mentindo se dissesse que toda aquela situação não a frustrasse de alguma forma, ela ansiava montar o dragão o quanto antes. Mas era algo que ela fazia, não apenas pelos seus próprios interesses, obviamente estes existiam e ela nunca escondeu de ninguém como gostava do poder em suas mãos. Mas era mais do que isso, era devolver o que foi roubado de sua família a muito tempo atrás, tirar o trono das mãos dos usurpadores e mais do que isso, olhar para sua mãe e mostrar que tudo que ela pensava a respeito dela estava errado. Visenya precisou fechar os olhos e respirar profundamente. A essa altura Maegor já teria notado sua inquietação, a carótida que pulsava na pele muito branca e muito pálida, mais do que isso. Seu irmão sabia como ela odiava sentir-se desafiada, principalmente por sua mãe, mas em todos esses anos ela havia aprendido a mascarar qualquer resquício de sentimento, menos do seu gêmeo, era como se ele pudesse sentir o mesmo que ela, o que acaba por denuncia-la a ele. Seus lábios se crisparam e se tonaram ressequidos, sua mente buscou cautela caso palavras precisassem ser ditas.

— Acho melhor entrarmos mamãe. — Não havia muita expressão em sua voz, seu olhar encontrou-se com o de Maegor indicando para que voltassem para dentro do castelo. Os dois conheciam muito bem a mãe que tinha e se alguém a visse daquela maneira seria motivo para dias e dias de falatório sem fim. Visenya deu um de seus braços para que ela se apoiasse, assim como seu irmão também o fez, não sabia se ela ia aceitar a oferta ou não, mas pelo menos havia oferecido. Assim que os primeiros passos oram dados em direção a porta, escutou as palavras de seu irmão. Ele sempre tão gentil e carinhoso, se importando com o que ela fosse sentir pensar ou julgar. Maegor e ela, apesar de diferentes, tinham uma sintonia única e os laços de amor fraternal que os uniam era algo inexplicável. Ousava pensar que tudo em suas vidas não era por acaso e tão pouco o fato de serem gêmeos e possuírem aquela ligação tão especial. Ela olhou para ele e sorriu de forma carinhosa, somente Maegor conhecia tais sorrisos de Visenya bem como suas palavras carinhosas, nem mesmo com a Maelys ela demonstrava seus sentimentos.

Quando ela percebeu que seu irmão havia acabado ela manteve-se em silêncio por alguns instantes, não havia pressa nos passos dos três. Visenya olhou para o céu e já não havia mais sinal de Caraxes, somente o firmamento negro e sem estrelas daquela noite, ela suspirou e então olhou de soslaio: — Eu estava estudando minha mãe. Montar Caraxes é uma tarefa que exigem muito de mim, tenho que aproveitar todo o tempo que posso. — Ela fez uma pausa e olhou o irmão ternamente: —  Pyat Pree sempre me disse que não existe conquista sem esforço, e eu  e meu irmão estamos nos esforçando para conseguir nosso objetivo. — A voz da morena ao mesmo tempo que era serena, parecia um tanto inexpressiva: — Sei que nosso dragão é poderoso, mas todo esse poder precisa ser controlado com sabedoria, ou de nada vai nos adiantar. — Sabia que já estava falando mais do que devia, ela levemente pigarreou e voltou a olhar para frente: — Aproveitei o frescor da noite para ler um pouco sobre os nossos antepassados também mamãe. É importante nunca esquecer de onde viemos, não é verdade? — Sua pergunta era um tanto retorica, mas necessária para a situação.



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the big dragon is here
Maelys realmente ficou surpresa com a reação dos filhos. Eles pareciam muito compreensivos e isso a deixou um pouco transtornada. Achou bonito ver que Maegor se preocupava com os problemas da cidade e que tinha herdado as habilidades econômicas que a princesa tanto prezava, mas ao mesmo tempo sentiu-se preocupada. Não queria que o filho tivesse esse destino. Estava bem claro na mente da mulher que seus filhos dominariam os sete reinos e se Maegor quisesse assumir Pentos como príncipe e representante, que mesmo que ela não queira, é algo que ele tem como direito, não seria o melhor para que os planos de Maelys ocorressem bem. - Você perde muito tempo estudando isso, garoto, não tem necessidade para tanto - Maegor terminou de dizer o que estava fazendo e ambos os filhos sugeriram que os três entrassem.

- Realmente, é melhor entrarmos - Maelys observou o gestos dos filhos em tentar ajudá-la, mas o orgulho foi mais forte e preferiu dispensar, mas parecia que as crianças não tinham entendido a vontade da princesa. A mulher apontou para o portão de entrada e gesticulou para que seguissem. A princesa finalmente, com um pouco de dificuldade, chegou ao hall do castelo. Visenya logo se pôs a falar e Maelys sentiu-se aliviada em ver que pelos menos um dos filhos colaborava para que a caminhada para o poder fosse calma. Pyat era um excelente conselheiro e sentia que ele estando ao lado dos filhos os deixariam mais inteligentes e pelo que a moça via, Visenya estava realmente empenhada.

Maelys sentou em uma das poltronas que se encontravam no hall e então não demorou a falar - Hmmmm, e o que você descobriu? Conte-me, acredito que vocês devam saber como se deu o início da nossa história - a senhora tossiu por um momento e então retomou a fala - O porquê de merecerem tanto o poder que eu vos falo e tanto digo que hão de conseguir - havia muito tempo em que a senhora não ouvia essa historia. Aegon, seu falecido esposo, sempre contava sua história de vida e Maelys sempre apreciou muito a honra e o orgulho que ele tinha de carregar esse fardo nas costas, que agora também fora passados para os gêmeos e que a mulher temia se conseguiriam ter tanta convicção dos seus objetivos como seu esposo tinha.

Os gêmeos se entreolharam e Visenya não tardou a começar a sua fala. Maelys sentiu a semelhança da filha com o esposo e deixou escapar um sorriso discreto. Eram poucas as vezes que se juntavam e a princesa ainda tinha um amor enorme pelo falecido marido - Maegor, ajude sua irmã, não deixe ela com todo o trabalho, acredito que deva saber essa historia tão bem quanto ela - Maelys bateu no ombro do filho e ouviu calmamente o que os filhos falavam. Faziam mais de 3 anos que os três não conversavam sobre o passado deles e sentia-se mais jovem quando tinha esse tipo de conversa com os filhos.


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Re: [RP Fechada] um susto durante a noite

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A nossa skin foi inteiramente criada por Ross (Many-Faced God), incluindo os templates de post e da página inicial, para uso exclusivo no Win or Die RPG, com o apoio da Soph (The Maiden) e do Tiago (Baelor Targaryen). O slider do nosso mural foi criado por CSS Slider. As imagens usadas foram tiradas do Google e editadas por Ross. Agradecemos ainda ao FM Codes e Best Skins pelos seus tutoriais de Javascript. Plágio é crime.

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