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[rp fechada +18] my brothers have sex with the war

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Meus irmãos fazem sexo com a guerra
Uma tarde de um calor insuportável paira sobre a cidade livre de Pentos. Aegor volta de uma breve missão finalizada que envolvia curiosidades de uma patrulha anterior. Dentro da mansão dos Blackfyre, ele se encontra a espera de Visenya, carregando sua encomenda.


seeds of war
“Assassinar é o mesmo que matar, mas com um toque extra de precisão.”

Eu sempre gostei das tardes de calor. O sol tem a força de lavar minha compaixão e, faz com que tudo se torne um motivo para eu matar. A sacada da mansão dos dragões negros tinha um cheiro podre. Os insetos me seguiam como se quisessem um pedaço do que eu levava na sacola. Alguns dizem que esse é o motivo dos assassinos gostarem tanto de matar. Diferente do fumo ou do cheiro do álcool, você jamais se acostuma com o cheiro da morte. Ele é sempre único. Cada morto com seu cheiro especialmente próprio. Não é algo que você enjoe. Um viciado em carnificina é o mais afortunado dos viciados. Mesmo quando ele perde, ele ganha. A minha diferença é que eu não posso perder, por isso não sou tão perigoso. É como se meu vício fosse um copo cheio, e a vingança fosse o canudo que não me permite virá-lo de uma vez.

O público jovem sempre foi uma massa despolitizada, com uma sede de radicalismo quase divina. É por isso que os grupos de mercenários são compostos quase inteiramente por essa grande massa jovem. É por isso também que os sicários mais velhos são tão poucos. Poucos sobrevivem para contar aos mais jovens onde seus companheiros erraram. E os que sobrevivem, estão mais preocupados em se manterem vivos. Os mais velhos são os mais covardes.

Eu não diria que teria sido difícil fazer a Companhia Dourada me seguir. Diferente dos outros capitães-generais, eu sou muito jovem. Eu não tenho medo de arriscar. Minha arma predileta é o improviso. Isso não me torna nada, mas transforma os obstáculos em trilhas. Visenya sabia disso, então não precisei de muito para chegar onde estou. Eu simplesmente ataquei a estrutura. Uma manobra arriscada, quase como Aenar acreditando nos sonhos divinos da filha. Vocês só entenderão o que eu digo, quando estiverem no topo da alegria e felicidade, cegados pela própria clareza e caírem no submundo do submundo do submundo e do submundo. É, ela te ilumina, mas clareza em excesso te deixa cego. Agora eu tenho apenas a escuridão. O mercenário poeta é a válvula de escape dessa realidade vermelha. Sem tempo pra conversa fiada, minha trajetória é azeda. Só tenho a dizer que para o declínio eu finalmente vejo saída. Daqui pra frente eu aguento a carga, então não se preocupe comigo. Que o que eu digo te toque de alguma maneira, mas filho da puta, é melhor que você nunca me toque.

Meus irmãos andam transando com a guerra, enquanto eu estou ficando enjoado. Pairando em Pentos, esperando ser morto por um contrato falso. O problema de ser capitão é esse, você manda. É aquela diferença do chefe e do líder, mas as coisas estão prestes a mudar. Maldita seja Visenya por me fazer concordar em ajudá-la com Pentos, enquanto meus irmãos matam e estupram por aí. Essas horas eu vejo como é perigoso a falta do medo, faz você esquecer do espinhos quando apanha uma rosa. E Visenya era uma rosa que ocultava muito bem seus espinhos.

Observei a criada me olhando e afastei o saco com a sola do pé para que ela entendesse o recado, então puxei um odre da cintura. Ultimamente tem sido assim, eu engulo o álcool e o álcool me engole. Vou cumprindo contratos até que eles me degolem, e então eu dou outro gole. Aquela criada da mansão não gostava de mim, eu não poderia culpá-la. Fiz ela prometer que seria nosso segredinho minhas visitas pela madrugada. Ela era filha da cozinheira, uma garotinha doce cuja pureza eu arranquei. Quebrei tanto aquela garotinha que quando ela veio pegar a encomenda de Visenya, seus olhos lacrimejaram uma dor que eu entendia muito bem. A dor de não poder fazer nada. A dor da submissão.-Fale para a Senhora Visenya que eu estou aqui. Ela vai entender do que se trata quando entregar a encomenda para ela. - Pousei o odre sobre a mesa da sacada enquanto a outra mão pousava nos cabelos crespos da criada proveniente das Ilhas de Verão. Percebi suas lágrimas pingando ao chão. Realmente, é muito mais fácil ser temido do que ser amado. Sua pele ébano me provocava toda vez uma sensação de luxúria, que naquele momento controlei com um beijo em sua testa. A garotinha saiu correndo pelos corredores da mansão... não demoraria muito para ter a presença de Visenya ao meu lado.


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above the smokestacks
A princesa de Pentos encontrava-se debruçada sobre uma bacia que estava posicionada na cômoda de seu quarto. Aquela água não havia sido esquentada de maneira nenhuma, mas o seu estado gelado já começava a passar por causa da quentura que fazia em Pentos naquela tarde. Visenya começava a perder sua paciência. Ela molhava o seu pescoço e mesmo assim continuava com calor. Não havia uma brisa entrando em seus aposentos e qualquer abano só trazia o ar abafado até sua pele. Aquele não era um bom dia.

Sua porta foi aberta por uma criada que entrou no recinto com uma sacola. A menina parecia meio enojada e amedontrada, tentando parecer o mais calma possível, porém falhando miseravelmente. O cheiro proveniente da bolsa que ela segurava atingiu as narinas de Visenya rapidamente, fazendo com que uma careta instalasse em seu rosto. Que porcaria poderia ser aquela? Parecia que alguém morto estava naquela sacola... Visenya ergueu os olhos e as sobrancelhas, lembrando-se da encomenda que fez a Aegor, ou Egg, como gostava de ser chamado. — O que é isso? — perguntou enquanto afastava-se da bacia que se refrescava a alguns momentos atrás e observava a criada.

A menina era bem nova e parecia estar amedontrada pela sua vida. — Capitão Aegor disse que esta era uma encomenda para a senhora, princesa. Que saberia do que ele falava ao ver a encomenda. — disse, observando o chão enquanto as palavras saiam trêmulas de sua boca. Realmente, Aegor havia se tornado alguém bastante intimidador para aqueles que não saberiam lidar com a nova personalidade do garoto. Visenya não se importava. Poderia ser tão repugnante e hediondo o quanto quisesse, desde que no final trouxesse resultados. Como aqueles que Visenya observava. — Onde ele está agora? — perguntou enquanto acabava de secar o pescoço e o rosto.

— Aguarda-lhe em um dos salões, princesa. — respondeu, continuando a encarar o chão. Visenya realmente precisava conversar com o Capitão da Companhia Dourada, além de poder "agradecer" por ter cuidado de sua encomenda. — Siga-me. Traga a encomenda com você. Precisarei falar com Aegor sobre ela. — disse, dando um pequeno sorriso e partindo dos seus aposentos em direção ao salão em que ele se encontrava. A criada parecia vir atrás completamente assustada, porém ela tinha que saber que o homem não faria nada na presença de Visenya. Usava um vestido digno de uma pentosi, deixando sua pele o mais exposta possível. Não se importava. E com aquele calor, a última coisa que queria era estar coberta de vestidos pesados e cheio de ornamentos.

Adentrou ao salão, dando de cara com Egg, bebericando de um odre. Esperava que não estivesse bêbado. Odiava aqueles que não conseguiam beber e se controlar. — Capitão Aegor, é um prazer revê-lo. — disse enquanto parava em sua frente. Sorriu em sua direção, ainda que não necessitase. — Minha doce criada trouxe a encomenda que eu pedi a você até os meus aposentos. Imagina o cheiro que ficou no local? — falou, dando uma risada totalmente desnescessária. — Bom, revele a encomenda para nós, criada, para que possamos conversar mais sobre ela. Foi difícil, Egg? — perguntou enquanto alcançava um calice com vinho que estava em uma mesa na frente da poltrona. Fez o favor de sentar-se nela enquanto a criada revelava a encomenda trazida pelo homem e Visenya deliciava-se com o vinho, esperando por sua resposta.

wearing
I got a brain-tricked hunger and you're pulling me in


Once her lies are exposed, it will quickly decay and people will look around in fear and panic. And I will be there to pick them up. They will need me...  

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Princesa de Pentos

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seeds of war
O som dos passos lentos e compassados ecoavam entre os pilares roxos da mansão. Me sentei sobre um banco de ébano, observando a silhueta dar forma a Visenya. -Minha senhora. - a cumprimentei, com uma voz rouca de vinho. Senti meus olhos pesados de sono, a cabeleira louro-prateada, emaranhada. Há quantos dias eu não descansava? -Vossa Graça. - continuei, enquanto me levantava do banco, afinal eu não queria adormecer, ainda não. -Não deveria tocar em homens mortos. Dá má sorte. A menos que a senhora mesma o tenha matado. - Me aproximei de Visenya, tão próximo que podia ver seu suor escorrendo pelo pescoço, era um dia quente e pegajoso. Coloquei o cadáver aos seus pés e então puxei a mortalha manchada de sangue. O rosto do homem morto era liso e sem pelos, embora as bochechas tivessem um talho que ia de orelha a orelha. Tinha sido um homem alto, de olhos azuis e face justa. -Foi um oponente difícil. - Ainda que seus olhos estivessem abertos, eram suas feridas que choravam. Havia mais feridas do que eu podia contar. -Mas ele não vai mais nos incomodar. - Voltei o cadáver para dentro do saco, afastando-o de Visenya. Ela decidiria o que fazer com o morto, porém eu ainda tenho minhas superstições. E já que nossas vidas estão ligadas, má sorte para ela quer dizer má sorte para mim.

-O que esse homem descobriu poderia ter sido o meu fim e o de meus primos. - eu disse para ela, encarando-a profundamente com meus olhos violetas. Eu sabia como eles podiam ser persuasivos, era como se as pessoas não pudessem prestar atenção em outra coisa, somente em minha fala. -Ou pior... poderia ter sido o seu fim. - Despejei o resto de vinho na boca, esvaziando o odre. Aquele homem morto era uma das aranhas de Westeros, e sua descoberta sobre quem Visenya acolhera em sua mansão foi a informação que poderia ter mudado a vida do pobre espião, mas infelizmente, para ele, foi a adaga em sua cabeça. -Precisamos ser mais discretos. Meus primos não podem ficar em Pentos, eles devem partir em missão com a Companhia. Estarão mais seguros ao meu lado. - Coloquei o odre vazio sobre uma mesa de madeira no centro do salão. O calor me impedia de achar um lugar confortável para sentar e conversar, então me limitei a andar de um lado para o outro. -Vossa Graça, imagine que todos os dias um calor desse se faça presente. Como meus primos vão sobreviver trancados aqui dentro? - Fiz um sinal para a criada e ela entendeu. A garotinha das Ilhas de Verão veio até minhas costas e retirou os pedaços de armadura que protegiam meu corpo. Por baixo, eu mantinha somente uma túnica preta e vermelha bordada com os dragões de três cabeças dos Blackfyre. -Nossos inimigos estão em todos os lugares. Não podemos arriscar a aliança que você conseguiu com minha tia. Sei que pensará em algo. - A garota levara minha armadura para meu quarto, despejando as peças ao lado da banheira. Em língua estrangeira eu a mandei preparar meu banho, ainda com certa preocupação na voz... Raios, são as únicas pessoas que eu amo de verdade. São os únicos que sobraram para mim, sem eles... Visenya entenderia minha preocupação.

Me locomovi entre os corredores da mansão, enquanto Visenya me acompanhava falando o que ela tinha pra falar. Quando chegamos ao meu quarto, a garota da cor de ébano irrompeu para fora do recinto, me deixando a sós com a morena. Me despi e pendurei minhas roupas ao lado da banheira. Nunca estava realmente escuro nos meus aposentos. Três velas de sebo ardiam no parapeito da janela para manter à distância os terrores. Outras quatro tremeluziam junto da cama, duas de cada lado. Na lareira, um fogo era mantido ardendo de dia e de noite. A primeira lição que eu aprendi com Amaya, fora que nunca, nunca se podia permitir que o fogo se apagasse.

Desnudo, fiquei parado deixando as chamas da lareira sob meus olhos púrpuras. -Você não acha que seu irmão possa estar em perigo? Porto Real é uma cidade construída em mentiras, um deslize e... - Eu falava do irmão dela, mas sinceramente eu pensava em Duncan e na rainha. O que eles estavam fazendo? Não... não interessa, contanto que eles continuem bem vivos para eu matá-los, não me interessa.

Olhei para a janela e contemplei a tarde se juntando com a noite. O céu estava nublado, o ar quente, abafado, opressivo, mas havia algo nele que fazia minha espinha formigar. Chuva. -Uma tempestade está chegando. Se não esta noite, amanhã. - Eu não me sentia estranho, nu ao lado de Visenya. Nesses últimos três anos ela era uma das pessoas mais próximas a mim, apesar de eu não demonstrar. -Me pergunto todas as noites, se estarei vivo para ver o amanhã. Essas pessoas tem suas próprias Aranhas. Me sinto obrigado a dormir de olhos abertos, procurando um inimigo em cada canto escuro. - Era a primeira vez eu desabafava com Visenya. Não me interessava se ela não se importava... eu também não me importava. Não é como se eu esperasse um ''tudo vai dar certo'', eu não esperava nada, apenas senti vontade de falar.

Quando a última luz ansiava por desaparecer no oeste, resolvi entrar na banheira. Eu tinha demorado tempo o suficiente para que esfriasse. Ainda ouvindo Visenya, esfreguei a pele até que estivesse em carne viva. Limpo como nunca estive, levantei-me, sequei e me vesti. Meias, roupas íntimas, túnica de seda, justilho acolchoado, tudo recém-lavado. Por cima, vesti a armadura que a rainha me dera como símbolo de minha estima. A cota de malha finamente trabalhada, os elos tão flexíveis quanto couro bom, as placas esmaltadas, duras como gelo e brilhantes como neve recém-caída. A adaga estava em um lado do quadril, o arco nas costas, pendurado em um cinto de couro branco com fivelas douradas.

Armado e blindado, eu esperei, sentado na quase escuridão de meu pequeno aposento. O rosto de todos os que eu queria matar flutuavam diante de mim na escuridão. Por hora, eu apenas focava-me em escutar Visenya, mesmo com os devaneios em minha mente eu ainda conseguia escutá-la. Do lado de fora da mansão, começou a chover. Continuei sentado na escuridão, ouvindo. -Soam como lágrimas. - eu disse, fuzilando-a com os olhos. -Soam como reis mortos chorando.


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Observou e ouviu Aegor enquanto ele a cumprimentava e desatava a falar sobre o morto. O capitão general parecia mais do que cansado, mas era mais que normal já que o garoto provavelmente não descansava a dias. Sorriu ao ouvir sua fala supersticiosa, bebericando seu vinho enquanto ainda sim mantinha-se longe do morto. Não interessava tocar naqueles já sem vida. — Você provavelmente tem razão. Deixe para mim sentir o sangue daqueles que eu mesma tirar a vida! — falou, vendo o corpo do morto ser colocado no chão, quase que em uma exibição para a princesa. Ela não se importava. Não que ele fosse uma pessoa ruim ou algo parecido, não sabia realmente, mas se ele estava em seu caminho não se preocupava com o fato dele estar morto naquele momento.

Aquele homem tinha feito descobertas que poderiam trazer a ruína para todos os Targaryen que tomou em sua proteção e para o seu irmão que vivia no outro continente. Ah, seu irmão. Seu coração parecia parar toda vez que pensava no perigo que era ter ele vivendo sozinho em Westeros. Valeria a pena no fim. O cadáver foi novamente escondido e Visenya voltou a encarar Aegor, que tinha uma expressão séria. Sabia que ele não levava aquela ameaça levemente. O garoto tinha um forte chamado na proteção de seus primos e tinha certeza de que faria tudo para mantê-los a salvo. O corpo logo seria queimado, mas preocuparia-se com isso depois. Egg, porém, continuava a proferir suas palavras sobre aquela situação. Não achava que o Targaryen estaria radiante ao ver a ameaça eliminada, porém não sabia que ele continuaria a se sentir ameaçado. Não poderia culpá-lo, já que tudo aquilo era um jogo perigoso.

— E mesmo assim ele não foi uma ameaça a você, seus primos e muito menos a mim. Não acho que diga isso como uma ameaça, mas cuidado. Meu fim não virá tão facilmente assim. — disse, bebericando o vinho e afastando o seu olhar de Egg. Sabia de tudo que poderia ter acontecido caso aquele homem não fosse apenas um cadáver em seu salão naquele momento. Sua sobrancelha se ergueu ao argumento que o homem levantava naquela conversa. — Leve Rhea e Terry com você, todos os deuses que existem sabem que não me importo o suficiente com eles. Mas o que Leana faria com você e com uma companhia de mercenários? O que ela faria em meio as suas missões? Leana não é uma mercenária e não tem esse talento como sua outra prima. — falou, levantando-se e começando a andar pelo salão.

Era estupidez toda aquela defesa pela menina, mas se gostava de Egg, gostava tanto quanto e mais ainda de Leana. — Calor é o maior dos problemas do seus primos, Egg? A Fortaleza Vermelha teria sido mais prazeroso como prisioneiros? — perguntou, o sarcasmo escorrendo em suas palavras. Não falava para iniciar uma briga ou tentar rebaixá-lo, porém a situação não era a ideal e mesmo assim não poderiam chamar ela de irreal. Observou a roupa que o homem o usada e deu um pequeno sorriso ao ver o símbolo de sua casa. Ele era leal. — Eles estão... Por isso não adiantará fugir para lugar nenhum. Sim, eu pensarei em algo. — ele a convenceria de que todos deviam estar com ele e a Companhia? Achava difícil.

Seguiu o garoto pelos corredores da mansão, entendendo que ele precisava de um banho após o que havia passado. Não se importava em conversar enquanto ele cuidava de seus afazeres. A luz fazia com que Visenya pudesse vê-lo claramente como o dia e não sentia-se nem um pouco desconfortável. Aegor era um garoto. Visenya já havia vivido mais tempo do que sua vida em dobro e a nudez não era algo que podia lhe incomodar de maneira nenhuma. O homem continuava desnudo antes de entrar no banho preparado a pouco para ele quando Visenya foi pega de surpresa por suas palavras. Tinha certeza que Aegor não poderia ser culpado, mas qualquer sinal de ameaça ao seu irmão deixava a princesa completamente furiosa.

— Nem sequer mencione algo assim. Eu queimaria aquele continente inteiro caso alguém resolva encostar em meu irmão! Ele ficará a salvo. — falou, tentando convencer a si mesma o tanto como tentava convencer o garoto. Sabia quando ele foi que aquilo era perigoso, mas não saber o que poderia acontecer com seu irmão lhe deixava extremamente chateada. Contemplou a janela junto com o garoto, observando a beleza do seu com o início da noite. O garoto começava a proferir não palavras sobre preocupações com alianças ou a proteção de seus primos, porém sobre os seus próprios medos. Visenya entendia o garoto. Aquele momento em sua vida era crucial. Ou ela viveria e triunfaria ou todos os seus inimigos estariam perto o suficiente para comer sua carne quando ela caísse. Ela não podia cair.

— Isso soa um pouco depressivo, Egg. Nós temos nossas próprias Aranhas também. Caso não tivessemos, aquele homem já teria dado fim a tudo. Inimigos vão existir sempre, mas também somos fortes. — falou, olhando diretamente nos olhos violetas do garoto. Não podia ter o seu capitão duvidando de si mesmo daquela maneira. Observou o banho do garoto. Não tinha um olhar de desejo ou ânsia, apenas interessava-se por observá-lo. Sentou-se durante tudo aquilo, pensando no que poderia falar. O silência parecia apropriado para aquele momento e enquanto observavam pela janela a tempestade se formar, os dois estavam quietos e calmos. Aegor vestiu-se, colocando a armadura que havia dado a ele. Parecia uma estupidez já que o garoto deveria descansar, mas nada disse. Ele tomava suas próprias decisões.

— Quando você partirá para a próxima batalha, Egg? Imagino que com mais homens esteja mais satisfeito. — falou, ainda não o olhando e observando a janela. A busca pelas Cidades Livres deveria continuar e logo ele partiria de novo. Ainda não sabia se iria junto ou não. Virou o rosto para o garoto de cabelos loiros e olhos violetas, tentando entender o que se passava em sua cabeça. No final, ele era apenas um garoto perdido. Um garoto que havia perdido tudo. Ele sofria como qualquer um, porém seu sofrimento havia sido transformado em violência. — Eles choram por estarem mortos? — perguntou, observando o seu rosto. Será que lembrava daqueles que sua tia havia matado? De Duncan Mormont? Era difícil decifrar Aegor Targaryen.

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seeds of war
Visenya colocava suas palavras sobre mim como se eu fosse Leana. Eu não gostava disso, porém eu é quem abri as portas. Agora eu deveria segurá-las. -Eles choram pelos vivos, Visenya. - E eu acredito nisso. Os meus antepassados choram pelo que virá. Choram pelo que já aconteceu. Eu espero que os príncipes não chorem, nunca vi meu pai chorar e, caso os príncipes também entrem nessa depois de mortos... se eu morrer como um e não tiver cumprido minha vingança, eu farei o mundo sucumbir com um seca de mil anos.

Ela sempre foi muito segura de seus ideais e planos, como se tudo já estivesse ganho. O peso que eu trazia comigo não me deixava descansar sem uma adaga ao lado. Não me deixava dormir sem proteção. Talvez eu devesse cortar os laços que me faltam e deixar meus olhos apontados à uma só direção: Vingança. Quanto mais você ama, mais fraco você se torna. Em algum lugar dentro de mim eu retalhava os nós dos laços, mesmo que eu não percebesse. Logo não me restaria nada.

-Assim como você, minha preocupação maior é com Leana. Os outros sabem se cuidar. - Tirei os olhos de Visenya e os coloquei sob a chuva que caía pela janela. -Eu tenho um cuidado pelos meus primos, Visenya. Mas o que interessa aqui, é, que os maiores inimigos da sua aliada estão dormindo sob seu teto. Um disfarce é no mínimo necessário. - Me levantei e puxei um banco para frente da lareira, apontando para Visenya se sentar. Voltei para o canto da cama, abaixo da janela. -Eu planejava sair agora. Tenho alguns nomes para riscar. - Cruzei meus olhos com os da mulher, buscando respostas para suas perguntas anteriores. -Nós precisamos falar sobre seus planos, Visenya. Você faz o contrato e eu o executo, é assim que funciona. Não acho que mais homens serão precisos, apenas os da Companhia Dourada vão ser suficientes para o próximo ataque, mas ainda assim você precisa conversar comigo sobre esse contrato. Eu gosto de seguir os preceitos. - Sorri.-Todos sabem que a Companhia Dourada trabalha para Pentos. Todos sabem que Pentos está nas mãos dos Blackfyre. - eu ia dizendo, para ela ligar os pontos. -Os boatos que Visenya Blackfyre monta um dragão selvagem ainda são apenas boatos. No próximo ataque você tem que montá-lo na frente de batalha. - Senti minhas palavras saírem secas, me fazendo lembrar que eu precisava de mais vinho. Puxei um odre e dois cornos, enchendo-os com o líquido escarlate. Levei um para Visenya, enquanto a escutava, e o outro eu levava comigo até o canto da cama.

Uma dor de cabeça me pegou, enquanto eu a escutava. Uma dor sempre lateja nesse lado da minha cabeça. Eu sentia nessas horas todos os espinhos em que fiquei preso quando fugi, rasgando minha carne. Me sinto como se estivesse tentando acordar de alguma coisa. Talvez eu sempre estivesse tentando. Me afogando em confusão, em algum lugar alto acima de mim a luz dança em uma superfície e acima disso o ar está esperando. Esperando que eu tome fôlego. As palavras de Visenya se tornavam mais nítidas nesse desconforto. Como um tipo de despersonalização, eu via tudo por trás de minha silhueta. Minha tia fez tão mal assim para mim? Me deixou completamente louco. Mas se é isso que eu tenho que abraçar para conseguir satisfazer meus desejos pessoais, dane-se, eu cairei de cabeça na minha loucura.

Quando tomei o último gole do odre, eu percebi o olhar de Visenya. Tinha bebido-o inteiro, deixando apenas um corno com ela, que foi o de quando eu o abri. Quando ela percebeu que eu percebi, seu olhar mudou para indiferença. O que ela falava já não era tão nítido. Eu olhava penetrantemente seu rosto, via sua boca se mexendo mas só escutava meu desejo... Eu mal o conhecia, o desejo por Visenya, era algo novo para mim. Mas eu a desejo, com uma ferocidade irracional. Como uma doença, como a necessidade de água. Eu estou abatido por uma vontade irresistível. Analiso a luz em seu rosto, sob as velas do quarto, sob a sombra que a chuva proporcionava. De certa forma eu invejo aqueles fragmentos da luz, deslizando sobre seus cabelos, movendo-se sem oposição pela extensão de seu corpo, pelos contornos em seu rosto. O ritmo de sua respiração. Senti como se nunca mais fosse me esquecer da única gota de suor escorrendo lentamente, descendo por seu pescoço, ao longo do tendão, sobre a garganta. Já matei homens e os esqueci. Esqueci-me do ato de tirar uma vida. Mas aquela gota de suor é um diamante aos olhos de minha mente. Se eu não tivesse o mínimo de força de vontade, talvez eu teria a atacado ali mesmo, mas pior e mais estranho que isso, foi o meu tropeço entre a divagação. Como um auroque preso em uma armadilha, percebi que já a olhava por tanto tempo que seus olhos me seguiam com dúvida. Há quanto tempo ela já não falava?


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above the smokestacks
Porque ele havia ficado tão melancólico quanto se mostrava naquele momento? Visenya não sabia porém observava o seu comportamente como não conhecesse aquele lado do garoto. Talvez ela não conhecia-lhe totalmente. Sentou-se em frente a lareira em um banco aonde ele apontava sem ainda falar nada. Deixava ele conduzir o assunto por mais que tivesse a vontade de comandá-lo. Sempre tinha, estava no seu sangue. Porém se havia algo que Aegor havia conseguido era o direito de falar com ela quase como um igual e não se importava em ouvi-lo. Ele tinha razão, não podiam ser tão óbvios quanto aquela aliança já que qualquer coisa seria o suficiente para que Serra, a rainha louca, fizesse algo.

— Talvez eu devesse providenciar tinturas para os cabelos das suas primas. Os cabelos daquela cor são muito denunciantes da onde elas vem. Vestirem roupas mais apropriadas para Pentos e poderia chamá-las de nobres vindas de Bravos para servir como damas. É uma opção. — falou, pensando em como seria extremamente irritante para Leana pintar o seu cabelo e mudar sua personalidade. Tinha certeza que Rhea iria com a Companhia Dourada, então apenas incluia para não ofender Aegor. A Targaryen mais velha saberia se cuidar sozinha. Continuou a ouvir Aegor enquanto ele proferia palavras sobre os seus próximos passos. O garoto já pretendia sair novamente para continuar a matança que protegeria todos ali. Quando ele descansava? Olhando para seu rosto era denunciável que ele não pareceria fazer isso. Ouviu todo o discurso do homem e realmente estava na hora de começarem a falar do próximo ataque. Eles haviam sido bem sucedidos até agora nas Cidades Livres, mas se ficassem confortáveis acabariam perdendo a sua vantagem.

— Qohor é o próximo passo, Egg. Já declararam guerra a nossa causa e devemos atacar antes que consigam qualquer apoio da ponta do continente. Depois de subjugar Qohor, imagino que não será tão difícil ter Norvos e Lorath. — disse, sorrindo em sua direção. Gostava de dar suas ordens claramente, mas tinha certeza que Aegor era esperto o suficiente para triunfar no próximo ataque. — Eu tenho imenso orgulho de ter a Companhia Dourada como parte da minha força. A Companhia foi um presente dos meus antepassados e eu não levo essa honra levemente. — falou, deixando claro para o garoto que a Companhia Dourada era muito importante para ela. Sorriu levemente a menção do seu dragão, Caraxes. A vida era muito mais completa agora que montava o dragão. Ele ainda era selvagem e livre, porém voltava até ela e a escutava quando era preciso.

Ainda não tinha montado o seu dragão em batalha, talvez por medo ou talvez por causa da exposição que traria. Ele não era um trunfo a ser guardado? — Soa razoável, mas a mostra dessa força me preocupa. Quando enfrentarmos Volantis e Meeren, já terão se preparado para derrubar Caraxes do ar. Obrigada. — falou, pegando o vinho que ele a oferecia. — Temos uma vantagem nesse lado do continente, não deixaremos ajuda vinda de Volantis ou Meeren passar até a ponta do continente. Bravos está por conta própria, assim como as outras Cidades Livres. Caraxes é realmente necessário? — perguntou, realmente duvidosa. Se fosse, ela o montaria em frente ao seu exército mas pensava que talvez o dragão devesse ser guardado para outras batalhas. — Talvez eu deva ir com a Companhia Dourada até Qohor, estar envolvida na batalha. Isso geraria bons sussurros por toda Essos. Uma Blackfyre guerreira. — sorriu, bebericando o vinho.

Observou Aegor por um momento, percebendo que o garoto parecia estar em outro mundo. Não tinha certeza se ele se quer estava a ouvindo, mas ele logo saiu do seu transe. A princesa observou que o garoto já havia bebido todo o vinho que tinha com ele. A sua necessidade por bebida era óbvia. — Vai partir para Qohor ainda está semana? — perguntou, mas o Egg não parecia escutá-la. Seus olhos a observavam com um tipo de pentração, quase como se visse sua alma. Bebericou o seu vinho, não porque sentia-se nervosa por ser observada, mas porque via que em seus olhos o desejo era palpável. Ele a queria? Ela pensou enquanto mordia o seu lábio e esperava o garoto perceber que já nenhuma palavra saia de sua boca. Ela o queria? Perguntou a si mesma por um momento, observando os olhos violetas que continuavam centrados em seu corpo.

Ergueu as sobrancelhas ao ver que ele percebia o fato de que a encarava descaradamente. Levantou-se do banco em frente a lareira e caminhou até o garoto em sua cama. Não tinha nenhum tipo de intenção, mas ela também não se importava com o que acontecesse. O garoto estava sentado na ponta da cama e Visenya sentou ao seu lado, sorrindo em sua direção. Sua mão livre empurrou um pouco o corpo do garoto até que suas costas repousassem nos travesseiros ali. — Talvez você devia descansar, Egg... Os nomes ainda estarão ai de manhã para que você possa riscar. — disse, observando os olhos violetas do garoto. Ele não estava completamente deitado, mas também não estava mais sentado. Aquela aproximação não parecia estranha para Visenya, parecia quase como algo que funcionava.

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Avaliação de treino de habilidade

Visenya Blackfyre

Recomendo que procure adicionar mais descrições e detalhes referentes à habilidade treinada, mas ainda assim não vi motivo para descontar algo, visto que o texto foi muito bem feito e que a argumentação foi utilizada, ainda que de maneira mais sutil que o comum.

Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 34% de experiência pelo atributo de inteligência com 11 pontos
- 0% de experiência por ter a habilidade no nível 1

Recompensas
+ 134 pontos de experiência em Argumentação
Avaliação de treino de habilidade

Visenya Blackfyre

Mais uma vez um treino sutil, mas ainda assim bem escrito. Explorou mais a habilidade que no texto anterior, de modo que não tenho do que reclamar, meus parabéns.


Critérios de avaliação
+ Conteúdo e Coerência (40/40)
+ Estrutura e Coesão (30/30)
+ Enredo e Criatividade (20/20)
+ Ortografia e Organização (10/10)

Total (100/100)


+ 34% de experiência pelo atributo de inteligência com 11 pontos
- 5% de experiência por ter a habilidade no nível 2

Recompensas
+ 129 pontos de experiência em Argumentação





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seeds of war
Quando Visenya se levantou parte de mim queria aceitar um desafio. Puxei o nó que mantinha as placas e o couro sobre mim, deixando-os escorrer para lateral da cama enquanto ela chegava mais perto. Seu movimento fluido capturou meu olhar. O balanço dos seios, a saliência dos quadris, a vermelhidão de sua boca. Eu estava paralisado e Visenya deu mais um passo adiante. Implacável. Eu não sabia como retrucar o que ela dizia quando se sentou ao meu lado, era como se as palavras se afogassem em minha garganta. Ela correu os dedos pelos meus ombros buscando me acomodar. Visenya parou seus movimentos ali. Seus olhos tão próximos aos meus, eu podia sentir meu coração acelerado, jamais tinha me sentido assim antes na presença de uma mulher. Se ela quisesse mesmo que eu descansasse, desculpe mas... ela não deveria ter chegado tão perto, não agora.

Desci as mãos sob as dobras de minha túnica de guerra, arrancando a coifa no mesmo ato. Forcei meu abdome para frente, não deixando ela me colocar para deitar. Na chama que crepitava sobre a vela ao lado da cama eu posso jurar ter visto uma imagem. Uma criança na neve. Tendo alucinações uma hora dessas... não me surpreenderei caso me arrependa do que vou fazer agora.

Ao lado da morena, levantei minha mão esquerda e procurei sua nuca enquanto minha mão direita trazia a dela para minhas costas, passando-as pelo calor e a rigidez dos músculos, marcados por velhas cicatrizes, o talho de uma lâmina pesada, incisões e cortes, uma centena de lesões dos espinhos. Não me importava se ela queria isso. Eu quero, é o que importa. Deixei de conduzir sua mão para caso ela tentasse escapar, manuseando minha palma para a parte interna de sua coxa, apertando-a. Meu polegar em seu pescoço escorregou como um estrangulamento, prendendo-a sobre a cama. Fiquei por cima dela, alto, pesado, com a onda platinada de meu cabelo caindo sobre os seus negros, enquanto minha boca encontrava seu pescoço.


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Aegor parecia ter mudado a direção dos seus pensamentos e de suas ações no momento em que Visenya sentou-se na cama com ele. Ela não tinha intenções, porém o garoto parecia ter as dele. Seus movimentos foram assertivos, primeiro livrando-se de toda a sua armadura que cobria a verdadeira roupa que o homem usava. O símbolo Blackfyre ainda estava ali e de algum jeito aquilo excitava a princesa. Não sexualmente, apenas como algo relacionado ao poder. Ele era dela. Ele se recusou a deitar e forçou o seu corpo em direção ao da mulher, iniciando ações extremamente ousadas para a situação.

Nos primeiros toques do garoto em seu corpo, pode perceber como Egg tinha uma autoridade e brutalidade em seus movimentos. Sua mão repousava firmemente em sua nuca enquanto ele direcionava a sua mão até suas costas, forçadamente. Não era como se não pudesse reagir, um grito dela e vinte guardas estariam ali prontos para matá-lo. Também não sentia-se insegura por sua vida, pelo seu corpo ou por sua sanidade. Já tinha estado com homens antes, homens que a cortejavam, homens que queriam subjugá-la. Ela conhecia tudo. Ainda sim, via no garoto algo diferente. O menino tinha que estar no poder naquele momento, mesmo que significasse machucar quem estava com ele. Ela já havia entedido isso. Seus olhos seguiam a expressão de Aegor a todo momento, sem demonstrar nenhum tipo de reação aos seus toques. Seus apertos, suas pegadas. Ela sentia, ela gostava.

Ainda sim, aquele garoto queria exercer o seu poder sobre ela de qualquer maneira que ele precisasse e ela nunca poderia permitir aquilo. Sua mão apertou o seu pescoço com a brutalidade já conhecia, forçando-a a se deitar sem parar por sequer um minuto. Ele parecia tão certo, tão determinado. Ele não era um soldado normal, ele não era uma pessoa normal. Ele não pararia com um não ou com uma ordem. Ele era um bruto exercendo o seu poder, mas ela era tão bruta e poderosa como ele. Mais, até. Sua boca foi de encontro ao seu pescoço, explorando aquela area ainda que sua mão ameaçasse um sufocamento a qualquer momento. Ela ainda não sentia medo por sua vida. Matar Visenya significaria que Aegor nunca teria sua vingaça e isso ele não podia aceitar. Matá-la seria o seu fim e como havia visto o quanto era melancólico, sabia que ele não queria ver o seu fim tão próximo.

A mão que Egg havia direcionado até suas costas sentiam as marcas que ele tinha por ali, vendo que sua alma e corpo eram extremamente machucados. Ela não se importava. Fincou suas unhas na carne de suas costas em um bruto movimento, apertando mais pelos momentos. Ela começou a suspirar, como se a boca do Targaryen em seu pescoço lhe trouxesse prazer, mas seus olhos estavam abertos e alertas. Ele não a tinha na palma de sua mão. Sua mão livre foi até os cabelos loiros do garoto, puxando-os com brutalidade. A cabeça dele foi forçada para longe do seu pescoço e os dois agora se encaravam. Visenya tinha quase como um sorriso em sua boca, mas ainda não era aquilo. Ela estava séria e ela estava desejosa ao mesmo tempo.

— Mate-me, Aegor. — disse, sorrindo em sua direção enquanto forçava o seu pescoço contra a mão que ainda o segurava. Ela sorria e encarava os olhos violetas a todos os momentos. — Foda-me, Aegor. — disse, deixando sua voz suspirar junto com as palavras. Seu sorriso cresceu. Suas unhas se fincaram ainda mais nas costas dele, despreocupada se ele sentia dor, tesão ou nada com aquilo. — Seduze-me, Aegor. — disse, forçando sua boca até a dele, arrastando o seu lábio nos do garoto enquanto proferia aquelas palavras. A verdade é que nada sentia enquanto o homem a tocava brutamente e forçadamente. Ela não gritaria, o puniria, mataria-lhe. Ela apenas queria ver aquele garoto conseguir tocá-la porque ela queria e não porque ele precisava.

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seeds of war
Me senti irritado quando ela cedeu, mostrando que queria aquilo tanto quanto eu. Não sou um homem que gosta de coisas fáceis, pelo contrário, o trabalho árduo é o que me deixa excitado. Então faremos um jogo, quem conquistar um grito de dor verdadeira primeiro, é o vencedor. -Hoje você vai gritar. Você vai gritar tanto que vão te ouvir em Westeros. A rainha vai sentir inveja enquanto estiver fodendo com sua Guarda Real. Os piratas vão estuprar suas escravas quando seu grito ecoar pelo Mar Estreito. Os Patrulheiros vão se jogar da Muralha para trepar com os selvagens. - falei sob seu lóbulo, ainda agarrando seu pescoço como se fosse o punho de minha adaga. -Grite pra mim!

Senti a unha do dragão penetrar minha pele, rasgando-a como folha seca. Ela levantou meu rosto em seguida, buscando meus olhos cortantes como aço valíriano. Movi minha palma de seu pescoço, deixando ali uma tatuagem vermelha. Apertei seu rosto, comprimindo seu lábio e desfazendo seu quase sorriso. O pedido dela forjou um sorriso perverso em meu semblante. O resquício de dor quando ela acalcou suas unhas em minha coluna engatilhara minha ira. Rasguei o frágil tecido que ela vestia, expondo seu pecado sob meus olhos. Apertei seus mamilos deixando o ato entre a dor e o prazer. Não me importava. Que ela sentisse dor. Escorri minha canhota até suas pernas, enquanto a direita apoiava sua nuca, apertando seus cabelos negros. -Mais forte. - o comando era dado. Que ela fizesse de suas unhas lâminas e rasgasse minhas costas.

Visenya tentou alcançar meus lábios, porém pressionei os fios de sua nuca, retendo-a. Deslizei a palma destra sobre sua cabeça, apertando os fios do topo enquanto a esquerda desenhava o prazer em suas coxas. Queria que ela implorasse meus dedos em seu íntimo. Conservando sua vontade em sentir minha boca enquanto a prendia pelos cabelos, finalmente sucumbi aos seus lábios molhados. -Eu disse... - aproximei minha boca da dela, mostrando minhas presas enquanto dizia. -Mais forte! - mordi seu lábio inferior, drenando seu sangue. Finalmente nossas línguas se encontravam, formando um laço com gosto de ferro. Deslizei por entre suas coxas, encontrando outro lábio à espera, ainda mais molhado. Fiz meu dedo médio experimentá-lo antes da degustação. Aquele movimento carinhoso e arrastado provocavam reações latejantes em Visenya. Senti a palpitação em seu peito junto ao meu. Sua respiração frenética quando ela tinha de pausar o beijo. Aquilo era bom para ela. Por baixo de meus tecidos ela sabia que era bom para mim também. -Suplique. - ela sabia do que eu estava falando. O dedo no exterior de seu íntimo finalmente a penetrou, como um gancho enquanto o beijo se desfazia. Tirei minha mão de seus cabelos e a deixei mais uma vez à sombra de meus olhos. A perversidade sob o desejo... Ela gritaria primeiro.


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Visenya deu uma risada ao ouvir as palavras sairem da boca do garoto. Ele era tão autoritário que deixava-lhe totalmente entretida por ele. Aegor ainda a sufocava com suas mãos sem sequer medir sua força e falava com ela como se Visenya não fosse quem era. Mas naquele momento ficavam como iguais e se eram iguais, Visenya também não tardaria a colocá-lo em seu lugar. — Eu não vou gritar. Nem se você me foder até eu sangrar, se você me machucar até eu estar em carne viva. Você vai gritar, meu amor. — falou quase como se cuspisse aquelas palavras, aproveitando do sufocamento que ele lhe proporcionava quase como algo prazeroso.

Sua ordem permaneceu sem resposta enquanto o sorriso mantinha-se em seu rosto. Suas mãos apertando o rosto de Visenya então enquanto ela o provocava foram mais do que prazerosos, pois via em seus olhos o quanto ela consegui lhe deixar totalmente irado. Ah, como eram loucos e pervertidos. Seu vestido não demorou para ser rasgado e observou deliciada enquanto via os panos voarem e seu corpo titubear ao ser lidado com tanta brutalidade. Abriu a boca na intenção de soltar um gemido deliciado ao estar sentindo o seus mamilos serem lidados pelos seus dedos mas apenas manteu-se calada, soltando suspiros da dor misturada com o prazer que ele lhe proporcionava. — Como você quiser. — disse, com um sorriso debochado em seu rosto enquanto sua unha ia ainda mais fundo em sua pele.

Ela já sentia o sangue escorrer por entre os seus dedos, vendo que ela era capaz de ser tão bruta como ele. Descia suas unhas pela extensão das suas costas, crescendo o machucado que criava em sua pele. Ele que gritasse agora. O jeito no qual que ele a provocava para ter o seu toque era quase enlouquecedor. A brutalidade e a autoridade deixavam Visenya mais do que excitada, ansiando por qualquer toque que viesse do homem. — Vá logo, seu merda. — falou, já raivosa por não estar tocando o garoto como deveria. Talvez tenha incitado sua raiva, pois o homem mordeu o seu lábio furiosamente arrancando sangue de sua carne. O beijo se iniciou e as linguas tocavam-se mais como se estivesse brigando, bruscamente. O gosto de sangue presente deixava tudo ainda mais violento.

A mão do garoto que antes agarrava sua coxa com força, forçou-se contra a sua intimidade em busca de começar a provocá-la realmente. Primeiro ele começou com uma leve carícia que fazia Visenya se contorcer embaixo do seu corpo, deixando difícil para a mulher se concentrar em beijá-lo e respirar ao mesmo tempo. Soltava alguns suspiros de prazer, revirando os olhos para o homem ver como gostava. Visenya sorriu quando os lábios foram separados e o homem a mandou suplicar. Levou a mão até seus cabelos e puxou ele para perto, virando o seu rosto para que sua orelha estivesse de encontro com a sua boca. — Não. — sussurrou, mordendo o seu lóbulo levemente, porém não conseguiu segurar o gemido no momento em que o homem penetrou o seu dedo nela com força, fazendo com que ela se retorcesse embaixo dele.

O homem afastou o seu corpo voltando a encará-la enquanto dava a ela aquele prazer. A mulher gemia já a vontade, revirando os seus olhos. Percebeu que começava a se tornar submissa a ele e isso não podia acontecer. Tomou forças da onde não tinha e empurrou o corpo de Aegor do seu, jogando ele para o lado na cama. Seu dedo saiu bruscamente dela e Visenya soltou um suspiro com isso, mas continuou em seu movimento rápido, subindo em cima do garoto. Seu corpo nuo montou nele, aparando suas mãos em seu peitoral enquanto sorria em sua direção. Deu um tapa forte em seu rosto e abaixou o seu corpo, aproximando sua boca da dele. — Você vai gritar primeiro, você vai suplicar. — sussurrou, enquanto lambia todo o lábio do garoto. Ergueu um pouco o seu corpo enquanto levava suas mãos até a calça do garoto e começava a desamarrar ela para tirá-la.

Antes que o fizesse, colocou sua mão por cima do pano  e apertou o membro dele que já estava totalmente duro. Ela mesma sorriu com aquilo pois percebeu que o garoto não a decepcionaria. Seu corpo voltou a se abaixar até que seus seios estivessem colados em seu peitoral e sua boca estivesse em sua orelha. — Já esteve com uma mulher que não estava gritando para que você saisse de cima dela? Já deu prazer de verdade a uma mulher e não uma garotinha? Eu não acredito que você é capaz... — disse, soltando uma risada e provocando a ira de Aegor. Queria ele irado e investido. Começou a beijar o seu pescoço enquanto sua mão continuava a apertar o seu membro com força.

wearing
I got a brain-tricked hunger and you're pulling me in


Once her lies are exposed, it will quickly decay and people will look around in fear and panic. And I will be there to pick them up. They will need me...  

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