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[RP FECHADA] Flashback — running through the fire

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Running through the fire
RP fechada com a participação de Nanien e Syndor, onde ambos narram seus tempos juntos, quando a lady da Ilha era apenas uma criança das ruas, antes de ser vendida e depois resgatada.
   


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A respiração estava ofegante, descontrolada; o coração batia de forma instável. Ela gostaria muito de pensar que “nunca em oito anos correra tanto assim na vida” mas aquilo estava fora de seu alcance. Desde que sabia como se lembrar das coisas, lembrava de estar se machucando ou fugindo das pessoas por aí. E aquela era uma das diversas vezes onde seria necessário fugir, mais uma vez.

Nanien Breaver era uma garota de rua e dificilmente não a veriam em uma briga. Estima-se que ela não era dali, nem seus pais, os quais deixaram-na em alguma porta aleatória quando ainda bebê. Entretanto, os cuidados com uma recém-nascida era muito maior do que como uma criança. Com esse pensamento, as pessoas que cuidavam dela acabaram por se mudar, dia desses, sem avisa-la, sem leva-la junto. A partir, daí, então, ela sobrevivia de migalhas doadas e coisas roubadas. Ela era nada menos do que o considerado “lixo” de uma sociedade rica.

Seu porte era extremamente pequeno e magro. Os olhos verdes eram contraste do vermelho da esclerótica. Os ossos da clavícula já apareciam nessa idade, os das mãos, o maxilar do rosto tristemente definido por falta de carne. Julgariam por anemia se não soubessem o tanto de baderna que ela fazia por aqueles cantos. Cada dia uma nova maratona. E a daquele dia não lhe era mais novidade: simples diversão de outras crianças.  

As ruas eram estreitas e diversas casas estavam espalhadas ao longo dela. O som dos pés batendo ao chão com a força do impacto e velocidade eram altas apesar do peso. Sua voz desesperada saía em murmúrios e gemidos que ela não conseguia segurar pela situação. Eles estavam armados. Seguravam lâminas de todos os tipos, cada um com uma. Eram mais ou menos cinco. E eles gritavam: VOLTE AQUI, SUA RATA! SUA LADRA!, apenas denunciando o quão mais perto eles estavam chegando. Era óbvio que se moveriam mais rápido do que uma qualquer esquecida pelo mundo. Eles tinham alimentação. Tinham força. Nanien tinha apenas à si mesma, e aquilo lhe era obrigado a bastar.

O músculo da cintura começara a doer, a sola dos pés queimava pelo chão iluminado pelo sol, não passava das duas da tarde. Com os braços, ela fazia movimentos rítmicos para tentar pegar mais impulso e correr mais rápido e até daria mais certo se ela não fosse tão fina a ponto de perder o próprio equilíbrio. Já nem olhava mais para o chão. Tropeçava aos pés e por pouquíssimo não provaria o gosto repugnante do solo.

A garotinha usava uma bolsa na transversal do corpo, onde colocara dois pães que pegara de um confeiteiro.

Porém, numa curva, o desequilíbrio fora tanto (junto de tamanha agonia em ser seguida por tanto tempo) que algo dera errado. Como se não houvesse visto a parede, Nanien bateu nela, contudo usou-a de impulso, empurrando-a com as mãos ao lado do corpo. O que lhe pegara de surpresa, um pouco mais a frente, fora um pedaço solto do solo duro de pedra, fazendo-a cambalear e rolar ao chão algumas vezes. A parada foi o tempo necessário que precisavam para alcançá-la. Como o corpo estava em tamanha adrenalina, a Breaver levantou-se rápido para pegar seu almoço de volta – na exata mesma hora em que cruzaram a curva. Suspirou profundamente. Tinha certeza de que o coração sairia pela boca. Mas deveria escolher entre comer depois ou comer nunca mais. O corpo recolheu-se para trás pelo medo, e em poucos segundos os pés derraparam ao chão até pegarem velocidade para continuar sua fuga.

DE HOJE VOCÊ NÃO PASSA!!!
E por mais que lhe aterrorizasse a ideia, estava quase concordando com ela.

Rapidamente, as lágrimas começaram a brotar no rosto, e o ar em colisão fazia-as irem embora, como se por ali nunca tivessem existido. Se continuasse naquele ritmo – exausta, ansiosa, com fome – sua próxima caída determinaria seu fim, e nem estava tão perto assim de chegar onde poderia considerar seu minúsculo lugar de proteção. Então, ao invés de se focar somente no rumo que tomava, teve que se concentrar por igual no ambiente que lhe cercava. Entre as casas, as trepadeiras tomavam conta das paredes mas os arbustos de flores começavam se tornar raros – quanto mais subia, pior ficava a vista; começava a entrar na real parte da favela. Algumas pessoas conversavam em frente, outras apareciam nas janelas quando adultos gritavam para tomar cuidado.

Mas foi em uma das portas abertas e sem ninguém nos últimos vinte metros que ela entrou... Pobre criança.

Treino:
Atletismo
   


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Ao entrar na casa, ela botou-se a ficar encostada na parede ao lado oposto da qual as outras crianças IAM. Quanto mais perto chegavam, mais para trás Nani andava. Quando estava por mais da metade da parede, ela conseguiu ver, pela porta, todas elas correndo com suas facas em mãos, sorrindo e falando coisas maldosas. A partir dali, ela não moveu um músculo até ter plena certeza de que as vozes haviam cessado e haviam seguido seu rumo a procurar uma silhueta que já não estava mais disponível para encontros. Desse modo, esperou então mais alguns pequenos minutos, até que ela pudesse limpar o nariz na blusa suja, ritmar a respiração, encontrar-se em sua mente. Ela estava numa casa desconhecida, quieta e aberta. Ninguém mais estava correndo atrás de si. A partir dali, era um outro começo. E dessa vez, ela tinha que fazer dar certo.  

A sala onde se encontrava, a mesma que dava para a saída, estava meio que vazia de móveis. Havia onde se sentar, havia uma mesa mediana para apoiar as coisas, haviam quadros pelas paredes. Andando por um corredor pequeno, ela encontrou um banheiro vazio; um quarto arrumado – com nada de útil para ser roubado – e finalmente a cozinha.

Lá, de um modo totalmente favorável, ela encontrou, primeiramente e à vista, frios. Pães – lisos e com grãos, alguns pedaços de bolo que eram atacados por pequenas formigas, algumas frutas que já eram alvos de moscas, potes com geleia e biscoitos. Os armários estavam repletos de verduras e vegetais. Cenouras, cebolas, batatas, pimentas, cogumelos. De imediato, o estômago pediu “por favor” e a mente conseguiu fazer com que todos aqueles elementos se encontrassem numa sopa quente e em grande quantidade, servida diretamente em suas mãos. Nanien conseguira sentir o gosto salgado e forte de temperos desconhecidos e inimagináveis em sua boca, imaginava que Mianna conseguisse fazer algo daquele tipo. Perguntou-se, baixinho, como alguém falando com um amigo imaginário, “por que eu nunca visitei essa casa antes?” enquanto fazia tudo o que suas mãos conseguiam: roubar.

As mãos ósseas pegavam um vegetal de cada vez, enquanto os joelhos se apoiavam ao chão, e ela se botara de frente com os armários baixos. Das cenouras ela pegou duas: botou uma dentro da pequena bolsa e a outra saiu mordendo. A cada vez que ela engolia, o alimento parecia ser como uma fonte de energia elétrica a funcionar imediatamente. O estômago roncou ainda mais forte, desacostumado coma quele tipo de comida, e ela se sentia com ainda mais fome, ainda mais disposta a guardar tudo o que podia. Infelizmente, como a bolsa não era lá aquelas coisas, Nanien tinha consciência de que não poderia levar tanta coisa. Assim, colocou apenas uma unidade de cada, para que a diversidade mais tarde ainda se fizesse presente, por mais que fosse em pequena quantidade.

Em menos de três minutos, ela já havia terminado de comer a cenoura crua e a bolsa já contava com um nó para que, dessa vez, caso caísse, as coisas não sairiam rolando que nem ela. Quando se levantou, decidiu dar outra geral na casa, apenas para que a pressa não a levasse embora muito rapidamente. Com esse pensamento, a garotinha escondeu a bolsa já suja embaixo de um dos bancos, e voltou a explorar o que antes seus olhos apenas visualizaram por cima.

Os pés pareciam duas plumas. O chão da casa toda estava sujo, a poeira era visível, apesar de não deixar pegadas. Ela respirava pela boca e dessa vez tomava dez vezes mais cuidado do que quando entrara. A primeira parada fora o quarto.

Havia uma cama arrumada, um armário grande, um criado-mudo, um espelho, mas não havia portas, e sim alguns itens que ela não soube nomear que faziam barulho, mas não encostavam ao chão. Sem querer chamar qualquer tipo mínimo de atenção, ela se botou deitada e passou por debaixo dele, batendo a mãos na roupa assim que levantara. Sentou-se na cama por alguns segundos, fazendo pressão para baixo. Era dura, não balançou. Com os dedinhos sorrateiros, ela abrira o armário fazendo força para frente e o mais rápido possível  – apenas um lado fora necessário. Haviam toalhas, lençóis e roupas grandes e de cores frias, provavelmente de alguma mulher. Não caberiam dela, então fechou-o da mesma forma que tinha aberto. Impaciente sentou-se na frente do espelho. Por milésimos de segundos, assustara-se com a própria imagem. Era aquela aparência que ela carregava? Esquelética, pequena, pálida. Passou a mão no cabelo liso e solto, colocou-o para trás. Ficara pior ainda. Assim, fizera uma careta, apenas para combinar com o momento. Meu Deus, ela tinha a certeza de que era a pessoa mais feia do mundo. E aquilo lhe fizera rir.

Pendurado no espelho, havia um tipo de colar. Nele, na ponta, estava uma forma geométrica que carregava uma torre branca coroada com fogo. Nanien não entendeu nada do que aquilo significava, mas gostava do desenho emoldurado na madeira. Então tomou posse dele, colocando-o no pescoço. E infelizmente, ali, não haveria mais nada a fazer. Retirou-se.

Seria comum o nervosismo pegar-lhe de jeito: era uma criança em fuga que se encontrava roubando a casa de uma pessoa totalmente aleatória. Mas se sentia confiante, apesar de tudo. Ouvira por aí uma vez que depois da chuva sempre haveria um arco-íris. Infelizmente a Breaver não sabia exatamente o que era um arco-íris porque raramente vira chuva, e também não sabia como ele era feito, mas pelo jeito devia ser algo bom, então ela esperava, do fundo do coração, que começasse a chover. Quem sabe o arco-íris lhe trouxesse algo de bom, não? Naquele momento, entretanto, ela sabia que seus pés a estavam levando para um cômodo com quase nada a ser usado: o banheiro. Vazio, sem graça, com coisas que ela já tinha usado mas não estava com vontade por ora.

Prendeu a respiração para andar dessa vez. Estava na hora de pegar as coisas e fugir.

Andou sem parar até a cozinha, na ponta dos pés; nem mesmo o menor dos roedores faria tanto silêncio. Chegando lá, ela deu, mais uma vez, de cara com os pães. A barriga voltou a fazer barulho e ela se segurou para evitar que fosse muito alto. Com pressa, cortou o pão ao meio e enfiou-o na boca, como se não houvesse tempo para mastigar. Mas era incrível pensar que mesmo que depos da chuva houvesse um arco-íris, ainda teriam que passar pela tempestade.

Passos altos de alguém chegando de maneira apressada começaram, e nem era por sua presença, que acabara por se tornar uma surpresa para a dona daquela casa. A garota só encontrou uma saída: a janela. Num só movimento, Nanien correu e apoiou um dos pés na cadeira que se encontrava à sua direita para ir até o parapeito da janela em sua centro-esquerda. No entanto, movida pela raiva, a mulher que se encontrara ali moveu-se rapidamente igual a ela, e conseguiu puxar-lhe pelo cabelo de forma brusca, fazendo a menor dar um gemido de desconforto. Não satisfeita, puxou-o para baixo com toda a força que tinha; o corpinho de criança batera no chão e fizera um barulho tecnicamente alto, como se tivessem soltado uma peça de carne ao chão – bateu de cabeça, obrigando-a a recurvar o corpo para se proteger não só da dor, mas como também dos outros quatro chutes que levara em seguida e sem pausas. Era assim que eles tratavam visitantes não desejados. E Nanien nunca fora desejada em lugar nenhum.

Então era atrás de você que aquele grupinho estava! Disse-lhe, antes de chutar-lhe mais uma vez. Deviam ter te pegado e te dado uma SURRA por você ser assim! Quem sabe não pararia?!” Seu rosto estava vermelho de ódio, e Nanien se encontrava recolhida ao chão, chorando baixinho, esperando que ela não percebesse. VOCÊ NÃO VAI LEVAR NADA DO QUE TEM AQUI, SUA IMUNDA! Eu vou... eu vou chamá-los de volta!

Não. Pelo amor que tenha por qualquer pessoa, por favor, não...


Abriu os olhos, as coisas giravam, a cabeça doía, mas ela não podia ficar ali. Havia escapado da morte uma vez, para cair em outra? Não, não, não! Não podia acabar assim...

E aos poucos que ia recobrando a consciência, ela pôde perceber a mulher na janela, parecia gritar por ajuda, mesmo sem vê-la e bem por sorte havia caído em frente à sua pequena bolsa, que quase deixara para trás. Aquilo a fizera sorrir por uns momentos e aos poucos ela se levantou do chão, sem preocupação em fazer ou não barulho. Com o bracinho longo, arrastou a bolsa até si e colocou-a no corpo, que cambaleou até fazê-la ficar apoiada na mesa. A mulher percebeu e estava pronta para encher-lhe de mais hematomas, mas Nanien se botara na defensiva mais rápido. A adrenalina injetada no sangue de forma natural a fizera reagir. E aos poucos, daquela garganta, foi brotando sangue de cor viva a escorrer pelo corpo. O que havia mesmo em cima da mesa? Pães, bolos e... facas. A expressão de Nanien se tornara horrorizada e ela aos poucos foi andando para trás, pois por mais que houvesse acertado, aquela mulher ainda parecia reagir. O rosto encharcado de lágrimas denunciava seu primeiro homicídio. As mãos tremiam, o coração novamente começava a bater tão forte que o sentia na garganta. O que ela ainda fazia ali? Fuja, sua idiota, fuja!

Sua boca desejava pedir-lhe desculpas, mas os mortos apenas aceitavam flores. Foi então que sua fuga novamente começou, e dessa vez, preferira pegar atalhos que lhe levassem mais rápido – nem que fosse para o inferno.


Treino:
Furtividade
 


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Avaliação de treino de habilidade

Nanien Mormont

Um treino muito bem escrito, você soube usar e desenvolver a habilidade com maestria, de modo que não tenho do que reclamar, meus parabéns.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 18% de experiência pelo atributo de inteligência com 7 pontos
- 5% de experiência por ter a habilidade no nível 2


Recompensas
+ 113 pontos de experiência em Atletismo

Avaliação de treino de habilidade

Nanien Mormont

Novamente um treino muito bem feito, não notei erros que pudessem gerar descontos, e a habilidade foi bem usada.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


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just a kid
Desde já saiba o amigo leitor que Syndor já passou por momentos perturbados em sua vida. Já foi marionete, pobre, pirata, poeta, peão, rei... Ok, talvez este último não. Mas, pelo que realmente aconteceu, é possível notar que ele já foi muita coisa. Bem, dessa vez ele é mulher.

Faço, no entanto, um disclaimer antes de qualquer coisa. A todas leitoras que podem vir a passar os olhos por aqui, peço sinceras desculpas. Nunca, em toda a minha vida, poderei saber e – muito menos – descrever pelo que uma mulher passa todos os dias. Não tome, portanto, as palavras que estão por vir como um roubo do seu local de fala. É apenas um dos rostos do nosso herói, inocentemente nessa linha tênue. Obrigado.

Agora, à história. Estamos em Vilavelha, cidade westerosi famosa por guardar em si a Cidadela. Desta saem os Meistres que se espalham pelo Continente do Sol Poente para servirem, com sua sabedoria, aos respectivos senhores a que se afiliam. Sem muita perspectiva essa vida, tenho de admitir. Syndor achava o mesmo.

Não podia negar, no entanto, a riqueza de conhecimentos que havia na cidade. Estava lá para isso, conhecer. Pessoas, crenças, contos, lendas. Curioso, também, o fato de que ele não estava ali para abençoar ninguém. Viajara após a liberação da própria Casa do Preto e Branco, afinal, estaria nas terras dos que acreditavam numa das faces de seu Deus. O Estranho.

Acabara por se estabelecer numa casa muito simples, próxima a periferia de Vilavelha. Desde quando tinha desembarcado em Westeros, já adotara o novo rosto. Uma mulher com olhos ternos que, de um segundo para o outro, poderiam tornar-se amedrontadores. Seu nome era Mianna. Pois bem, Mianna vivia só.

Até que, num dia normal em que voltava para casa, foi interceptado por uma garotinha abandonada. Não devia ter mais do que 8 anos, mas seu peso deveria ser de uma criança de 4 anos. Ossos aparentes, olhos profundos. Uma pena. Ela pedia por comida, e quisera o Sem Rosto coloca-la em alguma casa que pudesse cuidar de sua alma. Poderia leva-la à Casa do Preto e Branco? No primeiro encontro, não pensou nisso, mas depois...

O nome da garotinha era Nanien. Teimosa, não quis descansar na casa da senhora Mianna. Dizia viver na rua, roubando, fugindo. E apanhava, mas isso não foi declarado por Nani. Em seus braços, hematomas já se tornavam esverdeados. E era só uma criança... Isso era o que mais incomodava Syndor.

As visitas da garota eram espaçadas, demoravam semanas para que retornasse pedindo mais alguma coisa. E por mais que a quisesse ajudar, não era seu trabalho ali. Tinha oferecido, foi recusado, muito bem, continuaria a vida.

Certo dia, porém, quando andava pelas vielas de Vilavelha com saco de frutas no ombro, viu uma garotinha muito parecida com Nani atravessar o seu caminho com muita velocidade. E logo atrás dela, um grupo de garotos parecia ameaça-la. Quantos selvagens há em Westeros...

Em vielas paralelas, ia acompanhando a corrida. Nani era mais rápida do que aparentava ser, principalmente se fosse levado em conta a fraqueza que a falta de músculos devia lhe causar. Syndor viu-a, após alguns tombos e tropeços, entrar numa casa. Era o momento, deixou-a e seguiu os meninos.

Eles passaram pelo esconderijo de Nani sem perceber que acabavam de perder o alvo. Burros, afinal. Até que entraram num beco, provavelmente pensaram na possibilidade de encurralar a pobre garota e ali mesmo acabar com sua existência. Uma pena, pois lá só encontraram uma velha senhora.

Ei, velha, você não viu uma garota baixinha assim? – indicou a altura de quem procuravam.

Crianças não deviam andar correndo com facas nas mãos.

Ela não viu nada, cara, vamos embora! – disse outro garoto

Vai se foder, essa velha sabe alguma coisa – respondeu o colega e começou a se aproximar de Syndor – Não estou correndo agora, velha, pode me dizer onde a garotinha está?

Rapaz, acho melhor você não fazer o que está prestes a fazer.

Syndor, apesar de ter o rosto aparente, não mostrava muitos detalhes graças às sombras do beco, era bom, afinal, teria de voltar a ser a calma Mianna depois daquilo. Só não queria ver aqueles garotos aterrorizando crianças novamente. O aviso, como você pode bem imaginar, não adiantou de nada e o rapaz continuou a andar em direção da velha.

Quando ameaçou erguer a lâmina, Syndor pegou a sacola que tinha presa num dos ombros e lançou-a sobre o garoto. Frutas espalharam-se pelo chão do beco, enquanto dois corpos caíam. A velha em cima do rapaz. Segurou o braço que segurava a lâmina e levou a mão até o pescoço do próprio garoto.

Sh... Não gritem, rapazes...

Olhou para frente e viu os outros com olhos esbugalhados, provavelmente não esperavam tal agilidade de uma velha. No próximo piscar de olhos, eles já estavam correndo para fora do beco. Aquilo fez Syndor rir. Sua voz mudou um pouco de tom, como se quisesse mostrar que realmente se divertia com aquilo.

Sabe de uma coisa? Eu não gosto nem um pouco de gente que faz mal aos menores... Fico muito triste com isso...

Você está louca, velha? Me solta!

Ah, rapaz...

Aquela palavra era uma maldição para o Sem Rosto, odiava ser chamado de louco. Não podia esquecer, naquele momento, duas coisas, no entanto. Uma, o garoto não era um escolhido para ser abençoado. Duas, ele era, ainda sim, só um garoto.

Louco está você por pensar que pode sair ameaçando pessoas assim... Crianças...

E aproximou ainda mais a faca do pescoço do rapaz. Ele já tremia, talvez ao tentar se livrar das mãos do assassino, ou por nervosismo. Quereria Syndor que fosse o segundo. Não soube o que era.

Vamos fazer o seguinte combinado, se eu te ver novamente e não gostar da sua atitude, seja ela qual for... – e cuspiu no rosto do garoto – Você morre. Estamos entendidos, querido? – disse, voltando a sorrir.

Perceba você que Syndor acabava de ameaçar alguém menor também, atitude que tinha acabado de condenar. Bom, eu nunca disse que ele fazia muito sentido, não é mesmo? Em geral, não faria aquilo, mas quando o sangue lhe subia à cabeça...

Deixou que o rapaz ficasse de pé e corresse para fora do beco. Torcia para que ele não pudesse reconhecer o rosto de Mianna na rua ou coisa parecida. Isso seria um problema. Syndor recolheu as frutas que deixou cair e viu que muitas não ficariam boas nos próximos dias, teria de comê-las logo.

Habilidade Treinada:
Intimidação

Enquanto voltava para casa, pensava em Nani. Estaria bem? De quem seria aquela casa em que tinha entrado? Não teve mais muito tempo para pensar, quando viu-a correndo de longe – um esclarecimento ao leitor, esses encontros estão acontecendo com facilidade porque estão todos na mesma área, entende? Ok. Aproximou-se da rua que ela atravessaria, agarrou-a pela mão, encostando-a numa parede. Sua mão envolvia o pulso dela com tamanha facilidade que sentia-se capaz de quebra-la com um apertão. Doía no coração ver aquilo. E viu o sangue escorrer. Mas não era sangue de Nani...

Querida, você está suja – apontou para a mão e depois para todo o resto – Vamos para casa, tenho ótimas frutas que precisam ser provadas – sorriu amigavelmente, por mais que não fosse um pedido.

De quem seria aquele sangue? Não sabia dizer, mas a ideia de leva-la à Bravos voltava à sua mente. Ainda sim, repito, ela era só uma criança.


   




—  faced the sun, cast no shadow

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Avaliação de treino de habilidade

Syndor

Foi um bom treino, não tenho nada para reclamar. Parabéns!

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

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- 5% de experiência por ter a habilidade no nível 2

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+ 133 pontos de experiência em intimidação




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